Questões de Concurso sobre Subárea: Inspeção/Monitoramento de Alunos

 
 
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Assunto 1
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Escolaridade
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Na escola municipal "Professor Altino Feitosa" da cidade de São Paulo, o diretor realizava a cada bimestre uma reunião geral com o objetivo de discutir e corrigir os desvios nos desempenhos dos profissionais, sob sua chefia. Numa tarde de outubro, ele deu muita ênfase às atividades dos inspetores de alunos, pois estava recebendo muitas queixas com relação ao inspetor de alunos, Mauro, que colocava apelidos nos alunos, ressaltando negativamente algum aspecto físico, modo de andar ou de falar, depreciando os alunos e os colocando numa situação desagradável e vulnerável perante os seus colegas. O diretor alertou Mauro, reportando-se ao ECA, que isto não podia mais acontecer, pois com sua atitude ele estava


A

violando o direito de respeito à imagem das crianças e dos adolescentes.


B

abusando de seu poder como funcionário da escola, na maneira de lidar com os alunos.


C

igualando-se aos adolescentes e eximindo-se de ser um profissional responsável por eles.


D

ridicularizando alguns alunos, para ganhar a simpatia de outros.


E

esquecendo-se de sua responsabilidade educativa como inspetor de alunos.

Uma escola disciplinada não se improvisa. São imprescindíveis normas que constituam um referencial aceito, que determina o limite que a liberdade dos outros impõe à nossa própria liberdade.

Para que estas normas sejam eficazes é necessário que:

I- sejam poucas e coerentes com o processo educativo;

II- sejam formuladas e justificadas com clareza e sensatez;

III- sejam conhecidas e aceitas por todos:pais, professores, funcionários e alunos;

IV- seu cumprimento seja exigido.

Assinale:


A

se as afirmativas I, II, III e IV estiverem corretas;


B

se apenas as afirmativas II, III e IV estiverem corretas;


C

se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas;


D

se apenas as afirmativas I, III e IV estiverem corretas;


E

se apenas as afirmativas II e IV estiverem corretas.

Luciano, inspetor de alunos muito querido na escola, foi procurado por um grupo da 8.ª série para pedir-lhe ajuda, pois era considerado como uma pessoa de confiança e de muito bom senso. A questão é que os alunos estavam tendo problemas com uma professora, pois eles não concordavam com os critérios adotados por ela para avaliá-los e ela não aceitava nenhuma discussão sobre o assunto. Luciano, analisando o problema, aconselhou-os a procurar a coordenadora pedagógica para resolver a situação. A base que Luciano teve para dar esse conselho aos alunos foi pensando no


A

prejuízo escolar que eles poderiam ter, caso a avaliação estivesse sendo feita injustamente.


B

direito que eles tinham de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores.


C

modo de agir autoritário e pouco educativo da docente, não permitindo questionar e nem discutir um procedimento seu que causava incômodo à classe.


D

papel do coordenador pedagógico dentro da escola, que é especificamente orientar os alunos sobre quaisquer problemas que ocorrem em sala de aula.


E

seu próprio papel de inspetor de alunos, cuja função está ligada diretamente aos alunos fora da sala de aula e nos horários livres, para observância e manutenção da disciplina.

Luiz Sérgio, inspetor de alunos, de uma escola da cidade de Louveira, todos os dias ficava no portão vigiando a entrada dos alunos como era de sua obrigação. Porém, um fato já estava incomodando-o há vários dias, pois o pai de um aluno da 5.ª série, quase que diariamente dava uns safanões em seu filho antes dele entrar na escola. Numa dessas vezes, o menino entrou com o nariz sangrando o que indignou muito Luiz Sérgio, que socorreu o aluno e depois foi comunicar ao diretor o que vinha ocorrendo naqueles dias e principalmente o fato acontecido naquele dia. O diretor, ao ouvir o caso e lembrando-se dos direitos que dispõe o ECA, disse que iria tomar providências imediatas junto ao órgão competente para esses casos de maus-tratos, comunicando


A
o Juizado da Infância e Juventude.

B

a Delegacia de Polícia.


C

a Agência Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente.


D

o Núcleo de Atenção Especial a Criança e ao Adolescente.


E

o Conselho Tutelar.

No recreio e fora da sala de aula a ordem e a manutenção da disciplina é de responsabilidade do inspetor de alunos. No entanto, quando o inspetor de alunos impede que nesses momentos livres os alunos façam qualquer tipo de atividade recreativa, ele está


A

infringindo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no artigo que trata do direito da criança e do adolescente de ser respeitado pelos seus educadores.


B

se orientando pelas normas estabelecidas no Regimento Escolar, que trata do bom comportamento e ordem no recreio e nos momentos livres.


C

infringindo o ECA, no artigo que trata do direito da criança e do adolescente à liberdade de brincar, praticar esportes e divertir-se.


D

seguindo as orientações dadas pelo coordenador pedagógico, de que os alunos devem estudar na biblioteca e ter aulas de recuperação durante a hora do recreio.


E

exercendo a sua função como inspetor de alunos, que é manter a ordem e a disciplina no recreio e nas horas livres.

A Escola Municipal "Professora Ninfa dos Reis Fernandez", da cidade de Louveira, tinha programado em seu calendário escolar, aulas de recuperação marcadas para todas as manhãs de sábado, para os alunos com problemas de acompanhamento em alguma disciplina do curso que freqüentava. Nesses dias, o inspetor de alunos ficava à disposição dos professores, para dar apoio às suas atividades. Num dos sábados, Salete, uma das inspetoras de alunos da escola, presenciou uma conversa de Ana Luíza, aluna da 7.ª série, com sua professora de Matemática, que justificava a sua ausência às aulas de recuperação, pois a sua religião guardava os sábados. A professora, indiferente à sua colocação, disse à aluna que nada poderia fazer, mas se ela quisesse passar de ano que pensasse em mudar de religião ou desse um jeito de ir assistir às aulas. A maneira de agir dessa professora demonstrou que ela desconhecia o que estabelece o ECA, no art. 16, item III, que resguarda o direito da criança e do adolescente de


A

ter aulas de recuperação, envolvendo outras estratégias de ensino.


B

contestar programações escolares pré-programadas, sem consulta prévia dos alunos.


C

ser respeitado por seus educadores.


D

igualdade de oportunidades no desenvolvimento de sua educação.


E

liberdade à crença e culto religioso.

Omar é um aluno muçulmano de uma escola de Louveira. Ele é muito religioso e algumas vezes por dia faz orações, ajoelhado no chão. Sempre que ele faz isso, seus colegas debocham dele, ridicularizando-o. Irineu, inspetor da escola, preocupado com o fato, procura conversar com os meninos para que eles


A

evitem ser castigados por estarem ridicularizando seus colegas.


B

passem a respeitar os valores culturais das outras pessoas.


C

se afastem daqueles que são diferentes deles para evitar brigas.


D

aproveitem o momento para se divertirem com outras coisas.


E

tenham atitudes que agradem aos professores e demais educadores da escola.

Natália, de catorze anos de idade, chegou atrasada para as aulas. Foi encaminhada, pelo Inspetor de Disciplina, à Coordenadora de Turno. Foi obrigada por esta a permanecer de pé, no canto da sala da Coordenação, olhando para a parede por vinte minutos. Tal procedimento:


A

está correto, pois a escola tem a obrigação de impor disciplina, utilizando-se dos métodos que achar conveniente;


B

está incorreto, pois fere o direito ao respeito e à dignidade do adolescente disposto no ECA;


C

está correto, pois os pais de Natália ao matricularem sua filha na escola, assinaram um documento onde concordam com todos os métodos a serem utilizados pela escola para manter a disciplina;


D

está correto de acordo com o ECA;


E

está incorreto, pois fere o direito à liberdade disposto no ECA.

Durante o turno noturno de uma escola municipal da zona sul de São Paulo, Maria Helena, inspetora de alunos, observou que o grêmio estudantil durante a campanha de eleição fazia restrições aos alunos com condições sociais menos privilegiadas para comporem as chapas. Frente a essa situação, ela levou o problema ao diretor, que chamou os alunos para uma conversa e esclarecimentos sobre o que dispõe o ECA, no Art. 53, item IV, que trata do direito da criança e do adolescente de


A

organização e participação em entidades estudantis.


B

igualdade de tratamento com relação à raça, cor, credo e situação social.


C

ser respeitado em suas diferenças.


D

acesso e permanência em entidades estudantis para o exercício da cidadania.


E

contestar sobre os critérios para composição de chapas de grêmios estudantis.

José Marcos, 32 anos, inspetor de uma escola municipal de Louveira que freqüentou desde muito menino até completar o ensino fundamental, é muito conhecido e bem conceituado na comunidade local, incluindo alunos e ex-alunos, pelo seu modo simpático, mas firme e justo, de lidar com a meninada. Ele chega sempre cedo para o início de seu trabalho, pois mora a dois quarteirões da escola e antes mesmo de entrar vai conversando com os alunos que encontra pelo caminho. Muitas pessoas vêm insistindo para que ele integre o Conselho Tutelar do Município, pois sabem que não há nenhum impedimento para isso, pois ele


A

tem reconhecida idoneidade moral, tem mais de 21 anos e reside no município.


B

é respeitado pela comunidade local, é ex-aluno da escola e mora perto do local em que trabalha.


C

conhece muito bem os alunos, é amigo do pessoal da redondeza e já passou dos 30 anos.


D

é pontual em relação ao horário de entrada no trabalho, é simpático e moralmente idôneo.


E

completou o ensino fundamental na escola, é maior de idade e sabe quais são os requisitos para candidatura ao Conselho.

Antônio, inspetor de aluno de uma escola municipal de Louveira, morava ao lado de uma família com três crianças na faixa etária de 7 a 10 anos, que eram exploradas pelo seu pai, que exigia que elas pedissem esmola num dos faróis no centro da cidade, enquanto ele ficava escondido observando a ação dos seus filhos. Comentando o episódio com o vice-diretor de sua escola, os dois decidiram procurar o Conselho Tutelar, pois de acordo com o Art. 5.° do ECA,


A

os filhos até a idade de 18 anos devem ter por parte dos seus pais proteção, alimentação e educação.


B

a família não pode deixar fora da escola os filhos em idade escolar, sob pena de punição.


C

nenhuma criança ou adolescente poderá ser objeto de qualquer forma de exploração, sob pena de punição.


D

o pai, cabeça da família, não tem o direito de desencaminhar os seus filhos com atitudes pouco recomendáveis.


E

nenhuma criança ou adolescente deve realizar atividades que possam prejudicar a formação de sua personalidade, considerando que são pessoas em desenvolvimento.

Considere as seguintes afirmações:

I. Bairro situado a 3 quilômetros do centro.

II. Nesse bairro aparecem vários sítios e chácaras que fazem parte do circuito das frutas.

III. Também chamado como quebra é o bairro de maior crescimento populacional.

IV. Nesse bairro estão localizadas a Sub-Prefeitura e a Garagem Municipal.

São características do Bairro da Abadia


A

I e II.


B

I e III.


C

I e IV.


D

II e III.


E

III e IV.

Luiz Carlos, inspetor de alunos da Escola Municipal "Rui Barbosa" da cidade de José Bonifácio, era muito querido pelos alunos da escola, pois sempre que ocorria algum problema ele era procurado pelos alunos e Luiz Carlos orientava-os com paciência, equilíbrio emocional, bom senso de observação e flexibilidade, mas sem perder a firmeza nas suas orientações. Com essas atitudes, Luiz Carlos procurava


A

zelar pelo seu bom desempenho como inspetor de alunos, pois, caso contrário, ele poderia perder o seu emprego.


B

ser indispensável para os alunos, pois com sua cordialidade ele conseguiria direcioná-los para onde quisesse.


C

agradar aos alunos e assim ter menos trabalho no desempenho de suas funções.


D

zelar pelo direito do aluno de buscar auxílio e orientação em situações de necessidade.


E

ser um exemplo de profissional, para que no futuro fosse apontado pelos alunos como um modelo a ser seguido.

André é um adolescente que, na comunidade local, é conhecido como delinqüente, pois está sempre se metendo em encrencas ou depredando alguma coisa. Roberta, inspetora da turma em que André estuda, já o conhece desde pequeno e, na primeira vez em que ele se atrasou para o início das aulas, ela o mandou de volta para casa, alegando que dele não se poderia esperar alguma coisa certa. Conversando com outro inspetor da escola, Roberta comentou: "muitos alunos chegam atrasados e eu deixo entrar, mas com o André não dá para ser tolerante. Ele é terrível e precisa de tratamento especial". Esse comentário de Roberta indica que ela desconhece que toda criança e adolescente tem direito de


A

contestar critérios avaliativos, podendo recorrer à diretora para ser ouvido.


B

participar da organização e de organizar o centro dos alunos da escola.


C

acessar e permanecer na escola, tal como qualquer um de seus colegas.


D

participar das decisões sobre as normas estabelecidas na escola.


E

freqüentar, em qualquer horário, a escola em que está matriculado.

Antônio Carlos, inspetor de alunos de uma escola municipal da periferia de São Paulo, observava que havia no bairro muitas crianças e adolescentes em idade escolar, soltos pelas ruas sem nada para fazer. Preocupado com a situação levou o problema ao diretor da escola, que resolveu analisar a possibilidade de abrir novas vagas de matrícula, para oferecer aos pais desses alunos. Com essa medida, tanto o inspetor de alunos como o diretor auxiliaram esses pais a cumprir o que estabelece o ECA, no art. 55, que trata da


A

necessidade de proteger seus filhos dos perigos da rua.


B

obrigação de cuidar da educação, saúde e alimentação.


C

responsabilidade de proteger seus filhos de possíveis aliciadores.


D
obrigação de matricular seus filhos na rede regular de ensino.

E

proteção das crianças e dos adolescentes em idade escolar.

Mariano, inspetor de uma escola municipal de Louveira, está sempre atento aos alunos que deixam de freqüentar a escola, principalmente quanto aos que os educadores já tenham feito de tudo para evitar que eles se evadam. Com essa atitude, Mariano contribui para que a diretora Lúcia cumpra sua obrigação em relação a


A

cumprir as normas estabelecidas no Regimento Escolar.


B

orientar os educadores quanto às atitudes a tomar em relação aos alunos.


C

informar a equipe escolar dos problemas dos alunos da escola.


D

tomar decisões sobre as regras a serem observadas pelos educadores.


E

manter o Conselho Tutelar informado sobre as evasões escolares.

   
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