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A formação dos Estados nacionais e as transformações políticas e intelectuais da Modernidade produziram mudanças significativas nas formas de pertencimento político e na organização das relações entre indivíduos e poder.
Considerando esse contexto histórico, é INCORRETO afirmar que:
a consolidação da cidadania moderna implicou a substituição progressiva das relações pessoais de fidelidade por uma vinculação jurídica entre o indivíduo e o Estado, com universalização efetiva dos direitos políticos e civis.
o pensamento contratualista contribuiu para redefinir a cidadania ao concebê-la como resultado de um pacto racional entre indivíduos livres, no qual o Estado emerge como garantidor dos direitos naturais e da ordem civil.
a formação dos Estados nacionais esteve associada à padronização jurídica e administrativa, o que reforçou a noção de cidadania como pertencimento político e legal a uma comunidade delimitada territorialmente.
apesar de seu discurso universalista, a cidadania moderna constituiu-se historicamente de forma restritiva, excluindo amplos grupos sociais, como mulheres, trabalhadores sem propriedade e populações colonizadas.
a vinculação entre cidadania e Estado nacional contribuiu para a diferenciação entre cidadãos e estrangeiros, estabelecendo critérios legais de pertencimento e de acesso a direitos políticos e civis.
A relação entre Estado e sociedade no Brasil contemporâneo é mediada por indicadores demográficos e pressões econômicas que impactam diretamente a efetivação dos direitos fundamentais. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(_)A transição demográfica brasileira altera a pirâmide etária nacional, exigindo do Estado a repactuação de direitos humanos para garantir a proteção de grupos vulneráveis em contexto de retração proporcional da população economicamente ativa.
(_)A sociologia dos direitos humanos defende que a universalidade desses direitos é um conceito puramente econômico, devendo ser aplicada apenas em nações que atingiram o pleno desenvolvimento industrial e estabilidade demográfica.
(_)O conceito de "mínimo existencial", oriundo da intersecção entre economia política e direitos humanos, é fundamental para assegurar que políticas de ajuste fiscal não violem a dignidade da pessoa humana no acesso a serviços básicos.
(_)Estudos demográficos contemporâneos demonstram que a densidade populacional é o Único fator determinante e isolado para a violação sistemática de direitos humanos em áreas rurais destinadas à reforma agrária no território nacional.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, F, V.
F, V, F, V.
V, V, V, V.
V, F, V, F.
O fenômeno do poder centralizado no Estado, enquanto um dos elementos constituintes da modernidade, possui fundamentos sociológicos a partir de compreensões objetivas de natureza social.
Marque a alternativa que melhor apresente o fundamento social da política:
O concerto racional utilitarista das consciências individuais determina o modus de organização política na sociedade moderna.
A constituição da força estatal moderna é uma resultante exclusiva da vontade coletiva de grupos dominantes.
Valores, moral e cultura são elementos constituintes do comportamento social e político e influenciam de maneira definitiva os processos de legitimação política.
Os processos de globalização e mundialização das formas de governança política resultam mormente dos meios de organização da vida coletiva entre indivíduos e grupos a partir de uma estruturação legitimamente nacional.
O conjunto dos processos e estruturas sociais, econômicas e culturais produz a ordem legítima e organiza a manifestação do poder ajustado à realidade social.
O conceito de colonialismo de dados tem sido utilizado para interpretar as transformações contemporâneas das relações de poder no capitalismo digital. Partindo de uma leitura sociológica crítica, assinale a alternativa que expressa corretamente o sentido estrutural desse conceito no contexto das relações entre Estado, mercado e cidadania em países periféricos.
O colonialismo de dados refere-se principalmente à violação da privacidade individual promovida por plataformas digitais, sendo um problema restrito ao campo do direito digital e da proteção de dados pessoais.
O colonialismo de dados caracteriza-se pela ampliação do acesso global às tecnologias da informação, reduzindo assimetrias históricas entre países centrais e periféricos por meio da democratização do uso de dados.
O colonialismo de dados expressa a autonomia dos Estados nacionais frente às big techs, uma vez que a regulação digital permite aos países em desenvolvimento controlar plenamente seus fluxos informacionais.
O colonialismo de dados diz respeito à obsolescência das categorias sociológicas clássicas, tornando inadequadas análises que relacionem tecnologia, poder e desigualdade estrutural.
O colonialismo de dados consiste na extração e apropriação de valor, nas quais dados produzidos em países periféricos são capturados e monetizados por infraestruturas controladas por grandes corporações globais.
As relações internacionais contemporâneas são marcadas por múltiplos atores além dos Estados nacionais, pois com a globalização, organizações intemacionais, empresas transnacionais e organismos não governamentais influenciam decisões de todas as nações. De que forma a atuação de tais entidades desafia as teorias clássicas das relações internacionais, centradas nos Estados nacionais?
Esses atores reforçam o monopólio dos Estados nacionais sobre as decisões políticas e econômicas globais.
Esses atores evidenciam que o poder e a tomada de decisão no sistema internacional não estão restritos apenas aos Estados nacionais.
Esses atores atuam apenas de forma complementar, sem interferir nos interesses estratégicos dos Estados.
Esses atores demonstram que o sistema internacional é composto exclusivamente por relações diplomáticas formais entre governos.


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A Constituição de 1988 consagra o princípio da laicidade, estabelecendo a separação entre Estado e instituições religiosas e garantindo a liberdade de crença no Brasil. A sociologia da religião utiliza esse marco para compreender como diferentes grupos disputam direitos, influenciam políticas públicas e convivem em sociedades plurais. Nessa perspectiva, conclui-se que
o reconhecimento de uma religião oficial deve orientar a formulação das políticas públicas, definindo os rumos da sociedade de acordo com seus princípios.
a prática dos cultos religiosos deve ocorrer somente mediante autorização estatal, que regula onde e como esses cultos podem acontecer.
o Estado não pode privilegiar ou discriminar religiões e deve assegurar a liberdade de culto a todos os cidadãos.
às religiões majoritárias é assegurada a liberdade de expressão e de prática, em detrimento dos direitos das minorias religiosas.
o Estado pode intervir diretamente no conteúdo doutrinário das religiões, modificando práticas e crenças.
Não é necessária muita probidade para que um governo monárquico ou um governo despótico se mantenham ou se sustentem. A força das leis no primeiro, o braço sempre erguido do príncipe no segundo regram e contêm tudo. Mas num Estado popular se precisa de um motor a mais.
(Montesquieu)
Para o autor, o “motor a mais” necessário para a preservação de um Estado republicano é
o apoio sindical.
a virtude moral.
o suporte religioso.
o contrato social.
o força militar.
Em Os Donos do Poder (1958), Raimundo Faoro analisa a formação histórica do Estado brasileiro e o papel do patrimonialismo como elemento estruturante de suas relações políticas. Assinale a alternativa que expressa corretamente o significado do patrimonialismo na obra de Faoro:
O patrimonialismo é o sistema de propriedade coletiva dos bens estatais, voltado à redistribuição igualitária das riquezas e ao bem comum.
O patrimonialismo é a prática de participação democrática direta, que fortalece o controle social sobre os governantes e amplia a cidadania.
O patrimonialismo é a burocracia meritocrática moderna, que assegura eficiência técnica e neutralidade nas decisões políticas do Estado.
O patrimonialismo é o modelo de administração pública racional e impessoal, baseado na legalidade e na separação entre as esferas política e econômica.
O patrimonialismo é a fusão entre o público e o privado, em que o Estado é administrado como extensão dos interesses pessoais e de grupos dominantes.
Leia o fragmento a seguir:
“Exatamente porque a expressão ____________ em seu significado oitocentista e hodierno nasceu da contraposição (ignorada pela tradição) entre uma esfera política e uma esfera não política, é mais fácil dela encontrar uma definição negativa do que uma positiva, tanto mais porque nos tratados de direito público e de doutrina geral do Estado (...) nunca está ausente uma definição positiva do Estado: ____________ como conjunto de relações não reguladas pelo Estado, e portanto como tudo aquilo que sobra uma vez bem delimitado a âmbito no qual se exerce o poder estatal”.
(BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade: Para uma teoria geral da política. 10. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003 - p. 34.)
As expressões que completam corretamente as lacunas são, respectivamente:
direito natural - sociedade civil
sociedade civil - sociedade civil
sociedade civil - direito natural
direito natural - direito natural
Assinale a afirmativa que descreve corretamente o conceito de Estado Democrático de Direito.
Um Estado policial que exerce um controle amplo sobre a vida da população, restringindo suas liberdades e impondo vigilância constante.
Um Estado estamental que hierarquiza os cidadãos com base em seus pertencimentos socioeconômicos, criando distinções e privilégios conforme as classes sociais.
Um Estado que busca garantir a soberania popular, promovendo a participação ativa da sociedade nas decisões políticas.
Um Estado centralizado que busca implementar a democracia direta, permitindo a participação da população nas decisões políticas sem a intermediação de representantes.
Um Estado que adota o unipartidarismo, permitindo apenas a existência de um partido progressista como força política dominante.


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Mas o que é uma associação “política”, do ponto de vista sociológico? O que é um “Estado”? Sociologicamente, o Estado não pode ser definido em termos de seus fins. Dificilmente haverá qualquer tarefa que uma associação política não tenha tomado em suas mãos, e não há tarefa que se possa dizer que tenha sido sempre, exclusiva e peculiarmente, das associações designadas como políticas: hoje o Estado, ou, historicamente, as associações que foram predecessoras do Estado moderno. Em última análise, só podemos definir o Estado moderno sociologicamente em termos dos meios específicos peculiares a ele.
(Weber, 1982)
O meio específico a que o autor se refere é
a sua norma constitucional.
a sua divisão em três poderes.
o sufrágio universal.
o uso da força física.
a organização federativa.
Leia a poesia de Nego Bispo.
Nós extraímos os frutos nas árvores…
Eles expropriam as árvores dos frutos!
Nós extraímos os animais na mata…
Eles expropriam a mata dos animais!
Nós extraímos os peixes nos rios…
Eles expropriam os rios dos peixes!
Nós extraímos a brisa no vento…
Eles expropriam o vento da brisa!
Nós extraímos o calor no fogo…
Eles expropriam o fogo do calor!
Nós extraímos a vida na terra…
Eles expropriam a terra da vida!
Fonte: SANTOS, Antônio Bispo dos. Colonização, Quilombos, Modos e Significações. Brasília: INCTI/UnB, 2015.
Infere-se que o intelectual quilombola Nego Bispo, por meio de sua reflexão contracolonial, trata de criticar
capitalismo e movimentos indígenas.
neoliberalismo e movimentos feministas
capitalismo e natureza.
neoliberalismo e oralidade.
capitalismo e colonização.
Segundo Louis Althusser, em Aparelhos Ideológicos de Estado (1985), a escola exerce um papel fundamental na reprodução das relações sociais. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente o papel ideológico da escola nas sociedades capitalistas:
A escola combate a ideologia dominante, estimulando a emancipação individual e a crítica constante ao sistema capitalista vigente.
A escola forma indivíduos neutros ideologicamente, assegurando a imparcialidade do saber e a ausência de valores de classe.
A escola promove a igualdade real entre as classes, eliminando as diferenças sociais por meio da difusão universal do conhecimento.
A escola é um espaço autônomo e livre de interferências políticas, cuja função é apenas transmitir conteúdos científicos e técnicos.
A escola reproduz a ideologia dominante ao formar sujeitos obedientes à ordem social existente e dispostos a ocupar seus papéis na estrutura de classes.
A ética e o poder político são conceitos amplamente debatidos nas ciências sociais. Sobre a relação entre ética e política, marque a alternativa correta:
A política é regida exclusivamente por interesses éticos universais.
A ética busca orientar a prática política a partir de valores como justiça e igualdade.
A ética é incompatível com o exercício do poder político em sociedades modernas.
A relação entre ética e política é irrelevante para os estudos sociológicos contemporâneos.
Considere a hipótese de um prefeito municipal que, diante de índices altos de criminalidade em sua cidade, encaminha à Câmara Municipal projeto de lei prevendo a aplicação de pena de multa a usuários de drogas em via pública e a criação de uma polícia militar municipal.
A partir das características do federalismo no Brasil em matéria de segurança pública, é correto afirmar que:
ambas as proposições são constitucionais e corretas, visto que a segurança pública é dever de todos os entes federados;
somente a proposta de imposição de pena de multa a usuários de drogas em via pública pode ser aprovada, pois a competência para legislar sobre direito penal é concorrente;
somente a proposta de criação de uma polícia militar municipal é constitucional, considerando a posição assumida pelo Supremo Tribunal Federal sobre a matéria;
a imposição de pena de multa a usuários de drogas em via pública é possível, desde que a lei municipal preveja um procedimento com direito à ampla defesa e ao contraditório;
ambas as propostas violam os princípios e regras sobre o federalismo brasileiro em segurança pública e não podem ser aprovadas.


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Leia o trecho a seguir.
O Estado é uma ilusão bem fundamentada, uma realidade que existe essencialmente porque acreditamos que ela existe. Esta realidade ilusória, mas validada coletivamente por meio do consenso, é o lugar para o qual somos remetidos quando recuamos em vários fenômenos, como títulos acadêmicos, títulos profissionais ou o calendário. Recuando cada vez mais, chegamos a um ponto que é a origem de tudo isso. Esta realidade misteriosa existe por seus efeitos e pela crença coletiva em sua existência, que é o princípio desses efeitos. Não se pode tocá-la com as mãos ou tratá-la da maneira que um agente da tradição marxista faria, dizendo: "O Estado faz isso", "O Estado faz aquilo". Poderia citar quilômetros de textos nos quais a palavra "Estado" aparece como sujeito das ações. Trata-se de uma ficção perigosa que nos impede de pensar o Estado. Portanto, como advertência, eu diria: cuidado, todas as frases que têm o Estado como sujeito são frases teológicas, o que não significa que sejam falsas, pois o Estado é uma entidade teológica, ou seja, uma entidade que existe devido à crença.
Adaptado de: BOURDIEU, Pierre. Sobre el Estado. Cursos en el Collège de France (1989-1992). Barcelona: Anagrama, 2014, pp. 15-16.
Com base na leitura do trecho, analise as afirmativas a seguir e assinale a (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O autor descreve o Estado como uma realidade fictícia, sustentada por ideias preconcebidas e construídas socialmente, cuja existência é validada coletivamente pela crença das pessoas.
( ) O autor afirma que a materialidade do Estado decorre de suas ações concretas como sujeito histórico, capaz de alterar dinâmicas sociais.
( ) O autor considera que as manifestações do Estado não têm fundamento sólido, sendo ele uma ficção e vez de uma realidade.
Assinale a afirmativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
V – V – F.
V – F – V.
F – F – V.
F – V – F.
V – V – V.
Aponta Raymundo Faoro, em sua obra seminal Os donos do poder, que:
De d. João I a Getúlio Vargas, numa viagem de seis séculos, uma estrutura político-social resistiu a todas as transformações fundamentais, aos desafios mais profundos, à travessia do oceano largo. O capitalismo politicamente orientado – o capitalismo político, ou o pré-capitalismo –, centro da aventura, da conquista e da colonização moldou a realidade estatal, sobrevivendo e incorporando na sobrevivência o capitalismo moderno, de índole industrial, racional na técnica e fundado na liberdade do indivíduo – liberdade de negociar, de contratar, de gerir a propriedade sob a garantia das instituições.
(Faoro, Raymundo. Os donos do poder. São Paulo: Companhia das Letras, 2021)
Uma tese central das análises de Raymundo Faoro sobre a formação do estado brasileiro consiste em defender que
os donos do poder lutaram, desde o Brasil colônia, contra a lógica patrimonialista europeia.
a história sociopolítica brasileira revela a relação indissociável entre o Estado e a Nação.
a herança neopositivista influenciou as instituições políticas brasileiras no período colonial.
os estamentos burocráticos das instituições políticas brasileiras distanciaram-se da nação.
o monetarismo herdado das instituições portuguesas organizou a formação do Estado brasileiro.
Leia o texto a seguir:
O Estado [...] é o instrumento que permite à classe dominante exercer sua dominação violenta sobre as classes dominadas. Para que haja o aparecimento do Estado, é necessário, pois, que exista antes divisão da sociedade em classe socais antagônicas, ligadas entre si por relação de exploração. [...]. A que necessidade responderia desde então a existência de um Estado, uma vez que sua essência – a violência – é imanente à divisão da sociedade, [...]? Ele não seria senão o inútil órgão de uma função preenchida antes e alhures.
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado. Porto: Afrontamento, 1979, p. 197.
Acerca da abordagem apresentada por Pierre Clastres no texto, pode-se concluir que a relação entre poder e Estado deve ser um debate
etnocêntrico.
etnológico.
contextualizado.
generalizador.
técnico-inovador.
Ao discutir cenários e desafios para a Teoria do Estado, a autora indaga-se a respeito de “um novo tipo de Estado” e aponta aspectos, reproduzidos no trecho, nos quais o estar no mundo com o outro é a tônica (dilema unidade/pluralidade). Nesse contexto, é possível afirmar que a comunidade acadêmica e científica encontra, no momento contemporâneo, fatores
favoráveis à internacionalização por meio da vitalidade da sociedade civil, que participa ativamente da construção do conhecimento de forma solidária, ainda que tais produtos não observem o método científico.
desfavoráveis à internacionalização, uma vez que o associativismo é tendencialmente nacionalista e produtor de forte isolamento entre os agentes da comunidade científica e acadêmica.
desfavoráveis à internacionalização por meio da positivação de novos direitos, que acabam por dificultar as atividades de ciência e tecnologia e, consequentemente, as atividades de cooperação.
desfavoráveis à internacionalização, uma vez que uma sociedade civil ativa, ainda que solidária, tende ao exercício de uma solidariedade entre iguais, o que privilegia os âmbitos local ou nacional, em detrimento do internacional.
favoráveis à internacionalização por meio do associativismo, que deve levar em consideração a autorresponsabilidade na condução das atividades de cooperação.
A compreensão precisa do conceito de soberania é um pré-requisito essencial para a apreensão do fenômeno estatal, uma vez que a existência de um Estado verdadeiramente eficaz está intrinsecamente ligada à presença da soberania.
Em relação à noção de soberania, é correto afirmar que
envolve um conceito aritmético, quantitativo e demográfico.
visa a contornar as impropriedades da realidade estatal.
reúne pessoas de várias origens que se estabelecem num determinado território e se organizam politicamente.
é bem sagrado e inalienável da comunidade onde o governo exerce sua autoridade sobre os cidadãos.
representa uma autoridade suprema que não pode ser restringida por qualquer outra forma de poder.


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