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Fatores psicológicos, como estresse, angústia e frustrações do paciente e do médico acarretam dificuldades nos resultados e na adesão ao tratamento.
Sobremesas como sorvetes e chocolates devem ser usadas apenas como reforçadores positivos para crianças que aceitam alimentos saudáveis nas refeições principais.
Segundo Lima (1994), existem três níveis essenciais para a atuação do psicólogo em hospitais, são eles :
psicoprofilático; psicopedagógico; recreação
psicopedagógico; educativo; psicoterapêutico
recreativo; profilático; educativo
psicopedagógico; psicoprofilático; psicoterapeutico
psicoterapeutico; profilático; educativo
Tânia preferiu atuar junto a uma equipe multidisciplinar formada por assistente social, médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, ajudando pessoas doentes ou em processo de recuperação em instituições de saúde. Neste caso, Tânia, faz:
psicologia hospitalar;
psicologia forense;
psicologia educacional;
psicologia organizacional.
O paciente está convencido de que ele decide quando e o quanto vai beber.
Para Romano, o psicólogo hospitalar deve concordar com as tarefas maiores do hospital, que são igualmente de sua profissão. São elas:
ética; responsabilidade; avaliação do desempenho
desenvolver pesquisas; ética; avaliação periódica
prestar assistência; responsabilizar-se pelo ensino; desenvolver pesquisas
reciclagem; ética; desenvolver pesquisas
prestar assistência; ética; análise profissiografica
Segundo Laplanche e Pontalis, a antiga nosografia freudiana das neuroses atuais encontra correspondência atualmente na categoria dos transtornos psicossomáticos, devido à temporalidade dos sintomas, entre outros fatores. Com relação à psicossomática, é INCORRETO afirmar que:
o conceito de mentalização é um dos reguladores da economia psicossomática;
a fase atual da psicossomática é multidisciplinar e sua prática é interdisciplinar;
a psicologia hospitalar constitui-se o braço clínico da concepção psicossomática;
asma brônquica, obesidade, diabetes são consideradas doenças psicossomáticas;
os grupos Balint visam um aprimoramento na relação equipe médica/pacientes.
A cirurgia bariátrica é recomendada pelo SUS como tratamento de escolha para adolescentes com IMC maior que 40 kg/m2.
A criança que recusa um alimento deve ser respeitada e ter a oferta modificada em favor de um alimento preferido, sempre que a recusa acontecer.
O tratamento compreensivo da obesidade infantil inclui o estudo de variáveis biológicas e situacionais, o que inclui também os pais como co-responsáveis nesse processo.
Adolescentes obesos podem eventualmente se tornar anoréxicos.
Considere que um ambulatório de pediatria conta com pediatras, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos. A equipe se reúne uma vez por semana e, após discussão dos casos, toma decisões acerca da conduta a ser adotada para todos os pacientes assistidos por mais de um dos profissionais do serviço. Nessa situação, é correto afirmar que se trata de uma equipe interdisciplinar.
Segundo Romano, existem, basicamente, quatro tipos de relações que interessam ao Psicólogo Hospitalar; são elas:
paciente com grupo; paciente e equipe; paciente e trabalho; paciente e doença
paciente consigo mesmo; paciente e família; paciente e sistema público; paciente e cuidador
pessoa com pessoa; paciente com grupo; paciente e médico; paciente consigo mesmo
paciente e família; paciente e sociedade; pessoa com pessoa;paciente com grupo
pessoa com pessoa; paciente com grupo; paciente com o processo do adoecer; paciente consigo mesmo
Após diversas sessões de quimioterapia, aproximadamente um terço de todos os pacientes começa a sentir náuseas em antecipação a uma sessão de tratamento iminente. Uma das técnicas utilizadas para o enfrentamento deste problema é a dessensibilização sistemática. Assinale a alternativa que define essa técnica.
Forma de terapia comportamental usada para superar fobias, em que a pessoa é exposta a uma série de situações cada vez mais temerárias enquanto permanece profundamente relaxada.
Técnica onde o paciente é estimulado a vivenciar fantasias sobre o seu estado de saúde, principalmente em relação ao conteúdo sobre a saúde que é expresso pelos sonhos.
Técnica em psicoterapia de grupo onde o paciente diminui a sua sensibilidade ao tratamento a partir do compartilhar com a experiência de outros pacientes que já passaram pela quimioterapia.
Técnica na qual os pacientes a partir de material estruturado tematizam estórias em que o próprio paciente, a partir do mecanismo de projeção, se torna o personagem principal na vivência real e imaginária com sua situação médica.
Em relação ao processo de hospitalização, considere as seguintes afirmativas:
I - A maneira como um paciente se adapta à experiência hospitalar depende de uma variedade de fatores, incluindo a natureza o problema de saúde, a idade do paciente, a presença de apoio emocional e o estilo cognitivo e as estratégias de enfrentamento.
II - Psicólogos da saúde têm verificado de forma consistente que, quanto mais os pacientes se preocupam em atribuir a culpa por suas doenças e outros eventos traumáticos a si mesmos ou outras pessoas, pior é sua adaptação emocional à situação de internação hospitalar.
III - O quanto uma pessoa se adapta à hospitalização e ao tratamento médico depende de o paciente tender a contar mais com um enfrentamento focalizado no problema ou na emoção.
IV - O enfrentamento focalizado no problema envolve esforços para mudar determinado aspecto do estressor ao passo que o enfrentamento focalizado na emoção envolve pensamentos e ações para manejar as emoções perturbadoras que surgem dos encontros estressantes.
São corretas
apenas I e II
apenas I, III e IV
I, II, III e IV
apenas II, III e IV
A literatura indica que o modelo de aconselhamento no campo da promoção de saúde baseia-se, principalmente, no Modelo Transteórico de Mudança de Comportamento − MT, tendo sido já adotado como referência por instituições brasileiras relevantes na área, como o Instituto Nacional do Câncer − INCA. O MT propõe-se a orientar a mudança de comportamento e
Considerando o processo de hospitalização e a perspectiva da morte, observe as afirmações abaixo.
I. Promover o cuidado paliativo é contribuir para a qualidade de vida e morte do paciente, mediante ações, como o alívio da dor e outros sintomas, e/ou oferecer um sistema de apoio que o ajude, conforme seu desejo ou necessidade, a adiar ou apressar sua morte.
II. Os pacientes, muitas vezes, vivenciam o medo da dependência, ou seja, o estado emocional decorrente da ameaça de perda gradativa de sua autonomia física, psíquica e social imposta pela doença e morte.
III. O enfermo vivencia uma dor que é multidimensional: física (lesões concretas), psíquica (tristeza, raiva etc.), social (isolamento, rejeição etc.) e espiritual (incerteza diante do pós-morte, culpabilização diante de Deus etc.).
Assinale a alternativa que identifica o(s) item(ns) correto(s).
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas
I, apenas.
I, II e III.
Segundo Silvia Maria Cury Ismael, o psicólogo foi o último profissional a entrar no ambiente hospitalar, participando do trabalho em equipe multiprofissional e promovendo um atendimento que pretende cuidar do paciente como um ser total. Deste modo, a atitude da equipe interdisciplinar deve ser colaborativa e complementar, devendo haver
As pessoas podem desenvolver algumas estratégias de enfrentamento do processo de hospitalização. Marque a opção que caracterizaria as estratégias de enfrentamento evitativo em relação à hospitalização e à doença, segundo Richard Straub.
Trata-se de estratégias centradas no problema. Neste caso, os pacientes evitam toda e qualquer recusa a adesão ao tratamento
São estratégias mais adaptativas. Os pacientes usam de racionalizações otimistas para afastar todo e qualquer pensamento negativo sobre seu estado de saúde
São estratégias que estão associadas ao fatalismo, à negação, ao desamparo e ao isolamento, estando associado a um pior tipo de adaptação ao tratamento médico.
Algumas ações de pacientes que a partir da dissimulação tentam sabotar a capacidade diagnóstica.