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A normalização da descrição arquivística tratou-se de um longo processo de cerca de duas décadas de 1980 a 1990. Porém, anteriormente, proliferava-se uma série de instrumentos de pesquisa. De acordo com seus conhecimentos, quais eram esses instrumentos de pesquisa, marque V para verdadeiro, F para falso e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) Guias: Fornece um esquema do conteúdo do arquivo e não dos documentos em si, lista e sumariza o conteúdo de um fundo, coleção ou seção. Informa a respeito das datas-limite do fundo, a quantidade de documentos, sua origem e estado de organização, se há restrições ao acesso, quais são as séries, etc.
( ) Calendários: Um instrumento de pesquisa que lista cronologicamente os documentos de uma coleção podendo ser abrangente ou seletivo, pode incluir detalhes sobre o escritor, recebedor, datas, locais e resumo do conteúdo, tipo de documento. Um inventário cronológico.
( ) Repertórios: Instrumento de pesquisa no qual são descritos pormenorizadamente documentos, pertencentes a um ou mais fundos e/ou coleções, selecionados segundo critérios previamente definidos.
( ) Instrumento de pesquisa: Sistematização de informações relativas a uma autoridade, compreendendo referências cruzadas, relacionamentos e a documentação das decisões tomadas.
( ) Inventários analítico: Os instrumentos mais gerais trazem informações sobre a instituição custodiadora do arquivo, como: dos fundos sob sua custódia, seu endereço, dias e horários de funcionamento/atendimento da instituição.
V, F, F, V e V
F. F, V, F e F
F, F, V, V e V
V, F, V, F, V
F, V, V, F e F
A decomposição de um órgão produtor em níveis hierárquicos é uma grande preocupação na teoria Arquivística. Sente sentido, A Norma Internacional de Descrição Arquivística – ISAD (G), apresenta a descrição em uma certa quantidade de níveis, assinale a alterativa que melhor representa as recomendações da norma:
Função, Subfunção, Atividade e Subatividade.
Função, Atividade e Tipo documental.
Seção, Série, Subsérie, Dossiê/Processo e Item documental.
Estrutura, Espécie documental e Tipologia documental.
Função, Matéria, Espécie documental.
A norma ISAAR (CPF) permite
oferecer diretivas para a preparação de registros de autoridade arquivística de assunto que forneça descrições do conteúdo abordado pelos documentos de arquivos.
controlar a criação e uso de pontos de acesso do título, do título atribuído e do título formal em descrições arquivísticas.
apresentar regras específicas para a normalização das descrições nas instituições com acervos arquivísticos para acesso aos documentos e aos serviços disponíveis.
associar descrições de produtores de documentos e informação contextual a descrições de documentos de mesmo produtor mantidos por mais de uma instituição.
apoiar a preparação de descrições de funções de entidades coletivas associadas à produção e manutenção de arquivos.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio do Comitê Brasileiro de Informação e Documentação (NBR/CB-014) elaborou as normas ABNT NBR ISO 30300:2016 e ABNT NBR ISO 30301:2016 que estão disponibilizadas no catálogo da ABNT. As normas visam padronizar os procedimentos em Gestão de Documentos no Brasil, a saber:
I - Sistema de gestão de documentos de arquivo — Fundamentos e vocabulário.
II - Sistema de Padronização de Normas da ABNT – Fundamentos e Requesitos.
III - Sistemas de gestão de documentos de arquivo – Requisitos.
IV - Sistema de Informação e Documentação.
Está(ão) correta(s), apenas:
I, II e IV.
I e III.
II e III.
I, II, III e IV.
III e IV.
Dentre as definições abaixo, em conformidade com a ISAD (G), marque a opção CORRETA:
Item documental (item) – Documento ou conjunto de documentos, sob qualquer forma física, tratado como uma unidade, e que, como tal, serve de base a uma descrição particularizada.
Unidade de descrição (unit of description) – A menor unidade arquivística intelectualmente indivisível, por exemplo: carta, memorando, relatório, fotografia, registro sonoro.
Forma do documento (form) – Uma classe de documentos distinguida com base em características comuns, físicas (por exemplo: aquarela, desenho) e/ou intelectuais (por exemplo: diário, livro diário, borrador).
Catálogo de autoridade – Instrumento de pesquisa organizado segundo critérios temáticos, cronológicos, onomásticos ou toponímicos, reunindo a descrição individualizada de documentos pertencentes a um ou mais fundos, de forma sumária ou analítica.
Instrumento de pesquisa ( finding aid) – Unidade organizada de documentos agrupados, quer para uso corrente por seu produtor, quer no decurso da organização arquivística, porque se referem a um mesmo assunto, atividade ou transação.
Na descrição arquivística, conforme estabelece a ISAD-G,
as partes que compõem o fundo, quando este estiver sendo descrito como um todo, devem ser representadas em separado utilizando-se os elementos descritivos ligados por uma hierarquia.
a descrição multinível deve ser realizada do particular para o geral com o objetivo de representar o contexto e a estrutura hierárquica do fundo, das partes que o constituem e de seus itens documentais.
o código de referência tem por objetivo identificar a unidade de descrição e deve ser registrado utilizando todos os três elementos previstos com o propósito de troca de informação em nível internacional.
o registro da história administrativa fornece informação sobre a história da unidade de descrição que seja significativa para sua autenticidade, integridade e interpretação com o registro das sucessivas transferências de propriedade ou custódia.
a procedência permite a avaliação da potencial relevância da unidade de descrição, através de um sumário do âmbito como período de tempo, localização geográfica, e do conteúdo como formas dos documentos, assuntos e processos administrativos.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
“Para Heloísa Bellotto, deve-se evitar “qualquer rigidez de __________, prática não cabível em Arquivologia” (BELLOTTO, 1984, p.86) normas nacionais e internacionais não preconizam essa rigidez. Portanto o arquivista, ao produzir e utilizar guias de orientação deve-se ater que “nem todas as áreas e/ou todos os seus __________ precisam ser usados para elaboração de todos os instrumentos de pesquisa nem nessa ordem e necessitam ser adequados às ___________ nacionais, regionais locais e até mesmo institucionais”.
especificidades, elementos e leis
normalização, leis e especificidades
normalização, elementos e especificidades
especificidades, leis e elementos
leis, elementos e normalizações
É um modelo conceitual que define um repositório digital, identificando o ambiente, os componentes funcionais, suas interfaces internas e externas, os objetos de dados e informações. No Brasil, foi adaptado e publicado como norma ABNT NBR 15472:2007, sob o título “Sistema Aberto de Arquivamento de Informação – SAAI”.
OAIS
PREMIS
OAI-PMH
EAD
ISAD(G)
Quais normas de descrição deverão ser utilizadas nos seguintes contextos apresentados?
I. O arquivista quer descrever as funções apresentadas nos documentos que estão em tratamento.
II. O arquivista quer descrever a instituição custodiadora do acervo documental em tratamento.
ISDF e ISDIAH
ISAAR – CPF e ISDIAH
ISDIAH e ISAAR - CPF
ISDIAH e ISDF
ISDF e ISAAR - CPF
“Na fase de produção de documentos o arquivista deve contribuir para que sejam criados apenas documentos_________ à administração da Instituição e evitadas a duplicação e emissão de vias desnecessárias: propor consolidação de___________ alterados ou atualizados com certa frequência, visando a perfeita compreensão e interpretação dos textos”
(PAES, Marilena Leite, Arquivo: teoria e prática. 3°ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro : FGV, 2004)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
diversos, atos coesos
absolutos, atos gerais
verdadeiros, atos específcos
essenciais, atos normativos
gerais, atos minuciosos
De acordo com as definições apresentadas nas diretrizes para a implementação de repositórios arquivisticos digitais confiáveis – RDC-arq, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Normalização de formatos é o conjunto de ações gerenciais e técnicas exigidas para superar as mudanças tecnológicas e a fragilidade dos suportes, garantindo acesso e interpretação dos documentos digitais pelo tempo que for necessário.
( ) Metadados é a informação registrada, codificada em dígitos binários, acessível e interpretável por meio de sistema computacional.
( ) Confidencialidade é a propriedade de certos dados ou informações que não podem ser disponibilizados ou divulgados sem autorização para pessoas, entidades ou processos.
( ) Migração é o conjunto de procedimentos e técnicas para assegurar a capacidade de os objetos digitais serem acessados em face das mudanças tecnológicas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
V – F – V – F.
F – V – F – V
V – V – F – F.
F – F – V – V.
F – V – V – F
No Descritor “Nome (s) do (s) produtor (es)”, da “Área de Contextualização” da “Norma Geral de Descrição Arquivística ISAD – (g)”, podemos redirecionar o item descrito a qual outra norma que descreve detalhadamente esse descritor?
ISDF
ISDIAH
ISAAR-CPF
NOBRADE
IDHF-GO
A Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias determina os tipos de informação que podem ser incluídos em um registro de autoridade e fornece orientação sobre como tais registros podem ser desdobrados em um sistema de controle descritivo.
Analise o quadro a seguir.
1. Identificador do registro de autoridade | BR IPHAN E 1 |
2.Identificadores da instituição | Arquivo Central do IPHAN |
3. Regras e/ou convenções | INTERNATIONAL COUNCIL ON ARCHIVES. ISAAR (CPF): International Standard Archival Authority Record for Corporate Bodies, Persons and Families. 2. ed. Canberra, 2003. 70 p. |
4. Status | Versão preliminar |
5. Nível de deta- lhamento | Integral |
6. Datas de cria- ção, revisão ou obsolescência | Criação: 20/9/2003; Revisão: 22/9/2004 |
7. Idioma(s) e sistema(s) de escrita | Português |
8. Fontes | Bibliografia consultada: INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (Brasil). Sobre o Iphan. [on-line] Disponível na Internet via WWW. URL: http://www.iphan.gov.br. Arquivo capturado em 12/05/2003. PROGRAMA de Gestão Documental no Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Etapa 1: os acervos e os serviços arquivísticos do Iphan. Rio de Janeiro: Arquivo Noronha Santos, mar. 2001. |
9. Notas de manutenção | Autores: Francisca Helena Barbosa Lima, Mônica Muniz Melhem e Zulmira Canário Pope |
O quadro apresentado se refere à Área de
Identificação.
Descrição.
Relacionamentos.
Controle.
Associação a materiais arquivísticos e outros recursos.
Existe, internacionalmente, hoje um conjunto de normativas relacionadas à descrição, classificação e gestão de arquivos. Quando se pensa em normas de descrição no contexto do conselho internacional de arquivos, quais são as normas e como podemos compreendê-las. Marque V para verdadeiro, F para falso e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) ISAAR(CPF)- Esta norma apresenta regras gerais para a normalização de descrições de instituições com acervos arquivísticos, permitindo assim: o fornecimento de orientação prática na identificação e contato com instituições com acervos arquivísticos e no acesso ao acervo e aos serviços disponíveis a elaboração de diretórios de instituições com acervo arquivístico e ou listas de autoridade o estabelecimento de conexões com listas de autoridade de bibliotecas e museus e ou o desenvolvimento de diretórios comuns de instituições de patrim nio cultural nos níveis regional, nacional e internacional e a produção de estatísticas de instituições com acervo arquivístico, nos níveis regional, nacional ou internacional.
( ) ISAD(G) - Esta norma estabelece diretrizes gerais para a preparação de descriçõesarquivísticas. Deve ser usada em conjunção com as normas nacionais existentes ou como base para a sua criação. O objetivo da descriçãoarquivística é identificar e explicar o contexto e o conteúdo de documentos de arquivo a fim de promover o acesso a eles Isto é alcançado pela criação de representações precisas e adequadas e pela organização dessas representações de acordo com modelos predeterminados. Processos relacionados à descrição podem começar na ou antes da produção dos documentos e continuam durante sua vida. Esses processos permitem instituir controles intelectuais necessários para tornar confiáveis, autênticas, significativas e acessíveisdescrições que serão mantidas ao longo do tempo.
( ) ISDIAH - Esta norma dá diretivas para a preparação de registros de autoridade arquivística que forneçamdescrições de entidades (entidades coletivas, pessoas e famílias) relacionadas à produção e manutenção de arquivos. Registros de autoridade arquivística podem ser usados para: a. descrever uma entidade coletiva, pessoa, ou família como unidades dentro de um sistema de descriçãoarquivístico e ou b. controlar a criação e uso de pontos de acesso em descriçõesarquivísticas; c. documentar relações entre diferentes produtores de documentos e entre essas entidades e os documentos que produziram e/ou outros recursos sobre ou produzidos por essas mesmas entidades.
( ) ISDF - Esta norma dá diretivas para a preparação de descrições de funções de entidades coletivas associadas à produção e manutenção de arquivos. O termo “função” é usado nesta norma para incluir não somente funções, mas também qualquer uma das subdivisões de uma função, tais como subfunção, procedimento operacional, atividade, tarefa, transação ou outro termo de uso internacional, nacional ou local. A norma pode ser usada para descrever uma função ou qualquer de suas subdivisões.
V, F, V, F.
F, V, F, V.
F, F, V, V.
V, V, F, F.
V, V, F, V.
Os elementos de descrição a seguir pertencem à qual norma de descrição arquivística?
ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO:
Tipo:
Forma(s) autorizada(s) do nome
Forma(s) paralela(s) do nome
Outra(s) forma(s) do nome
Classificação
ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO
Datas:
Descrição
História
Legislação
ISAD/G – Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística.
ISDF – Norma Internacional para Descrição de Funções.
ISDIAH – Norma Internacional para Descrição de Instituições com Acervo Arquivístico.
ISAAR/CPF – Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para Entidades Coletivas, Pessoas e Famílias.
NOBRADE – Norma Brasileira de Descrição Arquivística.
O código elaborado de acordo com a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística – ISAD (G) destinado a identificar qualquer unidade de descrição é denominado de:
Código de acesso
Código de classificação.
Código de referência.
Código de descrição.
Código de identificação.
A Norma Internacional para Descrição de Funções (ISDF) dá diretivas para a preparação de descrições de funções de entidades coletivas associadas à produção e manutenção de arquivos. Das alternativas abaixo, é INCORRETO afirmar:
O termo “função” é usado nesta norma para incluir não somente funções, mas também qualquer uma das subdivisões de uma função, tais como subfunção, procedimento operacional, atividade, tarefa, transação ou outro termo de uso internacional, nacional ou local.
A guarda da informação sobre funções separada das descrições dos documentos e dos registros de autoridade significa maior repetição de informação e não permite a construção de sistemas flexíveis de descrição arquivística.
As descrições de funções e atividades podem ser usadas para documentar relações entre diferentes funções e entre essas funções e as entidades coletivas que as exerceram e os documentos que geraram.
As funções são apropriadas para servir como uma base para o arranjo, classificação e descrição de documentos.
As descrições de funções e atividades podem ser usadas para descrever funções como unidades em um sistema de descrição arquivístico.
Segundo a ISAD(G): Norma geral internacional de descrição arquivística (2000), o elemento descritivo “Sistema de Arranjo” pertence à área de:
Condições de acesso e uso.
Contextualização.
Fontes relacionadas.
Identificação.
Conteúdo e estrutura.
Dadas as afirmativas quanto às normas internacionais de descrição arquivística,
I. ISAD-G é a norma geral internacional de descrição arquivística.
II. A ISO:9000 é a norma de descrição arquivística canadense.
III. ISDF é a norma internacional para descrição de funções.
verifica-se que está(ão) correta(s)
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Segundo a ISAAR (CPF) – Norma internacional de registro de autoridade para entidades coletivas, pessoas e famílias –, os registros de autoridades arquivísticas são semelhantes aos registros de autoridade bibliográfica na medida em que ambas as formas de registro de autoridade precisam apoiar a criação de pontos de acesso normalizados em descrições. Entretanto, em relação às diferenças, é correto afirmar que
os registros de autoridade arquivística precisam atender a um conjunto maior de exigências do que os registros de autoridade bibliográfica.
não existem, uma vez que o registro de autoridades é compartilhado em qualquer sistema informacional.
os registros de autoridade bibliográfica conterão muito mais informação do que os registros da autoridade arquivística.
os registros de autoridade bibliográfica são baseados no acesso às bibliotecas e no contexto de geração dos documentos bibliográficos.
os registros de autoridade arquivística levam em consideração também o suporte documental em que foi produzida a unidade arquivística.