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Com relação a switches nível 2 e roteadores, é INCORRETO afirmar que:
atuam em diferentes camadas do modelo OSI;
Store-and-forward e Cut-Through são métodos possíveis de encaminhamento de pacotes por switches nível 2;
para funcionar adequadamente, roteadores têm que ser capazes de tratar o protocolo de rede em uso na comunicação entre origem e destino;
além dos switches nível 2, existem os de nível 3, que têm a mesma funcionalidade básica dos roteadores;
o encaminhamento de pacotes em ambos os equipamentos é decidido pelo endereço IP destino.
Ainda a respeito de protocolos utilizados na Internet, assinale a opção correta.
Na camada de sessão do modelo OSI da ISO, são definidos os protocolos Telnet, FTP e SMTP, freqüentemente utilizados e bastante difundidos na Internet.
O RIP é um protocolo de roteamento considerado eficiente, inclusive em redes com grande quantidade de nós e enlaces, em face de sua elevada escalabilidade e do adequado tratamento das variações de tráfego ao longo dos enlaces.
Uma extensão do protocolo IP, conhecida como mobile IP, foi projetada para permitir mobilidade na Internet. Algumas das desvantagens do mobile IP, na sua versão original, estão relacionadas ao tratamento da segurança e da qualidade de serviço, aspectos que não foram melhorados no IP, versão 6.
O uso do DHCP (dynamic host configuration protocol) simplifica a instalação e a manutenção de computadores em rede. Se um novo computador é conectado a uma rede existente, o DHCP provê ao mesmo as informações necessárias a sua integração, como o nome de domínio e endereços do servidor DNS, do roteador default e da máscara de sub-rede.
Uma das principais motivações para se ter meios compartilhados usando-se protocolos de múltiplo acesso entre nós de uma rede de computadores é a elevada quantidade de enlaces que seria necessária caso fossem providas conexões para cada par de nós. Nesse sentido, diversos protocolos e técnicas de acesso compartilhado ao meio têm sido propostas e utilizadas. A respeito de técnicas e protocolos de acesso compartilhado ao meio, assinale a opção incorreta.
Na multiplexação TDM (time division multiplexing), slots de tempo são alocados a canais. Essa alocação pode ocorrer com base em um padrão de repetição fixo, o que permite alocar-se banda de forma idêntica para cada um do usuários, porém mostra-se ineficiente para dados com padrão de tráfego em rajadas.
Nas redes locais usando o padrão IEEE 802.5 (voltado para redes do tipo token ring), emprega-se o mecanismo conhecido como binary exponential backoff para tratar colisões entre diferentes estações que tentem competir simultaneamente pelo acesso ao meio compartilhado, da mesma forma como ocorre nas redes Ethernet.
A técnica de alocação SDMA (space division multiple access) tem sido utilizada para alocar espaço geográfico e recursos de rede a usuários em uma rede wireless. Assim, em uma rede de comunicação móvel celular, considerando-se que um telefone móvel pode receber sinais oriundos de diferentes estações radiobase (ERB), um algoritmo de MAC pode decidir que ERB é a estação que melhor atende a cada usuário, com base no fato de que freqüências, slots de tempo ou códigos estão disponíveis, conforme o sistema de comunicação móvel utilizado.
Uma das melhorias do protocolo aloha clássico é conhecida como protocolo slotted aloha (ou aloha segmentado), que, entretanto, não oferece garantias de transmissão com sucesso, relacionadas ao atraso máximo no acesso ao meio throughput (vazão) mínimo.
Considerando o modelo OSI/ISO, o Frame Relay elimina todo o processamento da camada de rede do X.25, implementando algumas funcionalidades básicas da camada de enlace de dados, tais como a verificação de frames válidos. Outras funcionalidades, tais como verificação de seqüência de frames, o uso de frames de confirmações e supervisão, entre outras, não são duplicadas na rede Frame Relay. Isso permite um tráfego de frames em alta velocidade, com um atraso mínimo e uma utilização eficiente da largura de banda. O Frame Relay permite velocidades máximas de:
64 kbps.
256 kbps.
2 Mbps.
54 Mbps.
155 Mbps.
Uma rede de microcomputadores está configurada sob sistema operacional Linux por meio do IP 200.143.209.0/24. Conclui-se que a máscara que essa rede está empregando é:
255.255.224.0.
255.255.240.0.
255.255.255.0.
255.255.255.224.
255.255.255.240.
O servidor proxy SQUID utiliza, na sua forma padrão, a porta:
tcp/22
tcp/3128
udp/3396
tcp/8001
udp/5261
Uma rede local de computadores, cujos canais de comunicação possuem grande largura de banda, é caracterizada por apresentar um intenso congestionamento e uma elevada latência na transmissão de mensagens. Nesse cenário, a principal fonte de retardo é o atraso:
Velocidade.
Isolamento elétrico.
O cabo pode ser longo.
Alta taxa de transferência.
Dificilmente quebra.
Sobre o protocolo TCP/IP é correto afirmar que
no nível de rede do TCP/IP a técnica de transferência utilizada é o roteamento de pacotes, sendo estabelecido um circuito virtual entre o emissor e o receptor.
uma característica importante da arquitetura TCP/IP é prover a inteligência e o controle da rede, que é inteiramente feita pelo roteador, ficando quase nada em nível de terminal, pelo menos dentro da versão atual do protocolo IP (Ipv4).
o nível de sessão do TCP/IP fornece os meios necessários à organização e à sincronização do diálogo entre os clientes em comunicação.
o protocolo da camada de transporte, denominado TCP, utiliza um modo com conexão, ao contrário do UDP
Julgue as seguintes informações sobre o protocolo TCP.
Escolha a alternativa que indica a(s) afirmação(ões) CORRETA(S).
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Todas as afirmações.
Para a definição dos meios de transmissão a serem utilizados nas diferentes LANs, bem como na interconexão entre a matriz e as filiais, algumas opções podem ser consideradas, tais como fibras ópticas, cabos metálicos e meio sem fio. Comparando-se as duas primeiras opções, verifica-se que fibras ópticas apresentam reduzida imunidade a interferência eletromagnética e são, comumente, mais suscetíveis a atenuação que cabos metálicos.
No contexto da Internet, são IPs válidos de classe C:
146.200.153.29 e 191.50.49.123.
164.187.215.150 e 192.68.254.80.
255.255.255.224 e 255.255.255.240.
192.100.250.69 e 220.49.57.135.
200.59.256.98 e 224.209.100.67.
As redes Ethernet e Fast Ethernet diferem na seguinte característica:
tempo máximo de propagação do pacote em um segmento;
ocorrência de colisões em modo half-duplex;
uso de CSMA/CD;
tamanho mínimo e máximo do pacote;
possibilidade do uso de fibra ótica multimodo como meio de transmissão.
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Em redes comutadas por pacotes, segundo a recomendação X.25, é utilizado o protocolo HDLC (high-level data link control). Considerando o quadro acima, que representa o formato desse protocolo, assinale a opção incorreta.
O campo FLAG é considerado prescindível em situações em que a BER (taxa de erros de bits) no enlace seja considerada baixa. Seu preenchimento, quando ocorre, é feito com o emprego de um ou mais caracteres definidos pelo administrador da rede durante a sua configuração.
No campo ENDEREÇO, são utilizados 8 ou mais bits, diferentemente do endereçamento que ocorre em redes embasadas no protocolo IP, embora as duas formas de endereçamento sejam aplicadas em redes comutadas por pacotes.
O campo CONTROLE serve, entre outras finalidades, para realizar a função de controle de fluxo, implementada pelo uso de técnicas do tipo ARQ (automatic repeat request), tais como stop-and-wait (pára-e-espera), retransmissão seletiva e go-back N.
A verificação de erros no pacote é feita por meio do campo FCS (frame checking sequence).
Sobre o problema da QoS (Qualidade de Serviço) nas redes de computadores, podemos afirmar, corretamente, que
o protocolo DiffServ provê QoS em redes IP estabelecendo um caminho entre o emissor e o receptor reservando recursos em todos os roteadores por onde passa o fluxo de dados.
o protocolo IntServ permite a garantia de QoS em redes IP e os pacotes que entram em uma rede IntServ são classificados e marcados de forma que, em cada roteador, eles sejam colocados em filas com diferentes prioridades de processamento e encaminhamento.
aplicações VoIP são aplicações sensíveis a parâmetros de QoS como atraso e jitter, no entanto, tolerante no que diz respeito a perdas.
o protocolo RTP, utilizado como base para o SIP e H.323, provê funções de transporte fim-a-fim para aplicações transmitindo dados em tempo real, reservando recursos e garantindo QoS
Sobre os principais padrões para videoconferência é correto afirmar que
o H.323 é amplamente utilizado pelo sistema de telefonia visual baseado em terminais funcionando com RDSI.
o H.320 é amplamente utilizado pelo sistema de comunicação multimídia baseados em pacote (Internet).
na arquitetura de rede do H.323, são funcionalidades do Gatekeeper: o registro dos usuários, a conversão de endereços simbólicos em endereços IP ou IPX, o controle de admissão e o controle de chamadas das estações registradas.
o H.323 proporciona interoperabilidade através de normas para áudio, como os codecs H.261 e H.263, e para vídeo como os codecs: G.711 e G722.
Em uma rede de computadores baseada em TCP/IP, ao se enviar um pedido de eco (ICMP echo request) a um computador que está a uma quantidade de saltos (hop) maior do que o valor TTL especificado, a resposta ICMP será:
O protocolo de roteamento RIP utiliza, para determinar a melhor rota para um dado destino, a seguinte métrica:
largura de banda disponível;
atraso no envio de pacotes, medido da origem até o destino;
TTL ("time-to-live") dos pacotes recebidos do destino;
número de saltos ("hops") até o destino;
percentual de utilização da largura de banda.