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Pacientes hospitalizados frequentemente necessitam de um ou mais cateteres venosos ou arteriais para infusão de fluidos. Sobre os cateteres venosos e os arteriais, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( )Os cateteres venosos periféricos não poderão ser utilizados para acesso vascular de curta permanência.
( ) Os cateteres agulhados se constituem de cânulas de aço inoxidável com asas de empunhadura, indicados para obtenção de amostras sanguíneas ou administração de fluidos em bolus.
( )A equipe de enfermagem, guardadas as competências técnico-legais, deve avaliar dor, sensibilidade ou parestesia no local de punção, com ou sem palpação.
C-C-E.
E-E-C.
C-E-E.
E-C-C.
Se o profissional de enfermagem tenta puncionar uma veia em uma criança e não consegue fazê-lo brevemente, deve deixar tal tarefa para outro membro da equipe, se houver, ou parar e tentar novamente mais tarde.
Certo
Errado
A punção venosa periférica é um procedimento realizado para acessar uma veia localizada na periferia do corpo. Esse procedimento é frequentemente utilizado para coletar amostras de sangue, administrar medicamentos intravenosos e infundir fluidos. Sobre esse procedimento, assinale a alternativa INCORRETA.
Deve-se estender completamente o braço do paciente, realizando abdução do braço em um ângulo de 45º.
Aplica-se o garrote de 5 a 15 cm acima do local desejado para a inserção do cateter.
Deve-se inserir a agulha do cateter venoso periférico lateralmente na pele do paciente, com o bisel voltado para baixo em um ângulo de 15º a 30º.
Observa-se o refluxo de sangue no tubo coletor.
Deve-se segurar o canhão do cateter venoso periférico com os dedos indicador e polegar da mão direita.
Durante a realização da venóclise no antebraço, qual é o procedimento adequado para garantir a correta inserção do cateter intravenoso e evitar complicações?
Realizar a antissepsia do local com solução de clorexidina alcoólica 0,5%, utilizando movimentos circulares de dentro para fora, e puncionar a veia com o bisel da agulha voltado para cima.
Posicionar o braço do paciente em abdução completa, aplicar torniquete abaixo do local de inserção e realizar a punção com o cateter perpendicular à pele.
Escolher uma veia profunda do antebraço, sem a necessidade de realizar a antissepsia do local, e utilizar uma agulha de grosso calibre para garantir a inserção do cateter.
Inserir o cateter diretamente sem torniquete para evitar a estase venosa, e aplicar pressão sobre o local de inserção imediatamente após a punção.
Os acidentes com animais venenosos e peçonhentos têm grande importância médica devido a sua gravidade e frequência. Podem ser: picadas por escorpiões, aranhas, lacraias, cobras, abelhas. A soroterapia antiveneno (SAV), quando indicada, é um passo fundamental no tratamento adequado dos pacientes picados pela maioria dos animais peçonhentos. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa incorreta:
A dose utilizada na SAV é dependente do peso do paciente e tem como objetivo neutralizar a maior quantidade possível de veneno circulante. A sua aplicação deve ser preferencialmente realizada em postos de atendimento médico.
A via de administração recomendada é a intravenosa (IV) e o soro diluído ou não deve ser infundido em 20 a 60 minutos, sob estrita vigilância médica e da enfermagem. No caso de soro Anti-Latrodectus (SALatr), a via de administração recomendada é a via intramuscular (IM).
Os sinais e sintomas mais frequentemente observados de reações precoces (RP) à soroterapia são: urticária, tremores, tosse, náuseas, dor abdominal, prurido e rubor facial. Mais raramente são observadas RP graves, semelhantes à reação anafilática ou anafilactóide. Nestes casos, os pacientes podem apresentar arritmias cardíacas, hipotensão arterial, choque e/ou quadro obstrutivo das vias respiratórias.
As reações tardias, também conhecidas como “Doença do Soro”, ocorrem de cinco a 24 dias após o uso da SAV. Os pacientes podem apresentar febre, artralgia, linfoadenomegalia, urticária e proteinúria.
É considerada uma complicação da administração intravenosa referida que acontece devido ao _____________ de líquido para fora do vaso sanguíneo, causando aumento do volume local, conhecido como _____________, vermelhidão e resfriamento no local. O nome deste processo também é conhecido como _____________.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima:
extravasamento; eritema; flebite.
exteriorização; eritema; flebite.
extravasamento; edema; flebite.
exteriorização; edema; flebite.
extravasamento; eritema; vasculite.
Os catéteres intravenosos periféricos (CIVP) são amplamente utilizados em pacientes internados e em atendimentos em saúde que exijam terapêuticas de efeito imediato, em serviços que não requerem internação. Além da higiene de mãos, para evitar eventos adversos, alguns cuidados são necessários no momento da escolha do catéter, sítio de inserção e execução do procedimento. Conforme nota técnica da Anvisa, acerca das práticas seguras para a prevenção de incidentes envolvendo catéter intravenoso periférico em serviços de saúde, analise as assertivas abaixo:
I. A seleção do catéter deve se basear na duração da terapia bem como na viscosidade do fluído que será administrado.
II. Catéteres de menor calibre causam menos flebite mecânica bem como menor obstrução de fluxo sanguíneo no interior do vaso.
III. As veias cefálica, basílica e medianas do antebraço, cotovelo e dorso das mãos podem acomodar catéteres de maior dimensão.
IV. Devido ao risco de embolias e tromboflebites, as veias dos membros inferiores devem ser utilizadas apenas quando absolutamente necessário.
V. Os membros com presença de fístula arteriovenosa (FAV) não devem ser utilizados para CIVP.
Quais estão corretas?
Apenas I e V.
Apenas II e III.
Apenas II, III e IV.
Apenas I, II, IV e V.
I, II, III, IV e V.
A equipe de enfermagem é responsável pela inserção e manutenção de acessos venosos periféricos. Conforme orientações da Anvisa: Práticas seguras para a prevenção de incidentes envolvendo cateter intravenoso periférico (CIVP) em serviços de saúde é CORRETO afirmar que:
O CIVP não deve ser trocado em um período inferior a 96 h. A decisão de estender a frequência de troca para prazos superiores ou quando clinicamente indicado dependerá: da avaliação rotineira e frequente das condições do paciente, sítio de inserção, integridade da pele e do vaso, duração e tipo de terapia prescrita, local de atendimento, integridade e permeabilidade do dispositivo, integridade da cobertura estéril e estabilização estéril.
Utilizar fitas adesivas não estéreis, (esparadrapo comum e fitas do tipo microporosa não estéreis, como micropore) para estabilização ou coberturas de cateteres.
Usar CIVPs para infusão contínua de produtos vesicantes, para nutrição parenteral com mais de 10% de dextrose ou outros aditivos que resultem em osmolaridade final acima de 900 mOsm/L, ou para qualquer solução com osmolaridade acima de 900 mOsm/L.
Para atender à necessidade da terapia intravenosa não devem ser selecionados cateteres de menor calibre e comprimento de cânula.
Leia o trecho:
"Inserção de um cateter intravenoso curto em veia periférica, pelo método de punção."
O trecho faz referência a:
Punção venosa periférica.
Punção espinhal profunda.
Punção arterial.
Punção biópsia central.
Alguns cuidados de enfermagem na administração de medicamentos endovenosos foram descritos abaixo. Marque V (verdadeiro) e F (falso) e, posteriormente, a alternativa pertinente.
[ ] O local escolhido deve ser seguro, de fácil acesso, confortável ao cliente. O segmento escolhido deve ser mais largo que a agulha.
[ ] Dar preferência às veias da mão, cefálica, basílica, radial e antecubital.
[ ] Quando estiver previsto para que o cliente faça uma terapia intravenosa prolongada, iniciar a punção pelas veias mais centrais.
[ ] O calibre da agulha deve ser escolhido considerando a finalidade da infusão, ou seja, para agentes irritantes (antibióticos), usar uma agulha de pequeno calibre em uma veia de grande calibre, para melhor diluir a solução infundida.
[ ] No intuito de facilitar a visualização da veia, recomenda-se dar “tapinhas” sobre o local a ser puncionado.
V, V, V, V, V
F, F, F, F, F
F, V, F, V, F
V, V, F, V, V
F, V, V, V, F
Analise as afirmações a seguir sobre as etapas para a coleta de sangue:
I. Posicionar o paciente com o braço apoiado de modo confortável para facilitar a visualização das veias.
II. Prender o garrote cerca de 5 cm abaixo do local da punção e pedir que o paciente mantenha a mão aberta.
III. Bater com os dedos para que a veia fique visível.
É correto o que se afirmar em:
I, apenas.
II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A punção venosa periférica é um procedimento invasivo para a administração de medicamentos, fluidos e hemocomponentes e também para a coleta de sangue. A técnica de punção deve ser realizada de modo a seguir as normas de biossegurança e garantir que o paciente esteja livre de iatrogenia. Segundo as recomendações da ANVISA para a técnica de punção venosa periférica, assinale a alternativa que apresenta o cuidado adequado.
Colocar o garrote a uma distância de 5 a 15 cm acima do local a ser puncionado e garantir que o garrote não seja colocado sobre uma articulação.
Posicionar o cateter ao nível da pele no membro a ser puncionado, em um ângulo de 60°, para penetrar na veia sem risco de dano ao tecido.
Introduzir a agulha através da pele com o bisel voltado para baixo, com um movimento lento e contínuo, para não provocar rasgadura no tecido.
Fazer a remoção, com lâminas de barbear, de pelos e cabelos em abundância na região escolhida para a punção venosa.
Flexionar o braço quando a punção para coleta de sangue ocorrer na dobra do cotovelo, pois esse gesto logo após a punção previne lesão e hematoma no local.
Sobre a escolha do acesso vascular a ser utilizado, podemos afirmar
que a ultrassonografia é um exame que ganha destaque, uma vez que não prejudica o paciente, ao mesmo tempo em que possibilita a triagem vascular antecipadamente, mas não em tempo real, antes da canulação e orientação do cateter, com maior probabilidade de sucesso da punção.
que, em pacientes com difícil acesso intravenoso, estado de saúde crítico e sob serviços de emergência e/ou cuidados intensivos, a ultrassonografia favorece o mesmo número de tentativas de canulação periférica do que a técnica convencional.
que a ultrassonografia ajuda a confirmar onde o dispositivo intravascular está posicionado, aspecto que afeta diretamente as taxas de assertividade da canulação, mas não preserva a saúde vascular.
que o cateter intravenoso periférico é um procedimento aplicado em 70% dos pacientes hospitalizados em todo o mundo. O método mais comum para escolher um local de punção do cateter intravenoso periférico é inspecionar e palpar veias superficiais, procurando pontos de referência anatômicos.
que as veias profundas dos membros superiores são escolhidas principalmente para punção com cateter intravenoso periférico, uma vez que são as principais opções para a inserção de dispositivos intravenosos. No entanto, alguns fatores dificultam a localização de veias pela técnica de observação e palpação.
A possibilidade de punção venal mantém-se estável ao longo do tempo em pacientes em atendimento de emergência.
Certo
Errado
O cateter intravenoso central é utilizado para cateterização venoso profunda. É mais comumente chamado de intracath em veias de grande calibre. O cateter central é indicado em casos como:
Nutrição parenteral prolongada.
Medida de pressão venosa central.
Administração de drogas vasoativas.
Terapêutica medicamentosa prolongada
Todas estão corretas.
A noradrenalina é uma medicação vasopressora utilizada em situações de urgência e emergência, devendo ser preferencialmente administrada em solução _______, por diminuir a oxidação do medicamento quando exposto à luz em acesso venoso _______.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
fisiológica 0,9% – periférico
glicofisiológico – central
glicosado 5% – periférico
glicosado 5% – central
ringer lactato – central
É importante utilizar uma tensão leve ao aplicar o torniquete venoso durante a coleta de sangue, lembrando-se sempre de remover o torniquete após a coleta. Além disso, é essencial tomar cuidado para que a punção não seja excessivamente profunda, evitando atravessar a veia, e em caso de falha na penetração, deve-se tentar reposicionar a agulha movendo a ponta de um lado para o outro.
Certo
Errado
É a orientação mais adequada para a agulha durante a punção da veia jugular externa, visando minimizar o risco de complicações e garantir o sucesso do procedimento:
Paralela à clavícula, direcionada medialmente em direção ao manúbrio esternal.
Perpendicular à pele, direcionada para cima, em ângulo de 45 graus.
Inserção da agulha sob a pele em um ângulo de 30 a 45 graus, apontando para o ângulo da mandíbula.
Direcionada lateralmente, visando a orelha ipsilateral do paciente.
A terapia intravenosa periférica é um procedimento comum usado para administrar fluidos, medicamentos e nutrientes diretamente na corrente sanguínea através de uma veia periférica, geralmente nas extremidades, como braços e mãos. Apesar de ser uma técnica amplamente utilizada, existem algumas complicações potenciais associadas à terapia intravenosa periférica. Referente às complicações da terapia intravenosa, analise as assertivas abaixo:
I. A flebite mecânica é atribuída a diversos fatores, como o uso de um cateter grande em uma veia pequena, punção inapropriada ou manipulação do cateter durante a infusão.
II. Pode haver infecção no local da punção, que é evidenciada por dor, rubor e calor local.
III. O extravasamento ocorre quando o fluido ou medicamento administrado escapa da veia para os tecidos circundantes. Isso pode causar danos aos tecidos, levando a dor, inchaço e, em casos mais graves, necrose tecidual.
IV. A flebite química é a inflamação da parede interna da veia, associada à infecção bacteriana.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e III.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
Sobre cateteres venosos periféricos, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) É imprescindível higienizar as mãos antes e após a realização da inserção de cateteres venosos, bem como antes e após a manipulação dos dispositivos.
( ) A escolha do cateter para atender à necessidade de terapia intravenosa deve ser pelos menores calibres e comprimentos de cânula, uma vez que causam menos flebite mecânica e menor obstrução de fluxo no interior do vaso.
( ) As veias de membros inferiores devem ser utilizadas sempre que houver dificuldade de punção em membros superiores, preferencialmente após duas tentativas sem sucesso, por dois profissionais diferentes.
( ) A cada tentativa de punção, deve ser utilizado um novo cateter periférico.
( ) Recomenda-se remover o cateter periférico caso não tenha sido utilizado nas últimas 24h e não haja mais medicamentos intravenosos prescritos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – F – V – F – F.
V – V – V – F – V.
F – V – F – V – V.
V – V – F – V – V.
V – F – F – V – F.