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O trabalho para a Psicodinâmica do Trabalho não é constituído somente da atividade, mas de várias dimensões como a cultural e a social: trabalhar é viver junto. São essenciais, para esse processo,
ocontrole e o espaço delimitado e seguro para gerar clareza de atribuições e responsabilidades das funções.
a atividade laboral e o espaço ergonômico adequado para gerar ambiente livre de lesões por esforço repetido.
a comunicação e o espaço para que o uso da palavra ocorra de maneira saudável e proveitosa para todos.
o planejamento e o espaço previsível para que se crie ambiente seguro para a execução das atividades laborais.
a relação hierárquica clara e o espaço definidor das responsabilidades sobre a tomada de decisão.
Segundo o Manual de Boas Práticas de Gestão das Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) do Ministério da Saúde, Materiais Permanentes são aqueles bens ou materiais que, em razão de sua utilização, não perdem sua identidade física ou característica, mesmo quando incorporados a outros bens, tendo durabilidade superior a
12 meses.
24 meses.
36 meses.
48 meses.
60 meses.
Um auditor médico visita a regulação de uma prefeitura para verificar a distribuição de vagas de hemodiálise em regime de crônico, a fim de garantir o acesso oportuno e de qualidade aos cidadãos e assegurando ações e serviços que estejam em conformidade com as normas. Para isso, o auditor estuda os 5 seguintes casos de pacientes crônicos que aguardam vagas:
• Paciente A: 25 anos, Cl Cr = 15 ml/min, leve náuseas e diurese presente. Exames laboratoriais: U = 200 mg/dl; Cr = 8,0 mg/dl; pH = 7,40; K = 4,0 mEq/L.
• Paciente B: 50 anos, Cl Cr = 12 ml/min, edema de membros inferiores moderado e diurese presente. Exames laboratoriais: U = 178 mg/dl; Cr = 6,5 mg/dl; pH = 7,35; K = 4,5 mEq/L.
• Paciente C: 38 anos, internado em UTI com critérios para alta, anúrico, assintomático, em hemodiálise diária. Exames laboratoriais: U = 108 mg/dl; Cr = 4,0 mg/dl; pH = 7,32; K = 4,1 mEq/L.
• Paciente D: 85 anos, Cl Cr = 12 ml/min, várias comorbidades, colostomia, sequela de AVC, diurese presente, acamado. Exames laboratoriais: U = 280 mg/dl; Cr = 10,0 mg/dl; pH = 7,20; K = 6,8 mEq/L.
• Paciente E: 48 anos, Cl Cr = 8 ml/min, assintomático, diurese presente. Exames laboratoriais: U = 215 mg/dl; Cr = 7,0 mg/dl; pH = 7,30; K = 4,8 mEq/L.
Seguindo a equidade garantida pela Lei nº 8080/1990 e os princípios éticos e bioéticos, considerando o contexto de cada paciente, a primeira vaga que surgir no sistema para regime de crônico deve ser direcionada ao paciente
A.
B.
C.
D.
E.
No processo de compatibilização de projetos que utilizam modelos paramétricos 3D:
Todos têm acesso ao modelo e devem gerar automaticamente o relatório de conflitos detectados pelos softwares não sendo necessária a existência de reuniões de compatibilização.
Todos têm acesso ao modelo e devem indicar conflitos numa mesma disciplina ou em outras disciplinas com verificação automática e visual realizada com utilização de softwares para esse fim.
Todos têm acesso ao modelo e devem utilizar somente a detecção automática de conflitos numa mesma disciplina ou em outras disciplinas.
Os projetistas de cada disciplina têm acesso aos modelos desenvolvidos no mesmo software e devem indicar conflitos nas disciplinas compatíveis.
Os projetistas de cada disciplina têm acesso a todos os modelos desenvolvidos no mesmo software apenas e devem compatibilizar os demais utilizando plataformas de código aberto.
Situação hipotética: Em um laboratório de análises clínicas, um técnico prepara uma solução de glicose 5% (m/v) para testes específicos. Assertiva: A solução preparada, sendo uma mistura homogênea, apresenta propriedades intensivas uniformes em toda a sua extensão e é fisicamente indistinguível do solvente puro antes de sua preparação, o que a classifica unicamente como uma mistura azeotrópica.
Certo
Errado
No contexto do uso de TICs na educação, o CAI (Computer Assisted Instruction) é associado a uma modalidade em que o computador atua prioritariamente como:
Módulo instrucional que organiza tarefas, apresenta itens e registra respostas do aluno.
Ambiente de armazenamento de arquivos digitais produzidos pela turma.
Canal de comunicação institucional entre escola, famílias e comunidade.
Ferramenta de apoio à gestão de turmas, frequência e avaliações.
Espaço de publicação de materiais informativos sobre o curso.
No campo da Psicologia e da Educação, a avaliação de programas preventivos (como palestras sobre uso de substâncias) exige rigor metodológico para que os resultados sejam considerados válidos e confiáveis. Para medir com precisão se houve mudança de atitude ou aumento de conhecimento por parte dos estudantes, a técnica mais adequada para conferir objetividade e possibilidade de replicação aos dados consiste em:
Basear-se na percepção subjetiva e assistemática do corpo docente sobre o comportamento geral da turma após o evento.
Coletar relatos informais e espontâneos dos alunos em conversas de corredor para verificar a satisfação com o palestrante.
Utilizar instrumentos psicométricos validados, aplicando-os antes e depois da atividade (delineamento pré e pós-teste) para realizar a análise estatística das variáveis.
Monitorar o registro de ocorrências disciplinares da escola na semana seguinte, utilizando-o como único indicador de eficácia da prevenção.
Em uma escola pública, a equipe pedagógica solicita ao psicólogo escolar a avaliação de um grupo de alunos com baixo rendimento, esperando a emissão de laudos individuais para justificar encaminhamentos externos. Considerando a transição paradigmática da Psicologia Escolar, a atuação tecnicamente adequada do psicólogo é:
Realizar avaliações psicométricas individuais para identificar possíveis transtornos de aprendizagem.
Priorizar o atendimento clínico dos alunos com maiores dificuldades de adaptação escolar.
Classificar os alunos conforme níveis cognitivos para orientar decisões administrativas.
Investigar fatores institucionais, pedagógicos e relacionais que influenciam o processo ensino-aprendizagem.
Na atuação do psicólogo escolar, a escolha de instrumentos depende da finalidade da intervenção. Quando o profissional utiliza ferramentas como grupos focais e observação participante para investigar a indisciplina — priorizando a análise dos discursos, as interações subjetivas e os contextos onde os fenômenos ocorrem, em vez de isolar variáveis ou aplicar testes de desempenho — ele está fundamentando sua prática no uso de:
Metodologias quantitativas, que buscam a mensuração estatística e a classificação de padrões comportamentais para fins de controle.
Metodologias qualitativas, que visam à compreensão aprofundada das dinâmicas institucionais e das relações sociais estabelecidas no cotidiano escolar.
Técnicas psicométricas padronizadas, que permitem a avaliação individual e a comparação dos alunos com normas estatísticas de desenvolvimento.
Procedimentos clínicos tradicionais, que focam na identificação de patologias mentais e diagnósticos individuais para o encaminhamento médico.
Ao apoiar professores que enfrentam dificuldades com uma turma considerada “indisciplinada”, o psicólogo escolar é orientado teoricamente pela Psicologia Histórico-Cultural. Nessa abordagem, a indisciplina deve ser compreendida como:
Expressão exclusiva de traços individuais de personalidade dos alunos.
Resultado direto de déficits neurobiológicos que exigem diagnóstico precoce.
Um fenômeno comunicativo que revela tensões nas relações e na organização escolar.
Comportamento desviante que demanda punição como estratégia educativa central.