

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O conceito de Terapia Ocupacional modificou-se ao longo dos anos, de acordo com a percepção acerca do objeto da profissão. Atualmente, a Associação Americana de Terapia Ocupacional (AOTA) concebe qual definição para o termo Terapia Ocupacional?
É a capacitação, reabilitação e promoção da saúde e bem-estar de clientes com necessidades, relacionadas ou não, com incapacidade.
Utilização terapêutica de ocupações da vida cotidiana com pessoas, grupos ou populações (clientes) com o objetivo de reforçar ou possibilitar a participação.
Desempenho de ocupações como resultado da escolha, motivação e significado dentro de um contexto de suporte, incluindo fatores ambientais e pessoais.
Uso de atividades diárias que as pessoas realizam como indivíduos, em famílias e em comunidades para preencher tempo e dar sentido à vida, incluindo as que precisam, querem e se espera que façam.
O conceito de América Latina é de origem francesa, da expressão “Amérique latine”, utilizada por intelectuais franceses para designar o imperialismo no México, sob domínio de Napoleão III, na década de 1860 (BETHELL, L, p. 289-321, 2009).
Referente à história da Terapia Ocupacional (TO) na América Latina, assinale a alternativa CORRETA que identifica entre 1950 e 1970 as primeiras instituições com programas de formação profissional em (TO).
Hospital Infantil da Colômbia, em 1966.
Instituto Venezolano de los Seguros Sociales - Escuela Nacional de Rehabilitación da Venezuela, em 1959.
Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, Brasil, em 1948.
Scuela Nacional de Terapia Ocupacional – Universidad Nacional de San Martin no Chile, em 1959.
A reforma e a ampliação da clínica e das práticas de atenção integral à saúde têm, por meio do apoio matricial, um arranjo organizacional que favorece a produção de saúde. Os terapeutas ocupacionais podem atuar tanto nas equipes que solicitam o apoio matricial quanto nas que o oferecem. Sobre o apoio matricial em saúde mental, assinale a alternativa correta:
A prática do apoio matricial favorece a resolubilidade e a organização vertical ou hierárquica do sistema de saúde, com uma diferença de autoridade entre quem encaminha um caso e quem o recebe, havendo uma transferência de responsabilidade ao encaminhar.
O matriciamento deve proporcionar a retaguarda especializada da assistência, assim como um suporte técnico-pedagógico, um vínculo interpessoal e o apoio institucional no processo de construção coletiva de projetos terapêuticos junto à população.
O apoio matricial é semelhante ao atendimento realizado por um especialista dentro de uma unidade de atenção primária tradicional.
No apoio matricial, assim como em uma supervisão técnica, o matriciador não pode participar ativamente do projeto terapêutico, mas pode acompanhá-lo.
O apoio matricial favorece a comunicação entre dois ou mais níveis hierárquicos do sistema de saúde por meio de informes escritos, como pedidos de parecer e formulários de contra-referência, que por sua vez, oferecem uma boa resolubilidade sem a necessidade de organizar horários em comum para discussão entre as equipes da atenção básica e especializada.
O Enquadramento da Prática da terapia ocupacional – EPTO – foi originalmente desenvolvido para articular a perspectiva específica da terapia ocupacional e contribuir para a promoção da saúde e participação de pessoas, grupos e populações, através do envolvimento na ocupação.
Certo
Errado
Na história da humanidade, a atividade de brincar das crianças nem sempre foi incentivada. Atualmente é atribuída a essa atividade grande importância para o desenvolvimento saudável da criança física e mentalmente. Na análise da atividade de brincar, os componentes que fazem parte são, exceto:
sensorial
motor
cognitivo
educacional
A história da Terapia Ocupacional está inserida na evolução histórica do cuidado em saúde, tanto na área física, como na saúde mental. Analise as afirmativas a seguir, sobre o surgimento da Terapia Ocupacional como profissão e marque a alternativa correta.
O Tratamento Moral e a Segunda Guerra Mundial foram responsáveis pelo surgimento formal da Terapia Ocupacional.
Os primeiros trabalhos teóricos da Terapia Ocupacional foram indicados, especialmente, para terapeutas ocupacionais.
Os cursos e programas de Terapia Ocupacional eram conduzidos por terapeutas ocupacionais com formação específica para cada área.
A Terapia Ocupacional, como profissão, surgiu na segunda metade do século XX, resultando da compartimentalização do conhecimento e com consequente especialização do trabalho.
Tanto a Reforma Psiquiátrica no Brasil quanto as ações e as estratégias previstas na Política Nacional de Saúde Mental tiveram, ao longo do tempo, grande importância na transformação e no aprimoramento dos conceitos e práticas da Terapia Ocupacional em Saúde Mental. Sobre a Reforma Psiquiátrica Brasileira e a Política Nacional de Saúde Mental, assinale a alternativa correta:
A Política Nacional de Saúde Mental é uma ação do Governo Federal, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, que compreende as estratégias e as diretrizes adotadas pelo país para organizar a assistência às pessoas com necessidades de tratamento e de cuidados específicos em saúde mental, que incluem as pessoas com quadro de uso nocivo e de dependência de substâncias psicoativas, como álcool, cocaína, crack e outras drogas.
A Reforma Psiquiátrica, ao longo de seu desenvolvimento, passou a ser integrada às transformações ocorridas na área da saúde, a partir da constituição do Sistema Único de Saúde (SUS). Assim, foi estimulada a constituição de redes de atenção psicossocial que trabalhassem rumo à implantação de uma rede integrada de base comunitária, com ofertas complexas de atenção médico-social, sob a diretriz da reabilitação psicossocial.
Após o final da década de 70, a assistência psiquiátrica brasileira passou a ser realizada por meio de internações hospitalares como forma de tratamento para pessoas com transtornos mentais, com maior oferta de leitos, consolidando o novo modelo de assistência, em consonância com a Reforma Psiquiátrica.
Após a I Guerra Mundial, o modelo psiquiátrico clássico instituído por Pinel, que privilegiava o espaço asilar como local de intervenção na loucura, foi revisto e, assim, surgiram propostas e modelos novos, principalmente na América do Sul e nos Estados Unidos. Esses novos modelos serviram de referência para o movimento de Reforma Psiquiátrica no Brasil.
A partir de 1990, com a implantação progressiva do SUS, o processo de reestruturação da assistência psiquiátrica no Brasil foi desencadeado como uma política oficial de governo, e a substituição do modelo asilar pelo modelo hospitalocêntrico tornou as práticas mais coerentes com os propósitos reabilitadores.
O modelo da Ocupação Humana foi elaborado por
Gary Kielhofner, em 1980.
Gary Kielhofner, em 1995.
Mary Reilly, 1975.
Gary Kielhofner, em 1975.
"Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas - CAT). A Resolução 458/2015, dispõe sobre o uso da Tecnologia Assistiva pelo terapeuta ocupacional e dá outras providências. Em que ano surgiu esse termo Tecnologia Assistiva
1978.
1980.
1988.
1990.
Shimoguiri & Costa-Rosa (2017) relatam que a constituição da terapia ocupacional (TO) parte de bases históricas, culturais, econômicas, éticas, políticas e conceituais, se definem enquanto profissão nas circunstâncias do retorno à filosofia do tratamento moral, com a primeira técnica registrada em 1917, objetivando:
A disciplina e o isolamento, exigindo uma organização espacial específica, assim como pessoas que cumprissem o papel da vigilância.
A assistência aos doentes mentais, trazendo ao sujeito acometido de alienação mental a melhora das alterações morais e passionais.
Socorrer os indivíduos que careciam de tratamento por causa de alienação mental, com o isolamento em colônias ou em hospícios nacionais.
Dar cientificidade e retirar a loucura do campo da religião e da metafísica, propondo, assim, a possibilidade de um tratamento com fundamento no avanço da ciência.
A ocupação de pacientes institucionalizados, tanto da área mental quanto na área física com o propósito de promover o seu retorno à sociedade e, ainda, suprir os custos das internações, com a produção e a comercialização de produtos artesanais e agrícolas.
Após a II Guerra Mundial, o modelo psiquiátrico clássico idealizado por Pinel, que privilegiava o espaço asilar como local de intervenção na loucura foi revisto e, com isso, surgiram propostas e modelos novos, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. Esse processo, ao longo dos anos, foi sendo reconhecido e denominado Reforma Psiquiátrica, e posteriormente estendeu-se também para o Brasil. Dois pensadores e psiquiatras da época marcaram as iniciativas da Reforma Psiquiátrica e do advento da Terapia Ocupacional no Brasil, sendo eles:
Philippe Pinel e Carl Gustav Jung.
Ulysses Pernambucano e Philippe Pinel.
Nise da Silveira e Ulysses Pernambucano.
Nise da Silveira e Philippe Pinel.
A Reforma Psiquiátrica e a Luta Antimanicomial evidenciaram a necessidade de investir em componentes econômicos, políticos e sociais para se pensar no processo de saúde-doença e buscar formas melhores de cuidado e assistência. Assim, a Reforma Psiquiátrica sugeriu um novo olhar sobre as pessoas em sofrimento psíquico, oferecendo a estas um tratamento em parceria com o meio social, buscando reintegrá-las na comunidade, nos espaços públicos e no convívio de seus familiares e amigos.
A indicação para a internação ocorre quando:
Existe persistência do diagnóstico e mais de 3 consultas com o psiquiatra não solucionaram a soliloquia do paciente. No caso das psicoses, a internação deve ocorrer após as 3 tentativas de consulta sem resolutividade da persecutoriedade do paciente.
O paciente apresentar muitas faltas no CAPS e ter perdido a vaga, bem como os colegas da comunidade alegarem que o paciente fala sozinho pela rua.
Há riscos potenciais quanto à integridade física para a pessoa em sofrimento e para o seu ciclo social mais próximo. Além disso, espera-se que a internação ocorra, como já destacado, após se esgotarem os recursos comunitários, ou seja, quando outros serviços falharem na tarefa de melhora da pessoa.
Não há riscos potenciais quanto à integridade física para a pessoa em sofrimento e para o seu ciclo social mais próximo. Porém, familiares se encontram em sofrimento psíquico devido ao diagnóstico do paciente.
O uso do conceito de “cotidiano” em terapia ocupacional ocorreu nos anos 1990, a partir de estudos filosóficos e sociológicos, tendo como referência Agnes Heller, cuja importante contribuição foi:
relacionar a organização subjetiva e os processos de adoecimento
colocar o indivíduo, em sua vida cotidiana, no centro das reflexões
articular os recursos do território e as necessidades do indivíduo
redefinir os ideais ocupacionais na terapia ocupacional
Principalmente a partir da década de 1980, deu-se o desenvolvimento e a especialização em Terapia Ocupacional Social, com origem em estudos e práticas desenvolvidas sobre processos de desinstitucionalização e de incentivo à participação e ao protagonismo social, por meio dos quais se tornou possível evidenciar um conjunto de contribuições significativas da profissão para a composição de ambientes pautados por ações potencializadoras do empoderamento pessoal e social. O conceito de empoderamento pessoal e social, no contexto da Terapia Ocupacional Social, é descrito corretamente como
laços de solidariedade e sociabilidade entre pessoas, famílias, grupos e comunidades que estabelecem trocas afetivas, simbólicas, econômicas e culturais. Envolve o protagonismo e a participação social em espaços comunitários, possibilitando a construção e o fortalecimento de identidades individuais e coletivas, favorecendo o sentimento de pertencimento.
atuação, interação e envolvimento efetivo e organizado em ações cuja abrangência envolve a vida em sociedade e seus processos decisórios, podendo ter relação com a vida associativa ou sociocomunitária. Abarca ações que refletem a consciência do indivíduo acerca de sua posição em um dado contexto ou sistema social.
processo que envolve a aquisição de poder e busca integrar a construção de uma consciência crítica à ação. Expressa o desenvolvimento de capacidades reais de intervenção e transformação da realidade.
ação de pessoas, grupos e comunidades que se colocam como sujeitos principais da produção e da transformação das dinâmicas sociais, atuando para assegurar os seus direitos e para a resolução de problemas da sua comunidade, construindo estratégias de ação coletiva. Participação ativa e criativa na vida social, nos espaços comunitários de representação (como os conselhos) e de participação política.
possibilidade de transitar por uma rede social de apoio para a sustentação do cotidiano, construída a partir das relações com a família e outros grupos, como trabalho, escola e comunidade. Constitui relações de trocas e influências mútuas entre pessoas.
Um dos precursores da ergoterapia foi também um dos expoentes das teorias de que a personalidade, os antecedentes dos trabalhadores e suas dificuldades pessoais eram responsáveis pelos processos de desadaptação que provocavam as neuroses do trabalho. Qual era o seu nome?
Christophe Dejours.
François Tosquelles.
Louis Le Guillant.
Paul Sivadon.
Yves Clot.
A reforma psiquiátrica no Brasil está intrinsecamente relacionada às ações e pressupostos da Terapia Ocupacional em Saúde Mental, que sofreram modificações ao longo dos anos em conformidade com o desenvolvimento da Rede de Atenção em Saúde Mental. Sobre o contexto da reforma psiquiátrica brasileira, assinale a alternativa correta.
A lei que promoveu a reforma psiquiátrica, tem como diretriz principal a internação do paciente somente se o tratamento no hospital se mostrar eficaz. Em substituição aos hospitais psiquiátricos, o Ministério da Saúde determinou, em 1962, a criação dos Centros de Atenção Psicossocial em todo o país, caracterizados como espaços para o acolhimento de pacientes com transtornos mentais, em tratamento hospitalar.
A reforma psiquiátrica no Brasil teve como fonte inspiradora as ideias e práticas do psiquiatra Franco Basaglia, que revolucionou, a partir da década de 1960, as abordagens e terapias no tratamento de pessoas com transtornos mentais nas cidades italianas.
Crítico da psiquiatria tradicional e da forma como operavam os hospícios, o médico Basaglia revolucionou o tratamento psiquiátrico, desenvolvendo uma abordagem de reinserção territorial e cultural do paciente na comunidade à base de tratamento medicamentoso e vigilância ininterrupta; ao invés de isolamento, choques elétricos e camisas de força.
Em 1960, na Divisão Nacional de Saúde Mental (Dinsam), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, profissionais denunciaram as condições de profunda degradação humana em que operava a maioria dos hospitais psiquiátricos no Brasil. Apesar das denúncias ocorrerem em pleno regime militar, a crise não levou à demissão da maioria dos denunciantes, que por sua vez tornaram-se mais fortalecidos em suas reivindicações.
O projeto de reforma psiquiátrica foi apresentado em 1962 pelo então deputado Paulo Delgado, e, após apenas dois anos, o texto foi aprovado e sancionado, instituindo a Lei nº 10.216, que ficou conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, Lei Antimanicomial e Lei Paulo Delgado.
Baseado na evolução histórica do conceito do brincar na Terapia Ocupacional junto à clientela infantil, assinale a alternativa incorreta.
O brincar na terapia ocupacional objetiva distrair a criança doente e assegurar seu bem estar psicológico.
O brincar tem por função atenuar na criança hospitalizada o traumatismo associado à separação do meio familiar.
Durante um atendimento no qual a criança brinca livremente, é observado a relação que ela tem com os outros, habilidades e certos traços da personalidade.
Segundo as primeiras publicações referente ao assunto, o brincar na terapia ocupacional objetiva somente distrair a criança doente.
A infância e a adolescência foram historicamente construídas, de forma que, até o século XVIII, não havia nenhum comprometimento em termos de direitos e políticas públicas de assistência a essa população (Ayres, 2004), e muito menos com aqueles que apresentavam sofrimento psíquico. No cenário brasileiro, foi no século _______ que passaram a vigorar novas formas de entender a criança e o adolescente, assim como o cuidado ofertado aos mesmos; porém, ainda em uma perspectiva _____________.
XX – assistencialista
XXI – de controle social
XIX – assistencialista
XX – paternalista
XIX – de controle social
A Reforma Psiquiátrica constitui-se como um movimento mundial de lutas por transformações nas práticas de atenção ao sofrimento psíquico, contrapondo-se ao modelo asilar. A experiência que mais marcou o processo de Reforma Psiquiátrica, na Itália, se deu:
com Franco Baságlia, em Trieste, quando foram fechados os pavilhões e enfermarias psiquiátricas e criados outros serviços e dispositivos substitutivos
com François Tosquelles, a partir de ferramentas de intervenção como a escuta, a noção de acolhimento do diagnóstico médico nosológico e o tratamento centrado no sintoma
por volta da virada do século 20, quando a Reforma passou a se orientar pela crítica à insuficiência do asilo e a produzir colônias agrícolas, porque o trabalho era considerado terapêutico, no modelo Pineliano
pela Revolução Italiana e seus ideais revolucionários de igualdade, liberdade e fraternidade, que democratizaram todos os espaços sociais, libertando inúmeros internos e criando novas instituições assistenciais
Os processos de desinstitucionalização da pessoa com deficiência estão relacionados à evolução do conceito de deficiência ao longo do tempo e aos fatos que marcaram mudanças nas políticas de atenção e direitos das pessoas com deficiência, possibilitando o estabelecimento de diretrizes para as áreas da saúde, educação, emprego e renda, seguridade social, legislação e orientações na elaboração de políticas públicas. Após ter declarado o ano de 1981 como Ano Internacional da Pessoa Deficiente, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, em 1982, o Programa de Ação Mundial para Pessoas com Deficiência. E a Organização dos Estados Americanos editou a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência, em 1999, a qual foi promulgada, no Brasil, pelo Decreto nº 3.956/01, também conhecida como:
Convenção da Guatemala.
Declaração de Washington.
Declaração de Salamanca.
Classificação Internacional de Incapacidade, Funcionalidade e Saúde.
Convenção de Caracas.