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Para Silvia Rivera Cusicanqui (2010), o impulso modernizador das elites europeias na América resultou tanto em processos de subjugação como no desenvolvimento de estratégias e projetos contra-hegemônicos para a modernidade, inclusive a retomada do paradigma epistemológico indígena. De que forma a autora tem denominado sua perspectiva teórico-prática?
Anticolonial.
Multiculturalismo.
Etnocentrismo.
Amefricanidade.
Identitarismo.
“Maquiavel resume seu pensamento numa frase lapidar: [...] e deve-se considerar como existem em toda república dois humores diversos: o do povo e o dos grandes, e toda lei que se faz em favor da liberdade nasce da desunião entre eles”. (BIGNOTTO, Newton. Maquiavel republicano. São Paulo: Loyola, 1991, p.85). Tomando como referência o excerto e as reflexões de Nicolau Maquiavel, analise as proposições a seguir:
I. Nos comentários sobre a primeira década de Tito Lívio, Maquiavel analisa a liberdade como fruto do conflito entre pobres e ricos no interior do corpo político.
II. Durante a Renascença, entre os concidadãos de Maquiavel, emergiu um novo adágio chamando a atenção para observação comum na época, que era de que o pensamento do palácio é uma coisa, e o da praça pública é outra.
III. Maquiavel lançou mão do fato de que nenhuma sociedade viveu sem ter conflitos.
IV. De acordo com Maquiavel a liberdade é, portanto, o resultado do conflito, uma solução possível de uma luta que não pode ser extinta por nenhuma criação humana.
V. Maquiavel, em sua profunda racionalidade, tomou como tarefa especifica as variações das opiniões dos homens às variações correspondentes em seus interesses.
Assinale a alternativa CORRETA
Apenas III, IV e V são verdadeiras.
Todas as assertivas são verdadeiras.
Apenas a II é verdadeira.
Apenas III é verdadeira.
Apenas a I é verdadeira.
Sobre as teorias sociológicas, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I - Para Durkheim, a Sociologia é a ciência que se ocupa dos fatos sociais.
II - Para Max Weber, a unidade básica da análise sociológica é a ação social.
III - Auguste Comte tinha uma visão teleológica da história.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas os itens I e II são verdadeiros.
Todos os itens são verdadeiros.
Para Hobbes (1588-1679), os seres humanos, plenos de sua liberdade e poder, seriam violentos entre si e o medo de morrer os fez criar o Estado para que a paz e a ordem fossem garantidas; para Locke (1632-1704), o ser humano já teriam alguns direitos naturais e para garantir que esses direitos fossem respeitados, houve a necessidade de se instituir o Estado; por fim, para Rousseau (1712-1778), o Estado existe para amenizar as desigualdades que surgiram da propriedade privada, na medida que os cidadãos possam participar ativamente das decisões do Estado.
Apesar das diferenças entre as concepções sobre a origem do Estado, a teoria desses três pensadores tem em comum:
Para se tornarem cidadãos, as pessoas abrem mão totalmente da sua liberdade e constituem o Estado.
A origem do Estado está vinculada à questão econômica e à nova forma de organização do trabalho capitalista industrial.
O Estado é a realização institucional, através das leis e da força, de uma tendência natural do ser humano.
A indissolubilidade do Estado demonstra que sua origem está em princípios da razão humana, portanto, é universal enquanto estrutura, mas variável no que se refere ao conteúdo.
O Estado tem origem num acordo pressuposto entre os cidadãos que concordavam em obedecer a uma estrutura de poder.
O modelo de estado desenvolvimentista periférico nacional-dependente é o dos países que realizaram sua revolução capitalista, mas que perderam parte de sua autonomia nacional e passaram a crescer muito lentamente após a grande crise da dívida externa dos anos 1980.
A respeito do estado desenvolvimentista nacional-dependente, analise as afirmativas a seguir.
I. O Brasil e o México exemplificam esse modelo pois realizaram sua revolução industrial entre 1930 e 1980, desenvolvendo-se aceleradamente nesse período, mas semiestagnaram em seguida, não conseguindo manter suas taxas de crescimento aceleradas.
II. No Brasil, o discurso desenvolvimentista enfatizou a necessidade da industrialização e da intervenção do Estado para promovê-la, recorrendo frequentemente ao endividamento externo.
III. Na década de 1980 aumentou a crítica do Ocidente ao estado desenvolvimentista latino-americano, em consonância com a preeminência da ideologia neoliberal e a formulação do chamado Consenso de Washington.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.


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Para Thomas Hobbes, a busca pela satisfação das próprias vontades produz o Estado de Natureza, insustentável em uma sociedade. Como forma de manter a coesão social é estabelecido um “pacto social”, que promove a
“pacificação” dos conflitos sociais a partir de um processo civilizador, que implica na produção subjetiva de autocontrole e na introjeção de comportamentos considerados mais racionais.
limitação das vontades por uma autoridade soberana, que ao ordenar a vida social garante a paz entre os indivíduos que dela fazem parte em troca da perda da liberdade individual.
transição do feudalismo para o modo de produção capitalista, que ocorre pela transformação das relações de produção e impacta de forma revolucionária nas forças produtivas.
unificação dos diferentes grupos em estado-nação, que se organiza a partir de identidades étnicas e culturais e exclui de seus limites os sujeitos que não compartilham da mesma nacionalidade.
irrupção de comportamentos violentos e legitima a intervenção violenta do estado através dos meios repressivos, produzindo um governo totalitário e a perda da autonomia.
“Na concepção do sociólogo Max Weber, o Estado só pode existir quando os seres humanos se submetem à autoridade de um grupo dominante. Nesse sentido, quando essa instituição se constitui, estabelece-se uma relação de “dominação do homem sobre o homem”, um “monopólio da violência legítima”.
(ARAÚJO et al., 2015)
Sobre as interpretações sociológicas a respeito da natureza do Estado, assinale a alternativa que apresenta uma concepção próxima da interpretação de Max Weber.
“O estado não é apenas um órgão de classe dominante, pois responde aos movimentos das outras classes sociais e age conforme as determinações das relações entre elas.”
“O Estado moderno é resultado da sociedade capitalista, e se mantém graças à legitimidade e dominação legal e possui administração racional.”
“As lutas entre as frações sociais que compõe a sociedade fazem com que o Estado não seja totalmente controlado pela classe dominante.”
“O Estado tem a função primordial de exercer a administração de forma unificada.”
“O Estado é um produto da sociedade e tem como papel amortecer os conflitos, os choques entre as classes e assegurar a reprodução do sistema social e da igualdade social.”
Thomas Hobbes foi um importante teórico político, nascido na Inglaterra no ano de 1558, sendo até hoje considerado com um clássico da Ciência Política. Caracterizado como contratualista por afirmar, assim como Locke e Rousseau, que o Estado Civil havia se originado a partir do contrato social, Hobbes possui um entendimento específico do que é o Estado e de como este deve exercer seu poder após o contrato social.
A respeito da concepção de Estado de Thomas Hobbes, assinale a alternativa correta.
O Estado consiste na condição de existência da sociedade e, para que os indivíduos convivam harmonicamente, o poder do Estado deve ser absoluto
O Estado é criado com a finalidade de proteger os direitos naturais dos indivíduos, como a vida, a propriedade e a liberdade
O Estado hobbesiano é firmado através de um pacto de consentimento e tem a sociedade como poder soberano
O funcionamento do Estado hobbesiano é limitado pelo poder do povo, independente da forma de governo adotada
O Estado, na concepção de Hobbes, é criado para potencializar as qualidades humanas, já que para o autor, o homem é naturalmente bom
Um regime político totalitário é um estado no qual:
a liberdade de pensamento do indivíduo é garantida institucionalmente
um único indivíduo ou minoria possui um monopólio absoluto do poder coercitivo
todos os cidadãos têm os seus direitos políticos protegidos por uma constituição democrática
um único indivíduo ou minoria não possui um monopólio absoluto do poder coercitivo
“O Estado, objeto de estudo da Ciência Política e também da Sociologia política, constitui um mecanismo de controle social existente na sociedade humana. É uma organização que exerce autoridade sobre seu povo, por meio de um governo supremo, dentro de um território delimitado, com direito exclusivo para a regulação da força.”
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Sociologia Geral. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2006. p.188
Sobre o conceito de Estado é correto afirmar:
Para Marx, o Estado detém o monopólio da violência legítima.
Para Weber, o Estado tem por objetivo garantir a neutralidade axiológica.
Para Durkheim, o Estado tem por fi nalidade garantir a dominação de classe.
Para Marx, o Estado é uma instituição que deve ser fortalecida pela classe burguesa.
Para Weber, o Estado representa a instância legitimada da dominação burocrático-legal.


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Sobre o tema Estado, assinale a alternativa correta.
Um dos eixos estruturantes dos textos de O Federalista (publicados na imprensa de Nova Iorque em 1788) é a ideia de pesos e contrapesos. Essa premissa, extremamente importante para a formação dos Estados Modernos, foi adotada na França no reinado de Luiz XIV.
O filósofo escocês Thomas Hobbes foi um importante teórico do liberalismo econômico. Para o autor, a regulação do mercado deveria ocorrer por uma “mão invisível”, sem a intervenção do Estado.
O filósofo francês Charles-Louis de Secondat, também conhecido como Montesquieu, foi o criador da ideia da divisão dos poderes em executivo, legislativo e judiciário.
John Locke desenvolveu a ideia de um socialismo econômico, essa ideia é resgatada por Karl Marx em seus escritos.
Thomas Hobbes e Adam Smith partilhavam da mesma ideia de natureza humana e, por consequência, do mesmo papel do Estado para com a população.
O filósofo Thomas Hobbes (1588-1679), um dos mais importantes autores jusnaturalistas, tornou-se conhecido como teórico da soberania absoluta (SINGER; ARAUJO; BELINELLI, 2021). Em relação às ideias defendidas por esse autor sobre o Estado soberano, assinale a afirmativa correta:
O pacto de fundação da soberania baseia-se na transferência limitada do poder de mando dos súditos a uma autoridade.
Os súditos, desprovidos de direitos, conquistam com o pacto de fundação da soberania o direito inalienável à vida.
A proteção da integridade física dos indivíduos frente às ameaças internas e externas justifica a constituição do Estado soberano.
Os governados têm assegurado pelo contrato social estabelecido com o Estado o direito de destituir a pessoa que ocupa o cargo soberano.
O Estado soberano é privado do direito de submeter, pelo uso da força, os governados à obediência.
A natureza do modelo utilizado para compreender as relações entre o Estado e a sociedade é determinante para os resultados que se obtêm ao analisar e elaborar uma Política Pública. Tal compreensão pode se dar a partir das escolas Pluralista, Elitista, Marxista e Corporativista. Diante do exposto, assinalar a alternativa que faz referência à escola Corporativista:
Esta visão tem como interlocutor a visão Marxista clássica, contrapondo-se a ela e reafirmando a democracia como valor fundamental e o voto como meio de expressão privilegiada dos indivíduos.
Está apoiada na ideia de que os indivíduos podem ser representados de forma mais adequada por meio de instituições funcionais/ocupacionais do que por meio de partidos políticos e mesmo do que unidades eleitorais geograficamente definidas.
Ressalta o poder exercido por um pequeno número de bem organizados interesses societais e a habilidade dos mesmos para alcançar seus objetivos.
Aponta a influência dos interesses econômicos na ação política e vê o Estado como um importante meio para a manutenção do predomínio de uma classe social particular.
“Para Tocqueville, o mundo igualitário moderno seria, por necessidade, fortemente individualista. Uma vez obsoletos os laços aristocráticos de família e de comunidade, a sobrevivência dos indivíduos passava a depender sobretudo do esforço de cada um no mundo do trabalho e da competição. O que favorecia o isolamento social dos indivíduos e o seu confinamento à esfera da privacidade, resultando no definhamento da experiência prática da política e na alienação em relação à concretude das mazelas vividas por outrem.
Carentes de vigor, os valores e as práticas voltados para a realização do bem comum, sem controle efetivo por parte da experiência prática da cidadania, o governo da democracia, mesmo se no invólucro da boa institucionalização liberal, se transformava em mecanismo autônomo de distribuição de benesses e de sofrimentos, à mercê do interesse de seus eventuais ocupantes, conduzidos, pela ignorância da prática política, aos castelos do mando.”
JASMIN, Marcelo. O dilema da igualdade. In: FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, domingo, 31 de julho de 2005.
Assim, segundo Tocqueville, uma das razões para o declínio dos regimes democráticos modernos seria:
a busca da igualdade social a partir da moral puritana que pregava o afastamento das questões mundanas e a manutenção da igualdade entre os homens entendidos como filhos de Deus.
o envolvimento genuíno da população com a criação e o funcionamento das instituições, configurando experiências práticas de autogoverno.
a liberdade de expressão por meio da atuação da imprensa com o fornecimento de informações que fomentariam, excessivamente, o debate político na esfera pública.
a descentralização das decisões governamentais que comprometeriam a ostentação de poder pelas autoridades soberanas, dificultando o reconhecimento das autoridades pela população.
a apatia pela vida pública em função da busca individualista da sobrevivência com a transferência do poder para os poucos que mantinham interesse pelos assuntos públicos.
“Tenha-se presente que sendo frequentemente forçoso, para manter um Estado, quebrar a palavra empenhada e infringir os preceitos da caridade, da clemência, da religião, não pode um príncipe, máxime, um príncipe novo, respeitar tudo quanto dá aos homens a reputação de bons. Por isso, é mister que ele tenha um espírito pronto a se adaptar às variações das circunstâncias e da fortuna e, como disse antes, a manter-se, tanto quanto possível no caminho do bem, mas pronto igualmente a enveredar pelo mal, quando for necessário.”
MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. In: WEFFORT, Francisco. Os clássicos da Política. Volume 1.13ª ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 39.
A partir da leitura do fragmento acima, assinale a alternativa que descreve a conduta do governante na conservação do poder e na manutenção da estabilidade política, conforme a análise de Nicolau Maquiavel em O príncipe:
Segundo Maquiavel, o príncipe orienta as suas ações, exclusivamente, a partir das virtudes morais e religiosas.
Segundo Maquiavel, o príncipe age de acordo com as circunstâncias convenientes à preservação da estabilidade do Estado.
Segundo Maquiavel, o príncipe deve ser bondoso e gentil, angariando exclusivamente o amor e, jamais, o temor do seu povo.
Segundo Maquiavel, a fortuna significa a riqueza material fundamental ao príncipe para financiar exércitos na conquista e manutenção do poder.
Segundo Maquiavel, o príncipe é um predestinado, sendo a fortuna regida por forças sobrenaturais que explicam a origem divina do poder dos reis.


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Leia o trecho abaixo.
"O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer 'isto é meu' e encontrou pessoas suficientemente simples para acreditá-lo. Quantos crimes, guerras, assassínios, misérias e horrores não pouparia ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas ou enchendo o fosso, tivesse gritado a seus semelhantes: 'Defendei-vos de ouvir esse impostor; estareis perdidos se esquecerdes que os frutos são de todos e que a terra não pertence a ninguém.'"
Levando em consideração as justificativas teóricas para a emergência do Estado moderno, quem é o autor do trecho?
Karl Marx.
John Locke.
Thomas Hobbes.
Jean-Jacques Rousseau.
Segundo os filósofos contratualistas, quais são os princípios mais importantes a serem preservados pelo Estado através do contrato?
A propriedade privada. em Locke, a vida. em Hobbes, e a liberdade. em Rosseau.
A vida, em Locke; a igualdade, em Hobbes, e a propriedade privada, em Rosseau.
A vida, em Locke; a propriedade privada, em Hobbes, e a igualdade, em Rosseau.
A propriedade privada, em Locke; a fraternidade, em Hobbes, e a igualdade, em Rosseau.
Considerados os pensadores que estabeleceram as bases e os fundamentos da Sociologia como “ciência da sociedade”, Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber propuseram diferentes teorias e métodos para a investigação e explicação da vida em sociedade, consoantes às realidades nacionais das quais procediam. Os termos que expressam os princípios metodológicos desses autores, respectivamente, são:
totalidade, objetivismo, tipologia − causalidade, mediação, história − materialismo, compreensão, dialética.
causalidade, dialética, história − materialismo, empirismo, significação cultural − compreensão, objetivismo, tipologia.
interpretação, subjetivismo, raciocínio experimental − interação, tipologia, história − mediação, dialética, totalidade.
compreensão, significação cultural, subjetivismo − materialismo, dialética, história − causalidade, empirismo, objetivismo.
materialismo, dialética, história − causalidade, raciocínio experimental, objetivismo − compreensão, significação cultural, tipologia.
Examine o trecho a seguir:
“O Estado patrimonialista, em seu gigantismo, seu centralismo e em sua função empreendedora de produtor da riqueza da nação, tudo abarca, à custa do enfraquecimento da sociedade e do fortalecimento dos estamentos que o dominam. O patrimonialismo constitui a terra seca e infértil de um tipo de Estado que inibe a germinação das sementes da participação, na qual se funda a democracia”. (MENDONÇA, E. F. Estado patrimonial e gestão democrática do ensino público no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, nº 75, p. 84-108, agosto/2001).
Sobre o conceito de Estado patrimonial, assinale a alternativa CORRETA:
É um tipo de aparelho estatal dominado pela burguesia liberal, no sentido atribuído por Marx.
Representa a possibilidade de ascensão social pela posse de patrimônios conquistados pelo trabalho.
Apesar de seu desenvolvimento no século XX, é um tipo de Estado previsto por Comte na passagem do estágio metafísico ao positivo.
Na concepção weberiana representa a gestão por lideranças racionais a partir de ações tradicionais que engendram processos liberalizantes em relação à posse de bens públicos, entendidos como indispensáveis à justiça social.
Max Weber e Raymundo Faoro são teóricos que sustentam que a característica patrimonial do Estado funda-se no poder político organizado através do governante e legitimado pela tradição, não distinguindo os interesses públicos dos privados.
Proudhon e Rousseau posicionaram-se sobre a propriedade. O primeiro, quando afirmou que assim como a terra, também a água, o ar e a luz são coisas comuns não porque inextinguíveis, mas porque indispensáveis. O segundo, quando bradou, referindo-se a quem contrariasse o primeiro homem que, cercando um terreno, falou “isto é meu: Quantos crimes, guerras, assassínios, quantas misérias não teria poupado ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas ou enchendo o fosso, houvesse gritado aos seus semelhantes: Evitais ouvir esse impostor. Estareis perdidos se esquecerdes que os frutos são de todos e que a terra não é de ninguém”. Assinale o item que NÃO corrobora as questões levantadas pelo os dois pensadores.
Aviolência no campo no Brasil.
A concentração de terras na mão de poucos latifundiários.
As ocupações de terras improdutivas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTS).
O desmatamento na Amazônia.
A implementação da reforma agrária no Brasil.


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