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Quando da avaliação do resultado da amostragem em auditoria, o auditor deve avaliar:
se o uso de amostragem de auditoria forneceu uma base razoável para conclusões.
se o uso de amostragem de auditoria forneceu uma base significativa sobre a população que foi testada..
se o uso de amostragem de auditoria forneceu suficientes dados sobre a população a fim de possibilitar os testes necessários.
se o uso de amostragem de auditoria forneceu uma base razoável para conclusões sobre a população que foi testada.
se a utilização da técnica da amostragem, irá possibilitar, dentro de faixas padrões, fazer as inferências necessárias por parte do auditor.
Em auditoria, quando a população é muito grande, deve-se realizar a amostragem, que é a aplicação de procedimentos exclusivamente estatísticos na totalidade da população para a seleção de uma amostra representativa do estudo.
De acordo com a NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria, em relação à definição da amostra, tamanho e seleção dos itens para teste em Auditoria Independente, é INCORRETO afirmar que:
a amostragem de auditoria permite que o auditor obtenha e avalie a evidência de auditoria em relação a algumas características dos itens selecionados de modo a concluir, ou ajudar a concluir sobre a população da qual a amostra é retirada.
ao definir uma amostra de auditoria, o auditor deve considerar a finalidade do procedimento de auditoria e as características da população da qual será retirada a amostra.
o auditor deve selecionar itens para a amostragem, de forma que cada unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser selecionada.
o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar é afetado pelo tamanho da amostra exigido. Quanto maior o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra a ser efetuada.
O auditor deve utilizar técnicas de amostragem,
sempre.
para empresas que não se enquadram no conceito de microempresas ou pequenas empresas.
para verificar a existência, efetividade e continuidade dos controles internos da entidade.
para obter evidências quanto à suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelo sistema contábil da entidade.
quando não tem condições de aplicar os procedimentos de auditoria sobre todos os elementos que serviram de base para a elaboração das Demonstrações Contábeis.
A amostragem por conglomerado é realizada quando a população a ser pesquisada é subdividida em regiões homogêneas quanto às características a serem observadas ou testadas.
Em relação à utilização de amostragem na auditoria, é correto afirmar:
A amostragem utilizada em auditoria é necessariamente probabilística, sob pena de ocorrerem riscos decorrentes da utilização do julgamento pessoal do auditor sobre os itens a serem selecionados.
A estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações, cada qual contendo um grupo de unidades de amostragem com características heterogêneas.
O tamanho da amostra a ser determinada pelo auditor deve considerar o risco de amostragem, bem como os erros toleráveis e os esperados.
O erro tolerável é o erro mínimo na população que o auditor está disposto a aceitar e, ainda assim, concluir que o resultado da amostra atingiu o objetivo da auditoria.
Quando o erro projetado for inferior ao erro tolerável, o auditor deve reconsiderar sua avaliação anterior do risco de amostragem e, se esse risco for inaceitável, considerar a possibilidade de ampliar o procedimento de auditoria ou executar procedimentos de auditoria alternativos.
Considere que um auditor deseje focar, no exame dos contratos firmados por uma entidade, somente aqueles acima de determinado valor. Em face dessa situação, é correto afirmar que a amostragem será efetuada por conglomerados ou lotes, em que não há necessidade de uma lista da população da qual se deva extrair a amostra e é possível trabalhar-se com itens extremamente dispersos.
Para a execução dos testes de auditoria, é necessário que o auditor escolha uma amostra dentro do universo do processo auditado a fim de otimizar o tempo da auditoria, reduzir os custos e produzir o relatório final dentro do prazo determinado. Para a definição da amostragem, o auditor deve
escolher as primeiras e as últimas três transações ou registros para teste por possuírem maior probabilidade de estar com erros ou fraudes.
definir a população para teste de acordo com sua experiência ou utilizando alguma metodologia predefinida, como softwares e planilhas de seleção aleatória.
definir uma população para teste superior a 90% do universo total do processo auditado, garantindo que todos os riscos sejam cobertos.
selecionar o processo com maior risco para a empresa, ou seja, aquele que possa impactar significativamente seu patrimônio e afetar a continuidade dos negócios.
selecionar a população para teste de acordo com as auditorias anteriores, ratificando os resultados já alcançados e garantindo a qualidade da auditoria.
Os métodos utilizados para a seleção de amostras estão relacionados a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
Seleção Aleatória.
Seleção Sistemática.
Seleção ao Acaso.
Seleção Alternativa.
Seleção de Bloco.
Amostragem, em auditoria, é a aplicação de procedimentos em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite ao auditor concluir sobre toda a população. Quanto à amostragem aplicada à auditoria, assinale a opção INCORRETA.
A amostragem de auditoria permite que o auditor obtenha e avalie a evidência de auditoria em relação a algumas características dos itens selecionados, de modo a concluir, ou a ajudar a concluir, acerca da população da qual a amostra é retirada, e pode ser aplicada usando-se tanto a abordagem de amostragem não estatística quanto a estatística.
Em relação ao tamanho da amostra, que pode ser determinado mediante aplicação de fórmula com base em estatística ou por meio do exercício do julgamento profissional, o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar não afeta o tamanho da amostra exigido quando utilizadas bases estatísticas.
Para testes de controles, o auditor, ao considerar as características de uma população, faz uma avaliação da taxa esperada de desvio, com base no seu entendimento sobre os controles relevantes ou no exame de pequena quantidade de itens da população, tendo por objetivo estabelecer a amostra de auditoria e determinar o tamanho dessa amostra, sendo que, se a taxa esperada de desvio for inaceitavelmente alta, o auditor geralmente decide não executar os testes de controle.
Para os testes de detalhes, o auditor faz uma avaliação da distorção esperada na população e, se a distorção esperada for alta, pode ser apropriado fazer o exame completo ou utilizar uma amostra maior ao executar os testes de detalhes.
Os principais métodos para selecionar amostras correspondem ao uso de seleção aleatória, seleção sistemática e seleção ao acaso, e à amostragem de unidade monetária, que é um tipo de seleção com base em valores, na qual o tamanho, a escolha e a avaliação da amostra resultam em uma conclusão em valores monetários.
A técnica que consiste em dividir uma população em subpopulações, cada qual contendo um grupo de unidades de amostragem com características homogêneas ou similares, é denominada amostragem
randômica.
estratificada.
não estatística.
por julgamento.
não aleatória.
A auditoria por amostragem baseia-se em testes que permitem ao auditor emitir juízo sobre a exatidão e a legitimidade do que for examinado. Com relação a esse assunto, assinale a opção correta.
A amostragem será integral quando todos os registros e documentos se submeterem ao exame do auditor.
O grau de confiança atribuído aos controles internos é irrelevante para a determinação da abrangência da amostragem.
A existência de auditoria interna deve ser desconsiderada para efeito de determinação do tamanho das amostras.
Para a conferência da existência física de certos bens patrimoniais, é indispensável que o auditor tenha acompanhado a elaboração do inventário.
A profundidade do exame deve levar em conta a relevância de determinada transação, seu valor e relação com o objetivo do exame.
Considere as assertivas a seguir.
I. Quando extrapolar resultados de erros e fraudes, o auditor deve considerar os aspectos qualitativos e quantitativos dos erros e fraudes encontrados, avaliando sua materialidade e sua relevância para que sejam considerados.
II. Ao analisar os erros detectados na amostra, o auditor deve, inicialmente, determinar se o item em questão é, de fato, um erro, considerados os objetivos específicos planejados.
III. Seleção sistemática ou por intervalo é aquela em que a seleção de itens é procedida de maneira que haja sempre um intervalo constante entre cada item selecionado, seja a seleção feita diretamente da população a ser testada, ou por estratos dentro da população.
Está correto o que se afirma APENAS em
I.
III.
II e III.
II.
I e II.
O risco de amostragem surge da possibilidade de que a conclusão do auditor, com base em uma amostra, possa ser diferente da conclusão que seria alcançada se toda a população estivesse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria. Assinale a alternativa abaixo que discrimina os riscos de amostragem que o auditor está sujeito na aplicação dos testes de observância:
risco de superavaliação da confiabilidade e risco de rejeição incorreta.
risco de rejeição incorreta e risco de aceitação incorreta.
risco de subavaliação da confiabilidade e risco de superavaliação da confiabilidade.
risco de aceitação incorreta e risco de superavaliação da confiabilidade.
risco de aceitação incorreta e risco de subavaliação da confiabilidade.
Na amostragem probabilística, a amostra deve ser selecionada por critérios decorrentes da experiência profissional do auditor, que deve levar em conta o conhecimento do setor em exame.
A seleção de números sistemáticos ocorre quando são selecionados itens de tal forma que permaneça entre eles um intervalo uniforme na população total ou na estratificação.
Se determinado auditor aplicar procedimentos de auditoria a itens de um livro contábil que, por exemplo, ultrapassem determinado valor, tal atitude não poderá ser considerada como teste de amostragem.
O censo é o oposto da técnica de amostragem e deve ser utilizado sempre que houver necessidade de alta precisão dos dados.
Um dos parâmetros essenciais para a seleção da amostra é a materialidade dos controles contábeis examinados, cuja definição pode depender do usuário das demonstrações contábeis.