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No livro “A Imagem da cidade”, o Autor define os conteúdos das imagens da cidade que remetem à forma física, que podem ser classificados em cinco elementos, citados corretamente na alternativa:
As vias, limites, bairros, pontos nodais e marcos.
As vias, calçadas, edifícios e arborização.
Os edifícios, calçadas, vias e marcos.
Os pontos nodais, marcos, calçadas e arborização.
Quanto à necessidade de equipamentos urbanos coletivos pode-se dizer que
os equipamentos urbanos tem função de estruturação e desenvolvimento urbano, devido a suas características visando estruturação e desenvolvimento urbano em um momento específico, devendo ser repensado a todo momento devido a suas características de não evolução ou modificação.
esses equipamentos contribuem para a estruturação e organização do espaço, introduzindo novas dinâmicas na gestão e ordenamento do território, estes são capazes de responder a necessidades existentes e evoluem com o tempo.
são equipamentos que mesmo com função estruturante e de organização tem como base o padrão temporal fixo e seu desenvolvimento depende de grande dispêndio de capital das cidades, pois este é pensado somente para um momento fixo do momento urbano da cidade.
equipamentos urbanos coletivos, mesmo que pensados para o desenvolvimento urbano, não conseguem estruturar de forma eficiente a organização do espaço e sua estruturação, pois está focado em um momento fixo do desenvolvimento urbano.
A crise de habitação que atingiu os não-proprietários nas principais cidades brasileiras a partir da década de 1940 foi consequência de profunda mudança no mercado de provisão habitacional. Embora influenciados pela conjuntura econômica da Segunda Guerra, essa mudança foi estrutural e era parte dos novos rumos tomados pela economia e pela sociedade brasileiras (BONDUKI, 2004). Considerando a reflexão trazida pelo autor podemos afirmar que:
A crise habitacional deu-se em consequência do êxodo da população rural para os centros urbanos, criando um inchaço populacional nas áreas mais afastadas.
A crise habitacional deu-se em função do intenso crescimento da população nas grandes cidades, que triplicou entre os anos de 1940 e 1950.
A crise habitacional foi consequência de modificações estruturais no sistema produtivo, social, econômico e político, inserida no processo de produção rural-urbano.
A crise habitacional foi consequência de modificações estruturais no sistema produtivo e nas formas de provisão de moradia, e enquadrava-se no início do processo de predominância da estrutura produtiva de base urbano-industrial.
Flávio Villaça, em sua obra referência sobre o espaço Intra-Urbano no Brasil, identifica como sendo o mais conhecido padrão de segregação da metrópole brasileira o
radial − perimetral.
centro − periferia.
capital − interior
litoral − interior.
rural − urbano.
As sugestões para o desenho urbano podem ser resumidas em um conjunto de referências reinteradas de certas características físicas gerais. São categorias de interesse direto para o desenho urbano, uma vez que descrevem a qualidade como podem ser trabalhadas por um arquiteto e urbanista. Fazem parte delas os seguintes itens:
I. Singularidade ou clareza da figura-plano de fundo.
II. Simplicidade da forma, clareza e simplicidade da forma visível em estilo geométrico.
III. Continuidade: continuação de limites ou superfícies, similaridade, analogia ou harmonia de superfície.
IV. Consciência do movimento: as qualidades que, através dos sentidos visuais e cinéticos, tornam possível ao observador o seu próprio movimento real ou potencial.
Está(ão) certo(s):
Somente os itens e I e II.
Somente os itens II, III e IV.
Somente os itens I, III e IV.
Os itens I, II, III e IV.
Sobre o conceito de urbanismo, observe os itens a seguir.
I. Em geral o urbanismo é a ciência que se ocupa da organização de um espaço urbano acompanhando seu desenvolvimento com o objetivo de buscar a melhor localização para as ruas, para os edifícios, as instalações públicas de maneira que a população que viva nestes espaços encontre um lugar agradável e também cômodo e com adequadas condições sanitárias para viver.
II. Hodiernamente, o planejamento urbano está cada vez mais crescente devido ao crescimento massivo das grandes cidades e a necessidade de espaços alternativos que este crescimento demanda.
III. O urbanismo estuda as formas de apresentação do espaço urbano e procura caminhos para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos através das diversas transformações que pode oferecer a determinado espaço.
É correto o que se afirma em:
I, II e III
I e II
II
I e III
______________é um termo que se refere a processos de mudança das paisagens urbanas, aos usos e significados de zonas antigas e/ou populares das cidades que apresentam sinais de degradação física, passando a atrair moradores de rendas mais elevadas. A concentração desses novos moradores tende a provocar a valorização econômica da região, aumentando os preços do mercado imobiliário e o custo de vida locais, e levando à expulsão dos antigos residentes e comerciantes, comumente associados a populações com maior vulnerabilidade e menor possibilidade de mobilidade no território urbano.
Estes, impossibilitados de acompanhar a alta dos custos, terminam por se transferir para outras áreas da cidade, o que resulta na redução da diversidade social do bairro.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
Desintegralização de capital social
Gentrificação
Revitalização
Uniformização de usos na cidade
Favelização
Sobre a urbanização nos séculos XVIII e XIX, podemos afirmar, EXCETO:
O Barão de Haussmann, apoiado pelo rei, fez uma grande reforma em Londres, essencial para a modernização da imagem da Inglaterra. Essa reforma é conhecida pela demolição de grandes partes do tecido urbano e construção de largas avenidas arborizadas, conectando pontos principais como a ópera, os palácios e a catedral.
A cidade liberal é o espaço onde são propostas novas formas de intervenção por arquitetos, engenheiros, trabalhadores, empresários, e apresenta um espaço bastante heterogêneo e diversificado.
A cidade pós-liberal surge após revoluções que questionam as ideias liberais e socialistas. Nela, o Estado intervém coordenando os interesses, definindo a legislação e as obras públicas, concedendo à iniciativa privada liberdade de ação, desde que atendidos os rigorosos códigos de obras.
A partir das diversas epidemias e mazelas surgidas nas cidades superlotadas da Revolução Industrial, vemos diversas tentativas de reinterpretar a vida em sociedade, resgatando a qualidade de vida, a higiene e o contato com a natureza, bem como as possibilidades de convívio e desenvolvimento do ser humano. São exemplos a comunidade New Harmony, proposta por Robert Owen, e o Falanstério, desenvolvido por Charles Fourier.
O advento do Neoclassicismo e, em seguida, do Ecletismo, simultaneamente a um período de desenvolvimento econômico, industrialização e crescimento das cidades, foram marcados também pela transformação no modo de fazer e projetar estruturas e edificações, impondo aos profissionais o desafio de resolver novos programas e necessidades. Marca deste período de cientifização do saber na arquitetura e na engenharia é a criação, em 1747, da École Nationale des Ponts et Chaussées, na França.
Em seu livro História crítica da arquitetura moderna, Frampton (2015) afirma que Oscar Niemeyer atingiu o apogeu em 1942, quando criou sua primeira obra-prima, o Cassino da Pampulha. Mais adiante, diz que o arquiteto brasileiro rompeu com a funcionalidade informal na qual suas formas fluidas haviam se baseado, concentrando-se na criação da forma pura. Frampton define uma obra que simboliza o marco dessa ruptura.
Segundo o autor, essa obra é a(o)
Sede da Editora Mondadori, em Milão, Itália.
Pavilhão Brasileiro na Exposição Mundial de Nova York, EUA.
O urbanista Kevin Lynch deu uma importante contribuição ao planejamento urbano ao analisar a imagem mental que os habitantes tinham de sua cidade. Sua teoria se organiza em torno de três qualidades urbanas: legibilidade, estrutura e identidade e imaginabilidade.
Segundo Lynch, correlacione cada qualidade urbana à sua respectiva explicação.
1. Legibilidade
2. Estrutura e identidade
3. Imaginabilidade
( ) Qualidade de um objeto físico que lhe dá uma alta probabilidade de evocar uma imagem forte ao observador, apresentando-se de uma forma definida e intensa aos sentidos humanos.
( ) A facilidade em que as partes da paisagem urbana podem ser reconhecidas em um padrão coerente: sua aparente clareza.
( ) Componentes pelos quais uma imagem pode ser analisada, como a distinção de um objeto de outras coisas, seu reconhecimento como entidade separável; a relação espacial ou estrutural do objeto com o observador e com os outros objetos; o significado prático ou emocional para o observador.
Assinale a opção que indica a associação correta, segundo a ordem apresentada.
Para Villaça (1998), a segregaçã o sócio-espacial urbana é “um processo necessário para o exercício da dominaçã o social por meio do espaço urbano, decorrendo da luta de classes em torno das vantagens e desvantagens do espaç o construí do”. A segregação decorre principalmente do deslocamento espacial das classes sociais produzido pela valorização imobiliária de algumas “localizações” privilegiadas. Uma das características mais marcantes da metrópole brasileira é a segregação espacial dos bairros residenciais das distintas classes sociais, criando-se sítios sociais muito particulares. Considerando a reflexão trazida sobre o conceito de segregação sócio-espacial, é correto afirmar que:
Havendo a concentração de uma classe no espaço urbano, a segregação pode impedir a presença e o crescimento de outras classes no mesmo espaço, gerando presença exclusiva das camadas de mais alta renda.
A segregação é um processo segundo o qual diferentes classes ou camadas sociais tendem a concentrarem-se cada vez mais em diferentes Pauloregiões ou conjuntos de bairros da metrópole.
O que determina, em uma região, a segregação é a distribuição linear de uma determinada classe social.
O padrão de segregação da metrópole brasileira mais conhecido é a do centro x periferia. O primeiro, dotado da maioria dos serviços urbanos, públicos e privados, o segundo, ocupado pelos excluídos, sub-equipada e longe.
O Plano Piloto de Brasília, no Planalto Central, foi elaborado por:
Oscar Niemeyer.
Rino Levi.
Lúcio Costa.
Oswaldo Arthur Bratke.
Francisco Prestes Maia.
Em seu estudo pioneiro sobre a imagem da cidade, Kevin Lynch destaca a existência das áreas relativamente grandes do tecido urbano e que podem ser reconhecidas internamente ou como referências externas; sendo determinadas sobretudo por continuidades temáticas formadas por uma variedade de componentes (espaço, forma, usos, habitantes etc.). Tais áreas são identificadas como
bairros.
limites.
vias.
nós.
marcos.
Considere o texto para responder à questão.
A irregularidade fundiária coloca-se como problema histórico na ocupação do território brasileiro. O mero apossamento de fato da terra nos períodos colonial, imperial e republicano é continuamente rejeitado para receber uma tutela normativamente rígida e executivamente negligente por parte do Estado. [...] Séculos mais tarde, a transição do Brasil de um país rural para urbano até o final dos anos 60 não alterou essa realidade, mantendo-se a segregação socioespacial e os óbices ao exercício da cidadania. [...] Em 2002, o Banco Mundial indicava que 70% dentre um milhão de moradias construídas no país eram ilegais [...]. O país até hoje tem dificuldades em estimar a população residente em assentamentos irregulares urbanos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subdimensiona a situação fundiária da moradia nas informações censitárias, “uma vez que moradores de favelas e loteamentos irregulares se autodeclaram proprietários” [...]. Tampouco são suficientemente publicizados dados dos cadastros imobiliários municipais ou federais, bem como dados registrais. Além disso, o problema extrapola as metrópoles do país, ocorrendo também nas médias e pequenas cidades. [...] A irregularidade fundiária e sua escala – ainda que desconhecida com precisão – indicam não ser “mero sintoma de modelo de desenvolvimento, mas o modelo ele mesmo.”
(ALMEIDA, Guadalupe M. J. Abib de et al. A política nacional de regularização fundiária: capacidades institucionais dos municípios na implementação do Programa Federal Papel Passado e suas implicações na gestão do território. v. 17 n. 1 (2017): Anais do XVII ENANPUR)
Com relação ao texto, é correto afirmar que os autores
constatam que o país até hoje tem dificuldades em estimar a população residente em assentamentos irregulares urbanos, fato que impossibilita os estudos sobre a irregularidade fundiária no território nacional.
acusam as dificuldades em estimar a população residente em assentamentos irregulares urbanos, juntamente com o subdimensionamento da situação fundiária da moradia nas informações censitárias, como a principal causa das questões de irregularidade fundiária no país.
se referem à transição do Brasil de um país rural para urbano como o ponto inicial dos problemas de irregularidade fundiária no país, pois nos períodos colonial, imperial e republicano tal processo era continuamente rejeitado.
posicionam que a irregularidade fundiária coloca-se como problema histórico na ocupação do território brasileiro, mas que nos dias atuais o problema extrapola nas metrópoles do país, não ocorrendo em outras formações rurais ou urbanas.
apontam que a escala das questões relativas à irregularidade fundiária no país permite inferir que esta não seja o sinto-ma de um modelo de desenvolvimento, mas o modelo em si.
Um dos maiores problemas para as administrações públicas e sua atribuição urbanística é a periferia, segundo Maricato (2014, p. 179) “Essas áreas periféricas, onde são localizados também os conjuntos habitacionais de promoção pública, constituem praticamente uma outra cidade: ilegal, informal, invisível. Um verdadeiro depósito de gente desprovido de todos os equipamentos e serviços que caracterizam a cidade”. Sabendo destes problemas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O crescimento espontâneo da cidade pode ser classificado como informal, sendo considerado como formal somente o crescimento nas áreas caracterizadas pela concentração de investimento imobiliários e intervenção do Poder Público.
II. A qualidade de vida da população é impactada diretamente a degradação física e ambiental do espaço urbano.
III. Quando existem ocupações desregradas (morros, encostas entre outros) em áreas ambientalmente sensíveis, o planejamento urbano demonstra-se ineficiente, principalmente em situações de desastres.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas I e III estão corretas.
Apenas I, II e III estão corretas.
As vias expressas usualmente estão limitadas às grandes cidades. Essas vias foram concebidas na década de 60, notadamente nos Estados Unidos, para permitir os deslocamentos cotidianos da vida urbana onde os fluxos de tráfego são significativos, e as viagens envolvem grandes distâncias.
Sobre a hierarquização, dimensionamento e desenho de um sistema viário, assinale a alternativa INCORRETA.
Uma concepção de hierarquização funcional deve fazer com que haja correspondência entre o uso real e o uso projetado para as vias, manuseando uma série de características físicas e de controle de tráfego, de forma a dar a eficiência requerida para a função prioritária da via.
A obtenção de um sistema de capacidade compatível com a demanda é a condição para que a concepção da hierarquização funcional seja viável e sua operação seja adequada. Caso contrário, os congestionamentos decorrentes do desbalanceamento entre demanda e capacidade podem gerar atrasos significativos para a operação do tráfego e podem fazer com que os usuários procurem trajetos alternativos que realizem seus deslocamentos por outras vias e tragam para essas vias alternativas, os conflitos entre funções que a hierarquização viária busca minimizar.
Uma das formas de classificação viária básica consiste em três classes de via: arteriais, coletoras e locais. As vias arteriais suportam os maiores deslocamentos, as vias locais acomodam o acesso e egresso às edificações, e as vias coletoras servem de ligação entre as áreas de tráfego local e as vias de tráfego de passagem.
A inserção de infraestrutura cicloviária deve se adequar à hierarquia das vias, podendo incluir trechos em ciclovias, em ciclofaixas, ou ainda, em faixas compartilhadas.
O Plano de Mobilidade de Petrolina apresenta propostas que visam qualificar e incentivar deslocamentos por transportes público e privado, com o intuito de promover a organização e qualificação do Serviço de Transporte Coletivo, a organização e estruturação do sistema viário e a redução do número de conflitos de tráfego.
“Nasceu do gesto primário de quem assinala um lugar ou dele toma posse”, escreveu o arquiteto Lucio Costa, em sua “Memória Descritiva do Plano Piloto” para Brasília. Esta frase foi tradução de uma representação gráfica, apresentada na forma de:
Dois eixos centrais paralelos entre si.
Dois eixos cruzando-se em ângulo reto.
Dois eixos paralelos cruzando-se com outros dois em ângulos.
Apenas um eixo central.
Um dos livros mais importantes de urbanismo é "A Imagem da Cidade" de Kevin Lynch, no qual ele elabora uma teoria baseada em entrevistas com habitantes de três cidades americanas. Nesse estudo, procura os elementos- chave através dos quais indivíduos formam a imagem da cidade. Segundo Lynch, a cidade é o símbolo da sociedade, e deve representar seu passado, seu modo de vida e objetivos. Uma imagem nítida tem um importante papel social, dando aos habitantes segurança emocional, elevando a intensidade da experiência humana. Ele analisa e classifica em cinco os elementos da paisagem urbana que são notórios para os cidadãos e a partir dos quais a cidade se organiza.
Desses elementos, qual é o nome que Lynch dá para os elementos pontuais nos quais o observador não entra, pois são externos, são normalmente representados por um objeto físico, podem ser situados dentro ou fora da cidade e desempenham função constante de símbolo de direção?
Limites
Vias
Marcos ou pontos marcantes
Bairros
Cruzamentos ou pontos nodais
Considere o texto para responder à questão.
O Brasil é um país de cidades novas. A maior parte de seus núcleos urbanos surgiu no século passado. Há cidades, entretanto, que já existem há bastante tempo. Coevas dos primeiros tempos da colonização, algumas delas já ultrapassaram inclusive a marca do quarto centenário. Poucas são as cidades brasileiras, entretanto, que ainda apresentam vestígios materiais consideráveis do passado. [...] Há, entretanto, algo novo acontecendo em todas elas. Independente de qual tenha sido o estoque de materialidades históricas que tenham conseguido salvar da destruição, as cidades do país vêm hoje engajando-se decisivamente num movimento de preservação do que sobrou de seu passado, numa indicação flagrante de que muita coisa mudou na forma como a sociedade brasileira se relaciona com suas memórias.
(ABREU, Maurício. Sobre a memória das cidades. In: CARLOS, Ana Fani A. et al (orgs). A Produção do Espaço Urbano. Agentes e processos, escalas e desafios. São Paulo: Contexto, 2012. P. 21 e 22)
Depreende-se do texto que o autor
cita explicitamente uma cidade específica, dos primeiros tempos da colonização, para exemplificar seu raciocínio.
afirma que apenas cidades brasileiras que existem há bastante tempo possuem vestígios materiais consideráveis do passado.
aponta que as cidades brasileiras em geral apresentam reduzido patrimônio material histórico conservado, e identifica esforços recentes de preservação.
defende que uma indicação flagrante de que muita coisa mudou na sociedade brasileira é o fato de que poucas são as cidades brasileiras que ainda apresentam vestígios materiais consideráveis do passado.
se refere a processos de produção do espaço urbano apenas de cidades novas brasileiras, embora lembre que há cidades que já existem há bastante tempo.
Os espaços livres de uma cidade são
quaisquer espaços abertos, ruas, praças e parques considerados infraestrutura urbana.
espaços obrigatoriamente vegetados como praças e parques com ou sem construções.
quaisquer espaços de caráter ambiental, exceto infraestrutura urbana.
apenas os sistemas de áreas verdes de uma cidade, de propriedade pública.
espaços obrigatoriamente arborizados, de propriedade pública, considerados equipamentos urbanos.