Questões de Concurso sobre Agravo Interno

 
 
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A decisão do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado X que faz a admissibilidade do recurso extraordinário e decide por “negar-lhe seguimento” desafia o recurso de:


A

agravo de recurso extraordinário


B

agravo interno


C

agravo de instrumento


D

reclamação constitucional

A Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Estado X negou seguimento ao recurso especial interposto pelo Município Y sob o fundamento de que o acórdão recorrido está em conformidade com entendimento do Superior Tribunal de Justiça, exarado em precedente repetitivo. Entendendo ter o órgão judicial se equivocado nas suas conclusões, deve o Procurador do feito interpor:


A

reclamação


B

agravo em recurso especial


C

agravo interno


D

mandado de segurança

Considere a seguinte situação hipotética.


Em determinado processo, Afonso ingressou com recurso especial, alegando que o acórdão recorrido violou lei federal e contrariou jurisprudência dada por outro tribunal. O presidente do TJ, porém, em decisão monocrática, negou seguimento ao recurso, considerando, simultaneamente, que o recurso carecia de pressuposto de admissibilidade recursal e que o acórdão impugnado estava em conformidade com precedente em sede de recurso repetitivo firmado pelo STJ. Nessa situação, de quais medidas recursais poderá Afonso se valer para impugnar esta decisão monocrática?


A

Embargos de declaração e, após o julgamento deste, agravo interno.


B

Embargo de declaração e, após o julgamento deste, agravo em recurso especial.


C

Agravo interno e, simultaneamente, agravo em recurso especial.


D

Mandado de segurança, pois não existe recurso previsto em lei para essa situação.

Paulo, advogado, ao se de defrontar com ato apontado como ilegal de um juiz titular de determinada vara cível da comarca de São José dos Campos, impetra mandado de segurança perante o E. Tribunal de Justiça de São Paulo, tratando-se de hipótese de competência originária deste Tribunal. Distribuído o mandamus o Relator, por decisão monocrática, indefere a peça inicial e determina o arquivamento dos autos. Inconformado, Paulo poderá interpor, nesse caso específico, contra a decisão do Relator

A
recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça.

B
agravo interno para o respectivo órgão colegiado.

C
recurso especial para o Superior Tribunal de Justiça.

D
recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal.

E
agravo de instrumento para o Superior Tribunal de Justiça.

O Ministro Relator de Recurso Especial nega seguimento à impugnação recursal. Neste caso,


A

é cabível agravo interno.


B

é cabível agravo de instrumento.


C

é cabível agravo de admissibilidade.


D

é irrecorrível, a decisão.


E

são cabíveis somente embargos de declaração.

Em recurso de apelação, em trâmite perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o relator proferiu decisão em que julgou o mérito do recurso interposto. Nesse caso, a parte insatisfeita com tal decisão poderá interpor o seguinte recurso:

A
Agravo de Instrumento.

B
Recurso Especial.

C
Recurso Extraordinário.

D
Recurso Ordinário.

E
Agravo Interno.

Consoante as diretrizes do Código de Processo Civil – CPC/15, são cabíveis os seguintes recursos, entre outros, EXCETO:


A

Agravo de instrumento.


B

Agravo em recurso especial ou extraordinário.


C

Agravo interno.


D

Agravo retido.

Com observância dos dispositivos no NCPC (Novo Código de Processo Civil – Lei nº 13.105/2015), no que se refere aos recursos, assinale a alternativa correta.


A

O Agravo Interno manifestadamente improcedente atrai multa de 1% (um por cento) a 5% (cinco por cento) do valor atualizado da causa em caso de votação unânime do órgão colegiado.


B

O NCPC ampliou as possibilidades de cabimento da reclamação à garantia de observância a acórdão proferido em julgamento de incidente de resolução de demandas repetitivas e restringiu as possibilidades de as partes utilizarem o recurso especial.


C

De acordo com o STJ, é inválida a vedação, carreada no NCPC, de o relator se limitar a reproduzir a decisão agravada para julgar improcedente o agravo de instrumento, uma vez que fere o princípio da economia processual.


D

Os embargos de declaração opostos contra decisão do relator deverão ser julgados na sessão subsequente, pelo órgão colegiado.


E

O NCPC manteve a regra do juízo de admissibilidade prevista no anterior para o recurso da apelação, sendo que para o caso do Juízo a quo não enviar o recurso sob indicação de intempestividade, a decisão deve ser impugnada por meio de mandado de segurança.

Em ação cível, foi publicado acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul no julgamento de apelação interposta contra a sentença do juiz de primeiro grau. Uma das partes, inconformada com a decisão judicial, e entendendo que o acórdão negou vigência à lei federal, interpõe recurso especial, no devido prazo legal. Ao analisar o recurso, a Vice-Presidência do Tribunal de Justiça negou-lhe seguimento, sob o fundamento de que o acórdão recorrido está em conformidade com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça, exarado no regime de julgamento de recursos repetitivos. O recurso cabível desta decisão será:


A

agravo de instrumento.


B

agravo interno.


C

agravo.


D

mandado de segurança.


E

recurso extraordinário.

Pedro move uma ação indenizatória em face da EMPRESA “X” em razão de um contrato fraudulento, celebrado sem a sua aquiescência, vindo a, posteriormente, ter o seu nome negativado nos órgãos restritivos de crédito por conta de débito que jamais contraiu. A sentença, por sua vez, julgou improcedente os pedidos autorais por conta da insuficiência probatória juntada aos autos. Inconformado, interpôs através de seu patrono recurso de apelação, que, posteriormente, foi julgado monocraticamente pelo Des. Relator, que manteve a sentença por seus próprios fundamentos.


De acordo com a situação hipotética, ainda existe recurso para o caso em comento? Se tiver, qual seria e em que prazo deve ser protocalizado?


A

Existe. Pedro deve interpor Recurso Especial e Extraordinário no prazo de 15 (quinze) dias úteis.


B

Existe. Pedro dever opor Embargos de Declaração no prazo de 05 (cinco) dias .


C

Não existe previsão de recurso para o caso em análise.


D

Existe. Pedro deve interpor agravo de instrumento no prazo de 15 (quinze) dias úteis.


E

Existe. Pedro deve interpor Agravo Interno no prazo de 15 (quinze) dias úteis, que deverá ser dirigido ao próprio Relator.

Analise a seguinte situação hipotética: O Município de Aquiraz interpôs Recurso Especial contra acórdão do Tribunal de Justiça que negou provimento ao seu Recurso de Apelação. O Tribunal de Justiça, por meio de sua presidência ou vice-presidência, ao realizar o juízo de admissibilidade, negou seguimento ao Recurso Especial, sob o fundamento de que a decisão recorrida está fundada na aplicação de entendimento firmado em julgamento de recursos repetitivos. Nessa situação, qual é o recurso cabível, segundo a previsão legal do Código de Processo Civil vigente?

A
Agravo de Instrumento.

B
Agravo em Recurso Especial, assegurado o prazo em dobro para a Fazenda Pública.

C
Agravo Interno, dirigido ao relator, que, após as formalidades legais, não havendo retratação, levá-lo-á a julgamento pelo órgão colegiado com inclusão em pauta.

D
Recurso Ordinário.

E
Agravo em Recurso Especial com prazo de 15 dias úteis.

O advogado Jonas interpôs Recurso Especial contra acórdão do Tribunal de Justiça do Estado X. Ocorre que, no corrente ano, a Vice-Presidência/Presidência do referido Tribunal negou seguimento ao recurso interposto, afirmando que o acórdão recorrido se encontra no mesmo sentido de precedente do STJ, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.


Nessa hipótese, caso deseje impugnar a referida decisão, o advogado deverá interpor


A

Agravo de Instrumento, direcionado ao Ministro Presidente do STJ.


B

Agravo em Recurso Especial, direcionado ao Ministro Presidente do STJ.


C

Agravo em Recurso Especial, direcionado ao Vice- Presidente do Tribunal de Justiça do Estado X.


D

Agravo Interno, direcionado ao órgão colegiado competente para revisar as decisões do Presidente/Vice- Presidente do Tribunal de Justiça.

Contra decisão proferida pelo relator caberá agravo interno para o respectivo órgão colegiado, observadas, quanto ao processamento, as regras do regimento interno do tribunal respectivo. Podemos afirmar:

A
O prazo do agravo regimental é de 05(cinco) dias a contar da data da publicação da decisão objurgada.

B
O prazo para contra-arrazoar o agravo interno é de 15(quinze dias) e este será endereçado ao revisor da Câmara específica que julgou o acórdão, sendo desnecessário novo julgamento pelo Órgão colegiado.

C
O agravo será dirigido ao relator, que intimará o agravado para manifestar-se sobre o recurso no prazo de 15 (quinze) dias, ao final do qual, não havendo retratação, o relator levá-lo-á a julgamento pelo órgão colegiado, com inclusão em pauta.

D
Quando o agravo interno for declarado manifestamente inadmissível ou improcedente em votação unânime, o órgão colegiado, em decisão fundamentada, condenará o agravante a pagar ao agravado multa fixada entre um e dez por cento do valor atualizado da causa, segundo dispõe o §4º do art. 1021 do Novo Código de Processo Civil.

O prazo para a interposição do recurso de agravo interno é de:


A

5 dias úteis.


B

10 dias corridos.


C

10 dias úteis.


D

15 dias corridos.


E

15 dias úteis.

X ingressou com uma ação contra a empresa Y. X teve sua demanda julgada improcedente e por isso recorreu. O desembargador relator, em decisão monocrática, não conheceu da apelação, pois entendeu que esta não foi preparada adequadamente, não concedendo prazo para que X sanasse o vício, determinando inclusive a certificação do transito em julgado. Ocorre que X é beneficiária da Justiça Gratuita e por isso isenta de custas de preparo.

A medida judicial cabível para que X questione a atitude do desembargador e consiga reverter a decisão é


A
Agravo de Instrumento.

B
Embargos de Divergência.

C
Recurso Especial.

D
Recurso Ordinário.

E
Agravo Interno.

SEGUNDO ENTENDIMENTO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA:


I. Após a entrada em vigor do CPC/2015, não é mais devida a remessa pelo STJ, ao Tribunal de origem, do agravo interposto contra decisão que inadmite recurso especial, com base na aplicação de entendimento firmado em recursos repetitivos, para que seja conhecido como agravo interno.


II. Para afastar a incidência da Súmula 182/STJ, não basta a impugnação genérica dos fundamentos da decisão agravada, pois, à falta de contrariedade, permanecem incólumes os motivos expendidos por seu prolator.


III. Não é necessário o esgotamento das instâncias ordinárias para a interposição do recurso especial, pois, além de cabível contra decisões que tenham julgado a ação em última instância, também o é contra aquelas que a julgaram em única instância.


IV. A falta de indicação do dispositivo legal supostamente violado só não obsta o conhecimento do recurso especial quando este for interposto com fundamento na alínea “c” do permissivo constitucional.


Das proposições acima:


A

I e II estão corretas;


B

I e III estão corretas;


C

II e IV estão corretas;


D

III e IV estão corretas.

Em julgamento de apelação interposta pelo Município do Rio de Janeiro, monocraticamente, o Desembargador Relator do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decidiu contrariamente à tese recursal da Fazenda, negando provimento ao seu recurso, em contrariedade a verbete sumular do Superior Tribunal de Justiça. Nessa hipótese, desejando reverter a sucumbência, o Procurador do feito deve:


A

impetrar mandado de segurança, diante do caráter teratológico da decisão


B

ajuizar reclamação no STJ diante do descumprimento de seu verbete sumular


C

interpor recurso especial, considerando a contrariedade de entendimento do STJ


D

interpor agravo interno, considerando que a decisão recorrida é contrária ao entendimento do STJ

Considere hipoteticamente que determinado presidente de Tribunal de Justiça tenha negado seguimento a recurso especial, ao fundamento de que a decisão recorrida encontrava-se lastreada em entendimento jurisprudencial fixado pelo Superior Tribunal de Justiça em sede de recurso repetitivo.

Com base nessa situação, assinale a alternativa correta.


A
A decisão é irrecorrível.

B
Trata-se de decisão recorrível via agravo interno/regimental para o próprio tribunal.

C
Trata-se de decisão recorrível via agravo em recurso especial.

D
Trata-se de decisão recorrível via recurso extraordinário.

E
Trata-se de decisão recorrível via agravo de instrumento.
O Agravo Interno é cabível da decisão do Relator. Nesse recurso, a manifestação do agravado deverá ocorrer no prazo de

A
48 (quarenta e oito) horas.

B
5 (cinco) dias.

C
10 (dez) dias.

D
30 (trinta) dias.

E
15 (quinze) dias.

Lucas Bastos propôs ação contra a empresa Limiar Ltda., pois teve seu nome negativado indevidamente. Requereu liminar, que foi indeferida pelo juiz de primeiro grau. Fez agravo de instrumento contra a decisão do juiz singular e requereu a declaração de efeito ativo ao recurso, pois estava pretendendo comprar uma casa e precisava de seu nome sem restrições. O relator indeferiu monocraticamente esse efeito.

Diante dessa decisão do relator, é correto afirmar que Lucas


A

poderá manejar outro agravo de instrumento, por se tratar de decisão interlocutória que analisa tutela provisória.


B

poderá manejar agravo retido, pois, apenas com o julgamento de outro recurso, essa situação poderá ser rediscutida.


C

por estar diante de uma decisão irrecorrível, não tem meios de rediscutir a decisão do relator.


D

tem como única forma recursal à sua disposição o pedido de retratação, claramente prescrito na nova sistemática processual.


E

poderá manejar agravo interno, que é recurso cabível contra as decisões proferidas pelo relator.

   
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