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Sobre emergências metabólicas, analisar os itens.
I. Na cetoacidose diabética, a glicemia capilar é > 250mg/dL; o paciente apresenta fadiga, náuseas, hálito cetônico, vômitos, polidipsia, poliúria, estupor mental, até estado comatoso.
II. A hipoglicemia é caracterizada por glicemia capilar < 90mg/dL com presença de tremores, sudorese, palidez, taquicardia, tonturas, cefaleia, fraqueza, parestesias, distúrbios visuais e rebaixamento da consciência, entre outros.
III. O paciente com diabetes mellitus pode apresentar algumas complicações agudas, como a cetoacidose diabética ou o estado hiperosmolar.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas no item I.
Apenas no item Il.
Apenas nos itens l e III.
Em todos os itens.
A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação grave e potencialmente fatal do diabetes, principalmente do tipo 1, embora também possa ocorrer em pacientes com diabetes tipo 2 sob certas condições. A CAD se desenvolve quando o corpo começa a “quebrar” a gordura, em vez de glicose, como fonte de energia, resultando na produção de cetonas. São sinais de complicações da CAD, EXCETO:
Edema cerebral por acúmulo de líquido no cérebro.
Hiperglicemia por níveis elevados de glicose no sangue.
Falência renal devido à desidratação e acidose.
Arritmias cardíacas causadas por alterações nos eletrólitos.
Coma e morte, em casos graves.
A cetoacidose diabética é definida pela tríade
glicemia > 250 mg/dL, pH arterial < 7,3 e cetonemia positiva.
glicemia > 600 mg/dL, pH arterial > 7,3 e osmolaridade > 320 mosm/kg.
leucocitose > 25.000, glicemia > 450 mg/dL e pH arterial > 7,3.
osmolaridade > 320 mosm/kg, cetonemia negativa e pH < 7,3.
leucocitose < 25.000, glicemia < 200 mg/dL e pH arterial > 7,3.
A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação aguda grave do diabetes melito. Quais são os sintomas comuns da CAD?
Hipoglicemia, sudorese excessiva e taquicardia.
Hiperglicemia, poliúria, polidipsia e hálito cetônico.
Hiperglicemia, tremores e bradicardia.
Hipoglicemia, polifagia e hipotensão.
Hiperglicemia, taquipneia e confusão mental.
Ao admitir um paciente na sala de medicação, o técnico em enfermagem percebeu que ele apresentava hálito cetônico. O enfermeiro ou o médico devem ser comunicados assim que possível, para uma avaliação, pois há o risco de:
Coma por hipoglicemia.
Hiperglicemia.
Ácido úrico.
Falência renal por aumento de ureia e creatinina.
Segundo o Caderno de Atenção Básica, Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabete mellitus, nº36, do Ministério da Saúde (2013), sobre a cetoacidose, é correto afirmar que:
ocorre principalmente em pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2.
os principais sintomas são: polidipsia, anúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, visão turva, náuseas e dor abdominal, edema, hipoventilação e alterações do estado mental.
os principais fatores precipitantes são infecção, má aderência ao tratamento, uso de medicações hiperglicemiantes e outras intercorrências graves (AVC, IAM ou trauma).
ocorre quando hã hipoglicemia grave (abaixo de 40 mg/dL) acompanhada de desidratação e alteração do estado mental.
decorre da descompensação hiperglicêmica crônica.
A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação aguda que ocorre tipicamente no diabetes tipo 1, mas pode também ocorrer no tipo 2.
Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
O tratamento da CAD geralmente envolve a restrição de líquidos e eletrólitos para corrigir a hiper-hidratação e o desequilíbrio eletrolítico, juntamente com insulina para aumentar os níveis de glicose no sangue.
É uma complicação comum nos diabéticos e pode ser tratada com calma no espaço domiciliar, pois dificilmente levará o paciente a óbito se não tratada.
A cetoacidose diabética é causada pelo excesso de insulina no organismo, o que leva à hipoglicemia e à produção de corpos cetônicos em excesso.
O tratamento recomendado inclui o consumo de alimentos ricos em açúcar para estabilizar os níveis de glicose no sangue.
São alguns sintomas dessa complicação: excesso de urina, sede excessiva, fraqueza, náuseas, vômitos, sonolência, confusão, desidratação, febre ou temperatura baixa e hálito cetônico.
É internada na UTIP uma criança com Diabete Melito tipo 1 apresentando cetoacidose diabética (CAD). Qual é a prioridade no manejo inicial?
Administrar bicarbonato de sódio intravenoso.
Iniciar imediatamente a infusão de insulina contínua.
Repor fluidos intravenosos.
Monitorar os níveis de potássio.
Avaliar a glicemia capilar a cada hora.
A Cetoacidose Diabética (CAD) é uma complicação aguda que ocorre tipicamente no Diabetes tipo 1, mas pode também ocorrer no tipo 2. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, assinale a alternativa CORRETA em relação a CAD:
É definida pela presença de hipoglicemia, acidose metabólica e cetose.
É uma complicação comum nos diabéticos e pode ser tratada com calma no espaço domiciliar, pois dificilmente levará o paciente a óbito se não tratada.
O diagnóstico diferencial da CAD inclui crises hiperglicêmicas, outras causas de cetose, acidose, hiperosmolalidade e coma.
Os eventos precipitantes em pacientes com CAD os mais comuns são: uso de álcool, trauma, embolia pulmonar, infarto agudo do miocárdio.
Um paciente internado em uma unidade hospitalar apresenta sinais e sintomas de Cetoacidose Diabética (CAD).
Assinale a opção que apresenta, corretamente, um critério diagnóstico dessa complicação.
Cetonemia ≥ 3 mmol/L.
Alcalose metabólica.
Glicemia acima de 150 mg/dL.
Cetonúria menor a 2 + nas tiras reagentes.
A assistência de enfermagem a pacientes com doenças endócrinas, como o diabetes mellitus, envolve a monitorização rigorosa e intervenções específicas. Segundo a American Diabetes Association (ADA), qual é a abordagem mais adequada para o manejo de um paciente hospitalizado com cetoacidose diabética (CAD), visando estabilizar seu estado metabólico e prevenir complicações?
Iniciar com a administração intravenosa de insulina regular em bomba de infusão contínua, monitorar de perto os níveis de glicose sanguínea e eletrólitos, corrigir a desidratação com soluções isotônicas, e ajustar a terapia conforme a resposta clínica do paciente, prevenindo complicações como hipoglicemia e desequilíbrios eletrolíticos.
Administrar insulina subcutânea de ação rápida em doses fixas a cada quatro horas, sem necessidade de monitoramento contínuo dos níveis de glicose ou eletrólitos, e fornecer suporte nutricional oral para corrigir a hiperglicemia.
Utilizar apenas fluidos orais para reidratação do paciente, sem a necessidade de infusão intravenosa, e ajustar a dose de insulina conforme o apetite do paciente e os níveis de glicose capilar.
Prescrever uma combinação de insulina de ação prolongada e oral hipoglicemiante, sem necessidade de infusão contínua, e monitorar a glicose sanguínea apenas duas vezes ao dia.
Iniciar a terapia com insulina de ação intermediária, corrigir a desidratação com soluções hipertônicas, e evitar a monitorização frequente dos níveis de eletrólitos para minimizar o desconforto do paciente.
O manejo de distúrbios metabólicos em emergências requer intervenções rápidas para estabilizar o paciente. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. A cetoacidose diabética (CAD) deve ser tratada com infusão contínua de insulina regular intravenosa, correção agressiva de líquidos com solução salina isotônica e reposição de eletrólitos, principalmente potássio, mas a redução de mortalidade não chega a 30%, sendo o foco principal a correção dos desequilíbrios metabólicos (ADA, 2023).
2. Em casos de hipoglicemia grave, a administração intravenosa de glicose a 50% (D50) é a intervenção inicial recomendada, com recuperação da consciência observada em até 90% dos casos dentro de 10 minutos, mas deve-se monitorar atentamente para evitar hiperglicemia rebote (ADA, 2022).
3. O uso de bicarbonato de sódio no tratamento da acidose metabólica deve ser reservado para casos de acidose severa (pH < 7,0), já que o uso indiscriminado pode agravar a acidose respiratória compensatória e precipitar arritmias (NEJM, 2023).
4. A monitorização contínua da glicose capilar e dos níveis de cetonas no sangue é recomendada durante o manejo de CAD, com ajustes nas intervenções a cada 1 a 2 horas, a fim de prevenir tanto hipoglicemia quanto hipocalemia, evitando complicações iatrogênicas (ADA, 2023).
5. O tratamento da hipocalcemia sintomática em emergências metabólicas envolve a infusão intravenosa de gluconato de cálcio, mas os sintomas neuromusculares podem não ser completamente resolvidos em 95% dos casos, dependendo da gravidade e da duração da hipocalcemia (NEJM, 2023).
Alternativas:
Apenas os itens 1, 3 e 5 são verdadeiros.
Apenas os itens 2, 3 e 4 são verdadeiros.
Apenas os itens 1, 2 e 5 são verdadeiros.
Apenas os itens 1, 3 e 4 são verdadeiros.
Apenas os itens 2, 4 e 5 são verdadeiros.
O diabetes melito é uma condição metabólica marcada por níveis elevados de glicose no sangue devido a problemas na produção, secreção ou ação da insulina. Indivíduos com diabetes podem enfrentar complicações que surgem repentinamente ou ao longo do tempo. Qual das alternativas abaixo representa uma complicação aguda do diabetes melito?
Neuropatia diabética.
Doença cardiovascular.
Retinopatia diabética.
Cetoacidose diabética.
Nefropatia diabética.
O adequado tratamento e acompanhamento da pessoa portadora de diabetes melito visa à estabilização dos níveis glicêmicos uma vez que alterações severas podem levar a situações com risco iminente de óbito como, por exemplo, a cetoacidose diabética (CAD), que se caracteriza pela presença de hiperglicemia, acidose metabólica e cetose. Os sinais e sintomas da CAD são dor abdominal difusa, respiração de Kussmaul, letargia e coma, entre outros. São fatores precipitantes da CAD, EXCETO:
Abuso de álcool e cocaína.
Uso de dispositivos de infusão subcutânea contínua de insulina.
Infecções (geralmente pneumonia ou infecção do trato urinário).
Descontinuação voluntária da terapia com insulina.
Infarto agudo do miocárdio.
A diabetes é uma doença crônica que afeta os idosos com grande prevalência. A descompensação aguda grave no diabético com hiperglicemia pode gerar produção de corpos cetônicos (pela queima de gordura corporal), desidratação e alterações em graus variáveis da consciência. Esses sintomas são referentes a:
hipoglicemia
coma diabético
coma hipoglicêmico
cetoacidose diabética
descompensação diabética
Durante o expediente, um funcionário do sexo masculino, de 42 anos de idade, portador de diabetes melito tipo 1, apresentou sudorese, calafrios, dor de cabeça, irritabilidade, tontura e confusão mental. Os colegas de trabalho do seu setor prestaram-lhe apoio e chamaram o técnico de enfermagem para prestar atendimento.
Nessa situação hipotética, a conduta correta do técnico de enfermagem deve ser
estimular a ingesta de água pelo paciente até que este se acalme e consiga retornar ao trabalho.
estimular a deambulação do paciente.
oferecer ao paciente um carboidrato de ação rápida (por exemplo, tablete de 15 g a 20 g de glicose, balas ou suco de frutas açucarado).
manter o paciente em decúbito dorsal.
orientar o paciente a utilizar imediatamente o medicamento de rotina para tratamento do diabetes melito tipo 1.
Considerando os procedimentos de enfermagem necessários em emergências metabólicas, avalie as afirmações sobre o manejo adequado dessas condições, e assinale a correta:
Na insolação, é recomendado cobrir o paciente com cobertores para reduzir a perda de calor corporal.
Em casos de cetoacidose diabética, a reidratação com solução salina e a administração de insulina são medidas essenciais.
Para corrigir a hipotermia leve, deve-se aplicar calor direto nos membros para acelerar o aquecimento.
O tratamento de desequilíbrios ácido-básicos deve evitar a administração rápida de bicarbonato de sódio para prevenir oscilações bruscas do pH.
Paciente masculino, 76 anos, no 4° DIH (dia de internação hospitalar) por cetoacidose diabética, apresenta respiração de Kusmaull, evoluindo no 5° dia para insuficiência renal. Distúrbio ácido – básico apresentado: pH: 7,10; pCO2: 31 mmHg; HCO3: 9 mEq/L. Mediante o distúrbio ácido – básico apresentado, quais consequências cardiológicas podem ser apresentadas?
Inotropismo positivo.
Cronotropismo negativo.
Inotropismo negativo.
Batmotropismo negativo e inotropismo positivo.
Dromotropismo positivo e cronotropismo positivo.
Segundo Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2015-2016) e Ministério da Saúde: Diabetes (diabetes mellitus) é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose(açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo. O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte. Levando em consideração que um paciente diabético possa ser admitido em uma unidade de Urgência e Emergência, é considerado cetoacidose quando este apresentar alguns sintomas, exceto:
Hálito cetônico;
Náusea;
Taquilalia;
Hiperglicemia.
A cetoacidose diabética é uma condição grave que acontece quando os níveis de glicose no sangue estão muito altos e a quantidade de insulina, hormônio responsável pelo controle da glicose na corrente sanguínea, está baixa. Sobre essa condição clínica, assinale a opção correta.
Ocorre principalmente no diabetes tipo 2, mas também pode ocorrer nos pacientes com diabetes tipo 1.
Dentre os principais sinais e sintomas, destacam-se desidratação, hálito cetônico, dor abdominal e bradicardia.
Na maioria dos casos, a cetoacidose é precipitada por uso inadequado de insulina, mas também é secundária a abuso de álcool, jejum, eventos como infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e pancreatite.
Ocorre como consequência da lipólise reduzida, processo que é utilizado como uma alternativa para a obtenção de energia, resultando em produção de cetonas e outros cetoácidos, alterando o pH do sangue.
Após a correção da cetoacidose na criança, estando ela bem acordada e se alimentando, o uso de insulina é suspenso e a glicemia passa a ser controlada com uso de hipoglicemiantes orais.