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A estratégia do Apoio Matricial (AM), ou matriciamento em saúde mental, facilita o direcionamento dos fluxos na rede, promovendo a articulação entre os equipamentos de saúde mental e a Estratégia de Saúde da Família (ESF). O AM se constitui em:
um encaminhamento para a equipe de saúde mental de alguns casos acompanhados pelas equipes de atenção básica.
compartilhamento de casos através de discussões conjuntas de casos, mantendo a responsabilidade das ações sob responsabilidade das equipes de atenção básica.
intervenções conjuntas junto às famílias e comunidades ou em atendimentos conjuntos, sob responsabilidade das equipes de saúde mental.
um arranjo organizacional que viabiliza o suporte técnico em áreas específicas para equipes responsáveis pelo desenvolvimento de ações básicas de saúde.
um arranjo organizacional responsável pelo suporte técnico e capacitação em saúde mental para equipes de atenção básica.
A concepção teórica e metodológica Paideia, desenvolvida por Gastão Wagner de Sousa Campos e colaboradores (2010) ao longo dos últimos 25 anos, vem sendo amplamente utilizada em políticas e práticas de saúde no Brasil.
Sobre a Clínica Ampliada/SUS, é CORRETO afirmar
O foco da clínica ampliada depende mais dos profissionais que trabalham nas unidades de saúde.
O psicólogo estuda as relações. Esse objeto de atuação é o que chamamos de clínica ampliada.
A ação da clínica ampliada prevê convívio com o entorno do paciente e mobilização para busca de resultados no contexto social onde ele vive.
O psicólogo, com o saber que trouxe da faculdade, consegue compreender a necessidade do sujeito em toda a sua extensão.
A clínica ampliada se refere preferencialmente a valorização do diagnóstico na prática clínica.
A EAP é uma equipe multiprofissional para avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a lei no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Sua função é:
garantir a individualização das medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a lei, de acordo com as singularidades e as necessidades de cada caso.
desresponsabilizar as redes de saúde e de assistência social.
implementar um modelo de contenção determinado pela legislação criminal, desarticulado das políticas públicas de saúde.
garantir internações “perpétuas", não relacionadas à gravidade do delito e sem justificação clínica.
garantir o recurso ao encarceramento de pessoas com transtorno mental, independente da gravidade do delito, ou da real necessidade de medidas custodiais.
O segundo desafio para a psicologia no Sistema Único de Saúde (SUS), identificado por Spink e Matta (2007), relaciona-se
à luta por projetos políticos.
aos saberes e às práticas.
à noção do indivíduo.
às desigualdades e às falhas do sistema.
Para a produção da saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) é necessário
De acordo com as premissas acima, o conceito estratégico para a produção da saúde é a/o
universalidade.
atenção primária.
trabalho em equipe.
clínica ampliada.
clínica anátomo-fisiológica.
A EAP (Equipe para avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a lei no âmbito do SUS) é constituída por uma equipe interdisciplinar, composta por 5 (cinco) profissionais com as seguintes formações em nível superior:
1 médico psiquiatra ou médico com experiência em saúde mental; 1 médico cardiologista; 1 psicólogo; 2 assistentes social; 1 agente comunitário de saúde.
1 enfermeiro: 1 médico psiquiatra ou médico com experiência em saúde mental; 1 psicólogo; 1 assistente social; 1 profissional com formação em ciências humanas, sociais ou da saúde, preferencialmente educação, terapia ocupacional ou sociologia.
1 enfermeiro: 1 médico psiquiatra ou médico com experiência em saúde mental; 2 psicólogos; 1 assistente social; 1 profissional com formação em terapia ocupacional.
2 enfermeiros; 1 médico psiquiatra ou médico com experiência em saúde mental; 1 psicólogo; 1 assistente social; 1 profissional com formação em educação.
1 médico psiquiatra ou médico com experiência em saúde mental; 1 médico cardiologista; 1 psicólogo; 1 assistente social; 1 profissional com formação em ciências humanas, sociais ou da saúde, preferencialmente educação, terapia ocupacional ou sociologia.
O NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família) é uma estrutura vinculada à atenção primária à saúde que tem como pressupostos, dentre outros, educação permanente em saúde e promoção da saúde e humanização. Para dar conta de suas atribuições o NASF utiliza um conjunto de ferramentas. Assim, assinale a alternativa em que está descrita a ferramenta Projeto Terapêutico Singular.
Pretende ser uma estratégia das equipes para desenvolver ações efetivas na produção da saúde em um território articulando os serviços de saúde com outros serviços e políticas sociais, de forma a investir na qualidade de vida e na autonomia das comunidades.
Constitui-se como central na proposta do NASF, e remete à compreensão de uma tecnologia de gestão que se complementa com o processo de trabalho em equipes de referência (equipe SF), e pretende construir a responsabilidade de pessoas para pessoas, caracterizada pelas tecnologias leves.
Significa ajustar os recortes teóricos de cada profissão às necessidades dos usuários. A discussão em equipe de casos clínicos, principalmente se mais complexos, é um recurso clínico e gerencial importantíssimo.
Constitui-se em um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas, direcionadas a um sujeito individual ou coletivo, realizada por uma equipe interdisciplinar, com apoio matricial se necessário.
Caracteriza-se como tecnologia dura e leve-dura que pretende construir a responsabilidade de pessoas para pessoas, caracterizada pelas tecnologias leves.
A Cartilha do HumanizaSUS sobre Acolhimento com Avaliação e Classificação de Riscos (2004) afirma que colocar em ação o acolhimento como diretriz operacional requer uma nova atitude de mudança no fazer em saúde que implica:
I. uma postura de escuta e compromisso em dar respostas às necessidades de saúde trazidas pelo usuário, que inclua sua cultura, saberes e capacidade de avaliar riscos;
II. elaboração de projeto terapêutico individual e coletivo com horizontalização por linhas de cuidado;
III. promoção de uma relação de dependência entre o usuário do serviço e os profissionais que o atendem, tendo em vista que, inicialmente, os usuários não possuem autonomia;
IV. uma reorganização do serviço de saúde a partir da reflexão e problematização dos processos de trabalho, de modo a possibilitar a intervenção de toda a equipe multiprofissional encarregada da escuta e resolução dos problemas do usuário.
Dos itens, verifica-se que está(ão) correto(s)
I, II, III e IV.
I, II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
Um dos princípios “finalísticos” do Sistema Único de Saúde (SUS) é o da equidade. O ponto de partida da noção de equidade é
a concepção de que a formação dos técnicos em saúde pública deve ser desigual, para se adaptar às desigualdades identificadas entre as pessoas atendidas.
o reconhecimento da desigualdade entre as pessoas e os grupos sociais e o reconhecimento de que essas desigualdades são injustas e devem ser superadas.
a ideia de que não existem desigualdades entre indivíduos ou grupos sociais quando se trata da manifestação do adoecimento físico.
o oferecimento de atendimento à saúde da população em condições de igualdade para todos os indivíduos de uma sociedade.
a noção de que as desigualdades sociais identificadas entre as pessoas e os grupos sociais podem ser eliminadas pelo atendimento em saúde.
Segundo Benevides e Barros (2005) humanizar a atenção e a gestão em saúde no SUS se apresentava como meio para a qualificação das práticas de saúde: acesso com acolhimento; atenção integral e equânime com responsabilização e vínculo; valorização dos trabalhadores e usuários com avanço na democratização da gestão e no controle social participativo. Com estas direções, os autores definem princípios norteadores (Brasil, 2004). Assinale a afirmativa incorreta:
Valorização da dimensão subjetiva e social em todas as práticas de atenção e gestão no SUS, fortalecendo o compromisso com os direitos do cidadão, destacando-se o respeito às questões de gênero, etnia, raça, orientação sexual e às populações específicas (índios, quilombolas, ribeirinhos, assentados, etc.).
Fortalecimento do trabalho em equipe multiprofissional, fomentando a especificidade e a grupalidade.
Apoio à construção de redes cooperativas, solidárias e comprometidas com a produção de saúde e com a produção de sujeitos.
Compromisso com a democratização das relações de trabalho e valorização dos profissionais de saúde, estimulando processos de educação permanente.
Em 2011, o Conselho Federal de Psicologia publicou o documento “Senhoras e senhores gestores da Saúde, Como a Psicologia pode contribuir para o avanço do SUS”, com o objetivo de fornecer informações sobre o papel que psicólogas e psicólogos podem desempenhar na implementação e na consolidação de políticas públicas de saúde no Brasil. Conforme tal documento, estão CORRETAS as afirmativas relativas à contribuição da Psicologia para o avanço do SUS a seguir, EXCETO:
Na não alienação do paciente no processo saúde-doença, não o excluindo de seu ambiente social, uma vez que a vida social é fator importante no processo de recuperação.
Na atuação com elementos subjetivos, psicólogas e psicólogos contribuem com o entendimento da relação saúde-doença.
Na identificação de ideias, crenças, sentimentos e pensamentos que são parte dos processos de prevenção e tratamento à saúde.
Na atuação da humanização do atendimento e na qualificação da relação entre as equipes, inserindo os usuários da saúde ou as comunidades cada território.
Na atuação da Psicologia, os psicólogos aplicam conhecimentos e técnicas psicológicas aos cuidados individuais e coletivos e à cura das doenças.
De acordo com Lacaz (2007) o assistencialismo nas ações da rede de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) e a fragilidade do movimento sindical presentes na atual conjuntura da sociedade brasileira demonstram uma situação nas relações trabalho-saúde.
Qual situação é essa?
Retrocesso.
Evolução.
Manutenção do status quo.
Transformação, que não pode ser, a priori, definida como positiva ou negativa.
Considere o esquema a seguir.
Sobre o esquema acima é correto afirmar o seguinte:
não contempla o papel das equipes de saúde nos vários níveis de intervenção da rede de saúde.
propõe uma avaliação em que as metas não incorporam o projeto singular dos sujeitos doentes na produção de saúde.
expressa uma imagem-objetivo que busca garantir ao usuário uma atenção que abrange as ações de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação, com garantia de acesso a todos os níveis de complexidade do Sistema de Saúde.
circunscreve os níveis de atenção de forma a não contemplar a avaliação constante e é complexo demais para dar conta dos problemas básicos dos doentes.
é um diagrama que privilegia a decisão dos gestores e uma visão de hierarquização do sistema de saúde que não reconhece a multidisciplinaridade, a interdisciplinaridade e a intersubjetividade.
Constitui uma das atribuições da EAP (Equipe multiprofissional para avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a lei no âmbito do SUS):
contribuir para a realização da internação involuntária de pessoas que cumprem medida de segurança, articulando-se às equipes da PNAISP, quando houver.
realizar perícias e exame criminológico.
apoiar a capacitação dos profissionais da saúde, da justiça e programas e serviços sociais para orientação acerca de diretrizes, conceitos e métodos para atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a lei.
prestar assistência direta à saúde do paciente disponibilizando aparato médico para diagnóstico e tratamento de doenças mais comuns no sistema penitenciário, assim como de atendimento emergencial em caso de acidente.
elaborar o Projeto Terapêutico Singular (PTS). contando com subsídios do serviço de referência da rede e realizar o matriciamento.
Os CAPS e outros tipos de serviços substitutivos que têm surgido no país são atualmente regulamentados pela Portaria nº 336/GM, de 19 de fevereiro de 2002 e integram a rede do Sistema Único de Saúde, o SUS; têm a missão de dar um atendimento diuturno às pessoas que sofrem com transtornos mentais severos e persistentes, num dado território, oferecendo cuidados clínicos e de reabilitação psicossocial, com o objetivo de substituir o modelo hospitalocêntrico.
Dentre esses avanços, é CORRETO afirmar que aqueles que exigiram dos gestores do SUS uma permanente articulação com a comunidade, a vizinhança e outros cenários e pessoas do território foram
os ambulatórios de saúde mental.
os centros de convivência.
as residências terapêuticas.
as equipes matriciais.
os hospitais dia.
“(...) a inserção dos psicólogos no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos serviços de saúde mental do SUS, impulsionados pelo projeto antimanicomial forjado desde um movimento social, produziu um redirecionamento da Psicologia, ao lado de outras profissões da saúde, em relação à sua tradição histórica relativa às orientações éticas, teóricas e metodológicas (...)”.
-
(Conselho Federal de Psicologia. Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no CAPS -Centro de Atenção Psicossocial. Brasília: CFP, 2013. P.78)
-
Considere as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta acerca da inserção do psicólogo no SUS.
-
I - O objeto deixa de ser a doença ou a doença mental como processo natural ou abstrato e converte-se no conjunto de condições concretas de existência da população, seus determinantes nos processos saúde-doença, suas expressões em experiências de sofrimento de sujeitos singulares.
II - Os profissionais estão orientados para intervenções que representem transformações sob o território, compreendido não apenas como espaço físico, com suas características e condições próprias, mas como campo de relações, de vínculos e de modos e formas de organização da vida produzidas pelos homens que nele habitam.
III - Os transtornos mentais graves são tomados como uma patologia, trazendo implicações no enquadre do comportamento desviante como alvo das intervenções, situando marcadores clínicos ou da sintomatologia psíquica como enfoque para a construção dos diagnósticos e para a determinação das medidas de tratamento.
IV - O transtorno mental, tomado como situação limite de um processo social complexo e problemático, que se expressa e se constitui como sofrimento na experiência de sujeitos singulares, força a definição de uma nova forma de atuação para a Clínica, exigindo transformações metodológicas e tecnológicas para o atendimento em saúde mental.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II e III e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas.
SPINK (2010) faz uma discussão sócio-histórica e conceitual sobre Psicologia Social e Saúde. A discussão aborda aspectos relacionados ao que ela chama de erudição afim de discutir a complexidade do cuidado em saúde no SUS. No texto ela cita a experimentação de uma experiência chamada de matriciamento que parte de proposta de compartilhado entre os profissionais de saúde e o que pertence a domínios específicos de saber. Leia as alternativas, a seguir, e assinale a que não se relaciona com essa perspectiva:
O matriciamento é um tipo de organização participativa da atenção à saúde baseada em uma matriz em que os diversos profissionais estão envolvidos.
O matriciamento opera por meio da criação de redes de relacionamentos e trocas entre profissionais de vários serviços que cuidam da saúde dos clientes.
O objetivo desse tipo de estrutura é garantir que as equipes profissionais estejam cientes das trajetórias dos usuários nos serviços de saúde, assim como garantir atenção integral em todos os níveis da assistência.
O matriciamento é o encaminhamento com base na integralidade.
Os saberes e práticas oriundos da Psicologia têm sido cada vez mais valorizados e requeridos nos diferentes níveis de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar disso, os profissionais psicólogos ainda precisam qualificar suas ações e estratégias de trabalho em consonância com os princípios e preceitos doutrinários e organizativos do Sistema. Desse modo, as ações desenvolvidas pelo psicólogo no âmbito do SUS, em seus diferentes cenários, devem ser
coerentes com a proposta da atenção básica e o profissional deve defender essa proposta como metodologia principal nesse campo de atuação.
organizadas a partir da integralidade do cuidado, compreendendo articuladamente ações de prevenção, tratamento e reabilitação.
pautadas na realização de psicoterapia nas unidades de saúde e na interconsulta no hospital geral.
alinhadas a uma prática clínica individual, que é a base de tratamentos bem organizados na saúde mental e na saúde pública.
A portaria nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011 instituiu a rede de Atenção à Saúde Mental Brasileira e é parte integrante do Sistema Único de Saúde (SUS). Esta rede
I. É composta por Centros de Atenção Psicossocial, Serviços Residenciais Terapêuticos, Centros de Convivência, Ambulatórios de Saúde Mental e Hospitais Gerais. Ela se caracteriza por ser essencialmente pública, de base municipal e com um controle social fiscalizador e gestor no processo de consolidação da Reforma Psiquiátrica.
II. Define-se como de base comunitária, sendo uma articulação complexa de diversos equipamentos sociopolíticos e culturais, não se restringindo aos equipamentos de serviços de saúde especializados. A articulação em rede tem sido pensada como algo que possa garantir resolutividade, promoção da autonomia e da cidadania das pessoas com transtornos mentais.
III. O território é um organizador da rede de atenção à saúde mental, pois ele se designa não apenas como uma área geográfica, mas pela articulação de pessoas, instituições, cenários nos quais se dão a vida comunitária. Isto permite afirmar que trabalhar em um território é trabalhar com componentes, saberes e forças concretas da comunidade que propõem soluções, apresentam demandas e que podem construir objetivos comuns. Significa ter o compromisso de resgatar todos os saberes e potencialidades dos recursos da comunidade, construindo coletivamente as soluções, a multiplicidade de trocas entre as pessoas e os cuidados em saúde mental.
IV. Os Centros de Atenção Psicossocial são articuladores estratégicos da rede de atenção à saúde mental e da política de saúde mental em determinado território, funcionando em regime fechado, com internamentos diários e agenda aberta para pessoas em sofrimento psíquico. Diz-se que estes Centros são complementares aos hospitais psiquiátricos e traçam uma nova clínica no cuidado em saúde mental, ao se fundamentar no protagonismo e na autonomia do usuário.
Assinale a opção com as afirmativas CORRETAS
Somente I, II e III são verdadeiras.
Somente I, II e IV são verdadeiras.
Somente III e IV são verdadeiras.
Somente III é verdadeira.
Somente IV é verdadeira.
A definição clara das responsabilidades pela gestão e implementação das políticas no SUS é importante para assegurar condições adequadas à concretização da saúde como direito de cidadania. Dentre os parâmetros do cuidado a serem observados durante o planejamento, a execução, a avaliação e o monitoramento dos programas e ações no âmbito da Política do Ministério da Saúde para Atenção Integral a Usuários de Álcool, e outras Drogas, pode-se destacar:
a importância de priorizar o diagnóstico psiquiátrico individual com vistas a fornecer dados imediatos e identificar as necessidades de medicamentos para cada região.
a criação de medidas especiais destinadas a proteger os direitos das pessoas com transtorno mental deve ser considerada discriminatória, garantido um atendimento especial nos casos de transtorno mental comprovado.
legitimar os espaços de controle social para garantir a alocação dos recursos orçamentários e financeiros para repressão à comercialização e consumo de drogas.
a regulação e organização das demandas e fluxos assistenciais das redes de atenção à saúde, prioritariamente aos pontos de atenção vinculados à Rede de Atenção Psicossocial.
atuação no âmbito da esfera do governo federal para promover estratégias de formação médica para todos os profissionais da Rede de Atenção Psicossocial.