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Talcott Parsons é considerado um dos fundadores da análise estrutural-funcionalista em Sociologia. Sua teoria geral da ação destaca quatro pré-requisitos funcionais necessários à manutenção de todo sistema de ação:
normatização, valorização, solidariedade e institucionalização.
adaptação, consecução de objetivos, integração e latência.
orientação, simbolização, integração e valorização.
adaptação, latência, manifestação e normatização.
organização, solidariedade, finalidade e institucionalização.
Em relação à visão funcionalista nos estudos organizacionais, é correto afirmar que se caracteriza
por uma visão sistêmica, sincrônica, teleológica e não conflituosa da organização.
por uma discussão das relações de poder dentro e fora das organizações, das questões ligadas à ideologia e à análise dos sistemas simbólicos.
pela ênfase na dimensão social do mercado, conduzindo a um estudo mais detido das influências de natureza social na competição entre as empresas.
pela compreensão dos diversos aspectos políticos das várias esferas corporativas.
pela análise da interação dos atores privados, públicos ou coletivos como o Estado, os sindicatos, os consumidores e os movimentos sociais.
A demarcação do caráter histórico e ideológico do objeto das ciências sociais consiste em uma crítica ao funcionalismo e ao positivismo sociológico.
Constituem características do controle social, por meio do direito, sob a ótica funcionalista,
legalidade, proporcionalidade e imparcialidade.
tradição e validade das regras que organizam o sistema de poder.
concentração do poder econômico e político e desequilíbrio entre os grupos sociais.
mutabilidade e espontaneidade.
exigibilidade e garantia do bem comum.
O funcionalismo sustenta que a sociedade é um sistema
diverso, cujo enfoque na estabilidade e na ordem não significa que as desigualdades são minimizadas.
complexo, com forte ênfase no papel da ação criativa social dentro dela.
independente, cujo consenso moral não é capaz de sustentar a ordem e a estabilidade em seu interior.
complexo, cujas diversas partes trabalham conjuntamente para produzir estabilidade e solidariedade.
complexo, cujas diversas partes são desconexas para produzir estabilidade e solidariedade.
“O problema central da nossa sociedade é a falta de moral! Antigamente não existia isso porque havia moral na sociedade. Sou pobre, mas tenho moral, e por isso minha família foi p’ra frente. Por exemplo: minha filha estudou muito, e hoje é uma advogada; meus outros quatro filhos trabalham e ganham bem. Por que as outras famílias não fazem o mesmo? Hoje tem escola para todos, e a escola dá chances iguais a todos os que querem estudar.” Essas ideias encontram alguns elementos da teoria
funcionalista.
marxista.
crítica da sociedade (Escola de Frankfurt).
compreensivista.
neopositivista.
Na concepção funcionalista, a sociedade é um sistema complexo cujas diversas partes trabalham conjuntamente para produzir estabilidade e solidariedade. Segundo essa concepção, a sociologia deve investigar
os grupos sociais que não lhe são familiares, pois os que lhe estão próximos podem ser vistos à luz do prisma de suas crenças ou preferências.
as transformações necessárias para uma sociedade mais justa, igualitária e humana.
o poder público dominado pela classe que detém o poder sobre os meios de produção.
os seres com tendência a se imitarem entre si, cópias antigas de um mesmo modelo.
a relação das partes da sociedade umas com as outras e com a sociedade como um todo.
O comportamento humano é regulado por padrões estáveis de estruturas e relações sociais.
Para as teorias funcionalistas, a família constitui uma instituição social básica, que ajuda a manter a sociedade maior, regulamentando o sexo e unindo os adultos, e socializando os jovens para que eles possam se tornar membros competentes de uma sociedade.
A maioria das teorias funcionalistas postula necessidades ou requisitos do sistema.

São escolas de pensamento que representam a classe social como um local estrutural e como uma relação social, respectivamente:
idealismo e dialética.
funcionalismo e marxismo.
historicismo e teoria crítica.
interacionismo e materialismo.
estruturalismo e dialética.
Talcott Parson e Robert Merton, ambos baseando-se extensivamente nos estudos de M. Weber, foram os dois mais proeminentes adeptos da corrente funcionalista.
O funcionalismo sustenta que a sociedade é um sistema complexo cujas diversas partes trabalham conjuntamente para produzir estabilidade e solidariedade. De acordo com essa abordagem, a sociologia deveria investigar a relação das partes da sociedade umas com as outras e com a sociedade como um todo. Estudar a função de uma prática ou instituição social é analisar a contribuição que essa prática ou instituição dá para a continuação da sociedade. Com freqüência, os funcionalistas, incluindo Durkheim, usaram uma analogia orgânica para comparar a operação da sociedade àquela de um organismo vivo.
Talcott Parsons é considerado um dos principais pensadores funcionalistas, após Durkheim.
Constitui um dos principais problemas das teorias funcionalistas o fato de considerar as sociedades como demasiadamente mal integradas e organizadas.
Para Robert Merton, a percepção das estruturas sociais pode ser perturbadora ou disfuncional.
O funcionalismo enfatiza a importância do consenso moral para se manter a ordem e a estabilidade da sociedade. O consenso moral existe quando a maioria das pessoas na sociedade compartilha os mesmos valores.
Segundo Parsons, estruturas sociais podem gerar diferentes percepções para diferentes grupos de pessoas.
Uma das principais contribuições de Parsons foi identificar a forma como as diversas instituições sociais devem operar para assegurar o funcionamento da sociedade.