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Muitos pacientes, após o tratamento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), apresentam o Transtorno de Estresse Pós-Traumático, o qual, segundo alguns estudos, pode alcançar taxas de prevalência e incidência de 30% e 24%, respectivamente.
Considerando seus fatores de risco, assinale a alternativa INCORRETA.
História prévia de ansiedade, depressão ou pânico
Experiências prévias estressantes de adoecimento
Memórias traumáticas derivadas de delirium
Tempo de submissão à ventilação mecânica
Vivência prévia de algum luto antecipatório
No caso reportado, a apresentação de características de neuroceticismo pelo servidor configura fator de risco para o início de ataques de pânico.
Certo
Errado
De acordo com os critérios do DSM 5, será considerado transtorno do estresse pós-traumático no adulto, adolescente ou criança acima de 6 anos de idade quando
a lembrança do evento não aconteça de modo involuntário ou intrusivo.
for exposto repetidamente a qualquer evento traumático midiático.
as alterações da cognição e do humor não forem observadas.
os sintomas se manifestarem até pelo menos seis meses após o trauma.
for submetido a uma ou mais situações traumáticas.
Segundo o DSM – 5, sobre Transtorno Relacionado a Trauma e Estressores é incorreto afirmar que
no Transtorno de Estresse Agudo os sintomas emocionais aparecem dentro de minutos ou horas depois da vivência causadora em questão, e desaparecem, também, dentro de alguns dias ou mesmo horas. Há uma espécie de atordoamento, diminuição da atenção, incapacidade para integrar todos os estímulos e até um estado de desorientação.
para que se caracterize uma Reação Aguda ao Estresse, é indispensável haver uma conexão temporal entre os sintomas emocionais e o impacto do estressor psicossocial. Nesta espécie de choque psíquico pode haver, concomitante ao atordoamento e desorientação, um quadro de depressão, angústia, ansiedade, raiva e desespero.
no Transtorno de Estresse pós-Traumático, a resposta é mais tardia ou protraída a um evento ou situação estressante. Poderá ser de longa ou curta duração. Há, um certo embotamento emocional, afastamento social, sonhos frequentes com a situação causadora, diminuição do interesse para com o ambiente, diminuição do prazer ou sua abolição total e evitação de situações recordativas do trauma.
para confirmar um diagnóstico do Transtorno de Estresse pós-Traumático há necessidade de que o quadro tenha surgido dentro de até 6 meses após um evento traumático de excepcional gravidade.
por saber da irracionalidade dos seus sintomas, o indivíduo com Transtorno Neurótico desenvolve uma “técnica de dissimulação”, por vezes, até o nível de um falso self, tal é o seu grau de culpa, vergonha e humilhação diante dos seus temores ilógicos.
Qual dos transtornos abaixo NÃO faz parte dos Transtornos de Ansiedade, de acordo com classificação do DSM-5 (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 2014)?
Transtorno de Ansiedade de Separação.
Mutismo Seletivo.
Fobia Específica.
Transtorno de Pânico.
Transtorno de Estresse Pós-Traumático.
Palpitações, taquicardia, sudorese, tremores, sensação de falta de ar, asfixia, desconforto torácico, náusea, desconforto abdominal, medo de morrer, parestesias e calafrios são características do:
Transtorno Boderlene
Transtorno Bipolar
Transtorno de Pânico
Transtorno Depressivo
São sintomas e sinais de fobia social, no que diz respeito aos sentimentos e ao comportamento, EXCETO:
Medo de situações em que você pode ser julgado, de interagir com pessoas desconhecidas, de demonstrar sua ansiedade e apreensão em eventos sociais. Medo, também, de sintomas físicos que possam causar constrangimento, como rubor fácil, sudorese, tremores ou voz trêmula.
Preocupação em passar por situações constrangedoras ou humilhantes ou, ainda, em ofender alguém.
Evitar fazer algumas coisas ou falar com pessoas por medo de constrangimento, evitar situações em que você pode ser o centro das atenções.
Ter uma imagem corporal muito distorcida, ser muito focada no peso ou na forma corporal e se recusar a admitir a gravidade da perda de peso.
O transtorno de estresse pós-traumático é desencadeado após uma situação que envolve morte ou ameaça de morte, lesão grave ou violência sexual. Vivenciar, testemunhar e/ou saber de uma ocorrência com alguém próximo ou ter sido exposto a detalhes aversivos de um trauma pode levar a diferentes sintomas. Observe as afirmativas que seguem:
I-revivescência;
II-evitações;
III-alterações negativas no humor e na cognição;
IV- hiperexcitabilidade.
São categorias de sintomas:
Somente as afirmativas I e III estão corretas.
Somente as afirmativas II e III estão corretas.
Somente as afirmativas III e IV estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
No transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM-5, os sintomas centrais são relativos:
a intrusões e esquiva de lembranças associadas ao evento traumático.
as preocupações e a esquiva relacionadas ao bem-estar das figuras de apego e à separação delas.
à existência prévia de transtorno obsessivo-compulsivo.
à comorbidade com transtornos da personalidade.
ao medo de ser julgado negativamente pelos outros.
Como a noção de estresse psicológico designa quaisquer situações de adaptação do indivíduo, independentemente de estas serem (ou não) relacionadas ao trabalho, foi necessário delimitar o campo de compreensão do problema.
O que mais se aproxima desse conceito é:
Estresse Agudo.
Estresse Pós-Traumático.
Estresse Crônico.
Estresse Profissional e/ou Burnout.
São sintomas comuns em crises de pânico:
Taquicardia, dispneia e náuseas.
Sudorese, taquicardia e diminuição da libido.
Formigamento de membros ou lábios, apatia e tremores.
Tremores, sudorese e autodepreciação.
Taquicardia, fogachos e apatia.
Os transtornos fóbico-ansiosos (F40) estão no Grupo de transtornos nos quais uma ansiedade é desencadeada exclusiva ou essencialmente por situações nitidamente determinadas que não apresentam atualmente nenhum perigo real. Segundo o CID-10, fazem parte dos transtornos fóbico-ansiosos:
nosofobia(F40.0) – Fobias sociais (F40.1) – Fobias específicas (F40.2) – Outros transtornos fóbico-ansiosos (F40.8) – Transtorno fóbico-ansioso não especificado (F40.9).
Agorafobia (F40.0) – Fobias sociais (F40.1) – Dismorfofobia, não-delirante (F40.2) – Outros transtornos fóbico-ansiosos (F40.8) – Transtorno fóbico-ansioso não especificado (F40.9).
Agorafobia (F40.0) – nosofobia (F40.1) – Fobias específicas (F40.2) – Outros transtornos fóbico-ansiosos (F40.8) – Transtorno fóbico-ansioso não especificado (F40.9).
Dismorfofobia (não-delirante) (F40.0) – Fobias sociais (F40.1) – Fobias específicas (F40.2) – Outros Transtornos fóbico-ansiosos (F40.8) – Transtorno fóbico-ansioso não especificado (F40.9).
Agorafobia (F40.0) – Fobias sociais (F40.1) – Fobias específicas (F40.2) – Outros transtornos fóbico-ansiosos (F40.8) – Transtorno fóbico-ansioso não especificado (F40.9).
Qual a hipótese diagnóstica para o problema de Helena?
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Transtorno Bipolar
Depressão moderada
Síndrome da Fadiga Crônica
Transtorno de Pânico
O transtorno de ansiedade é talvez a patologia que engloba o maior número de manifestações físicas e mentais. Dentre esses, podemos citar o transtorno de pânico, transtornos fóbicos, transtorno obsessivo compulsivo, o transtorno de estresse pós-traumático, a hipocondria (HETEM e GRAEFF, 2004).
Considerando o enunciado acima podemos afirmar, EXCETO:
No transtorno obsessivo compulsivo, as obsessões consomem tempo, causando sofrimento acentuado ou prejuízo significativo, uma vez que se apresentam como ideias e pensamentos persistentes, que provocam ansiedade e sofrimento.
O transtorno de estresse pós-traumático caracteriza-se pelo desenvolvimento de sintomas característicos, após a exposição à situação de estresse extremo, por evento experienciado e/ou testemunhado que envolva morte, ferimento grave ou ameaça à própria integridade física.
Os ataques de pânico manifestam-se por meio de períodos limitados de ataques repentinos de intensa apreensão, medo ou terror, frequentemente associados com sensação de perigo ou de destruição iminente.
Pessoas com transtorno de ansiedade grave apresentam desempenho profissional satisfatório, sendo capazes de se adaptarem às condições de trabalho, não havendo prejuízo nas relações sociais.
O transtorno fóbico é caracterizado pelo comportamento de evitação persistente. O temor é reconhecido como irracional e injustificado em relação à real periculosidade do objeto, atividade ou situação.
Identifique a resposta correta:
O termo agorafobia, atualmente, é utilizado para incluir o medo de espaços abertos.
O início de agorafobia ocorre usualmente na infância.
Os agorafóbicos experimentam pouca ansiedade, porque são consistentemente capazes de evitar as situações fóbicas.
Todo paciente com transtorno de ansiedade terá como comorbidade a agorafobia.
Acerca das fobias, considere as seguintes frases:
I. A fobia é, na maioria das vezes, um medo racional relacionado a um objeto ou situação que apresenta algum tipo de perigo;
II. A psicoterapia é o método mais indicado para o tratamento das fobias.
Assinale a alternativa correta:
I é verdadeira e II é falsa.
I é falsa e II é verdadeira.
I e II são verdadeiras.
I e II são falsas.
Como o servidor alega sentir medo e ansiedade ao sair de casa sozinho, descarta-se o diagnóstico de agorafobia.
No contexto de vida atual, a depressão e o estresse estão sendo identificados com frequência, inclusive na infância e na adolescência.
Avalie o que se afirma sobre aspectos vinculados à depressão e ao estresse.
I. A depressão tem origem no sentimento de culpa inconsciente, oriundo de relações interpessoais, com impulsos rancorosos agressivos dirigidos contra pessoas que são os objetos de uma obrigação não desejada ou de quem depende para sua segurança.
II. São três os sintomas depressivos básicos: sofrimento moral; inibição global e estreitamento vivencial, sendo que a inibição global pode ser considerada o sintoma mais comum do quadro.
III. Dentre os efeitos psicológicos mais comuns do estresse infantil estão a ansiedade, o terror noturno, o desânimo, a introversão súbita e os pesadelos.
IV. O estresse pode ser observado em quatro fases; dentre elas, a fase de alerta é a considerada mais significativa, pois a resistência física e a emocional ficam debilitadas e podem gerar novas enfermidades como úlcera e pressão alta.
Está correto apenas o que se afirma em
II e III.
III e IV.
I, II e III.
I, III e IV.