Questões de Concurso sobre Arqueologia Brasileira

 
 
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Em relação à arqueologia catarinense, assinale a alternativa correta.

A
No litoral catarinense os maiores sambaquis estão localizados na Ilha de Santa Catarina.

B
A denominação “jazidas paleoetnográficas” foi sugerida por Rohr e aplicada a sítios arqueológicos localizados no interior de Santa Catarina.

C
As representações rupestres do litoral de Santa Catarina estão localizadas entre os municípios de Porto Belo e Garopaba.

D
Não há registro de estruturas subterrâneas no estado de Santa Catarina.

E
Santa Catarina não fez parte do PRONAPA.
O PRONAPA foi:

A
Um programa de pesquisas arqueológicas de âmbito nacional implantado no Brasil entre 1964 e 1970, com forte viés histórico-cultural.

B
um programa de pesquisas voltado para a identificação de sítios cerâmicos.

C
um projeto de pesquisa de Betty Meggers e Clifford Evans para estudar a arqueologia da região amazônica.

D
um projeto responsável pela implementação de escavações em superfícies amplas, com enfoque no estudo detalhado intrassítio e na elaboração de tipologias artefatuais.

E
um programa de pesquisas de âmbito nacional, orientado para a criação de tradições e fases, implantado no Brasil ao longo das décadas de 1970 e 1980.

A costa sul-sudeste do Brasil foi ocupada há pelo menos 8.000 anos por sociedades de pescadores coletores cujas evidências mais características correspondem a sítios concheiros denominados “sambaquis”. Considere as seguintes afirmativas sobre os recentes estudos envolvendo os sambaquis e assinale a alternativa correta.

I. Os sambaquis têm sido interpretados recentemente como estruturas intencionalmente edificadas, cujas variações em forma e tamanho apontam para diferenças de densidade demográfica, duração da ocupação e distintas funcionalidades dos sítios, incluindo provável hierarquização sociopolítica dos assentamentos em âmbito regional.

II. O alto consumo de vegetais pelos grupos construtores de sambaquis é atestado por recentes pesquisas de antracologia e pela grande incidência de cáries nessas populações.

III. A elevada concentração de vestígios faunísticos em áreas associadas a sepultamentos tem revelado, conjuntamente com outros indícios, que alguns sambaquis apresentam refugo de banquetes (festins) depositados durante rituais funerários.

IV. A presença de fragmentos cerâmicos no topo dos sambaquis, bem como mudanças na composição estratigráfica, sugere alterações no modo de vida dos sambaquieiros a partir da era cristã.

V. Os sambaquis estão associados a grupos com alta mobilidade e com subsistência baseada majoritariamente no consumo de moluscos.


A
Todas as afirmativas estão corretas.

B
Somente as afirmativas II, IV e V estão corretas.

C
Somente as afirmativas III e IV estão corretas.

D
Somente as afirmativas I e IV estão corretas.

E
Somente as afirmativas I, III e IV estão corretas.
“Jê meridionais” é um termo utilizado:

A
pelo PRONAPA para caracterizar o contexto arqueológico no sul do Brasil.

B
pela arqueologia para se referir aos grupos indígenas que ocuparam o sul do Brasil e possivelmente correspondem aos antepassados dos grupos Jê que hoje ocupam essa região.

C
para se referir especificamente aos sítios arqueológicos com casas subterrâneas.

D
para classificação de um tipo específico de cerâmica que aparece no sul do Brasil.

E
para se referir a uma migração específica que ocorreu após o século XVI do centro-oeste para o sul do Brasil.

Em relação à arqueologia pré-colonial do litoral de Santa Catarina, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

( ) Durante pesquisas arqueológicas do sítio Rio do Meio foi encontrado um fragmento ósseo gravado, e essa gravura se assemelha às representações rupestres do litoral de Santa Catarina.

( ) A existência de traumas agudos como, por exemplo, fraturas no crânio e face, bem como lesões causadas por pontas de projétil, são dados disponíveis que revelam a existência de conflitos entre essas populações desse período.

( ) Em sítios arqueológicos do tipo sambaqui é comum observarmos a presença de ocre nas estruturas funerárias.

( ) Pesquisas arqueológicas atuais revelaram que as representações rupestres foram produzidas por grupos Guarani.

( ) Frequentemente sepultamentos secundários Guarani ocorrem em urnas funerárias com os ossos pintados de ocre.


A
F – V – F – V – V

B
F – F – V – V – V

C
V – F – V – F – F

D
V – V – V – F – F

E
V – V – F – F – F
Devido a um processo de erosão decorrente de ação fluviomarinha, estruturas de estacas com troncos de plantas, amarrados com fibras, artefatos em fibras em forma de nós, cordas e trançados, sementes queimadas e não queimadas são macrovestígios arqueológicos que foram encontrados em um sambaqui do litoral norte de Santa Catarina. Assinale a alternativa que indica o nome desse sambaqui.

A
Sambaqui de Cabeçuda.

B
Sambaqui Jabuticabeira II.

C
Sambaqui de Cubatão I.

D
Sambaqui Forte Marechal Luz.

E
Sambaqui Ponta das Almas.

A solicitação de remessa de material arqueológico para análise no exterior deverá conter todos os itens a seguir, EXCETO:


A

Cópia digital de toda documentação entregue ao IPHAN.


B

Uma via do endosso da prova de vida do requerente no que se refere às análises.


C

Duas vias do arrolamento dos bens arqueológicos a serem transportados, contendo fotografias coloridas com escala, números de inventário ou códigos de identificação, descrição, tipologia material, estado de conservação, peso, dimensões e observações.


D

Uma via da declaração do responsável pela instituição cedente, assinada com carimbo de identificação e rubricada, informando estar ciente da retirada da amostra indicada no tópico ‘c’ da metodologia empregada na análise, bem como sua previsão de retorno para a instituição de guarda e pesquisa, quando for o caso.

Sobre o cadastramento de instituição de guarda e pesquisa, analise as afirmativas a seguir:


I- O Centro Nacional de Arqueologia (CNA) manterá o Cadastro Nacional das Instituições de Guarda e Pesquisa (CNIGP).

II- As Instituições interessadas em salvaguardar bens arqueológicos deverão solicitar o seu cadastramento à Superintendência do IPHAN no seu Estado.


Sobre o cadastramento assinale, a alternativa CORRETA:


A

Apenas a afirmativa I está correta.


B

Apenas a afirmativa II está correta.


C

Ambas as afirmativas estão corretas.


D

Ambas as afirmativas estão incorretas.

Todos os documentos a seguir são necessários para solicitação de cadastramento no CNIGP, EXCETO:


A

A solicitação informal, mas seriada.


B

Os atos constitutivos.


C

O regimento interno, quando houver.


D

A cópia do auto de vistoria do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar ou o protocolo de solicitação de visita.

Vestígios arqueológicos de sociedades pré-coloniais americanas são encontrados:


A

no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, onde existem coleções de artefatos de origem pré-colombiana, todos em matérias-primas inorgânicas, como cerâmica, lítico e metais.


B

em museus brasileiros, limitados aos de natureza pública, visto que o patrimônio arqueológico é bem da União e por esta as instituições privadas têm restrições à sua guarda.


C

nas Bienais de São Paulo, a partir de 1962. Nestes casos, após as exposições, os acervos participantes foram incorporados pelas diferentes instituições museológicas brasileiras, enriquecendo seus acervos.


D

no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, por doação do arqueólogo Max Uhle ao Museu Paulista em 1912. Estas peças foram compradas a ‘huaqueros’, ou seja, o pesquisador atual não tem acesso ao contexto original do registro arqueológico.

Uma tentativa de síntese sobre a ocupação pré-colonial no Centro-Oeste brasileiro foi realizada em 1999-2000 por Jorge Eremites de Oliveira e Sibeli Aparecida Viana. Nessa síntese, os autores afirmam que:

A
as primeiras ocupações da região, ao que tudo indica, estão ligadas à presença de grupos caçadorescoletores no início do Pleistoceno, por volta de 20.000 anos AP.

B
a análise de sedimentos de sítios localizados na região de Serranópolis (GO), datados em 10.740 AP, demonstrou a constância do clima quente e seco que chegou, sem alterações, até os dias atuais.

C
os grupos agricultores e ceramistas, no Centro-Oeste, à exceção do Pantanal, estão ligados a três tradições, Una, Aratu e Bororo, que se estabeleceram em terrenos de relevo acidentado, muitas vezes em aldeias de formato arredondado.

D
a maioria dos sítios de caçadores-coletores encontra-se em ambientes fechados (grutas e abrigos sob rocha), o que indica que os grupos eram pequenos e com grande mobilidade espacial. Tal constatação pode resultar do fato de o estudo desses ambientes ter sido privilegiado.
Ao apresentar alguns objetivos e características do Projeto Anhanguera de Arqueologia de Goiás, Dilamar Cândida Martins (1993) destaca que o referido projeto “procurou enfatizar, através de estudos e análises dos testemunhos encontrados nos diferentes sítios arqueológicos goianos, uma visão de contexto geral para se chegar, pela continuidade das atividades, à interpretação das culturas pré-históricas e históricas do Brasil” (MARTINS, 1993: 32). Para tanto, o Projeto Anhanguera envolveu:

A
o estabelecimento de “fases” e “tradições arqueológicas” e, às vezes, as correspondentes sequências de cronologias relativas, visando reconstruir o modo de vida das populações préhistóricas e históricas.

B
a cobertura integral de áreas arqueologicamente férteis, realizou prospecções e escavações por meio da abordagem de “superfícies amplas”, estudou o material arqueológico coletado em seu contexto original e se voltou para a formação de pesquisadores.

C
a cobertura amostral de áreas arqueologicamente férteis, realizou prospecções e escavações por meio da abordagem de “superfícies amplas” e estudou o material arqueológico coletado em seu contexto original, não envolvendo a formação de pesquisadores devido à falta de recursos financeiros.

D
as abordagens científicas e interdisciplinares, resultando nos primeiros dados de regiões até então pouco conhecidas do ponto de vista arqueológico no Estado de Goiás, enfatizando o cadastramento de sítios arqueológicos e a realização de coletas amostrais a partir de poços-teste.
Segundo Alexandre Matos, no texto “Da escavação ao museu – caminhos da escavação”(2007), os trabalhos arqueológicos serão com certeza a maior fonte de ingresso de acervos nos museus portugueses, e raro é o caso de um museu que não disponha de uma coleção, por menor que seja, de Arqueologia, inclusive os museus municipais. Preocupado com isto, o autor apresenta reflexões e propostas para gestão da informação sobre coleções arqueológicas em museus, a saber:

A
o registro na base de dados de todo e qualquer patrimônio recolhido em escavação, que recebe um número de inventário, seja peça individual ou não, inclusive uma embalagem com conjunto de fragmentos que poderá, por reconstrução, dar origem a um ou mais objetos.

B
o registro de todos os eventos, documentos e entidades que se relacionam de alguma maneira com os artefatos. Assim, o autor formulou uma ficha especial para o registro destes eventos que, de tão essencial, deve ser preenchida mesmo quando os objetos não possuem registro ainda na base de dados.

C
o fato de se tratar de um banco de dados de estrutura relacional, torna importante que todas as fichas reiterem informações que se repetem de um objeto a outro, como, por exemplo, a autoria. Toda a informação sobre o autor (nome, pseudônimos, dados biográficos, cronologia, etc.) é registrada na ficha de cada objeto de mesma autoria.

D
a adoção de ferramenta tão flexível que suporte diversos métodos de trabalho utilizados por diferentes instituições e pesquisadores. Esta necessária flexibilidade também atinge a questão de nomenclaturas, e outros aspectos, que serão impossíveis de normatizar.

Marcos André Torres de Souza (2002), no estudo voltado ao Arraial de Ouro Fino, defende que a região das Minas de Goiás foi fundada de forma deliberada e consciente, amparada pela cosmovisão barroca, com a intenção de dissimular antagonismos, contradições e conflitos. Nesse estudo, os artefatos cerâmicos foram classificados em recipientes de serviço e consumo, preparo de alimentos e estocagem, sendo consideradas também as decorações para essa classificação. Nesse sentido, analise a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Os recipientes apresentados na figura correspondem a:


A
panelas voltadas ao preparo de alimentos e recipientes de estocagem, com decorações corrugadas e incisas com motivos retilíneos em diagonais, zigue-zagues, losangos, verticais, curvilíneos, em “X” e em retas aleatórias.

B
panelas voltadas ao serviço de alimentos, com decorações incisas, unguladas e aplicadas com motivos retilíneos em diagonais, zigue-zagues, losangos, verticais, curvilíneos, em “X” e em retas aleatórias.

C
panelas voltadas ao preparo de alimentos, com decorações incisas com motivos retilíneos em diagonais, zigue-zagues, losangos, verticais, curvilíneos, em “X” e em retas aleatórias.

D
panelas voltadas ao preparo de alimentos, recipientes de estocagem e de serviço, com decorações incisas, unguladas e aplicadas com motivos retilíneos em diagonais, zigue-zagues, losangos, verticais, curvilíneos, em “X” e em retas aleatórias.
Ulpiano Toledo Bezerra de Meneses, em seu texto “Identidade Cultural e Arqueologia” (1987), defende que a preservação do patrimônio arqueológico como contribuição à formulação ou reforço de uma identidade cultural não tem autonomia ou natureza própria, uma vez que conflui para questões gerais como os conceitos de identidade e memória. Dessa forma, as ações educativas que envolvem o patrimônio arqueológico poderiam

A
articular o patrimônio arqueológico à construção de uma identidade nacional.

B
primar pela diversidade, enfatizando o trabalho humano presente nesses artefatos, destacando a dimensão temporal do espaço habitado no presente e integrando esses vestígios a outros patrimônios.

C
primar pela diversidade expressa no patrimônio arqueológico, evitando articulá-lo com outros elementos constituintes da identidade e da memória.

D
primar por processos de ensino e aprendizagem onde a Arqueologia fosse utilizada como instrumento, evitando os riscos de sua articulação à identidade e à memória.
“As formas classificadas como vaso de bojo duplo devem ter uso relacionado às funções sociais, comprovado pela presença de ocre no interior de uma das peças; as tigelas, do tipo simples, seriam destinadas a fins utilitáriosdomésticos” (ANDREATTA, 1982: 94, grifo da autora). Nesse trecho, Margarida Davina Andreatta descreve algumas características do material cerâmico escavado no sítio Bonsucesso, trabalhado no âmbito do Projeto Anhanguera de Arqueologia de Goiás. Considerando o enquadramento teórico-metodológico desse projeto, é possível afirmar que a autora, ao identificar

A
os artefatos cerâmicos de bojo duplo, definiu a Tradição Aratu, sendo esta uma das contribuições do Projeto Anhanguera no âmbito da organização das culturas pré-históricas no Estado de Goiás.

B
os artefatos cerâmicos de bojo duplo, buscou compreender seus usos sociais, articulando esses vasos aos demais artefatos encontrados e à compreensão da inserção ambiental do sítio, além de desvelar a organização da aldeia pré-histórica.

C
os artefatos de bojo duplo e as tigelas simples, enfatizou a cerâmica como marcador cultural das culturas pré-históricas no Estado de Goiás, deixando em segundo plano a análise da inserção e organização da aldeia pré-histórica.

D
os artefatos de bojo duplo e as tigelas simples, enfatizou seus usos sociais e utilitários, pautando-se pelo emprego da seriação para a definição das fases e tradições arqueológicas.
De acordo com Pedro Paulo de Abreu Funari (2003), as bases do surgimento da Arqueologia no Brasil estão ligadas

A
às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e ao aumento de investimentos na pesquisa arqueológica.

B
à chegada ao Brasil de arqueólogos europeus refugiados, principalmente, vindos da França, durante a Segunda Guerra Mundial.

C
à vinda de estudiosos estrangeiros no final do século XIX para atuação em museus e à organização de expedições por estas instituições à Amazônia e outras regiões do país.

D
à chegada da Missão Artística Francesa juntamente com a Família Real, em 1808, e à realização de expedições exploratórias.
Muitos autores ressaltam que, no Brasil, a Arqueologia não consta das prioridades nem do governo, nem das comunidades em geral. Essa falta de interesse estaria ligada

A
à ausência de sítios arqueológicos preservados em algumas partes do país.

B
ao fato de os mecanismos de preservação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional terem enfatizado os patrimônios tombados e registrados.

C
à ausência de monumentalidade do patrimônio arqueológico, como as pirâmides do Egito e as construções Maias e Astecas, e de identidade entre as populações atuais e as populações pré-históricas.

D
à distância temporal entre as populações préhistóricas e as comunidades do presente, tornando a arqueologia pouco atrativa também para os discursos políticos.
A história da Arqueologia brasileira ensina que:

A
a Arqueologia brasileira, aqui, como em outros países da América Latina, já constava dos currículos de cursos de graduação desde o início do século XX.

B
o primeiro órgão no Brasil a lidar exclusivamente com a preservação do patrimônio pré-histórico foi a Comissão de Pré-História, criada em São Paulo por influência de Paulo Duarte em 1952. Também se deve a Paulo Duarte o Instituto de Pré-História e Etnologia de São Paulo, a Lei n. 3.924/61 e o projeto de um Museu do Homem Americano, não realizado.

C
o passado pré-colonial, desde o início do século XX, assim como em outros países da América Latina, interessava a muitos pesquisadores estrangeiros, que pesquisavam não somente as populações da Amazônia mas todo o território brasileiro, e contribuíam largamente para as sínteses sobre o povoamento das Américas.

D
a Carta de Goiânia: Posição dos arqueólogos brasileiros frente à política do Patrimônio Arqueológico Nacional, dirigida ao SPHAN em 1985, reivindicava uma atuação mais forte do órgão frente ao patrimônio arqueológico, tanto em fiscalização como em execução direta das pesquisas.
Como postula Cornelius Holtorf (2007), existem três modelos gerais que caracterizam a atuação dos arqueólogos dentro do campo da Arqueologia Pública:

A
o Modelo da Educação, que considera a Arqueologia como instrumento de educação das massas; o Modelo da Relação Pública, que almeja articular diversas esferas em prol da preservação do patrimônio arqueológico e, por fim, o Modelo Democrático, que considera as diversas opiniões sobre a Arqueologia.

B
o Modelo da Educação, que visa melhorar a imagem da Arqueologia por meio de processos educativos; o Modelo Relação Pública, que visa à preservação dos bens arqueológicos e, por fim, o Modelo Democrático, que considera que todas as pessoas são detentoras de conhecimentos válidos.

C
o Modelo da Educação, que visa ensinar a importância dos bens arqueológicos; o Modelo Relação Pública, que visa à preservação dos bens arqueológicos e, por fim, o Modelo Democrático, que visa estabelecer mecanismos de diálogo entre academia e órgãos de preservação.

D
o Modelo da Educação, que considera a Arqueologia como ciência e como instrumento de educação da sociedade; o Modelo da Relação Pública, que almeja melhorar a imagem da Arqueologia na sociedade, garantindo um aval social para a disciplina e, por fim, o Modelo Democrático, que considera que todas as pessoas são detentoras de conhecimentos válidos.
 
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