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De acordo com SMELTZER e BARE, em relação aos distúrbios ácido-básicos, analisar a sentença abaixo:
A acidose metabólica é um distúrbio clínico caracterizado por um PH baixo e pode apresentar sintomas como: cefaleia, confusão, sonolência, frequência respiratória aumentada, náuseas e vômitos (1ª parte). A alcalose metabólica manifesta-se principalmente por sintomas ligados à ionização aumentada do cálcio e por um PH inferior a 5 na avaliação da gasometria arterial (2ª parte).
A sentença está:
Totalmente correta.
Correta somente em sua 1ª parte.
Correta somente em sua 2ª parte.
Totalmente incorreta.
Paciente de 58 anos deu entrada no setor de saúde inconsciente, apresentando respiração ruidosa e trabalhosa, com amplas e rápidas inspirações interrompidas por curtos períodos de apneia, após os quais ocorrem expirações súbitas seguidas, novamente, de pequenas pausas de apneia. Esse tipo de respiração é típico de pacientes com:
Cetoacidose diabética.
Comprometimento do encéfalo.
Insuficiência cardíaca.
Traumatismo crânioencefálico.
O diabetes tipo I acontece quando a produção de insulina do pâncreas é insuficiente e o paciente apresenta sintomatologia específica, podendo ter complicações agudas ou crônicas.
Trata-se de uma complicação aguda do diabetes tipo I:
nefropatia diabética.
vasculopatia diabética.
cetoacidose diabética.
alcalose metabólica.
Entre as alterações hidroeletrolíticas, a que se apresenta como emergência médica, geralmente observada em pacientes com déficit de função renal, politraumatizados ou com acidose metabólica é:
hipocalcemia
hiperpotassemia
hipernatremia
hipomagnesemia
A.C., 24 anos, sexo feminino, portadora de diabete tipo 1 há dez anos, chegou à unidade de pronto atendimento – UPA, trazida por seu marido, que relatou ao enfermeiro que nas últimas horas a paciente vinha apresentando muita sede, estava urinando muito e já apresentara dois episódios de vômitos. Ao exame físico, o enfermeiro constatou que A.C apresentava confusão mental, hálito cetônico e padrão respiratório compatível com respiração de Kussmaul. O histórico e os sinais e sintomas apresentados por A.C. são compatíveis com um quadro de
síndrome hiperosmolar hiperglicêmica, e os cuidados de enfermagem devem compreender, entre outras ações, a avaliação da glicemia capilar e a instalação do oxímetro de pulso.
hipoglicemia severa, e o enfermeiro deve oferecer, imediatamente, bebida que contenha glicose, se a paciente conseguir deglutir, ou administrar 25 g de glicose a 50%, em bólus, por via endovenosa.
cetoacidose diabética, e os cuidados de enfermagem devem compreender, entre outras ações, a avaliação da glicemia capilar e a instalação do oxímetro de pulso para monitoramento da saturação de oxigênio.
síndrome hiperosmolar hiperglicêmica, e os cuidados imediatos devem compreender, entre outras ações, a administração de solução de Ringer lactato em acesso venoso periférico calibroso e a coleta de amostra de sangue para dosagem da hemoglobina glicada.
síndrome hiperosmolar hiperglicêmica, e os cuidados de enfermagem devem compreender, entre outrasações, providenciar acesso venoso periférico e a administração de insulina utilizando uma bomba de infusão IV para minimizar o trauma de injeções repetidas.
A cetoacidose é uma complicação aguda, típica do paciente com diabetes mellitus tipo I, mas também pode ocorrer no tipo II, ocasiona alterações metabólicas desenvolvidas por insuficiência de insulina grave ou absoluta, geralmente associada a condições estressantes, que levam ao aumento dos hormônios contrarreguladores. Nesse sentido, assinale a alternativa que NÃO corresponde a um sinal ou sintoma de cetoacidose diabética.
Poliúria.
Desidratação.
Polidipsia.
Bradicardia.
Hálito cetônico.
A cetoacidose diabética constitui um distúrbio metabólico observado em portadores de diabetes tipo 1 e representa uma condição de urgência. O manejo clínico visa corrigir a desidratação, a perda de eletrólitos e a acidose, além da hiperglicemia com infusão intravenosa contínua de insulina. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:
1. Níveis anormais de potássio podem incorrer em arritmia cardíaca.
2. O edema cerebral deve ser detectado precocemente por meio do acompanhamento do estado metabólico.
3. Na infusão intravenosa de insulina, os primeiros 50 mL da solução devem ser descartados.
4. Poliúria, polidipsia e fadiga acentuada são manifestações clínicas da cetoacidose diabética.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
A Cetoacidose Diabética (CAD) é uma complicação aguda do Diabetes Mellitus caracterizada por hiperglicemia, acidose metabólica, desidratação e cetose. A CAD ocorre na vigência de deficiência profunda de
íons hidrogênio no sangue.
ácidos no sangue.
potássio sérico.
corpos cetônicos.
insulina.
A cetoacidose diabética (CAD) é causada por deficiência relativa ou absoluta de insulina, sendo uma emergência clínica que ameaça a vida e exige imediata intervenção. Dessa forma, é importante o enfermeiro conhecer a situação clínica que é caracterizada principalmente por hiperglicemia, desidratação e também por:
cetose e acidose metabólica.
cetose e alcalose metabólica.
lipogênese e alcalose metabólica.
lipogênese e acidose metabólica.
São sinais e sintomas de Cetoacidose diabética, EXCETO:
Polidipsia.
Poliúria.
Hálito cetônico
Glicemia capilar >600 mg/Dl.
As complicações do Diabetes Mellitus (DM) podem ser classificadas em complicações agudas e crônicas. Analise as afirmativas apresentadas abaixo:
I. É uma emergência endocrinológica decorrente da deficiência absoluta ou relativa de insulina, potencialmente letal, com mortalidade em torno de 5%.
II. Ocorre principalmente em pacientes com DM tipo 1, sendo, diversas vezes, a primeira manifestação da doença. A pessoa com DM tipo 2, que mantém uma reserva pancreática de insulina, raramente desenvolve essa complicação.
III. Os principais sintomas são: polidipsia, poliúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, visão turva, náuseas e dor abdominal, além de vômitos, desidratação, hiperventilação e alterações do estado mental.
As três afirmativas acima são características da seguinte complicação:
Neuropatia diabéticas.
Cetoacidose.
Hipoglicemia.
Síndrome hiperosmolar não cetótica.
A aspiração traqueal é o método utilizado para a remoção de secreção, quando a tosse não é eficaz, e em pacientes sob ventilação mecânica ou traqueostomizados.
Considerando os cuidados de enfermagem durante o procedimento de aspiração traqueal, é correto afirmar:
A hiperoxigenação é uma das técnicas usadas para reduzir ou eliminar hipoxemia durante a aspiração. Esta consiste em reduzir a FiO2 em pacientes sob ventilação mecânica, antes e após o procedimento de aspiração.
A instilação de solução salina para aspiração tem como objetivo facilitar a remoção de secreções e deve ser utilizada rotineiramente.
A aspiração fechada traz benefício para determinados perfis de paciente. Nesse caso, o procedimento consiste em rápida desconexão do ventilador durante a aspiração.
A aspiração traqueal pode trazer algumas complicações como hipoxemia, arritmia cardíaca e atelectasia.
A complicação aguda do Diabetes Mellitus que é uma emergência endocrinológica decorrente da deficiência absoluta ou relativa de insulina, que acomete, principalmente, pacientes com DM tipo I, e que geralmente é precipitada por condições infecciosas ou omissão da administração de insulina, é:
Síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica.
Retinopatia diabética.
Nefropatia diabética.
Cetoacidose diabética.
Hipoglicemia.
A Cetoacidose diabética é uma descompensação grave do diabético tipo 1, apresentando cetonúria, cetonemia, acidose metabólica e hiperglicemia. Assinale a alternativa correta que apresenta o valor de corte para hiperglicemia de paciente com quadro de cetoacidose diabética.
Maior que 250 mg/dl.
Maior que 300 mg/dl.
Maior que 400 mg/dl.
Maior ou igual a 200 mg/dl.
Entre 150-250 mg/dl.
Entre as complicações crônicas do diabetes mellitus (DM), as úlceras de pés (também conhecido como pé diabético) e a amputação de extremidades são as mais graves e de maior impacto socioeconômico. Várias condições contribuem para a ulceração nos pés da pessoa com DM, entre essas, uma é geralmente, o evento inicial mais importante e esta corresponde à(ao):
neuropatia periférica.
nefropatia diabética.
mau controle glicêmico.
retinopatia diabética.
cetoacidose.
É uma emergência endocrinológica decorrente da deficiência absoluta ou relativa da insulina, potencialmente letal, com mortalidade em torno de 5%. Ocorre principalmente em pacientes com diabetes tipo 1:
Síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica.
Hipoglicemia.
Retinopatia diabética.
Neuropatia diabética.
Cetoacidose.
A cetoacidose diabética é uma desordem metabólica comum nos atendimentos de pronto-socorro, que apresenta as características:
desenvolvimento de hipoglicemia intensa e produção de corpos cetônicos.
desidratação intracelular e alcalose metabólica.
acometimento somente de pacientes com diabete tipo II, de longa data, geralmente na faixa etária de 70 anos.
principal causa de morte em pacientes com diabete melito tipo I, em pacientes jovens.
desenvolvimento de hiponatremia e hiposmolaridade.
A aspiração é um recurso simples amplamente utilizado em pacientes de unidade de terapia intensiva, sob ventilação mecânica ou não, ou em pacientes de leito hospitalar que não consegue expelir voluntariamente as secreções pulmonares. Marque a opção que apresenta os tipos de aspiração das vias aéreas:
Orotraqueal, transtraqueal e pulmonar
Nasal, oral e orofaríngea
Orotraqueal, nasotraqueal e transtraqueal
Orotraqueal, endotraqueal e nasotraqueal
Oral, nasal e pulmonar
As alterações orgânicas apresentadas na cetoacidose diabética são:
abcesso, hemorragia e hipoglicemia.
hipoglicemia, infecção e hipoventilação.
hiperglicemia, hiperosmolaridade e depleção de volume.
sudorese, hipeglicemia e icterícia.
hiperosmolaridade, hipoglicemia, icterícia.