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A raiva humana é uma doença grave e fatal. Quase 100% dos doentes vão a óbito. As medidas de prevenção incluem
limpeza da região ferida por agressão de animal suspeito, devendo-se inicialmente utilizar antissépticos e, posteriormente, lavar a região com água e solução salina.
a indicação da profilaxia da raiva humana (vacinação), sistematicamente, para todos os casos de agressão por animais domésticos e silvestres, mesmo quando domiciliados e domesticados
o procedimento de sorovacinação quando os agressores são morcegos hematófagos ou qualquer outra espécie de animal, independentemente do tempo decorrido e da gravidade da lesão. Em caso de reexposição, seguir as orientações específicas, conforme cada caso.
a observação do animal agressor suspeito (cão ou gato). Se, durante o período de observação, o animal morrer ou desenvolver sintomatologia compatível com a raiva, amostras do seu sistema nervoso central deverão ser enviadas para o laboratório de diagnóstico
De acordo com as diretrizes de práticas de eutanásia do CONCEA , após o procedimento específico de eutanásia para uma dada espécie, é imperativo
o descarte imediato dos animais para evitar a proliferação de parasitas e microorganismos na sala de procedimento de eutanásia.
a checagem de apnéia, de ausência de batimentos cardíacos (assistolia), de ausência de pulsação, mucosas pálidas e da perda do reflexo corneal.
a lavagem dos animais antes do descarte a fim de minimizar a proliferação de parasitas e microrganismos na sala de procedimentos de eutanásia.
a constatação de que os animais encontrem-se inconscientes para proceder-se com o seu descarte.
A eutanásia de animais deve ser realizada nas condições abaixo, EXCETO:
Em um ambiente silencioso.
De forma lenta.
Em um local longe de outros animais.
Em um ambiente limpo.
Ao avaliar o hemograma de um cão com diagnóstico de insuficiência renal crônica, foi encontrada anemia:
regenerativa, normocítica e normocrômica
arregenerativa, microcítica e normocrômica
regenerativa, normocítica e hipocrômica
arregenerativa, normocítica e normocrômica
As afecções estrangulantes que acometem o intestino delgado causam um dos maiores percentuais de mortalidade por desconforto abdominal agudo no cavalo. Cerca de 70% dos animais acometidos podem morrer mesmo quando submetidos ao tratamento cirúrgico em virtude das graves consequências cardiovasculares, neurogênicas e toxêmicas.
Esse quadro pode ocorrer por patologias com exceção:
Intussuscepção do íleo próximo à válvula ileocecal.
Mamite ou mastite é uma doença que afeta as glândulas mamárias do animal. Problemas no modo como a ordenha é feita e a falta de higiene do ambiente em que a vaca fica são os principais facilitadores para que o rebanho se contamine. A mastite pode ser causada principalmente por:
bactérias dos gêneros Estreptococos e Estafilococos, e por coliformes.
bactéria Brucella abortus.
bactéria Mycobacterium bovis.
vírus Picornaviridae aphthovirus.
parasitas Babesia divergens, Babesia bigemina ou Babesia bovis.
Atualmente, Hospitais Veterinários e mesmo Clínicas Veterinárias apresentam um elevado número de atendimentos a cães e gatos em função de traumas por acidentes de automóvel. Nestes casos, pode haver comprometimento das funções fisiológicas, imunológicas e metabólicas.
No caso específico de uma fratura com perda de sangue, acompanhando a evolução clínica do processo traumático por intermédio do eritrograma, o que se pode esperar ao analisar a série vermelha?
Alteração para mais nos polimorfos nucleares.
Aumento na série vermelha e baixa na série branca.
Não há correlação entre o trauma e a série vermelha pré-existente.
Com relação a monitoração e tratamento complicações cardiovasculares durante a anestesia geral, analise as afirmativas a seguir:
I. A bradicardia (definida como frequência cardíaca <60 batimentos/minuto em cães e <100 batimentos/minuto em felinos), caso esteja associada à hipotensão, deve ser tratada durante a anestesia;
II. O manguito de pressão não invasiva com largura maior que 50% da circunferência do membro superestima o valor de pressão arterial real;
III. A persistência de taquicardia (frequência cardíaca > 180 batimentos/minuto) e hipotensão severa (pressão arterial sistólica <70 mmHg) após a expansão volêmica agressiva em cães deve ser tratada com um vasopressor (norepinefrina);
IV. Em cães, valores de frequência cardíaca acima de 140 batimentos/minuto e de pressão arterial média acima de 100 mmHg durante a anestesia sugerem plano superficial de anestesia e/ou dor.
Com base nas afirmativas acima, marque a opção CORRETA.
Somente as afirmativas I, III e IV são corretas.
Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
Somente as afirmativas I e IV são corretas.
Somente as afirmativas I, II e IV são corretas.
Somente as afirmativas II e III são corretas.
O tétano é uma doença toxi-infecciosa anaeróbia grave que acomete os mamíferos. É causada por uma neurotoxina produzida pelo Clostridium tetani. É caracterizada pela rigidez muscular, morte e parada respiratória ou convulsões. Ocorre variação de suscetibilidade entre as espécies sendo os equinos os mais comprometidos.
Sobre o tétano, é correto afirmar:
O diagnóstico é realizado somente pelos achados macroscópicos e histológicos.
É uma bactéria anaeróbia, Gram-positiva, formadora de esporos, sendo comumente encontrada no solo e no trato digestório de herbívoros.
A morte ocorre em 30 dias após as primeiras manifestações clínicas pulmonares por conta da asfixia, falta de alimentação e água.
Nos estágios finais da doença deve-se diferenciar exclusivamente de envenenamento e laminite.
Os sinais mais facilmente detectáveis e característicos são o vômito e histórico de lesão ou cirurgia há mais de 20 dias.
Leia atentamente o texto e assinale a alternativa correta:
O ponto-chave para o sucesso do tratamento da lipidose hepática em felinos é a instituição precoce do manejo nutricional. O adequado aporte nutricional deve ser iniciado à ocasião da primeira avaliação clínica, e o objetivo é de reverter o balanço energético negativo e o estado de catabolismo, que tipicamente ocorre em felinos com lipidose hepática.
(Adaptado de: VALTOLINA, C., FAVIER, R. P. Feline Hepatic Lipidosis. Veterinary Clinical of North America: Small Animal Practice, v.47, p. 683 – 702, 2017)
Pacientes felinos com lipidose hepática devem receber dieta restrita em proteínas.
Pacientes felinos com lipidose hepática devem receber dieta com altos teores de carboidrato, moderado teor de lipídios e baixos teores de proteína.
Pacientes felinos com lipidose hepática devem receber dieta com altos teores de carboidrato, moderado teor de proteínas e baixos teores de lipídios.
A alimentação forçada não é uma recomendação terapêutica adequada em gatos com lipidose hepática devido ao risco de desenvolvimento de aversão à dieta e à dificuldade em atender ao requerimento energético necessário com o volume frequentemente fornecido.
A via parenteral é sempre preferível à via enteral, uma vez que pacientes felinos com lipidose hepática apresentam episódios eméticos persistentes.