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Disciplina autônoma, assim é entendida atualmente a psicooncologia.
No nível de atenuação, o que importa é reduzir danos produzidos nas condições de saúde do indivíduo, melhorando ao máximo o que ele consegue realizar.
Em uma avaliação psicológica eticamente fundamentada, deve-se atentar para o limiar entre fazer todo o possível para o bem-estar de Rita na situação em que se encontra e fazer apenas o que é possível, apenas aquilo que lhe beneficie verdadeiramente, evitando o que lhe é muito danoso, como, por exemplo, o excesso de exames invasivos.
Conforme Figueiredo, a recepção é o termo que designa genericamente o primeiro atendimento, geralmente, em grupos, e é usado no lugar do termo
acolhimento.
triagem.
atendimento.
staff.
encaminhamento.
O paciente quer respeito à sua privacidade, à sua identidade, quer ser escutado, acolhido em sua subjetividade.
A psico-oncologia é reconhecida como uma disciplina.
O paciente é uma pessoa solitária na sua doença, portanto ele é alguém que está fazendo um apelo.
É ético considerar a saúde e o bem-estar do paciente como primordiais, o que implica a suposição legal de que, para preservar a vida, os cuidados médicos e psicológicos necessitam da permissão do paciente, respeitando o princípio da não-maleficência, conferindo a Rita a independência de vontade e ação e a informação sobre o tratamento e suas implicações.
No nível de atuação da reabilitação, corrige-se danos produzidos nas condições de saúde das pessoas, para voltar ao nível de saúde do organismo antes de o problema ter aparecido.
Em programas hospitalares com inclusão de mãe participante, em enfermarias pediátricas, é previsto que
alguns serviços inicialmente prestados pela enfermagem, como administração de medicação oral e banhos, passem a ser responsabilidade da mãe.
o tempo de permanência da criança no hospital aumente, devido à presença da mãe.
a criança desenvolva respostas de baixa cooperação com a equipe e maior irritabilidade.
a mãe participante receba orientação sanitária sobre a doença do filho e orientação psicológica sobre aspectos desenvolvimentais.
A estrutura física, ou o setting, terapêutico pode interferir de forma negativa na relação médico-paciente.
Em geral, a adesão do paciente ao tratamento não depende de
orientação oferecida pelo médico sobre os tipos de medicamento existentes para a moléstia.
entendimento ou compreensão efetiva da orientação ou prescrição recebida.
compreensão de quanto o tratamento pode ser benéfico.
recursos financeiros do paciente.
O paciente espera tratamento humano, acolhimento, pode até ser repreendido mas quer elogio sincero, tranqüilização.
Um instrumento é fidedigno quando mede exatamente a variável desejada. No caso em tela, o instrumento mede a opinião e a percepção do adolescente sobre a droga e não o possível uso que ele faz de substâncias químicas.
Em equipes de assistência a portadores de doenças coronarianas, o psicólogo pode colaborar treinando o paciente a emitir comportamentos assertivos, que evitam o estresse, que, por sua vez, é nocivo ao coração.
Um questionário pode ser aplicado à amostra de adolescentes por telefone, com o mesmo grau de acuracidade no registro que é esperado para uma aplicação coletiva.
Ataques de pânico podem ser disparados tanto pelo uso de substâncias psicoativas como pela síndrome de abstinência. Identificadas essas condições em um serviço de saúde, compete ao psicólogo informar a equipe médica para a assistência necessária.
O uso de entrevista não-estruturada para colher dados desse estudo dispensa o treinamento para padronização do comportamento de entrevistadores porque o adolescente se ajusta melhor a situações informais, não-padronizadas.
Na atuação profissional de recuperação, o objetivo é criar condições para que a pessoa viva com a dificuldade existente, tendo o menor sofrimento possível.