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Uma equipe de Engenharia de Computação está projetando uma blockchain privada para rastreamento da cadeia de suprimentos, onde as partes envolvidas como fornecedores e fabricantes já são confiáveis e conhecidas em ambiente permissionado. O objetivo é garantir a imutabilidade do registro de transações, mas minimizando o consumo excessivo de energia elétrica.
Assinale a opção que identifica o mecanismo de consenso que seria mais eficiente em termos de energia para validar transações em uma blockchain permissionada, em comparação com o Proof-of-Work (PoW).
Hashing simples (SHA-256)
Merkle Tree Validation
Proof-of-Authority (PoA)
Criptografia Assimétrica
Mining por Força Bruta
Na Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP), compete à autoridade de registro (AR) emitir, assinar e revogar certificados digitais, cabendo à autoridade certificadora (AC) apenas receber e encaminhar as solicitações dos usuários.
Certo
Errado
De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a portabilidade de dados pessoais é um direito do titular, exercido mediante requisição, observadas as normas da autoridade nacional e os segredos comercial e industrial. Analise as afirmativas a seguir:
I.O titular tem direito à portabilidade de seus dados pessoais a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa.
II.A portabilidade implica que o novo controlador poderá tratar os dados para qualquer finalidade, independentemente da base legal aplicável.
III.O direito à portabilidade deve ser exercido de modo a preservar segredos comerciais e industriais do controlador.
É correto o que se afirma em:
I, II e III.
I e II, apenas.
III, apenas.
II, apenas.
I e III, apenas.
Um provedor de conexão à Internet, alegando custos operacionais elevados, contrata uma empresa terceirizada para armazenar e gerenciar os registros de conexão de seus usuários, transferindo formalmente a responsabilidade legal pela integridade e disponibilidade desses dados para essa contratada. O trecho do Marco Civil da Internet que proíbe essa conduta é:
Os registros de acesso devem ser mantidos pelo provedor de aplicações por período mínimo de seis meses.
O provedor de conexão deve garantir a confidencialidade dos dados pessoais dos usuários.
A neutralidade de rede deve ser observada em toda a infraestrutura de telecomunicações.
A responsabilidade pela manutenção dos registros de conexão não poderá ser transferida a terceiros.
A autoridade policial pode requisitar dados cadastrais sem autorização judicial em casos de urgência.
A Lei Federal nº 14.129, de 29 de março de 2021, dispõe sobre princípios, regras e instrumentos para o Governo Digital e para o aumento da eficiência pública. Sobre o conteúdo da referida lei, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A Lei Federal nº 14.129/2021 estabelece que os serviços públicos digitais devem observar os princípios da desburocratização, modernização, fortalecimento da participação social e aumento da qualidade dos serviços prestados ao cidadão.
(__)A Lei Federal nº 14.129/2021 determina que a identificação do cidadão para acesso a serviços digitais se fará preferencialmente por meio de assinatura digitalizada, por ser o método de maior segurança jurídica reconhecida.
(__)A Lei Federal nº 14.129/2021 prevê que os dados do cidadão coletados por um órgão ou entidade pública poderão ser compartilhados com outros órgãos para prestação de serviços, observadas as finalidades específicas e a legislação de proteção de dados.
(__)A Lei Federal nº 14.129/2021 proíbe a criação de plataformas integradas de serviços digitais pelos entes federativos, reservando exclusivamente à União a competência para disponibilizar serviços públicos por meios eletrônicos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
V, V, F, F.
V, F, V, F.
F, F, V, V.
V, F, F, V.
F, V, F, V.
O Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Processos e Documentos do Poder Judiciário (MoReg-Jus) 22 edição, parte dos normativos da Plataforma Digital do Poder Judiciário — PDPJ-Br, estabelece diretrizes para o desenvolvimento e à manutenção de sistemas judiciais. Dentre 05 princípios & diretrizes, o MoReg-Jus
permite a contratação de sistemas privados para a gestão de processos judiciais, visando a independência tecnológica dos tribunais.
considera a interoperabilidade entre diferentes sistemas judiciais como um requisito secundário, priorizando sistemas federais.
prioriza a utilização de sistemas desenvolvidos extermamente, sendo que a necessidade de colaboração entre os tribunais é opcional.
estabelece critérios para a segurança dos dados processuais priorizando os sistemas de justiça no âmbito federal.
enfatiza a importância da colaboração entre os tribunais para o desenvolvimento de sistemas públicos e gratuitos, garanlindo a interoperabilidade e a segurança dos dados processuais.
Os contratos de transferência de tecnologia devem ser registrados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que deve proferir sua decisão no prazo de sessenta dias, contados da data do pedido do registro.
Certo
Errado
Joana estava acessando algumas páginas na Internet e recebia a mensagem com problemas por falta de verificação de certificado. Ela sabe que, para evitar um gargalo no acesso a certificados, não existe uma única raiz, e sim várias raízes com suas autoridades de registro e autoridades certificadoras. Contudo, Joana identificou que seu problema consistia no não carregamento, efetuado por padrão, das chaves públicas das raízes principais em seu navegador.
Para resolver o problema, Joana, corretamente, fez uma recarga manual:
da corrente de confiança;
do caminho de certificação;
da lista de certificados revogados;
nos dados de autoridades regionais;
da âncora de confiança.
A Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) é uma cadeia hierárquica de confiança que viabiliza a emissão de assinatura eletrônica qualificada à sociedade, tanto para o cidadão quanto para as empresas.
Uma Autoridade de Registro (AR) é um ente da ICP-Brasil responsável
pela interface entre o solicitante da emissão ou revogação de certificados digitais e a autoridade certificadora.
por fornecer o carimbo do tempo e associá-lo a uma assinatura digital.
por garantir que a identificação biométrica do requerente de um certificado digital possua característica perene e unívoca.
por verificar se o titular do certificado possui a chave privada que corresponde à chave pública que faz parte do certificado.
por emitir a lista de certificados revogados e de fiscalizar e auditar as autoridades certificadoras.
A portaria CNJ nº 253/2020 institui os critérios e diretrizes técnicas para o processo de desenvolvimento de módulos e serviços na Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro – PDPJBr. De acordo com o Art. 5º, os serviços e aplicações integrados à Plataforma serão classificados de acordo com os conceitos definidos abaixo, exceto :
serviços estruturantes: serviços que implementam as funcionalidades essenciais básicas para um sistema de processo judicial de tramitação eletrônica, bem como àqueles serviços necessários à integração, à coreografia e à interoperabilidade entre os serviços e soluções que compõe a Plataforma
serviços de contratação de agentes externos: serviços que fazem interface com agentes externos aos serviços e/ou aplicações de Poder Judiciário, como o sistema público de leilão on - line, o sistema de envio de correio eletrônico de correspondências pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (eCARTA)
serviços negociais: serviços que implementam necessidade de negócio relevante para a tramitação de processo judicial eletrônico e sistemas judiciais, tais como distribuição de processos, controle de custas, comunicação de atos, controle de agendamento de audiências, central de mandados, dentre outros
soluções e aplicações da comunidade externa ao judiciário: serviços desenvolvidos por entes externos ao judiciário voltados a atender às suas necessidades, adotando padrões de API que se integrem à PDPJ -Br mediante chancela do Poder Judiciário
O componente que faz a interface entre o titular do certificado digital e a autoridade certificadora é a autoridade de registro (AR).
Certo
Errado
A autoridade de registro, além de ser a emissora de certificados e listas de revogação de certificados, é um componente obrigatório nas PKI e está associada ao registro das autoridades certificadoras.
Certo
Errado
Uma autoridade registradora (AR), subordinada à hierarquia da ICP-Brasil, é responsável por emitir, distribuir, renovar, revogar e gerenciar certificados digitais, bem como por verificar se o titular do certificado possui a chave privada que corresponde à chave pública que faz parte do certificado digital.
Certo
Errado
Para que uma entidade A use uma infra-estrutura de chaves públicas (PKI) de modo a se comunicar, solicita um certificado digital à autoridade registradora (RA), que confirma a identidade de A. Uma vez confirmada a identidade, o certificado é criado e assinado pela autoridade certificadora (CA). Se B receber o certificado de A, deve avaliar se confia na CA que assinou o certificado de A, em caso afirmativo, pode obter a chave privada de A a partir do certificado recebido.