Questões de Concurso sobre Regimento Interno da Defensoria do Estado de Mato Grosso - DPEMT

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
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Escolaridade
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A independência funcional na Defensoria Pública assegura que


A

a Instituição possa celebrar seus próprios contratos, sem a necessidade de intervenção do Poder Executivo.


B

o Defensor Público recuse a atuação quando entender que a demanda é inadequada aos interesses do assistido.


C

o Defensor Público não tenha que justificar sua atuação a nenhum outro órgão.


D

o Defensor Público natural possa ser substituído por outro Defensor Público em seus afastamentos.


E

a Instituição não está sujeita à fiscalização ou intervenção de nenhum dos Poderes estatais.

A Lei Orgânica da Defensoria Pública do Estado do Mato Grosso (Lei Complementar estadual no 146/2003, alterada pela Lei Complementar estadual no 608/2018) prevê que a Segunda Subdefensoria Pública-Geral possui, entre as atribuições de seu cargo, a


A

coordenação e a orientação da atuação dos órgãos regionais da Defensoria Pública do Estado.


B

coordenação e orientação das atividades de contabilidade e finanças.


C

manifestação em procedimentos de pedidos de férias e licença especial dos membros da Defensoria Pública.


D

atualização da lista de antiguidade dos membros da Defensoria Pública na data de ocorrência da vaga para promoção ou remoção.


E

decisão, em grau de recurso final, sobre pedidos de assistência jurídica gratuita.

A suspeição por questão de foro íntimo de membro da Defensoria Pública do Estado do Mato Grosso é


A

vedada pela lei orgânica estadual da Defensoria Pública.


B

possível e deve ser comunicada ao Defensor Público-Geral.


C

possível e deve ser autorizada pelo Corregedor-Geral.


D

possível apenas quando arguida por terceiro interessado.


E

vedada aos que estejam lotados em órgão de atuação criminal.

Se um Defensor Público do Estado de Mato Grosso deixa de promover uma ação por considerá-la incabível ou sem probabilidade de êxito, ele


A
comete violação a dever funcional, se não solicitar autorização prévia ao Defensor Público Geral.

B

comete violação a dever funcional, se não obtiver a concordância prévia do usuário do serviço da Defensoria, que tinha interesse no ajuizamento da ação.


C

pode ser obrigado pelo Defensor Público Geral, que é o chefe da instituição, a ajuizar a ação.


D

não comete violação a dever funcional algum, porque o Defensor Público tem autonomia funcional em relação ao Defensor Público Geral.


E

não comete violação a dever funcional algum, porque o Defensor Público tem independência funcional e a prerrogativa de não ser constrangido a agir em desacordo com a sua consciência ético-profissional.

O Defensor Público Substituto do Estado de Mato Grosso NÃO possui


A

a garantia da irredutibilidade de seu subsídio.


B

a prerrogativa da independência funcional.


C

a garantia da inamovibilidade.


D

a prerrogativa do foro especial junto ao Tribunal de Justiça.


E

o direito a férias, antes de ser confirmado na carreira, após cumprido o estágio probatório.

É da competência exclusiva do Defensor Público Geral:


A

instaurar sindicância e procedimento administrativo disciplinar contra membro da Defensoria Pública.


B

determinar o arquivamento de sindicância na Corregedoria, sem ouvir o Conselho Superior, quando considerar improcedente a imputação feita ao sindicato.


C

aplicar qualquer uma das sanções previstas no artigo 126 da Lei Complementar 146/2003, quando julgar procedente a imputação feita ao membro da Defensoria Pública.


D

decidir sobre a destituição do Corregedor Geral, se houver violação de dever funcional por parte dele.


E

decidir sobre a estabilidade do Defensor Público, após o período de estágio probatório, confirmando-o na carreira ou não.

 
 
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