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Para um paciente depressivo, com câncer, o ingresso em um grupo terapêutico para treino em técnicas adequadas de enfrentamento tanto pode favorecer a elevação do humor quanto a melhora do sistema imunológico.
Em termos de promoção de saúde, o psicólogo pode atuar na organização de serviços de saúde recomendada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que é composto por unidades básicas de saúde, rede de ambulatórios e rede de hospitais cujos níveis incluem ações preventivas ou remediativas de baixa complexidade até ações especializadas.
Em uma UTI, o psicólogo deve trabalhar na mediação das relações entre o paciente e a equipe médica, mas não deve intervir no estereótipo de morte, em geral presente no repertório do doente, o que compete apenas ao médico intensivista.
A adesão de um adulto ao tratamento de seu filho costuma ser a mesma que esse adulto apresenta para seu próprio tratamento, quando é o caso.
A favor da revelação do diagnóstico da doença grave ao paciente estão os seguintes motivos: instaurar uma relação de confiança, colocar fim na incerteza que atormenta e favorecer o processo de luto.
Em intervenções nos casos de crise, nem sempre o profissional da área de Saúde Mental consegue seguir a rotina estabelecida no atendimento ambulatorial ou hospitalar. Ao ser chamado a intervir em tais casos, um psicólogo deve, em primeiro lugar,
manter o controle da situação com atitudes claras e seguras, de maneira a dar ao paciente os limites necessários para cumprir as rotinas iniciais.
mobilizar outros profissionais do serviço, de forma a garantir o controle e a segurança de todos os envolvidos.
interagir com o paciente em crise para avaliar a situação, aliviar sua ansiedade e agir no menor tempo possível, dando-lhe a sensação de controle.
permitir que o paciente desabafe e fale livremente para aliviá-lo daquilo que o angustia, até que se acalme naturalmente.
entrar em contato com a família imediatamente, a fim de que os responsáveis tomem ciência do que acontece.
Entrevistas semi-estruturadas ou entrevistas estruturadas são técnicas eficazes de coleta de dados para esse estudo.
Raquel Oliveira (cadernos IPUB, no 17) constatou que a forma de atendimento aos pacientes na antiga triagem do ambulatório do IPUB tinha como principal objetivo
oferecer um espaço de fala, que o paciente pudesse freqüentar quantas vezes fossem necessárias, para clarear ou construir uma demanda de tratamento.
oferecer apoio às famílias ou às pessoas da rede social do paciente.
dividir os pacientes em dois grupos: aqueles que precisavam de medicação e os que não precisavam.
agilizar e qualificar o primeiro atendimento no ambulatório.
realizar um trabalho de avaliação de demanda prévio para encaminhamento futuro.
O treinamento do profissional na habilidade de comunicação assegura a boa relação médico-paciente e a adesão do paciente ao tratamento.
O processo de trabalho das equipes de atenção básica de saúde inclui o desenvolvimento de ações focalizadas sobre os grupos de risco e fatores de risco comportamentais, alimentares ou ambientais, com a finalidade de prevenir o aparecimento ou a manutenção de doenças e danos evitáveis. Considerando-se essa premissa, é correto afirmar que as ações básicas de saúde não incluem
orientação a indivíduos saudáveis sobre os riscos de contração do vírus HIV durante relação sexual desprotegida.
formação de grupos de pacientes hipertensos para treinamento em técnicas de relaxamento.
treinamento de obesos na escolha de cardápio adequado e no controle da compulsão alimentar.
garantia da independência profissional por meio do afastamento de instituições e organizações sociais da comunidade.
Segundo Dell’Acqua e Mezzina, um manejo das situações de crise que supere a lógica hospitalocêntrica
deve focalizar, exclusivamente, os quadros que apresentem sintomatologia psiquiátrica.
deve dar-se numa emergência psiquiátrica, por uma equipe especializada em situações de crise.
não necessita de protocolos de intervenção pré-definidos, nem de equipes especiais.
deve realizar-se nas situações perigosas para o sujeito e para os outros.
deve ser integrado a outros setores da sociedade (polícia, corpo de bombeiros, por exemplo).
A psico-oncologia é considerada multidisciplinar.
Psico-oncologia trata-se de transdisciplinaridade.
A não exploração dos aspectos psicossociais do paciente, como seus medos e ansiedades é fator negativo influenciando a relação médico-paciente, interferindo no resultado e na adesão ao tratamento.
Conforme Tenório, na perspectiva da clínica, o que define a concepção do que é tratamento mental e não as estruturas (hospital-dia, ambulatório, etc.), é o chamado modelo
Sintomatológico.
Farmacológico.
Terapêutico.
Transferencial.
Hospitalocêntrico.
Na assistência a um paciente deprimido em tratamento farmacológico, o psicólogo pode sugerir ao paciente que suspenda a medicação considerada inadequada ou que acarrete excesso de efeitos colaterais.
A explicação do problema e dos procedimentos terapêuticos influenciam de forma negativa na adesão ao tratamento.
A psico-oncologia promove a interdisciplinaridade entre medicina e psicologia.
Na assistência pediátrica, compete ao psicólogo treinar mães a dispensar cuidados básicos e preventivos de acordo com a orientação médica e com os princípios da psicologia do desenvolvimento.
Experiências anteriores traumáticas com outros médicos influenciam, negativamente na relação médico-paciente compromentendo o resultado e a adesão ao tratamento.