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As implicações das desigualdades sociais na saúde da população tem sido tema de investigação pela pesquisadora em saúde coletiva Rita Barata. Segundo a pesquisadora, é possível identificar quatro teorias principais para a compreensão das desigualdades sociais em saúde. Sobre tais teorias, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmativas que seguem:
( ) A teoria mais antiga e mais facilmente aceita é a estruturalista e materialista, que confere maior importância à estrutura econômica da sociedade.
( ) Na Améria Latina a discussão sobre as desigualdades sociais vem sendo feita principalmente à luz da teoria da determinação social do processo saúde-doença. Nessa teoria a posição de classe e a reprodução social passam a ser vistas como secundárias na determinação do perfil de saúde e doença.
( ) A teoria psicossocial oferece mais importância à percepção da desvantagem social como fonte de estresse e desencadeador de doença. Diferentemente da teoria estruturalista, predomina a privação relativa, ou seja, as diferenças entre os grupos sociais no interior de cada população passam a ser um determinante fundamental.
( ) A teoria ecossocial chama a atenção para os processos lineares que articula processos distais, intermediários e proximais a partir da concepção entre os fatores biológico, social e psíquico.
( ) Apenas a teoria da determinação social do processo saúde-doença, a psicossocial e a ecossocial compreendem o processo saúde-doença como intrinsecamente histórico, isto é, determinado pelas condições estruturais e conjunturais em que vivem as populações humanas.
Marque a alternativa que corresponde à sequência correta:
V, V, F, V, V;
V, F, V, F, F;
F, V, F, F, V;
F, V, V, V, F;
V, F, V, V, V.
“A marca da desqualificação moral e social das pessoas, correlacionada a alguns tipos de uso de algumas das drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas, apesar de se apresentar contemporaneamente como uma invariante, guardam peculiaridades correlacionadas com os processos histórico-culturais através dos quais foram produzidas modernamente cada nação e suas respectivas sociedades. Assim a trajetória através da qual se produziu o atual “Consenso mundial proibicionista”, no século XX, na maioria das sociedades ocidentais modernas, que prescrevem a ilegalidade de algumas substâncias, sem dúvidas, é um importante fator da marginalização e desqualificação social dos sujeitos cuja trajetória fica de algum modo associada às drogas e a tudo que a elas esteja ligado, sobretudo por sua associação comum a processos de criminalização, gerador de preconceitos e de condenações valorativas. No caso brasileiro, esta superveniência dos processos transnacionais que desde o Ocidente misturam proscrição e ilegalidade de algumas substâncias psicoativas e a condenação moral aos excessos e descontroles em relação às demais substâncias lícitas que induzem e conduzem o cidadão a “abrir mão” do seu autogoverno e da sua autodeterminação— base política do Estado, prescrita desde as ocidentais modernas — podem limitar a nossa percepção acerca das formas singulares de engendramento de uma sensibilidade social peculiar, historicamente organizada, que modula as percepções e enquadramentos que essa problemática recebe entre nós.”. (Conselho Federal de Psicologia (Brasil). Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em políticas públicas de álcool e outras drogas [recurso eletrônico] / Conselho Federal de Psicologia. 2. ed. Brasília: CFP, 2019, p-15-16).
A partir do excerto acima e da política de álcool e outras drogas no Brasil, é possível afirmar que:
Trata-se um problema de segurança pública, que indica uma “epidemia de drogas”, sendo necessário lançar mão de todos os recursos possíveis, inclusive internamentos compulsórios com vistas a manutenção da ordem pública.
As drogas consideradas ilícitas são designadas como tal pela sua vasta comprovação científica do seu poder de destruição da saúde individual das pessoas e fragilização dos laços sociais.
As políticas proibicionistas e a criminalização do uso de determinadas drogas mostram-se como importantes aliados na redução do consumo e/ou no consumo menos problemático.
Trata-se de uma questão complexa que envolve componentes sociais, políticos e históricos, importantes na compreensão do problema, que apesar da repercussão na vida de sujeitos individuais, remete a encaminhamentos de ordem coletiva, como políticas públicas em saúde coletiva.
Dada a gravidade e complexidade do problema, não se trata de um problema de saúde, mas um problema de segurança, jurídica e do aparato policial.
A relação que o campo da Psicologia estabelece com a saúde coletiva empurra nosso saber a construir um cuidado integral em saúde, através de práticas desenvolvidas pelas(os) psicólogas(os) nos serviços específicos, e mediante sua atuação em rede e em equipe multiprofissional. Sobre as práticas nessas equipes é correto afirmar que:
Nos documentos que embasam as atividades em equipe multiprofissional, o psicólogo registrará apenas as informações necessárias para o cumprimento dos objetivos do trabalho.
Deve-se estabelecer com a pessoa atendida, familiar ou terceiro, que tenha vínculo com o atendido, relação que possa interferir negativamente nos objetivos do serviço prestado.
No atendimento à criança, ao adolescente ou ao interdito, deve ser comunicado aos responsáveis as demandas trazidas nos atendimentos, para se promoverem medidas em seu benefício.
A(o) psicóloga(o) divulgará, ensinará, cederá, emprestará ou venderá a leigos instrumentos e técnicas psicológicas que permitam ou facilitem o exercício ilegal da profissão.
A(o) psicóloga(o), ao participar de atividade em veículos de comunicação, fica impossibilitada de prestar informações que disseminem o conhecimento a respeito das atribuições, da base científica e do papel social da profissão.
Estudos sobre a caracterização da atuação do psicólogo, no contexto da atenção primária no Brasil, mostram, de forma geral, uma atuação que não atende às demandas da saúde coletiva. A situação apresentada dá-se:
(Dimenstein, 1998, 2000, 2001, 2003; Franco & Mota, 2003; Lima, 2005; Moré, 2000; Moré & Macedo, 2006; Oliveira et al., 2005; Trindade e Teixeira, 2000b)
I- em função da transposição do modelo clínico tradicional sem a necessária contextualização que esse cenário requer;
II- necessidade de complementação e de superação da formação acadêmica no sentido de uma efetiva flexibilização das tecnologias para o desenvolvimento de práticas psicológicas condizentes com esse contexto de atuação, a fim de se lidar com uma realidade desafiadora e complexa;
III- necessidade de redefinição das práticas, o psicólogo deve ser capaz de contribuir para a formulação e a implantação de novas políticas;
IV- por trabalhar em equipe multidisciplinar;
V- diversidade dos usuários.
Dos itens acima descritos, estão corretos apenas:
I, II e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
II e IV, apenas.
III e V, apenas.
I e V, apenas.
O seguinte trecho retirado de Psicologia e Saúde Coletiva (Florianópolis: Tribo da Ilha, 2011, p. 90). “No trabalho que realizamos com Círculos de Cultura [com base na Educação Popular de Paulo Freire] em um grupo de tratamento ao tabagismo, por exemplo, uma usuária, após se informar melhor sobre o cigarro e o vício, e discutir com o coordenador do grupo e com outros usuários a respeito do assunto, decidiu que iria continuar fumando, e parou de se sentir culpada por isso. Naturalmente não é o resultado esperado por um profissional de saúde num grupo desse tipo, mas o usuário realizou uma reflexão crítica e terminou em um lugar diferente de onde havia começado o grupo.
Devemos insistir que ele está errado e deve parar de fumar, porque nós, detentores do saber, sabemos que fará mal para sua saúde? Deixamos a questão aberta à reflexão.”.
Pode-se afirmar que a intervenção do coordenador sobre o grupo de tabagistas centrou-se no(a):
No paradigma da abstinência como tratamento.
Aposta no acesso à informação, autonomia e singularidade do projeto terapêutico construído para cada sujeito.
Na política de redução de danos, que isenta as equipes de intervirem nas estratégias de cuidado definidas exclusivamente pelos usuários.
No fracasso da equipe em fazer com o usuário efetivamente interrompesse o tabagismo.
Ignorância do conhecimento das equipes profissionais acerca do tabagismo e na importância de impor o paradigma da abstinência nesses casos.
No âmbito das políticas públicas de Saúde Coletiva, estudos sobre o subespaço da Avaliação têm indicado seu contínuo distanciamento e relativa autonomia em relação a outros subespaços, como o Planejamento, adquirindo especificidades teóricas e metodológicas. Tendo em vista as propostas do Planejamento em Saúde Coletiva das últimas décadas, no Brasil, considera-se que essa relativa autonomia da Avaliação possa
assegurar os padrões de eficiência desejáveis, de modo a preservar os serviços e programas que de fato beneficiem a população atendida.
induzir gestores a reformular as organizações e processos de trabalho visando à obtenção de resultados positivos nos indicadores estabelecidos, favorecendo a manutenção do status quo.
permitir uma Avaliação objetiva da qualidade dos serviços prestados, graças à independência entre os diferentes subespaços, particularmente do Planejamento.
garantir que os demais subespaços sejam orientados pelos resultados da Avaliação, de modo a promover a coerência e a eficácia dos serviços de saúde coletiva na prática.
ser absolutamente inócua, dado que o mais importante é que os critérios de desempenho ofereçam alguma possibilidade de mensuração da qualidade dos serviços prestados.
No ano de 2009 o Conselho Federal de Psicologia desenvolveu a Cartilha das Práticas Profissionais do Psicólogo no Campo das DST/ AIDS e assim sobre o modo de atuação no dia a dia é possível observar grande diversidade sobre o trabalho do psicólogo. Analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:
I - Desenvolvem ações construídas a partir do diálogo com a Psicologia Social e com a Saúde Pública.
II- Realizam atividades de ensino e pesquisa.
III - Realizam Atendimento Domiciliar Terapêutico.
IV - Fazem parceria com o Programa de Saúde da Família.
V - Desenvolvem atividades de prevenção com jovens nas escolas, com motoristas de caminhão e profissionais do sexo, por exemplo, nos locais em que estão trabalhando.
VI- Fazem oficinas de sexualidade.
Apenas as afirmativas I, II, III, IV e VI estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III, IV e VI estão corretas.
Todas as afirmativas são falsas.
Todas as afirmativas estão corretas.
O estudo de Schlosser, Rosa, More et al. (2014) apresentou o comportamento suicida como um problema de saúde pública, de causa multifatorial e presente nos diferentes ciclos vitais. Além da identificação de fatores de risco, os autores ressaltam ser de crucial importância
incentivar a vigilância e controle familiar, inclusive, com condutas de interdição e internação, quando necessário.
ignorar falas sobre a intenção suicida, as quais têm por finalidade apenas chamar atenção para si.
investir em fatores protetivos, como: qualidade das interações sociais e familiares, satisfação em atividades da vida diária, habilidade para resolução de conflitos e identificação de motivos para viver.
notificar as ocorrências para evitar que possíveis suicídios possam ser caracterizados como homicídio ou omissão de socorro.
dialogar com a pessoa que apresenta comportamento suicida, pautando-se de argumentos morais, religiosos e punitivos, caracterizando a morte como a pior das escolhas.
“A estratégia de redução de danos pode ser definida como mais uma maneira de se abordar o usuário de drogas, descentrando o foco do problema da erradicação e da abstinência e privilegiando o direito à saúde de todos e o respeito à liberdade individual daquele que não deseja ou não consegue interromper o uso da droga.” (Vier & Boarini, 2013) O surgimento dessa estratégia diz respeito:
à revelação do debate entre a saúde e a segurança pública
a uma ampliação da difusão de informações da guerra às drogas
à ineficácia dos tratamentos e à falta de clareza sobre o alcance dos problemas advindos do uso
a uma medida de prevenção em resposta à epidemia do contágio por HIV, às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a hepatites
execução de preceitos higienistas, eugenistas e racistas
atuação predominantemente psiquiátrica ou de cunho religioso
ampliação da autonomia e da participação social dos usuários
repressão ao uso de substâncias e desintoxicação como principal terapêutica
A Constituição Federal Brasileira estabelece que a saúde é direito de todos e dever do Estado, ressaltando, em seu artigo 198, que as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede que deve seguir o princípio do “atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais” (inciso II). Porém, nota-se que as ações preventivas em saúde no Brasil ainda são bastante limitadas e restritas a áreas específicas da saúde. Na Saúde Mental, as ações voltadas para a prevenção são bastante pontuais, tanto no Sistema Único de Saúde – SUS como no Sistema de Saúde Suplementar. Com base nessas informações, marque a alternativa incorreta.
Os CAPS visam prestar atendimento em regime de atenção diária; gerenciar os projetos terapêuticos, oferecendo cuidado clínico eficiente e personalizado; promover a inserção social dos usuários por meio de ações intersetoriais que envolvam educação, trabalho, esporte, cultura e lazer, montando estratégias conjuntas de enfrentamento dos problemas. Os CAPS também têm a responsabilidade de organizar a rede de serviços de Saúde Mental de seu território.
Por meio do atendimento em regime de atenção diária, além dos gerenciamentos de projetos terapêuticos individualizados, os CAPS implementam ações de prevenção em Saúde Mental.
Não é de responsabilidade dos CAPS manter atualizada a listagem dos pacientes de sua região que utilizam medicamentos para a Saúde Mental.
A base normativa para implantação e funcionamento dos CAPS foi estabelecida pelas Portarias Ministeriais MS/GM (Gabinete do Ministro) nº 336 e SAS (Secretaria de Atenção à Saúde) nº 189, ambas de 2002. A Portaria MS/GM 336, de 19 de fevereiro de 2002, acrescentou novos parâmetros aos definidos pela Portaria SNAS nº 224 de 1992 para a área ambulatorial, ampliando a abrangência dos serviços substitutivos de atenção diária, estabelecendo portes diferenciados a partir de critérios populacionais, e direcionando novos serviços específicos para área de álcool e outras drogas, bem como para a infância e adolescência. A Portaria MS/GM 336 também criou mecanismo de financiamento próprio para a rede CAPS e, em março de 2002, a Portaria SAS nº 189 fortaleceu o sistema de financiamento da rede, inserindo novos procedimentos ambulatoriais na tabela do SUS.
O COVID-19 impôs à sociedade global, uma nova experiência, o isolamento social. Famílias ficaram “dentro de casa”. Este fato fez com que problemas muitas vezes “trancados em casa” fossem expostos: aumento da violência doméstica, dos divórcios, dos maus tratos às crianças, entre outros. A psicologia familiar pode colaborar neste momento, atuando junto às famílias, porque pode:
atuar na crítica dos comportamentos que se tornaram indesejáveis.
incidir na reestruturação do indivíduo, atualizando seus conceitos.
determinar mudanças inconscientes e no trato com os demais.
corrigir os fatos que estruturam a personalidade dos filhos.
estabelecer o papel de cada membro dentro do grupo familiar.
Considerando que conceitos científicos provocam, nomeiam e determinam direcionamentos para ações, no que se refere ao fenômeno das drogas, Vier & Boarini (2013) citam que a transição do conceito de um comportamento de risco a uma situação de vulnerabilidade provocou:
a criação de técnicas, intervenções e instituições mais eficazes dirigidas ao tratamento de todos os indivíduos
o reconhecimento da compreensão da droga como um fenômeno multideterminado, além da perspectiva individual
a ampliação de estratégias de prevenção a estratégias de abstinência e cura
o estímulo à promoção de ações voltadas a grupos específicos
A partir de 2019, a Política Nacional de Drogas passa a ser de competência da nova Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, do Ministério da Cidadania, conforme a medida provisória nº 870, de 1º de janeiro de 2019, Art. 23. Constitui área de competência do Ministério da Cidadania:
I - educação, informação e capacitação para a ação efetiva para a redução do uso indevido de drogas lícitas e ilícitas.
II - realização de campanhas de prevenção do uso indevido de drogas lícitas e ilícitas.
III - implantação e implementação de rede integrada para pessoas com transtornos decorrentes do consumo de substâncias psicoativas.
IV - avaliação familiar.
V - legalização de drogas ilícitas para uso medicinal oferecido no SUS.
Está(ão) correta(s) apenas:
I, II e III.
I e IV.
III, IV e V.
IV e V.
I e V.
Após realizado o resgate do adolescente, ele será encaminhado ao hospital terciário de referência, uma vez que está em surto.
Certo
Errado
O manejo psicológico dos pacientes diagnosticados com síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) deve levar em consideração alguns aspectos psicológicos durante o tratamento. Sendo assim, assinale a alternativa incorreta.
As reações emocionais mais frequentes, demonstradas pelos indivíduos que começam a desenvolver os primeiros sinais da doença, são os sintomas de depressão intensos e associados à perda da autonomia, ao medo do futuro e à ansiedade sobre a morte.
O psicólogo somente estabelece contato com a família após o consentimento do próprio paciente, visto que é direito dele estabelecer sigilo de seu diagnóstico, até mesmo com os parceiros sexuais que não tenham conhecimento deste.
No estágio final da doença, ocorre uma mudança na imagem corporal e uma evidente redução do autoconceito do paciente.
O paciente, muitas vezes, demonstra receio de ser julgado e pode sentir-se culpado. Desse modo, acaba adotando um comportamento autopunitivo e de afastamento e isolamento do meio.
No momento inicial de avaliação psicológica, é de extrema importância fornecer informações sobre a doença e o tratamento, dar apoio psicológico e estimular o vínculo e a adesão do paciente ao tratamento.
Com relação à ação do psicólogo da saúde em saúde coletiva, assinale a alternativa incorreta.
O trabalho em saúde coletiva tem como objeto a relação dos indivíduos no território, sendo seu sujeito um indivíduo inserido nessa coletividade.
O processo de trabalho do psicólogo é essencialmente individual, não havendo inter-relação com outros profissionais.
A saúde coletiva traz ao psicólogo a exigência de uma clínica ampliada, que considera a interação, o conflito e o convívio em torno do paciente.
Atuar com uma clínica ampliada em saúde coletiva é lidar com a interioridade psicológica do sujeito e com a rede de subjetividade que o envolve.
Na atuação em saúde pública, o psicólogo encontra clientes que lhe apresentam a vida em toda a sua complexidade, exigindo do profissional uma formação que vai além da patologia.
A modalidade de atendimento em grupos é amplamente utilizada na área da saúde. Sobre o processo grupal, assinale a alternativa correta.
Uma das categorias de produção grupal é a categoria de submissão, na qual os grupos costumam reproduzir formas de submissão.
A categoria produção diz respeito à característica de um grupo resistir a mudanças.
Os grupos operativos configuram-se como um processo diagnóstico, no qual por meio do grupo são identificados problemas que serão encaminhados para outras modalidades de atendimento.
Os grupos operativos constituem-se como uma forma de intervenção, organização e resolução de problemas grupais, baseados na Teoria do Vínculo.
Os grupos-sujeitos são aqueles que se submetem a todas as normas institucionais sem crítica e apresentam muita dificuldade para mudança.
A implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), criada em 2004, passou por um processo de análise, realizado em 2017, por meio de oficinas regionais em todo o Brasil. Um ponto de consenso, para todos os estados, foi
a dificuldade imposta pela descontinuidade dos repasses financeiros do Ministério da Saúde na última década e pelos problemas na gestão cotidiana para execução dos recursos.
a necessidade de atualizar o conteúdo da PNEPS, tendo em vista os avanços científicos e tecnológicos da última década.
os problemas para a realização de uma avaliação adequada da implementação, decorrente da ausência de indicadores quantitativos das atividades realizadas.
a perspectiva de êxito da implementação dessa política graças à compreensão, por parte da maioria dos gestores, da importância das ações de EPS para a melhoria da atenção à saúde no SUS.
o benefício trazido pela participação efetiva das instituições de ensino superior na proposta de estratégias de qualificação dos profissionais envolvidos.
Segundo, Hartmann Junior e Gomes (2015), é importante identificar que tanto a _________________ quanto as perdas cognitivas favorecem a depressão do idoso, indicam a necessidade de detalhar esse conhecimento para oferecer aos idosos o cuidado cultural, que garantirá a sustentabilidade, na medida em que esse conhecimento, adicionalmente, poderá reduzir os custos em saúde por meio de condutas de ______________________, por meio da educação para a saúde.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
institucionalização – psicodiagnóstico
patologia médica – psicodiagnóstico
patologia médica – prevenção primária
institucionalização – prevenção primária