Apesar dos avanços da Assistência Social em termos de
implementação de um sistema descentralizado e participativo,
que considera a dimensão territorial e as proposições
da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), esta
é uma política que enfrenta dificuldades para superar
algumas de suas características históricas como a residualidade
e o apelo por ações clientelistas. No que diz
respeito às armadilhas conceituais presentes na política
de assistência social, o retorno à família e às organizações
sem fins lucrativos como agentes do bem-estar são
conceitos fortemente influenciados pela perspectiva