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A cetoacidose diabética pode ser caracterizada por
hiperglicemia, desidratação com perda de eletrólitos e acidose metabólica.
hipoglicemia, produção de corpos cetônicos e edema.
hiperglicemia, anasarca e acidose respiratória.
hipoglicemia, acidose pirúvica, desidratação com perda de eletrólitos.
hiperinsulinismo, produção de corpos cetônicos e desidratação.
A cetoacidose metabólica é causada por ausência ou quantidade insuficiente de insulina, resultando em distúrbios no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios. Ela é caracterizada por:
perda de peso, fraqueza, bradicardia e hipotensão
taquicardia, hipertensão, sonolência e hálito cetônico.
hipertensão e padrão respiratório alterado.
náuseas, vômitos, polidpsia, poliúria, sonolência e coma.
desidratação, turvação visual e bradicardia.
A cetoacidose diabética é uma complicação potencialmente letal, com índices de mortalidade entre 5 e 15%, os principais acometimentos são os pacientes com diabetes tipo I, sendo algumas vezes a primeira manifestação da doença. Os pontos fundamentais para um programa de prevenção de cetoacidose são, exceto:
Garantir a disponibilidade de insulina para todos que dela necessitem
Incluir no programa educativo aspectos preventivos das complicações agudas
Garantir materiais para o automonitoramento da glicemia
Planejar serviços de pronto-atendimento da descompensação aguda
Vigiar pacientes com dificuldades de locomoção
Os corpos cetônicos são ácidos que perturbam o equilíbrio ácido-básico do corpo, quando se acumulam em quantidade excessiva, levando à cetoacidose diabética. Esta situação é característica da diabetes
tipo II.
estável.
tipo I.
gestacional.
cetose-resistente.
A reposição hídrica estimula a excreção da glicose excessiva pelos rins e deve ser feita com soluções como o ringer lactato e a glicosada hipotônica.
Ao administrar a insulina intravenosa, deve-se atentar para a infusão contínua em separado das infusões de reposição hídrica, pois a suspensão no gotejamento pode ocasionar um novo acúmulo dos corpos cetônicos.
Deve ser realizada uma monitoração rigorosa do estado hidroeletrolítico do paciente.
Considerando que a concentração plasmática de potássio na maioria dos casos é elevada, uma vez que a glicose leva o potássio do líquido extracelular para dentro das células, sua reposição é necessária somente quando o paciente apresenta quadro de desidratação.
O paciente está apresentando quadro de cetoacidose diabética, que representa uma das complicações agudas do diabetes melito e é considerada uma emergência metabólica.
Cetoacidose é uma acidose metabólica causada por excesso de acetoácidos decorrente da deficiência de insulina. Os sinais e sintomas da cetoacidose incluem poliúria, polidipsia, desidratação, dor abdominal, hálito cetônico, hiperventilação, náuseas, vômitos e sonolência.