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Na execução de título extrajudicial, de acordo com o Código de Processo Civil, o executado poderá opor-se à execução por meio de embargos,
desde que garantida por depósito
desde que garantida por penhora.
independentemente da garantia do juízo.
desde que garantida por caução.
desde que garantida por fiança
Com relação aos embargos do devedor no Código de Processo Civil, assinale a alternativa INCORRETA:
Os embargos à execução serão apresentados em 15 dias, contados da juntada do mandado de citação, sendo as partes deste o contrário da execução, ou seja, o exequente figurará como embargado e o executado como embargante.
Caso seja evidente que o objetivo dos embargos à execução sejam protelar a satisfação do crédito do exequente, os mesmos serão rejeitados de plano pelo juiz.
Os embargos à execução não poderão ser distribuídos por dependência.
Os embargos do executado não terão efeito suspensivo.
Caso haja condenação de uma das partes por litigância de má-fé a execução da quantia será feita em autos apartados e apensos à execução, havendo compensação com o quantum debeatur, caso o condenado tenha sido o exequente.
No que diz respeito aos Embargos à Execução no Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015), assinale a alternativa correta.
O executado só poderá se opor à execução por meio de embargos quando houver a penhora, depósito ou caução.
Recebidos os embargos, o exequente será ouvido no prazo de 5 (cinco) dias.
Nos embargos à execução, o executado não poderá alegar incompetência absoluta ou relativa do juízo da execução.
O juiz rejeitará liminarmente os embargos nos casos de indeferimento da petição inicial e de improcedência liminar do pedido.
Os embargos à execução sempre terão como regra efeito suspensivo.
Nas execuções fundadas em título executivo extrajudicial, a defesa do executado ocorre por intermédio da interposição dos embargos à execução. Acerca do tema, em conformidade com o Novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015), indique a alternativa que encarta assertiva incorreta.
Nos embargos à execução é legítimo ao executado alegar qualquer matéria que poderia alegar no processo de conhecimento.
O oferecimento dos embargos pelo executado faz instaurar um novo processo autônomo distinto do processo executivo.
O prazo para o oferecimento dos embargos é de 15 dias, contados da mesma forma como se contam os prazos para oferecimento da contestação no processo de conhecimento.
Os embargos do executado são cabíveis independentemente de prévia garantia do juízo.
De acordo com o Código de Processo Civil, os embargos do devedor serão
rejeitados liminarmente quando manifestamente protelatórios, caso em que o juiz imporá, em favor do Estado, multa em valor não superior a 10% do valor em execução.
recebidos, em regra, sem efeito suspensivo, o qual poderá ser concedido, independentemente de garantia da execução ou de outros requisitos, se relevantes os fundamentos dos embargos.
recebidos, em regra, no efeito suspensivo, o qual poderá ser revogado a qualquer tempo, se o credor prestar caução idônea a compensar eventuais prejuízos que o devedor venha a sofrer com os atos expropriatórios.
oferecidos no prazo de 15 dias, contados da data em que o devedor receber o mandado de citação.
rejeitados liminarmente quando manifestamente protelatórios, dispensada, nesse caso, a prévia manifestação do exequente.
“Os embargos à execução serão oferecidos no prazo de ______ dias.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Consoante jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, os embargos à execução contra a Fazenda Pública podem possuir eficácia rescisória de sentenças inconstitucionais, para tanto consideradas, entre outras hipóteses, as sentenças que
deixam de aplicar norma declarada constitucional pelo STF em controle concentrado.
aplicam norma com um sentido declarado inconstitucional pelo STF em controle difuso.
aplicam dispositivo da Constituição que o STF considerou sem auto-aplicabilidade.
deixam de aplicar dispositivo da Constituição que o STF considerou auto-aplicável.
aplicam preceito normativo que o STF considerou revogado ou não recepcionado.