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A colostomia é um procedimento cirúrgico que objetiva promover a
diminuição da hipertensão portal.
reinserção dos órgãos abdominais.
nutrição enteral diretamente no jejuno.
correção do colédoco.
drenagem fecal proveniente do intestino grosso.
Um cliente solicita orientações sobre como cuidar da sua colostomia. O técnico de enfermagem deve orientá-lo quanto
ao efeito do carvão vegetal e tabletes de clorofila para diminuir o odor no interior da bolsa.
à restrição da hidratação para evitar a saída de fezes liquefeitas.
à restrição da incidência dos raios solares na pele irritada da região periestoma.
ao aumento da ingestão de alimentos que diminuem o odor das fezes, tais como bebidas gaseificadas, repolho e couve-flor.
à diminuição da ingestão de alimentos que aumentam o odor das fezes, tais como espinafre, salsa, iogurte.
complicações mais frequentes na colostomia
I. isquemia e necrose.
II. separação ou descolamento mucocutâneo.
III. retração.
IV. estenose.
V. prolapso.
Estão corretas apenas as alternativas
I, II, IV
II, III, IV
I, II, III, IV, V
I, III, V
I, II, III, IV
Dentre as possíveis orientações de enfermagem ao cliente com ileostomia, destacam-se:
lubrificação do estoma com solução glicerinada, troca da bolsa quando a quantidade de efluente atingir 2/3 da capacidade e ingestão de dieta pobre em alimentos que aumentem a flatulência.
mobilização do estoma com solução vaselinada, esvaziamento do conteúdo da bolsa quando atingir 2/3 da capacidade e uso de espessante para diminuir a fluidez das fezes.
curativo oclusivo no local do estoma, informação sobre os grupos de atenção aos ostomizados e incentivo ao uso de tampão para fechamento da ileostomia.
curativo oclusivo no local do estoma, mobilização do estoma com solução vaselinada e uso de espessante para diminuir a fluidez das fezes.
esvaziamento do conteúdo da bolsa quando atingir 1/3 da capacidade e medir o orifício de abertura da bolsa, que deve ter diâmetro igual ou, no máximo, 3 mm maior que o estoma.
Trabalhador com estoma intestinal procura atendimento no ambulatório do Tribunal referindo prurido na pele logo abaixo do dispositivo coletor, ao redor do estoma. O enfermeiro avalia e orienta que:
I. a higiene da pele periestoma pode ser efetuada durante o banho, utilizando água e sabonete neutro, com cuidado no enxágue para remover todo resíduo do sabonete;
II. a higiene da pele e estoma pode ser feita com tecido de algodão limpo umedecido com água para evitar resíduos do efluente na pele;
III. na troca de dispositivo coletor, deve-se aplicar uma barreira protetora na pele, ao redor do estoma;
IV. em presença de pelos na região periestoma, a depilação deve ser realizada de forma cuidadosa, com lâmina, para evitar traumatismo na pele.
É correto o que consta em
I, II e III, apenas.
II, apenas.
III e IV, apenas.
I, apenas.
I, II, III e IV.
Portador de colostomia refere distensão da bolsa coletora devido à eliminação de flatos e solicita orientação. Como medidas de prevenção e controle da flatulência, orienta-se
realização de orifícios pequenos na parte superior da bolsa plástica; controle da aerofagia; fracionamento das refeições.
colocação de filtro de carvão e desodorizante na bolsa; suspensão temporária da ingestão de leguminosas, queijos maturados, frutos do mar; atividade física para redução do peristaltismo.
suspensão temporária de leguminosas, coalhada, salsinha, frutas maduras e aromáticas; realização de orifícios pequenos na parte superior da bolsa plástica; avaliação com médico especialista.
realização de atividade física para redução do peristaltismo; avaliação com médico especialista; colocação de filtro de carvão e desodorizante na bolsa.
mastigação adequada de pequenas porções de alimentos; controle da aerofagia; suspensão temporária de alimentos fermentativos.
Para orientar um paciente ostomizado, recomenda-se
proceder, ao sinal de dor no estoma, a retirada da bolsa, aspergir a solução anestésica no local e buscar um atendimento de emergência.
observar, de forma rotineira, a cor, o brilho, a umidade, a presença de muco, o tamanho e a forma do estoma.
utilizar sistema de bolsa de coleta que siga o padrão universal de vedação adesiva e possua sistema de escape para situações de excesso de odor.
trocar a bolsa de colostomia, a cada banho, como medida preventiva de contaminação.
limpar a pele ao redor do estoma com álcool a 70%, de forma rotineira.
Na troca de bolsa de coleta para colostomia, deve-se registrar no prontuário do paciente:
Data e hora da troca.
Características do material drenado.
Aspecto do estoma e da pele periestomal.
Orientações repassadas ao paciente.
Todas as alternativas mencionadas.
A colostomia é um procedimento realizado, entre outras indicações, nos casos de obstrução e neoplasia do intestino grosso. Em relação aos cuidados com a colostomia, é INCORRETO afirmar:
A retração do estoma é uma das complicações do pós-operatório imediato.
A ausência de fezes até 24 horas após a realização da colostomia é um sinal de complicação.
Uma das metas da assistência de enfermagem é manter a integridade cutaneomucosa da área periestomal.
A deambulação do paciente submetido à colostomia deve ser precoce.
A irrigação da colostomia apresenta como objetivos o esvaziamento do cólon de gases, muco e fezes.
A troca da bolsa coletora de ileostomia no período pósoperatório somente deve ser realizada 72 horas após a cirurgia.
O orifício de abertura da bolsa coletora para ostomia deve ser igual ou, no máximo, 10 mm maior que o estoma.
São complicações associadas ao estoma: retração, estreitamento da abertura, formação de hérnia e drenagem de fístulas em volta do estoma.
OS equipamentos coletores para o paciente estomizado estão disponíveis em tamanhos predeterminados, em opções sob medida, com as placas planas ou em diversos graus de convexidade, Para coleta dos etluentes de uma ileostomia, recomenda se o uso de equipamento coletor fechado de uma peça.
a pesagem diária, cuidados com jejunostomia, verificação de sinais vitais a cada 4 horas, encorajamento à verbalização de sentimentos sobre seu diagnóstico e prognóstico.
Ileostomias geralmente são confeccionadas no íleo terminal do intestino delgado, sendo, em sua maioria, colocadas no quadrante inferior esquerdo do abdome do paciente. O efluente eliminado é de cor esverdeada, com odor ácido ou inodoro e pH alcalino.
A irrigação da colostomia visando a promoção da eliminação de fezes é um procedimento não recomendado em pacientes oncológicos.
Ao realizar a higiene de um estorna, deve-se utilizar
álcool a 98 (noventa e oito)%.
água e sabão.
líquido de darkin.
KMnO4 1: 10.000.
Em relação aos cuidados com o estoma, os pacientes devem ser orientados quanto a
realizar a limpeza de forma delicada, sem esfregar o local.
não aparar com a tesoura os pelos ao redor do estoma.
nunca expor a pele ao redor do estoma ao sol.
utilizar pomadas ou cremes na pele a fim de prevenir reações alérgicas.
observar a cor do estoma. Se estiver vermelho vivo, procurar o médico de imediato.