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O uso de tecnologias contemporâneas possibilita a professores e alunos desenvolverem sua capacidade de pensar, fazer e ensinar arte em uma via contemporânea. Desse modo, pode-se afirmar que

I. o ensino de arte, nos dias de hoje, não pode abster-se do uso de tecnologias contemporâneas quer seja na produção artística, quer seja nos estudos de arte.

II. a padronização de materiais e atitudes qualifica o professor de arte interessado em estudar, criticar e tomar decisões de comandos nas aulas.

III. o uso de novas tecnologias na escola deve ser restrito às aulas de informática.

IV. a arte enquanto área de conhecimento é também uma construção humana que envolve relações com os contextos cultural, socioeconômico, histórico e político.

V. o professor de arte, em qualquer nível de ensino, deve ser, primeiramente, pessoa inserida no contexto artístico para se nutrir de experiências estéticas em sua vida cotidiana.

Está correto o que se afirma APENAS em


A

I, II e V.


B

I,IV e V.


C

II e III.


D

II e IV.


E

III, IV e V.

O papel do professor é importante para que os alunos aprendam a fazer arte e a gostar dela ao longo da vida. Tal gosto por aprender nasce também da qualidade da mediação que os professores realizam entre os aprendizes e a arte. Tal ação envolve aspectos:


A

compatíveis com regras e propostas entre professor e aluno e a todas as relações.


B

determinados pela sensibilidade artística entre os múltiplos caminhos viáveis.


C
inicialmente egocêntricos no aluno, cedendo lugar à comunicação entre quem faz.

D

específicos de conhecimento do ser humano que se articulam no ambiente escolar.


E

cognitivos e afetivos que passam pela relação professor/ aluno e aluno/ aluno.

Sobre o ensino de Arte na escola é correto afirmar:


I. o professor pode ter seus próprios métodos;

II. para que o aluno aprenda é dispensável integrar os alunos no processo de aprendizagem;

III. o ponto de partida para o aluno entender a arte é a sua prática social.


Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):


A

I, apenas;


B

II, apenas;


C

III, apenas;


D

I e III, apenas;


E

II e III, apenas.

Aponte a alternativa que faz relação com a imagem abaixo na avaliação de artes visuais segundo os Parâmetros Curriculares de Arte do Ensino Fundamental de primeira fase volume 6.


Imagem associada para resolução da questão

http://www.google.com.br/imgres


A

Identificar alguns elementos da linguagem visual que se encontrem em múltiplas realidades;


B

Estabelecer relações com o trabalho de arte produzido por si e por outras pessoas sem discriminações estéticas, artísticas, étnicas e de gênero;


C

Reconhecer e apreciar vários trabalhos e objetos de arte por meio das próprias emoções, reflexões e conhecimentos;


D

Valorizar fontes de documentação, preservação e acervo da produção artística;


E

Criar formas artísticas demonstrando algum tipo de capacidade ou habilidade.

Em relação ao texto VI e às tendências do ensino da música nas escolas do Brasil, assinale a alternativa correta.


A

Acerca da formação específica do professor de música, tópico do veto no Art. 2.º, é sabido que os cursos de bacharelado e licenciatura é que legalmente formam o professor de música para atuar na Educação Básica.


B

O método Suzuki pode ser uma alternativa para a aula de música na escola, uma vez que utiliza a voz como instrumento principal de musicalização.


C

O método de Keith Swanwick para musicalização de bebês pode bem ser adaptado ao ensino de música na Educação Básica.


D

A Lei de que trata o texto VI tem sido amplamente discutida nos últimos Encontros Anuais da Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM).


E

A Lei n.º 11.769/2008, ao colocar a música no componente curricular obrigatório, apoia a abordagem polivalente da educação artística.

Sabe-se que as imagens são parte fundamental na alfabetização estética. Porém, a escolha de quais imagens vão ser levadas para a sala de aula muitas vezes é arbitrária. O professor decide quais imagens farão parte do repertório cultural de seus alunos. Essa afirmação problematiza


A

a tarefa do professor de evitar o trabalho com imagens divulgadas na mídia televisiva, por serem essas imagens de qualidade questionável e nocivas para o repertório cultural dos alunos.


B

o papel do professor no mundo contemporâneo como impulsionador do contato com as novas formas de produção de imagens, a fim de ampliar o conhecimento dos alunos sobre inovações científicas.


C

o fazer pedagógico do professor quanto a dar prioridade no trabalho com a leitura de imagens da história da arte e a releitura no fazer-artístico, por serem essas ações imprescindíveis para conhecer e contextualizar a linguagem da arte.


D

a tarefa do professor quanto a estar sempre em contato com a produção de imagens do seu tempo e atento às imagens consumidas por seus alunos, resgatando na cultura da imagem, o que é relevante para a formação do indivíduo.


E

a didática do professor quanto à seleção somente de obras de arte que sejam adequadas aos estágios da compreensão estética dos alunos, proposta por Maria Helena Rossi.

No artigo Tecnologias Contemporâneas e o ensino da arte, Lucia Gouvêa Pimentel diz: Imaginar as possibilidades artísticas via tecnologias contemporâneas é, também, estar presente no próprio tempo em que vivemos (in Barbosa, Ana Mae, org., 2002). Nesse sentido, é importante que o aluno tenha experiências com materiais diversos: câmera fotográfica digital; vídeo; scanner; computador; fotocópia; para que, conhecendo-os, possa pensar a Arte de forma mais abrangente. Na proposta curricular do Estado de São Paulo, as proposições pedagógicas que ofereçam a experimentação e a exploração de possibilidades com esses meios tecnológicos, podem ser pensadas como estudo no território de


A

materialidade.


B

forma-conteúdo.


C

patrimônio cultural.


D

saberes estéticos e culturais.


E

fazer-artístico.

O professor ao relacionar-se com a cultura infantil, procurando compreender sua dimensão estética e poética, deve sobretudo:

A
entender os processos lúdicos e a linguagem do faz de conta que sensibiliza as ações criativas na arte.

B

potencializar as vivências culturais que sempre interessam o crescimento do ser como indivíduo comprometido.


C

refletir sobre a sua prática pedagógica buscando estabelecer relações de pesquisa e experimentação de metodologias.


D

perceber as crianças como sujeitos ativos em seus processos de criação, autoria e construção de conhecimento.


E

acreditar que a escola, antes de ser sistematizadora dos conteúdos da criança, constitui-se em desestimuladora da criatividade.

Nas diversas linguagens artísticas, o desenvolvimento da compreensão estética é saber apreciar objetos de arte com a propriedade que é possível a cada momento conceitual dos alunos que compõem o público de apreciadores. Podemos, portanto, afirmar que:


A

a escolarização infantil depende de avaliação.


B

o fazer artístico está associado à apreciação.


C

o entendimentoemarte é limitado para crianças.


D

as linguagens artísticas devem estar ligadas.


E

as práticas escolares dominam o saber em arte.

Viola Spolin (2008) demonstra em sua obra grande preocupação com aspectos didáticos na condução do jogo. Em Jogos teatrais na sala de aula (2008), ela dá orientações aos coordenadores de oficina sobre como conduzir os trabalhos. Leia as sugestões de conduta abaixo.

I. Antes de cada oficina, o professor deve ler as instruções dos jogos selecionados para estar seguro de que entendeu o que deve acontecer.

II. É imprescindível dar um retorno ao jogador sobre sua atuação. Ao ter sua atuação aprovada pelo coordenador, o jogador se sentirá cada vez mais confiante.

III. O foco e a descrição dos jogos podem ser lidos em voz alta para os jogadores diretamente do livro.

IV. Trazer para a oficina uma ordem do dia ou plano que inclua de 5 a 10 jogos.

V. A competição é uma ótima estratégia para estimular aqueles jogadores menos envolvidos com o jogo.

São preocupações da autora as apresentadas APENAS em


A

II e V.


B

I, III e IV.


C

II e IV.


D

I, III e V.


E

III e IV.

O currículo de ensino de arte precisa ser concebido como um projeto em permanente transformação, no qual a visão de educação e o papel da escola são constantemente reorientados segundo:


A

as reflexões sobre a amplitude metodológica que envolve os hábitos escolares.


B
os avanços teóricos e práticos dos temas e das questões a ele conectados.

C

a organização do trabalho de educação escolar em arte, história e cultura.


D

a síntese dos componentes curriculares básicos que se inter-relacionam.


E

a avaliação dos processos educativos a ser pesquisados e concretizados.

Em "Travessias para fluxos desejantes do professor-propositor", as autoras Martins & Picosque propõem que os professores sejam propositores, façam suas escolhas, percorram seus próprios caminhos nos mapas dos territórios da arte e cultura. Essa proposta tem como referência conceitual a ideia de artista-propositor, concebida por


A

Pina Bausch.


B

Gilles Deleuze.


C

Ricardo Bausbaum.


D

Viola Spolin.


E

Lygia Clark.

O professor ao oferecer conteúdos que incluam elementos de diversas culturas estará promovendo a:


A

aquisição de conhecimento relativos a capacidade dos alunos dentro da escola.


B

visão crítica sobre questões estéticas e do cotidiano no tempo e no espaço.


C

ampliação dos horizontes em arte e ao aparecimento de talentos inatos.


D

sistematização da cultura infantil e a experimentação lúdica do fazer arte.


E

experimentação da atividade lúdica e imaginativa que sempre estão presentes.

Atualmente é possível acessar virtualmente museus, galerias de arte e sites de artistas e interagir com as obras nesses ambientes. Essa nova concepção da web indica que a internet é apropriada para elaborar projetos de arte e do ensino de Arte que não se definam numa imagem única e que estão abertos para a criação compartilhada. Segundo Tânia Callegaro, o ambiente da Internet pode promover um tipo de ensino de Arte mais próximo do movimento de hibridismo cultural, por meio de:


A

recursos como o chat, o e-mail, o fórum, as listas de discussão que possibilitam a aproximação e conexão com os artistas do presente e do passado.


B

projetos colaborativos em parceria, coletivos e interculturais e os trabalhos in progress em interação com a máquina.


C

sites com propostas interativas de práticas artísticas ligadas à estética formalista.


D

museus virtuais que são informativos e que permitem a pesquisa biográfica sobre a vida e obra dos artistas.


E

galerias virtuais que hospedam artistas brasileiros contemporâneos explorando a interatividade e a comparação de seus trabalhos com uma temática sugerida pelos organizadores.

É desejável que os alunos, com suas diferenças individuais e culturais, possam, a cada visita a uma Instituição Cultural, elevar seu nível de saber a patamares mais avançados. Isso só se efetiva quando o educador considera:


A

as imagens unitárias com sobreposições, sua representatividade e resultados obtidos.


B

os procedimentos de visualização, análise de obras e conversação estabelecida pelo professor de arte.


C

as referências aos materiais e técnicas para a produção artística e as experiências sensório-motoras.


D

a compreensão de estruturas de obras de arte, produções independentes e os elementos expressivos.


E

a cultura prévia de seus aprendizes, suas possibilidades e seus processos de aprendizagem.

Nem todas as crianças nascem obrigatoriamente com dotes artísticos, mas todas têm:


A

a compreensão estética e artística como condição para as significações que não estão na obra.


B

práticas sociais relevantes na aprendizagem artística, nos conceitos e nos valores morais.


C

concepções estéticas vinculadas à arte contemporânea em caráter nacional e internacional.


D

o olhar crítico que se deve ter em relação à produção visual e audiovisual, informatizada ou não.


E

o direito a conhecimento da arte e a serem despertadas e encaminhadas nesse sentido.

Aconduta do educador é essencialemtodo o processo de aprendizagem. Embora seja mais cômodo impor silêncio, o educador deve esforçar-se para respeitar os ruídos que as crianças produzem na classe, bem como encontrar nessa massa sonora:


A

um embrião de expressão musical coletiva.


B

uma manifestação cultural modernista.


C

uma política educacional culturalista.


D

uma expressão de desagravo à escola.


E

um processo de interferências tecnológicas.

Ao visitarem um Museu, os contextos culturais das crianças conformam as possibilidades de recepção e se expressam nas leituras que cada uma faz dos objetos das mostras. Cabe ao educador de museu realizar essa investigação na prática, a partir de seu contexto cultural, utilizando:


A

suas expressões próprias devendo ficar atento a isso.


B

seus saberes da didática da arte na promoção da recepção.


C

suas associações entre uma grande variedade de escolha.


D

sua condução da atividade expressiva do expectador.


E

seu entendimento diante da própria natureza artística.

A finalidade do ensino da música, na Educação Infantil, não é tanto transmitir uma técnica particular, mas sim, desenvolver no aluno o gosto pela música e a aptidão para captar a linguagem musical, e expressar-se através dela, além de possibilitar:


A

a expressão de valores e condutas que minimizam a individualidade do aluno e valorizam o coletivo.


B

o acesso do educando ao imenso patrimônio musical que a humanidade vem construindo.


C

as atividades que desenvolvem o raciocínio impregnadas do espírito de modelos pré-estabelecidos.


D

as correlações desvinculadas das práticas sociais vividas pela sociedade como um todo.


E

o encaminhamento de ações e sistematizações baseados em padrões impostos pela escola.

O saber educacional em arte envolve saber sobre processos de aprendizagem e organização da didática, portanto, é importante saber sobre:


A

o desenvolvimento sensório-motor, vivências, sentimentos e práticas.


B

a gênese da aprendizagem de conceitos, princípios, procedimentos e valores.


C

a constatação de apreciações artísticas, culturais, religiosas e sociais.


D

a análise dos saberes artísticos, intermediações, observações e sequências.


E

o caminho da seleção prazerosa, intenções, interesses e configurações.

   
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