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A adoção de crianças e adolescentes desdobra-se em uma série de conseqüências. Com relação às conseqüências jurídicas da adoção, é correto afirmar que:
Cria vínculo de paternidade.
Não extingue o poder familiar dos pais naturais.
Extingue os vínculos de filiação e parentesco do adotado com sua família de origem, inclusive os impedimentos matrimoniais.
Concede direitos sucessórios parciais.
Concede ao adotado o nome da família adotante, que fica impedido de requerer mudança de prenome.
A capacidade da família em prover as necessidades de seus membros independe da posição que esta ocupa nas relações de produção e no mercado de trabalho.
O trabalho do assistente social com famílias deve levar em consideração a abertura para uma escuta, a fim de localizar os pontos de vulnerabilidade e, também, os recursos disponíveis para o fortalecimento das competências familiares.
A Constituição Federal de 1988 legitimou um processo de mudanças na sociedade conjugal, que passou a ser compartilhada em direitos e deveres pelo homem e pela mulher, com a quebra da chefia conjugal masculina.
A família nos anos 90 teve sua configuração marcada pelas características:
I. Numero reduzido de filhos.
II. Diminuição do número de concepções em idade precoce.
III. Grande número de filhos.
IV. Aumento do número de concepção em idade precoce
V. Aumento de uniões consensuais.
VI. Diminuição de famílias monoparentes.
VII. Diminuição de famílias recompostas.
VIII. População proporcionalmente mais jovem.
IX. Aumento de pessoas que vivem sozinhas.
Estão corretas as alternativas:
Essa situação demonstra claramente a existência de uma crise na instituição familiar, e não a expressão de um processo de democratização ou de direito a ter direitos.
Essas transformações representam o fortalecimento das características hierárquicas da sociedade e o surgimento de formas mais verticais e assimétricas de interação.
As denominações chefe do domicílio e chefe da família, comumente utilizada nos censos demográficos, vêm sofrendo modificações devido à nova estruturação dos arranjos domiciliares, bem como ao crescimento do número de pessoas economicamente ativas por domicílio e o conseqüente compartilhamento no sustento da família. Assim, a palavra chefe, considerada inadequada, passou a ser substituída por pessoa responsável.
A inexistência de uma contrapartida social e pública que atenda às necessidades de homens e mulheres que trabalham fora gera um deficit de cuidados em relação a crianças, enfermos e idosos, particularmente em contextos de precariedade socioeconômica, como o brasileiro.
Pesquisas têm revelado que a ingestão de bebidas como automedicação para o enfrentamento de transtornos de ansiedade, como a fobia social, elimina a hipótese do desenvolvimento dessa doença em razão de situações familiares ou problemas sociais como o desemprego.
Com base no paradigma da competência, por mais fragilizada que se encontre, a família possui um potencial educativo a ser resgatado e, apesar das situações de risco que abrigam, representa, paradoxalmente, um contexto de proteção.
A desconstrução de modelos tradicionais de família vem alterando papéis e posições de homens e mulheres, eliminando as hierarquias culturalmente consolidadas, bem como as desigualdades entre eles.
As políticas de proteção social atuais, com exceção da assistência social, têm na centralidade da família, o seu foco principal. Entretanto, tal posição não elimina a necessidade do cuidado específico e individual a cada membro.s políticas de proteção social atuais, com exceção da assistência social, têm na centralidade da família, o seu foco principal. Entretanto, tal posição não elimina a necessidade do cuidado específico e individual a cada membro.
A família deve ser entendida como a soma dos indivíduos unidos por laços de consangüinidade ou dependência.
Atualmente, a família se movimenta em um campo de contradição marcado pelo paradoxo do fortalecimento do individualismo e apelo à preservação da solidariedade familiar.
O aumento dos índices de divórcio e as novas normas jurídicas que regulam a constituição dos laços conjugais revelam a prevalência do afeto como dimensão que orienta tanto as escolhas como a dissolução dos laços conjugais.
Nessa pesquisa não podem ser realizadas entrevistas semiestruturadas que possam levar o entrevistado a divagar em relação aos temas propostos.
Atualmente, a principal crítica ao modelo abstrato e estereotipado de família refere-se à defesa feita pelo modelo à heterogeneidade da estrutura familiar em camadas mais pobres, mostrando que a família nuclear não é mais o modelo predominante.
A compreensão da família como um sistema faz que o assistente social, durante a visita domiciliar, evite, em suas conversas, a inclusão de pessoas não pertencentes à própria família, de modo a garantir a contextualização dos problemas no âmbito familiar.
As intervenções domiciliares aproximam o assistente social da realidade familiar, dos fatores ambientais, espaciais e relacionais. Esses fatores auxiliam o profissional a desenhar, de forma mais complexa, o contexto no qual determinada problemática está inserida.