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Quando a equipe de oncologia levanta a hipótese de depressão severa ou outras psicopatologias entre seus pacientes, o psicólogo deve sugerir o encaminhamento desses pacientes ao psiquiatra para avaliação e, se for o caso, medicação.
Ao receber um pedido de consulta espera-se que o interconsultor siga as seguintes etapas:
elaboração de diagnósticos situacionais; coleta de informações com o médico, paciente, enfermagem, familiares e outros informantes; acompanhamento diário da evolução da situação, devolução e assessoramento.
coleta de informações com o médico, paciente, enfermagem, familiares e outros informantes; elaboração de diagnósticos situacionais; devolução e assessoramento; acompanhamento diário da evolução da situação.
acompanhamento diário da evolução da situação; coleta de informações com o médico, paciente, enfermagem, familiares e outros informantes; devolução e assessoramento; elaboração de diagnósticos situacionais.
devolução e assessoramento; elaboração de diagnósticos situacionais; acompanhamento diário da evolução da situação; coleta de informações com o médico, paciente, enfermagem, familiares e outros informantes.
acompanhamento diário da evolução da situação; coleta de informações com o médico, paciente, enfermagem, familiares e outros informantes; elaboração de diagnósticos situacionais; devolução e assessoramento.
Visando a promoção da saúde no contexto hospitalar,o psicólogo tem como função:
Levar o doente à cura.
Combater a regressão observada nos pacientes frente a uma doença física para evitar a infantilização desse paciente.
Dar assistência psicológica a toda população hospitalar,incluindo pacientes e seus familiares,equipe de saúde e pessoal administrativo.
Facilitar,apenas, o entrosamento dos pacientes e familiares com a equipe hospitalar.
Nenhuma das alternativas.
Para modificar pensamentos disfuncionais, o terapeuta leva o doente a evocar pensamentos incompatíveis com o sofrimento, a ansiedade e o medo, de modo a criar respostas emocionais prazerosas e evitar o contato com as emoções negativas.
Religiosidade e espiritualidade são temas alheios à ciência, e sua abordagem junto a pacientes tem a única utilidade de favorecer o estabelecimento do rapport, quando o doente é sabidamente religioso.
A abordagem religiosa e espiritual, em algumas circunstâncias, pode ser nociva e prejudicial ao paciente, representando fonte adicional de estresse.
Várias técnicas psicológicas são usadas igualmente nos formatos individual e grupal. O formato grupal está em desuso devido ao inconveniente de gerar ansiedade e feedback negativo, resultante da incapacidade dos participantes de oferecer suporte um ao outro.
Deve ser investigada a presença de modo de enfrentamento evitativo, que é considerado um fator de risco para estresse psicológico, embora o mecanismo pelo qual esse processo aconteceria ainda não seja claro.
Se os sintomas referidos ocorrerem principalmente em situações sociais, como apresentação em público ou ao atravessar um salão cheio de pessoas durante uma cerimônia, o diagnóstico poderá ser fobia social.
Os sintomas referidos são compatíveis com um ataque de pânico e o diagnóstico do paciente pode ser ansiedade generalizada.
O manejo de efeitos colaterais da quimioterapia e da baixa adesão ao tratamento do paciente que toma a iniciativa de buscar o serviço psicológico deve ser conduzido conforme as necessidades percebidas e reconhecidas pelo médico assistente.
Estudos epidemiológicos mostram que o câncer é a doença que mais mata no Brasil e que o tempo de sobrevida está diminuindo mesmo entre casos tratados precocemente, o que justifica o grande temor e ansiedade tipicamente apresentado por pessoas acometidas por essa doença.
A humanização tem sido estudada no âmbito da saúde visando proporcionar uma assistência que considere o indivíduo na sua totalidade. A humanização em saúde objetiva resgatar o respeito da vida humana. Nesse sentido, cada profissional, equipe e instituição terá seu processo singular de humanização. Segundo Deslandes (2004), os gestores definem humanização com os seguintes indicadores:
I. Reconhecimento dos direitos do paciente.
II. Maior democratização das relações de poder entre profissionais e pacientes.
III. Diálogo e melhoria da comunicação entre profissionais de saúde e o paciente.
IV. Qualidade da relação interpessoal entre profissionais e usuários (cuidados pautados pelo acolhimento, escuta, empatia e respeito).
Está(ão) CORRETA(S):
Somente as afirmativas II, III e IV.
Somente as afirmativas I, III e IV.
Somente as afirmativas II e IV.
Todas as afirmativas.
Somente as afirmativas I, II e IV.
Considerando os sintomas referidos, o diagnóstico de transtorno do estresse pós-traumático está excluído.
Uma das grandes dificuldades em saúde é a clara definição e avaliação do que é normal e do que considerado patológico. Na prática da psicologia hospitalar, essa dificuldade é ampliada, pois há necessidade de se considerarem fatores adicionais para o diagnóstico. Dai os quadros que se apresentarem serem considerados sob quatro categorias: normais, patológicos, reativos e esperados. Dado esse contexto, é correto afirmar:
I. Agitação psicomotora, depressão, choro compulsivo que se seguem ao luto por perda de ente querido não são parâmetros para se identificar a insanidade mental.
II. Privação sensorial por si só não é potente o suficiente para desencadear desorientação temporo-espacial que, quando se apresenta, conduz a um diagnóstico de psicose.
III. Perda de apetite, distúrbios de sono, decorrentes de ansiedade, que antecedem uma cirurgia não são psicopatológicos.
Está(ão) CORRETA(S):
Somente a afirmativa II.
Somente a afirmativa III.
Somente as afirmativas I e II.
Somente a afirmativa I.
Somente as afirmativas I e III.
Intervenções cognitivas para controle da dor, quando tumores invadem nervos e ossos, incluem visualização e relaxamento.
O psicólogo no hospital:
Tem sua prática voltada para a avaliação e acompanhamento psicológico do paciente internado.
É um administrador da equipe de saúde.
É um conselheiro de pacientes e equipe de enfermagem.
Tem sua prática voltada para a organização do hospital.
Todas as alternativas estão corretas.
A avaliação é essencial para definir o foco e o tipo de intervenção psicossocial necessária ao paciente em diferentes momentos e é, ela própria, uma forma de intervenção ao estabelecer contingências para que o paciente fale sobre sua história.
Durante a avaliação psicológica é adequado investigar a presença de estresse conjugal, a existência de rede de suporte social e a ocorrência de pensamentos suicidas, mesmo para pacientes com bom prognóstico.
Técnicas psicológicas favorecem o treinamento de pacientes como participantes ativos, corresponsáveis por seus tratamentos e reabilitação do câncer.