

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em relação à punção venosa periférica, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Estender completamente o braço do paciente: realizar abdução do braço num ângulo de 75°.
( ) Aplicar o garrote de 20 a 25cm acima do local desejado para a inserção do cateter, sem impedir o fluxo venoso (por no máximo 2 minutos), ou seja, o pulso arterial deve ser facilmente detectado.
( ) Inserir a agulha do cateter venoso periférico lateralmente na pele do paciente, com o bisel voltado para cima num ângulo de 15° a 30° (quando penetrar na veia, baixar o cateter até o nível da pele), com movimento lento e contínuo.
C - C - E.
E - E - C.
C - E - E.
E - C - C.
No atendimento pré-hospitalar a um paciente vítima de trauma com sinais de instabilidade hemodinâmica, a obtenção de um acesso venoso periférico calibroso é uma das ações prioritárias da equipe de enfermagem. A eficácia dessa técnica é fundamental para a reposição volêmica e administração de medicamentos que podem salvar a vida do paciente. Considerando a técnica de punção venosa periférica em cenários de urgência, assinale a alternativa correta.
A escolha do cateter deve recair sobre os de maior calibre, como 18G, 16G ou 14G, e a punção deve ser preferencialmente realizada em veias calibrosas dos membros superiores, como a cefálica ou a basílica, para viabilizar a infusão de grandes volumes em um curto espaço de tempo.
A escolha de veias nos membros inferiores é a prioritária em pacientes com trauma torácico, pois garante que a infusão de fluidos não seja afetada por possíveis lesões em vasos da parte superior do corpo, como a veia cava superior.
A escolha do local para a punção em membros superiores deve sempre iniciar pela região mais proximal (próxima ao ombro), progredindo para a distal (próxima à mão) em tentativas subsequentes, a fim de preservar os vasos maiores para o ambiente hospitalar.
A escolha da punção arterial, em detrimento da venosa, é uma alternativa válida no APH quando não se encontra um acesso venoso, pois permite uma infusão de fluidos mais rápida e direta na circulação sistêmica.
A escolha de veias localizadas em articulações, como a da fossa cubital, é a mais indicada para pacientes agitados ou em transporte, pois a flexão natural do membro ajuda a manter o cateter posicionado e previne sua perda acidental.
Durante o plantão, o Técnico de Enfermagem recebe prescrição médica para administrar 500 mg de um antibiótico diluído em 100 mL de soro fisiológico a correr em 30 minutos. Ao preparar o equipo, observa que o paciente apresenta sinais de infiltração no local do acesso venoso. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a conduta imediata.
Continuar a infusão, registrar o evento ao final e orientar o paciente sobre sinais de agravamento.
Suspender a infusão, avisar o enfermeiro responsável e providenciar a troca do dispositivo venoso.
Aplicar calor úmido no local, mantendo a infusão para favorecer a absorção do medicamento.
Reduzir o gotejamento, observar a evolução local e aguardar melhora antes de continuar a infusão.
A punção venosa é uma das técnicas mais executadas na prática de enfermagem e requer destreza, assepsia e atenção à segurança do paciente. Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos cuidados durante a punção venosa periférica.
A escolha do calibre do cateter deve considerar o tipo de solução e o tempo previsto de infusão.
Após o procedimento, é obrigatória a identificação do dispositivo e o registro da punção.
O garrote deve ser mantido até o término da infusão para garantir fluxo contínuo.
Deve-se preferir o membro superior não dominante e evitar áreas de flexão.
Considerando as Normas de Prática de Terapia de Infusão da Infusion Nurses Society (2024), em relação aos cuidados para a punção venosa, avalie se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinale a sequência correspondente.
( ) Realize a antissepsia da pele, para punção intravenosa, usando clorexidina alcoólica (CHG) como a solução antisséptica preferida, contendo, no máximo, 2% de gluconato de clorexidina.
( ) Selecione o local de inserção do cateter intravenoso periférico curto com base na profundidade da veia e na duração esperada da terapia de infusão. Remova-o assim que ele não for mais necessário.
( ) Use uma veia do antebraço, sempre que possível, para prolongar o tempo de permanência, reduzir a dor durante a permanência e diminuir a falha geral do cateter intravenoso periférico curto.
( ) Selecione o cateter intravenoso periférico curto de maior calibre que acomode a terapia prescrita e a necessidade do paciente.
( ) Utilize um cateter intravenoso periférico curto de calibre 24 a 20 Gauge, com base no tamanho da veia, para a transfusão de sangue. Um cateter de calibre maior é apropriado se for necessária uma transfusão rápida.
E - C - E - C - C.
C - C - C - E - E.
E - C - C - E - C.
C - E - E - C - E.
Para o sucesso da terapêutica intravenosa, o profissional de enfermagem deve ter conhecimento para fazer a escolha adequada do dispositivo de punção, bem como a prescrição, a realização e a supervisão dos cuidados de enfermagem para a obtenção dos melhores resultados e benefícios ao paciente. Sobre a punção venosa periférica, assinalar a alternativa CORRETA.
Presença de flebite ou infiltração intravenosa prévia constitui-se numa contraindicação relacionada ao local a ser puncionado.
Membro plégico, parético, com edema acentuado, com fístula arteriovenosa pode ser puncionado sem problema algum.
A punção venosa periférica não pode ser indicada para coleta de sangue para exames laboratoriais.
A punção venosa periférica pode ser realizada mesmo na presença de lesões ou infecções locais.
Durante o atendimento a um paciente internado para administração de medicação endovenosa, o técnico de enfermagem deve realizar a punção venosa com segurança, seguindo os princípios de técnica asséptica. Sobre o procedimento de punção venosa periférica, analise as assertivas a seguir:
I. A escolha do local da punção deve priorizar veias calibrosas e de fácil visualização, sendo preferíveis as regiões mais distais dos membros superiores, como dorso da mão, para preservar locais mais proximais.
II. Após a punção e antes da fixação do cateter, é obrigatória a irrigação com solução antisséptica para garantir a permeabilidade da veia e prevenir infecção da corrente sanguínea.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Ambas as assertivas estão corretas.
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas a assertiva II está correta.
Ambas as assertivas estão incorretas.
O conhecimento anatômico do braço e da rede venosa é essencial para a prática segura do técnico de enfermagem em procedimentos como punção venosa periférica. Considerando essa temática, identifique a alternativa correta:
A veia mediana do cotovelo, localizada na fossa cubital, estabelece comunicação entre as veias cefálica e basílica e é frequentemente utilizada pela facilidade de acesso.
A veia cefálica localiza-se profundamente no compartimento posterior do braço, sendo pouco acessível à punção periférica.
A veia basílica apresenta trajeto superficial na região lateral do braço e é a primeira escolha para punções de rotina.
A artéria braquial está situada superficialmente à veia cefálica e é o principal vaso puncionado para administração de soluções venosas.
Dentre os cuidados com cateteres periféricos, por exemplo, é importante avaliar sinais de perda de permeabilidade.
Para realização do Flushing (lavagem), é recomendado utilizar qual tipo de solução?
Água destilada
Glicose 5%
Solução de Ringer com lactato
Soro fisiológico 0,9%
Álcool 70%
Os cuidados com o sítio de inserção do cateter venoso periférico são fundamentais para prevenir complicações como flebite e infecções. Um dos cuidados é com o intervalo de troca do cateter venoso periférico, podendo permanecer até:
12 horas;
24 horas;
48 horas;
72 horas;
96 horas.
Um profissional de enfermagem preparou o soro fisiológico com eletrólitos, conforme prescrição médica. Foi até o quarto do paciente, instalou um acesso venoso e conectou o equipo de soro no paciente, antes de infundir o medicamento, observou que não era o paciente correto, detectando o problema antes de administrar o medicamento no paciente.
Nesse caso, houve um(a):
Circunstância notificável.
Evento Adverso.
Incidente sem dano.
Near Miss.
A escolha do acesso venoso é crucial para a administração de medicamentos e fluidos diretamente na corrente sanguínea, especialmente em pacientes que não toleram medicamentos orais ou que necessitam de uma ação rápida e eficaz dos medicamentos. Assim, avalie as proposições:
I.Infusões contínuas de medicamentos, como sedativos e anticoagulantes, são menos vulneráveis a erros e eventos adversos quando comparadas a infusões intermitentes.
II.Medicamentos com pH menor que 5 ou maior que 9 devem ser infundidos por veias periféricas, independentemente da sua osmolaridade.
III.A administração de medicamentos intravenosos com diluição correta e tempo de infusão adequado é uma medida importante para evitar a ocorrência de flebite.
Assinale a alternativa correta:
Apenas a proposição III está correta.
Apenas as proposições II e III estão corretas.
Apenas a proposição I está correta.
Apenas a proposição II está correta.
Quando o paciente não precisa mais de fluido intravenoso, mas o acesso venoso ainda é necessário para a administração de medicamentos, um tubo de extensão com um conector para seringa é preso ao cateter, e o soro é descontinuado. Isso é chamado de acesso:
Central em bolo.
Venoso obstruído.
Periférico salinizado ou heparinizado.
Calibroso de urgência.
A inserção do cateter endovenoso periférico é indicada para administração de medicamentos, soluções, componentes sanguíneos e nutricionais, além da coleta de amostras de sangue para análise laboratorial. Sobre a punção venosa periférica, analisar os itens.
I. A indicação para infusão de soluções na via endovenosa está relacionada a situações de desequilíbrio hidroeletrolítico, perda sanguínea maciça, disfunção de órgãos e sistemas, processos infecciosos, procedimentos cirúrgicos e quando o paciente estiver impossibilitado de ingerir fluidos, vitaminas ou eletrólitos.
II. Ao preparar o local da punção, a antissepsia da pele deve ser realizada com álcool a 70% ou clorexidina alcoólica a 0,5%, em movimento circular vigoroso em diâmetro de 5 a 8 centímetros, no sentido do centro para fora, por pelo menos 30 segundos, deixando que ocorra evaporação do álcool antes da punção.
III. A inserção do cateter deve ocorrer com o bisel da agulha para cima, pelo método direto ou indireto.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas no item I.
Apenas no item II.
Apenas nos itens I e III.
Em todos os itens.
Os sinais de infiltração ou extravasamento intravenoso apresentam características distintas, dependendo do tipo de medicamento ou solução que extravase. Geralmente, incluem um ou mais sinais mencionados a seguir, EXCETO um. Assinale-o.
Edema local ou que se estenda a toda a extremidade afetada.
Diminuição da perfusão local.
Cianose das extremidades.
Alteração da coloração da pele local, aspecto escuro e necrótico.
Formação de bolhas no local de infiltração.
O acesso vascular, seja periférico ou central, é de ampla utilização em indivíduos hospitalizados. A escolha do melhor vaso a ser puncionado depende de experiência clínica, conhecimento da anatomia vascular e habilidade técnica do profissional. A utilização da ultrassonografia para avaliação vascular tem sido utilizada por enfermeiros de instituições que possuem esse dispositivo. Sobre o uso e os benefícios dessa técnica, analisar os itens.
I. Além de avaliar a rede vascular antes da inserção de cateteres arteriais ou venosos, periféricos ou centrais, o profissional pode realizar a inserção do cateter guiado pela imagem ultrassonográfica em tempo real.
II. A Ultrassonografia Vascular indica ao profissional as estruturas anatômicas adjacentes ao vaso e a angulação ideal para a inserção adequada do cateter.
III. A partir da mensuração da distância da pele até o vaso e do seu calibre, é possível otimizar a escolha de um dispositivo que ocupe no máximo um terço da luz do vaso, o que favorece a hemodiluição dos medicamentos e soluções.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas no item I.
Apenas no item II.
Apenas nos itens I e III.
Em todos os itens.
Ao administrar medicamentos endovenosos, você observou que houve passagem do líquido para o tecido subcutâneo. Isso ocorreu em função do deslocamento da agulha ou por sua penetração na parede do vaso. Esse tipo de acidente resultou em qual das situações abaixo?
Esclerose da veia
Abscesso
Hematoma
Flebite
Infiltração
A enfermagem desenvolve importante papel na prevenção das complicações associadas à manutenção do acesso venoso periférico, devendo avaliar criteriosamente os riscos para a flebite. De acordo com Potter, 2017, são sintomas de flebite, exceto:
Cordão palpável ao longo da veia;
Rubor;
Calor ao longo do trajeto da veia;
Extravasamento de sangue.
Flebite ou tromboflebite é uma condição comum de trombose que ocorre em uma veia superficial provocando uma reação inflamatória da parede venosa e dos tecidos vizinhos. Sobre a flebite, assinale a alternativa Incorreta.
O acesso venoso para infundir soro e medicamentos é um fator de risco para flebite.
Dor, vermelhidão e aumento da temperatura no trajeto da veia acometida, são sintomas da flebite.
Em caso de flebite, não se deve utilizar anticoagulante, principalmente, quando próximo do sistema venoso profundo.
Para tratamento de casos não complicados, uma compressão morna poderá ajudar.
Enquanto responde a uma chamada em uma área rural, um motorista de UTI Móvel encontra uma pessoa que foi picada por uma serpente conhecida por ser altamente venenosa. O paciente apresenta dor local intensa e inchaço. Qual é a abordagem inicial mais adequada para o manejo de um paciente que foi picado por uma serpente venenosa?
Aplicar um torniquete acima do local da picada para impedir a propagação do veneno.
Manter a parte do corpo picada em movimento para facilitar a circulação do sangue e evitar a necrose.
Manter a parte do corpo picada imobilizada e elevada, e transportar o paciente imediatamente para uma unidade de saúde.
Fazer incisões no local da picada para extrair o veneno e aplicar gelo diretamente sobre a área.