

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A atuação do psicólogo hospitalar em casos de pacientes com doenças terminais é fundamental, podendo ele ajudar esses pacientes na experimentação de sentimentos e angústias que podem ocorrer nessas situações em que a morte é o tema central.
O psicólogo pode tratar o paciente com dor mediante o uso de técnicas, como distração, hipnose, ressignificação da dor e relaxamento autógeno.
Num hospital geral, uma equipe é composta por profissionais de formações variadas, que juntos podem contribuir para um atendimento integral do paciente. Uma aplicação do conceito de interdisciplinaridade na saúde, na qual a presença de um profissional de saúde é requisitada para atender à solicitação de um médico em relação ao atendimento de um paciente é conhecida como:
Intermediação.
Abordagem simultânea.
Interconsulta.
Atendimento ambulatorial.
Analise as seguintes assertivas:
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Sobre a abordagem dos sintomas pela Medicina e pela Psicanalise, NÃO está correto o que se afirma em:
Os sintomas são elementos simbólicos que contêm em si mesmos o que há de mais Real e que diz respeito à verdade do sujeito.
O que difere, muitas vezes, não são as demandas e as queixas sintomáticas com a quais se confrontam médicos e psicanalistas, mas, basicamente, a forma pela qual são recebidas e respondidas por um e por outro.
Os sintomas para a Medicina são apresentados pelo paciente, mas constituídos pelo médico objetivamente, em um discurso de mestria.
Os sintomas no campo da Psicanálise são vencidos e eliminados, buscando uma melhoria para a vida do sujeito.
Quando um paciente psiquiátrico apresenta melhoras, é comum que outro membro da família apresente problemas, como crises psicossomáticas ou de depressão. Essas ocorrências podem ser atribuídas
à insegurança quanto ao seu papel de cuidador do membro do sistema familiar que adoece.
à operação de mecanismos homeostáticos que procuram restabelecer o equilíbrio do sistema familiar perturbado.
à função de retroalimentação negativa introjetada pelo parente mais próximo do doente.
ao princípio de somatividade inerente ao sistema familiar, que supõe um tanto de patologia própria de cada sistema.
à mobilização da caixa preta que levará à difusão da patologia.
O psicólogo atua na prevenção, tratamento e reabilitação de doentes crônicos, requerendo, entre outras competências, conhecimento mínimo da terminologia médica, recursos em psicoterapia, técnicas de entrevista e habilidade para avaliar comportamentos de risco.
A atuação do psicólogo junto aos portadores de doenças crônicas requer conhecimento geral, mínimo, acerca das peculiaridades clínicas da doença, seu diagnóstico, tratamento, prognóstico e implicações de todo o processo para o paciente e sua família.
ocorrência do câncer de mama em mulheres mães, como acontece com outras doenças crônicas, pode alterar, significativamente, a rotina familiar e o desenvolvimento dos filhos que, muitas vezes, assumem o papel de cuidadores ou mesmo provedores, quando ainda não estão preparados para isso.
Na iminência da morte, compete ao psicólogo trabalhar com o doente e com a família para afastar pensamentos ou conversas acerca da terminalidade e focar nos ganhos obtidos e técnicas de manejo da dor.
A experiência psicológica de um paciente oncológico apresenta características diferentes, a depender do momento que o paciente vivencia, seja a espera pelo diagnóstico, a realização de quimioterapia ou o seguimento (follow-up) pós-operatório.
Quando o paciente com câncer avançado queixa-se de dor, a avaliação da resposta álgica deve ser feita pela equipe multiprofissional, que deverá decidir sobre a intensidade real e características da dor, visto que esse paciente, por si só, não possui condições de fazer uma avaliação ou descrição acuradas, mesmo quando ele é capaz de falar e ouvir.
Quando o paciente e sua família são confrontados com a possibilidade de realizar procedimentos agressivos, como a amputação de um órgão, em vez de manter apenas as terapias menos agressivas, o psicólogo deve persuadi-los a acatar essa possibilidade, considerando serem vantajosas todas as tentativas no sentido de preservar a vida do doente.
A ideia do câncer de mama como doença fatal ainda permeia o imaginário das pessoas, mas atualmente o comportamento preventivo de cuidados de saúde pode favorecer o diagnóstico da doença em estadiamento inicial, o tratamento adequado e a cura.
Segundo Simonetti (2004), a Psicologia Hospitalar é o campo de entendimento e tratamento dos aspectos psicológicos em torno do adoecimento. O aspecto psicológico em torno do adoecimento é o nome dado:
para os sintomas psicológicos causados pela doença física ou pelo tratamento. Refere-se aos efeitos da doença na subjetividade humana, como sentimento de impotência e revolta
para as manifestações da subjetividade humana diante da doença, tais como o estilo de vida e o estilo de adoecer. Pode aparecer como causa, fator desencadeante, fator agravante, fator mantenedor ou conseqüência da doença
para as manifestações da subjetividade humana diante da doença, tais como desejos e fantasias. Aparece sobretudo como causa de doenças psicossomáticas e fatores complicadores na relação do paciente com sua doença física
para a dimensão simbólica em torno do adoecimento, para além da dimensão biológica. É constituído tanto por representações individuais quanto por representações sociais relacionadas à doença
Para Botega (2012), a adaptação ao estresse e às limitações decorrentes da hospitalização se torna crítica nos casos de pacientes que sofrem de certos distúrbios mentais, ou que têm alguns traços marcantes de personalidade. Assinale a alternativa que indica corretamente algumas recomendações a respeito de como lidar com esses pacientes.
Buscar consenso na equipe sobre como proceder; evitar demasiada atenção às queixas apresentada; não entrar em confronto franco; estabelecer limites com calma e firmeza
Buscar consenso na equipe sobre como proceder; ter um profissional para estar mais próximo; confrontar o paciente em situações especiais; estabelecer limites com calma e firmeza
Proceder com flexibilidade e de acordo com a circunstância; ter um profissional para estar mais próximo; não entrar em confronto franco; estabelecer limites com calma e firmeza
Buscar consenso na equipe sobre como proceder; ter um profissional da equipe para estar mais próximo; não entrar em confronto franco; estabelecer limites com calma e firmeza
O apoio e a escuta do psicólogo a toda família (Jeniffer, Mário e filho mais velho do casal) poderão viabilizar a criação de pontos de referências e a ressignificação e elaboração desse contexto de internação por essa família.
O psicólogo responsável por atender à família deverá considerar, em sua intervenção, o momento evolutivo da bebê e as questões psíquicas que envolvem a realização de internação neonatal.
A qualidade da sobrevivência de Amanda depende dos seus primeiros instantes de vida; e a experiência de descontinuidade precoce e abrupta, a internação logo após o nascimento, é vivenciada pela bebê e por todos os seus familiares.