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Para se desenvolver um projeto que atenda os itens dispostos na Resolução RDC nº. 50/2002 (ANVISA), deve-se conhecer a nomenclatura empregada nos projetos. Logo, o "ambiente destinado à limpeza, desinfecção e guarda dos materiais e roupas utilizados na assistência ao paciente e guarda temporária de resíduos" denomina-se:
Sala de contenção.
Sala de resíduos.
Posto de triagem.
Sala de expurgo.
Os resíduos gerados pelos serviços de saúde são classificados nos grupos A, B, C, D e E, de acordo com suas características.
Relacione a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando o grupo à respectiva identificação dos resíduos.
COLUNA I
1. Grupo A
2. Grupo B
3. Grupo C
4. Grupo D
5. Grupo E
COLUNA II
( ) Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coleta incompleta.
( ) Rejeito radioativo proveniente de laboratório de pesquisa e ensino na área da saúde, laboratório de análise clínica, serviço de Medicina Nuclear e radioterapia, segundo Resolução da CNEN e Plano de Proteção Radiológica aprovado para a instalação radiativa.
( ) Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; ponteiras de micropipetas.
( ) Sobras de alimentos e do preparo de alimentos; resto alimentar de refeitório; resíduos provenientes das áreas administrativas; resíduos de varrição, flores, podas e jardins; resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde.
( ) Produtos farmacêuticos, resíduos de saneantes, desinfetantes, desinfestantes, resíduos contendo metais pesados; reagentes para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes, efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores).
Assinale a sequência correta.
1 3 5 4 2
5 4 1 2 3
4 2 3 1 5
3 1 4 5 2
A pedido da Polícia Federal (PF) e do Mistério Público Federal (MPF), a Controladoria Geral da União (CGU) realizou fiscalização em contratos firmados em 2017 e 2018, que tinham por objeto a coleta, o transporte e o tratamento do lixo hospitalar de vários municípios acreanos.
Disponível em: < https://www.gov.br/anvisa/pt-br >. Acesso em: 5 Jan. 2021.
A respeito dos resíduos hospitalares, assinale a alternativa correta.
Os resíduos químico e infectante recebem tratamento diferenciado, sendo descartados em salas comuns. Resíduos infectantes (objetos que causem cortes ou perfurações ou materiais com sangue, vômito e secreções) de cada setor são descartados, nas salas de expurgo, em caixas coletoras comuns a qualquer resíduo.
A prestação deficiente dos serviços de coleta de resíduos causa danos à saúde pública, com riscos de contaminação à população, a profissionais de saúde e ao meio ambiente. Além disso, o mau uso dos recursos públicos e a ocorrência de fraudes causam impacto negativo no atingimento dos objetivos das políticas públicas de governo.
O resíduo químico é composto por medicamentos oncológicos, antibióticos e medicamentos da farmácia ambulatorial. O descarte desses materiais não necessita de registro em documento para envio à empresa que os recolhe do hospital.
O descarte dos resíduos hospitalares deve ser feito de qualquer maneira, considerando-se que a quantidade de bactérias e vírus (resíduos infectantes) é insignificante para à contaminação do lençol freático e do solo.
As regras nacionais a respeito de acondicionamento e tratamento dos resíduos hospitalares promovem danos ao meio ambiente, como a contaminação do solo e das águas subterrâneas e superficiais, e previnem acidentes que atinjam profissionais que trabalham diretamente nos processos de coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação desses resíduos.
Sobre a destinação dos resíduos sólidos de saúde (RSS), analise as afirmativas a seguir.
I. Para os RSS que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico é permitido encaminhamento para reciclagem, recuperação, reutilização, compostagem, aproveitamento energético ou logística reversa.
II. Sempre que não houver indicação específica, é permitido o tratamento do RSS dentro ou fora da unidade geradora.
III. Na presença de riscos químico e biológico, o tratamento deve ser compatível com o resíduo de maior risco associado.
Estão corretas as afirmativas
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, III e III.
Os resíduos sólidos da saúde são divididos por classes, em função da sua característica. Agulhas e lâminas devem ser descartadas no
grupo A.
grupo B.
grupo C.
grupo D.
grupo E.
Segundo a RDC n. 222/2018, que regulamenta as boas práticas de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde, a classe de risco que inclui os agentes biológicos com capacidade de transmissão por via respiratória e que causam patologias humanas ou animais, potencialmente letais, para as quais existem usualmente medidas de tratamento ou de prevenção, representando risco se disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar de pessoa a pessoa, é a classe de risco
1.
2.
3.
4.
A emergência de infecções zoonóticas mais recentes como SARS-CoV-2 são inevitáveis no futuro. Portanto, as autoridades reguladoras de todo o mundo precisam desenvolver e implementar mecanismos robustos de controle de doenças que busquem diminuir significativamente a possibilidade de exposição humana a animais selvagens (Tiwaria, R. et al, 2020). Raramente os coronavírus de animais podem infectar pessoas e depois se espalhar entre seres humanos como ocorre com o MERS-CoV e o SARS-CoV. No Brasil, a vigilância epidemiológica dos vírus respiratórios de importância em saúde pública é desenvolvida por meio de uma Rede de Vigilância Sentinela, conjuntamente articulada com Laboratórios de Saúde Pública. Dentre os objetivos abaixo, NÃO é dever da vigilância epidemiológica:
Realizar a comunicação oportuna e transparente da situação epidemiológica no Brasil.
Estabelecer os procedimentos para investigação laboratorial e monitorar e descrever o padrão de morbidade e mortalidade.
Monitorar as características clínicas e epidemiológica e estabelecer as medidas de prevenção e controle.
Criar normas e regulamentos e dar suporte para todas as atividades da área no País e executar as atividades de controle sanitário e fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a identificação consiste no conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações para o correto manejo dos resíduos sólidos de saúde (RSS). A identificação dos sacos de armazenamento e dos recipientes de transporte poderá ser feita por adesivos, desde que seja garantida a resistência desses aos processos normais de manuseio dos sacos e recipientes.
Disponível em: <https://www.anvisa.gov.br/servicosaude>. Acesso em: 28 dez. 2020, com adaptações.
No que se refere a esses recipientes e aos respectivos grupos, assinale a alternativa correta.
O Grupo A é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. O Grupo B é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão rejeito radioativo. O Grupo C é identificado por meio do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco. O Grupo E é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de resíduo perfurocortante, indicando o risco que apresenta o resíduo.
O Grupo E é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. O Grupo B é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão rejeito radioativo. O Grupo C é identificado por meio do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco. O Grupo A é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de resíduo perfurocortante, indicando o risco que apresenta o resíduo.
O Grupo B é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. O Grupo A é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão rejeito radioativo. O Grupo E é identificado por meio do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco. O Grupo C é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de resíduo perfurocortante, indicando o risco que apresenta o resíduo.
O Grupo B é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. O Grupo A é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão rejeito radioativo. O Grupo C é identificado por meio do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco. O Grupo E é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de resíduo perfurocortante, indicando o risco que apresenta o resíduo.
O Grupo A é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. O Grupo C é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão rejeito radioativo. O Grupo B é identificado por meio do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco. O Grupo E é identificado pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de resíduo perfurocortante, indicando o risco que apresenta o resíduo.
O gerenciamento dos resíduos dos serviços de saúde (RSS) deve abranger todas as etapas de planejamento dos recursos físicos, dos recursos materiais e da capacitação dos recursos humanos envolvidos.
Sobre a identificação desses resíduos, assinale a alternativa incorreta.
Deve estar presente nos carros de coleta, nos locais de armazenamento e nos sacos que acondicionam os resíduos.
Deve estar afixada em local de fácil visualização, de forma clara e legível.
Não precisam ser identificados os sacos que acondicionam os RSS do Grupo D.
Pode ser impressa, sendo permitido o uso de adesivo na identificação dos sacos para acondicionamento.
Um hospital foi denunciado ao Ministério Público por não cumprir adequadamente a um pré-requisito fundamental de Gerenciamento dos Resíduos de Serviço de Saúde presente na Resolução RDC nº 306, de 7 de dezembro de 2004. Na denúncia constava que o hospital negligenciou a ação de manejo desses resíduos ao não se atentar para a qualidade dos recipientes utilizados, a qual é importante, pois evita rupturas e vazamentos dos resíduos. Assim sendo, qual das etapas do manejo de resíduos o hospital não cumpriu?
Segregação.
Acondicionamento.
Identificação.
Transporte.
Tratamento.
Acerca da armazenagem e transporte dos Resíduos sólidos e resíduos líquidos, marque a alternativa CORRETA.
Os sacos de acondicionamento para resíduos do sistema de saúde devem ser constituídos de material resistente a ruptura e vazamento, respeitados os limites de peso de cada saco, pode ser feito o seu esvaziamento ou reaproveitamento.
Não é necessário o uso de equipamentos de proteção individual e coletiva no transporte dos resíduos do sistema de saúde.
Armazenamento temporário consiste na guarda permanente dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados, em local distante aos pontos de geração e com acesso restrito.
Os resíduos líquidos do sistema de saúde devem ser acondicionados em recipientes constituídos de material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques, com tampa rosqueada e vedante.
Considerando a necessidade de disponibilizar informações técnicas aos estabelecimentos de saúde, assim como aos órgãos de vigilância sanitária, sobre as técnicas adequadas de manejo dos resíduos de serviços de saúde (RSS), seu gerenciamento e fiscalização. Sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, assinale aquela que NÂO compete aos seus serviços:
Aprovar o Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, em Anexo a esta Resolução, a ser observada em todo o território nacional, na área pública e privada.
Fazer a coleta dos cinco grupos de maneira responsável e separadamente cada grupo de risco.
Ter o contrato de coleta com cada órgão relacionado à saúde, especificando no contrato qual é a finalidade e o tipo de produto recolhido em cada empresa.
Para fazer a coleta de resíduos de serviços de saúde (RSS), não é necessário a empresa ter contrato, ou seja, ela pode passar nas empresas de saúde quando puder se acordo prévio.
O gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando:
o aprimoramento, a proteção e complementação dos procedimentos da biossegurança.
a abrangência de todos serviços relacionados com o atendimento à saúde humana ou animal.
à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
exclusivamente a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
primordialmente a proteção dos trabalhadores e a biossegurança.
De acordo com a RDC nº 222/2018, que dispõe sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de saúde, “Os resíduos com possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção, são classificados como pertencente ao grupo A, que ainda pode ser dividido em 5 grupos”. Resíduos perfurocortantes também podem estar contaminados com material possivelmente infectante. Resíduos resultantes da atividade de ensino e pesquisa ou atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes classe de risco 4 e os materiais perfurocortantes estão classificados, respectivamente, nos riscos:
A3 e A4.
A1 e E.
A2 e A5.
E e A3.
Quanto à classificação dos resíduos de serviços de saúde, é correto afirmar que medicamentos vencidos, produtos hormonais, antimicrobianos, reagentes para laboratório, efluentes dos equipamentos automatizados, saneantes e desinfetantes estão classificados como
grupo A – potencialmente infectantes.
grupo B – Resíduos químicos.
grupo C – Rejeitos radioativos.
grupo D – Resíduos equiparados aos resíduos domiciliares
grupo E – Resíduos perfurocortantes.
A massa dos resíduos sólidos geralmente contém agentes patogênicos e micro-organismos prejudiciais à saúde humana, constituindo-se em um grave problema sanitário. Qual dos micro-organismos patogênicos presentes nos resíduos sólidos citados a seguir tem maior tempo de sobrevivência (em dias)?
Shigella – agente causador da disenteria bacilar.
Coliformes termotolerantes – agente causador das gastroenterites.
Ascaris lumbricoides – agente causador da ascaridíase.
Leptospira – agente causador da leptospirose.
Salmonella sp – agente causador das salmoneloses.
No que tange ao gerenciamento de resíduos sólidos, a RDC Anvisa no 306/2004 estabelece que todo gestor de uma unidade de saúde tem a obrigação de implantar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde que descreva as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, contemplando os aspectos referentes a geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente. A categorização dos resíduos sólidos e das respectivas particularidades considera a origem do resíduo e, com base nisso, orienta quanto ao respectivo acondicionamento e tratamento.
No que diz respeito aos tipos de resíduos sólidos em saúde e ao respectivo acondicionamento e tratamento, assinale a alternativa correta.
O grupo A contempla os resíduos com a possível presença de agentes biológicos e que podem apresentar riscos de infecção. Devem ser acondicionados em sacos plásticos resistentes marcados com o símbolo internacional de risco biológico. Os sacos em que são acondicionados devem se manter íntegros e dispostos em lixeira com tampa, os quais devem ser lavados uma vez por semana, ou sempre que houver vazamento do resíduo.
Os saneantes, desinfetantes e outros agentes químicos tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos são categorizados como grupo B e podem ser descartados pelo esgoto sanitário comum, pois são eliminados pela estação de tratamento de esgoto.
Os papéis higiênicos, fraldas descartáveis e absorventes íntimos devem ser acondicionados em sacos de cores distintas conforme possibilidade de reutilização: verde para os recicláveis e marrom para os não recicláveis.
As seringas e agulhas também podem ser descartadas em sacos resistentes, de cor azul, desde que estes sejam identificados com o símbolo internacional para material perfurocortante.
O descarte final dos resíduos de serviços de saúde é de responsabilidade da empresa de limpeza urbana, uma vez que a instituição de saúde já paga um imposto específico para tal finalidade.
A RCD/ANVISA nº 222/2018 estabelece, nos seus artigos 34 e 35, as normas para abrigo externo de resíduos do serviço de saúde (RSS). Segundo essa resolução, a área deve possuir estrutura física que garanta o armazenamento dos coletores de resíduos, sinalização específica de acordo com os Grupos de RSS armazenados, bem como:
possuir um abrigo externo com, no mínimo, um ambiente para armazenar os coletores dos RSS do Grupo A, podendo também conter os RSS do grupo D, e outro ambiente exclusivo para armazenar os coletores de RSS do grupo E.
ser construída com piso, paredes e teto de material resistente, lavável e de fácil higienização, sem aberturas externas para ventilação, que possibilitem a liberação de vapores.
possuir área coberta, com ponto de saída de água para higienização e limpeza dos coletores utilizados e pontos de iluminação; quando couber, deverá possuir área coberta para pesagem dos RSS.
ser dimensionada para a capacidade exata de armazenagem que obedeça à frequência de controle.
possuir porta com abertura para dentro, provida de proteção inferior contra roedores e vetores, com dimensões compatíveis com as dos coletores utilizados.
Segundo a RDC/ANVISA nº 222/2018, para serem destinados corretamente, os resíduos do subgrupo A5 devem:
ser segregados, acondicionados em saco vermelho duplo e encaminhados para tratamento por autoclavação.
ser acondicionados em coletores próprios, identificados quanto aos riscos radioativos e químico presentes e armazenados no local de decaimento até atingir o limite de dispensa.
ser classificados como rejeitos quando não encaminhados para reutilização, recuperação, reciclagem, compostagem, logística reversa ou aproveitamento energético.
ser acondicionados em saco branco leitoso com o pictograma de infectante e encaminhados para tratamento por autoclavação no local de geração antes da disposição final ambientalmente adequada.
ser segregados, acondicionados em saco vermelho duplo e encaminhados para tratamento por incineração.
Resíduos de serviços de saúde, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles provenientes de instituições de ensino e pesquisa, devem ser gerenciados por plano formal que preconiza ações no âmbito
da segregação, acondicionamento e identificação dos referidos resíduos.
do armazenamento interno desobrigando especificações para abrigo temporário.
da coleta, transporte e destinação de fontes radioativas seladas.
do esvaziamento e reaproveitamento dos sacos resistentes à ruptura e ao vazamento.