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Segundo Chiattone (2000), a psicologia como ciência multiparadigmática reflete diretamente o saber e o fazer em psicologia hospitalar. Considerando a pretensão de contextualizar a psicologia no contexto hospitalar deve, fundamentalmente, se transformar em tarefa:
ética para, enfim, eliminar-se a prática do digladio, da exclusão, da desqualificação de saberes, como não-científicos ou não psicológicos entre os próprios profissionais da área
clínica para, enfim, eliminar-se a confusão e a falta de protocolos para as intervenções psicológicas tanto diante dos pacientes, quanto dos familiares e da equipe multiprofissional
política para, enfim, estabelecer os saberes e as práticas psicológicas em um contexto historicamente dominado pelo modelo biomédico
interdisciplinar, já que a psicologia no contexto hospitalar é constituída por saberes e práticas típicas de diversos campos do conhecimento humano
O estresse é foco de atenção porque, entre outros motivos, pode facilitar a expressão de um potencial genético latente, por meio de mudanças hormonais, o que resulta no surgimento do câncer.
Compete aos profissionais de saúde discutir e refletir sobre as angústias e os sentimentos comumente presentes em pacientes com doenças terminais, a fim de que possam oferecer subsídios a esses pacientes.
Acolhimento, disponibilidade e generosidade são características a serem desenvolvidas por equipe que trabalha em rede em casos de prevenção ao uso de drogas.
O trabalho em equipe tem feito cada vez mais parte da prática do profissional psicólogo nos diversos campos de atuação nos quais está inserido, principalmente na área institucional, como os hospitais. Assim, cabe ao profissional adaptar-se e desenvolver competências necessárias para atuar nessas equipes, e superar desafios decorrentes do trabalho tanto entre profissionais de outras áreas da saúde, quanto com outros psicólogos. Considere os exemplos hipotéticos apresentados abaixo, e assinale em qual deles, trabalhando em uma equipe interprofissional, no relacionamento com seus pares, o psicólogo cometeu uma falta ética:
I. A psicóloga Maria pediu para que a psicóloga Ana realizasse um psicodiagnóstico na pessoa que ela estava atendendo em psicoterapia breve, e Ana assim realizou.
II. O psicólogo Luis aceitou atender um caso de uma pessoa que estava em atendimento com o psicólogo José, após ter sido informado por essa pessoa que os atendimentos com o psicólogo José ainda não estavam encerrados, porém em processo de finalização.
III. A psicóloga Joana atendeu uma pessoa que estava em seguimento psicológico com outro psicólogo da instituição, já que esta chegou na Unidade de Pronto Atendimento em vigência de uma crise de pânico, e Joana era a única psicóloga presente no momento. Assim que finalizou o atendimento, Joana comunicou o atendimento realizado a seu colega que seguia essa pessoa
I.
I e II.
II.
I e III.
Tendo em vista o Código de Ética Médica, avalie as seguintes afirmativas, indicando nos parênteses se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
V, V, V, F.
V, F, F, V.
F, V, F, V.
F, F, V, F.
Tendo em vista o Código de Ética Médica, avalie as seguintes afirmativas, indicando nos parênteses se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
V, F, F, F.
F, F, V, F.
F, V, F, V.
F, F, F, F.
Um paciente hospitalizado em fase terminal apresenta um comportamento arredio, manifestando desejo de afastamento da família. Pede para ficar sozinho, chegando a ser ríspido com os visitantes. Seus familiares demonstram grande sofrimento por se sentirem impotentes diante da situação apresentada. Podemos assinalar que este paciente encontra-se no estágio de:
raiva
barganha
aceitação
depressão
No Brasil, as oficinas abrigadas têm servido, principalmente,
como abrigamento para indivíduos sem moradia e outros excluídos.
para a implementação de parcerias com empresas.
como hospitais-dia para pessoas abaixo da linha da miséria.
como iniciativas de qualificação de pessoal em centros comunitários.
para a profissionalização de deficientes mentais.
Conforme Wadsworth, no estágio pré-operatório, vários são os tipos de representações que têm relevância no desenvolvimento, EXCETO
a imitação diferida.
o jogo simbólico.
a abstração reflexiva.
a imagem mental.
a linguagem falada.
Respostas afetivas do paciente, como raiva e hostilidade, comuns em situações de doenças crônicas, devem ser ignoradas, com o objetivo de promover sua extinção, e assim evitar que possam competir com os procedimentos propostos e o sucesso do tratamento.
A natureza e intensidade dos problemas psicológicos de um paciente com câncer depende da localização e do tipo de tumor, independente de sua rede de suporte social e de histórico prévio relacionado ao câncer.
A percepção que um paciente oncológico tem acerca do nível de cuidado que efetivamente recebe ou receberá de um familiar próximo é fator de análise em nível de formulação de caso centrado no problema.
O treinamento que visa o reconhecimento e controle do estresse em pacientes com câncer é desnecessário na prevenção primária, mas muito relevante na prevenção terciária.
O câncer de próstata é considerado doença de bom prognóstico se diagnosticado e tratado oportunamente. Por isso, é decisão do psicólogo propor estratégias imediatas de sensibilização do paciente para realizar exames preventivos precoces e submeter-se aos tratamentos disponíveis.
Triagem e acolhimento são sinônimos e podem ser uma ferramenta importante para o prognóstico de pacientes em contexto hospitalar.
Diante da possibilidade de morte iminente da bebê, o psicólogo deve antecipar essa informação à família, juntamente com toda a equipe, devendo, ainda, adotar medidas para que a família não se aproxime da bebê, dada a possibilidade de ocorrência de vivências traumatizantes e ansiogênicas.
A percepção de um paciente acerca do seu tipo de câncer e do tratamento será mediado por suas experiências anteriores, pessoais ou familiares, moderada por variáveis, como a avaliação da equipe de saúde e as notícias veiculadas pela mídia.