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Quais são as complicações agudas frequentemente associadas ao diabetes melito tipo 2 que podem levar uma pessoa a buscar um atendimento de emergência?
Cetoacidose e hiperglicemia crônica.
Hipoglicemia e neuropatia periférica.
Síndrome metabólica e retinopatia diabética.
Hipoglicemia grave e síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica.
Pé diabético e insuficiência renal crônica.
A cetoacidose diabética é uma complicação aguda do diabetes e representa uma situação de urgência e emergência.
São sinais e sintomas potencialmente associados à cetoacidose:
Hipoventilação, vômitos, hálito cetônico.
Hipoventilação, sudorese, dores de cabeça.
Hiperventilação, hipertermia, bradicardia.
Hiperventilação, vômitos, hálito cetônico.
Hipoventilação, hipotermia, taquicardia.
Na fisiopatologia da Cetoacidose Diabética (CAD) é necessário ajustes da glicemia com uso de insulina, hiper-hidratação para correção de desidratação além de outras medidas, no contexto apresentado é necessário especial atenção para as possibilidades de sequestro iônico para o meio intracelular. Diante do exposto, assinale a alternativa correta desse íon.
Cloro
Potássio
Cálcio
Magnésio
Ácidos orgânicos
O diabetes melito (DM) é um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia e resulta da produção, secreção ou utilização deficiente de insulina. Pacientes com diagnóstico de DM podem apresentar complicações agudas e crônicas. Assinale a alternativa que apresenta uma complicação aguda dessa patologia.
Neuropatia periférica.
Cetoacidose diabética.
Retinopatia diabética.
Diabetes insipidus.
Polidipsia.
Considerando-se a cetoacidose diabética, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
A cetoacidose diabética (CAD) é um distúrbio metabólico observado em pacientes com diabetes __________________.
tipo 1
tipo 2
gestacional
idiopática
Paciente do sexo feminino, 40 anos de idade, diabética, em uso de insulina NPH 15 UI de manhã, evoluiu há 3 dias com poliúria, polidipsia e queda do estado geral. Nas últimas 24 horas, evoluiu com dor abdominal e vômitos. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, desidratada +/4+, corada, anictérica, acianótica. PA: 120/80 mmHg; FC:110 b.p.m; Temp: 38 °C. Hipótese diagnóstica: cetoacidose diabética. Com base no caso relatado, assinale a alternativa correta.
A dor abdominal não está relacionada ao quadro de cetoacidose diabética.
O objetivo do tratamento para essa paciente é que a glicemia permaneça abaixo de 80 mg/dl.
Esse tipo de complicação é mais comum em pessoas com diabetes do tipo II.
Deve-se infundir glicose a 50% IV. Em pacientes sem acesso venoso, pode-se fazer o Glucagon IM/SC (0,5mg 2,0mg).
Fazer a reposição de fluidos, se necessário, é o mais importante passo no gerenciamento da cetoacidose.
Um homem de 60 anos foi admitido em uma unidade de pronto atendimento com um quadro de insuficiência respiratória. Ao exame físico, refere dispneia aos mínimos esforços e apresenta cianose de extremidade, pele fria e sudorese. Pressão Arterial 90/60mmHg, oximetria de pulso de 84% e frequência respiratória de 32mrpm. O médico instala oxigênio por cateter nasal a 5 l/min e solicita uma gasometria arterial, a qual revela pH= 7,29, PO2= 72mmHg, PCO2= 36mmHg, HCO3= 19mEq/l e EB= -3. Que distúrbio acido-básico esse paciente apresenta?
Alcalose respiratória.
Acidose metabólica.
Alcalose metabólica.
Acidose respiratória.
Paciente, 62 anos, com diagnóstico de diabetes tipo 1, foi levado ao serviço de emergência pela esposa referindo poliúria, polidipsia, perda de peso, náuseas, taquipneia e sonolência. Ao exame físico, observou-se Escala de Glasgow = 14 pontos, desidratação com pele e língua seca, extremidades frias, agitação, hipotonia muscular e pulso rápido. Na avaliação laboratorial, identificou-se glicemia de 280 mg/dL, leucocitose, hiponatremia, cetonemia e cetonúria. O quadro clínico apresentado é característico de qual complicação?
Coma cetoacidótico.
Alcalose metabólica.
Cetoacidose diabética.
Estado hiperglicêmico hiperosmolar.
A acidose metabólica é caracterizada por pH baixo e concentração de bicarbonato plasmático baixa. Os enfermeiros precisam lembrar que o intervalo aniônico é calculado primariamente para identificar
se PaCO2 está agudamente ou cronicamente superior a 50mmHg.
a causa (patologia) da acidose metabólica.
a insuficiência renal aguda.
e corrigir estados de hipovolemia associado à acidose metabólica.
A cetoacidose diabética é uma complicação aguda do Diabetes Melito (DM) na vigência de deficiência profunda de insulina. Acomete principalmente pacientes com DM tipo 1 e, geralmente, é precipitada por condições infecciosas, uso inadequado de insulina ou desconhecimento do diagnóstico de diabetes. São complicações do tratamento da cetoacidose diabética:
Hipoglicemia, edema cerebral e hipocalemia.
Hiperglicemia, alcalose metabólica e oligúria.
Hipercalcemia, cegueira e neuropatia.
Hipoglicemia, infecção e alcalose metabólica.
Hipocalcemia, cegueira e neuropatia.
É CORRETO afirmar que a acidose respiratória é definida como o:
pH está inferior a 7,35, a PaCO2 está normal e o [HCO3 - ] está diminuído (< 22mEq/l).
pH inferior a 7.35 com uma PaCO 2 maior que 45 mmHg.
pH maior que 7.45 com uma PaCO2 inferior a 35 mmHg.
pH está superior a 7,35, a PaCO2 está normal ou ligeiramente elevada, e o [HCO3 - ] está elevado (> 22mEq/l).
Sobre a cetoacidose diabética (CAD) e os processos metabólicos envolvidos nesse evento, é correto afirmar:
A cetoacidose diabética é mais comum no diabetes mellitus tipo 2.
Os sinais e sintomas da cetoacidose diabética são náuseas, vômitos, febre, hipoglicemia severa e hálito cetônico.
O hálito cetônico presente na cetoacidose diabética deve-se pela ingestão excessiva de bebidas alcóolicas que culmina em hiperglicemia e diurese abundante.
A CAD resulta da deficiência absoluta de insulina e da redução de liberação de hormônios contrarreguladores, como glucagon, cortisol e catecolaminas, ocorrendo apenas em pacientes com DM tipo 1.
A abordagem da cetoacidose diabética deve incluir rápida reposição de volume intravascular, correção da hiperglicemia e da acidose e a prevenção da hipopotassemia.
A Cetoacidose Diabética (CAD) é um distúrbio metabólico observado em pacientes com diabetes tipo 1 (um). O técnico de enfermagem deve estar atento aos sinais e sintomas apresentados por esses pacientes. Assinale a alternativa que NÃO compreende uma manifestação clínica da CAD.
Poliúria.
Polidipsia.
Fadiga acentuada.
Hálito cetônico.
Febre.
Um dos distúrbios mais comuns nas situações de emergência é a cetoacidose diabética (CAD). NÃO são sintomas de CAD:
Sensação de fraqueza e cansaço.
Visão dupla e respiração de Cheyne-Stokes.
Perda de consciência e coma.
Confusão mental e convulsão.
Dor abdominal e respiração de Kussmaul.
Com base nos principais níveis de alteração da cetoacidose, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a depleção de volume para cetoacidose severa.
Moderado; compensado.
Nenhum a leve.
Leve.
Normalmente >7-10%.
Moderada; evidência clinica.
A cetoacidose diabética constitui uma desordem metabólica comum nos atendimentos às emergências clínicas.
Essa desordem apresenta algumas características exceto:
Desenvolvimento de hiperglicemia intensa e produção de corpos cetônicos.
Desidratações extracelular, intracelular e acidose metabólica.
Acometimento somente de pacientes com diabetes melito tipo II, de longa data, geralmente na faixa etária dos 70 anos.
Principal causa de morte em pacientes com diabetes melito, com idade inferior a 20 anos.
A cetoacidose diabética é uma disfunção metabólica causada por ausência total ou parcial da insulina.
Um funcionário do Tribunal Regional do Trabalho procurou o ambulatório referindo ser diabético e queixando-se de dor abdominal, fadiga elevada, muita sede, vômito e náuseas. Ao examinar o paciente, o médico diagnosticou tratar-se de cetoacidose diabética. Dentre outros sinais e sintomas mais comuns relacionados a cetoacidose diabética, pode ocorrer
anúria.
sudorese intensa.
hipoglicemia.
pouca diurese.
hálito semelhante a removedor de esmalte.
Um paciente 52 anos de idade, diagnóstico de diabetes tipo 1, é admitido no serviço de emergência, apresentando sinais de confusão mental e agressividade. Ao exame físico, apresenta FC = 125 bpm, FR = 28 rpm, SatO2 = 97% em ar ambiente, glicemia capilar indetectável ao glicosímetro e pH arterial = 7,1.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, assinale a alternativa correta.
No pâncreas, as ilhotas de Langerhans são constituídas de células alfa e beta, entre outras. As células alfa secretam insulina e as células beta secretam glucagon.
Quando há um aumento de ácidos graxos livres circulantes na corrente sanguínea, eles são convertidos em cetonas pelos rins. As cetonas são responsáveis pelo hálito cetônico no quadro de cetoacidose diabética.
As principais diferenças clínicas entre cetoacidose diabética e estado hiperosmolar hiperglicêmico é o valor da glicemia e o pH arterial.
Na cetoacidose diabética, a hiperglicemia acarretará um quadro clássico de hipercalemia, podendo gerar arritmias.
A síntese de corpos cetônicos também ocorre no quadro de estado hiperosmolar glicêmico.
A cetoacidose diabética (CAD) é destacada como uma das complicações agudas do diabetes melito I (DM I), sendo responsável por cerca de 70% das mortes de crianças menores de 10 anos com a doença.
Um enfermeiro realiza a admissão na emergência, de uma criança do sexo feminino, com 4 anos e 9 meses, previamente hígida, sem imunizações em atraso. Apresenta alteração do nível de consciência, respiração rápida e profunda, mucosa oral desidratada e turgor cutâneo diminuído. A mãe informa que observou no último mês que a criança apresentou aumento da fome e da sede e do volume urinário, inclusive com dois episódios de enurese recentes. Não relata ganho de peso no período. Nas últimas 12 horas, a criança se queixou de dor abdominal, não aceitou o jantar e apresentou episódios de náuseas e vômitos, além de fraqueza. Esta manhã notou que a criança estava com a respiração alterada, o hálito com odor de acetona e dificuldade em acordar, o que motivou a busca pelo atendimento no hospital. Após avaliação médica e exames complementares, a criança recebeu diagnóstico médico de CAD, secundária a DM I.
A CAD é uma situação potencialmente fatal, que se caracteriza por:
Hiperglicemia, acidose metabólica, cetonemia e cetonúria.
Hiperglicemia, acidose respiratória, poliúria e cetonuria.
Hiperglicemia, alcalose metabólica, poliúria e cetonemia.
Hiperglicemia, alcalose respiratória, cetonemia e polidipsia.
Hiperglicemia, polidipsia, poliúria e enurese.
O enfermeiro deve intervir nos quadros de Cetoacidose e Estado hiperglicêmico hiperosmolar não cetótico de forma específica direcionando à terapia, diminuindo a chance de maiores complicações. É INCORRETO afirmar que, a atuação ocorre a partir da:
Auscultar ruídos hidroaéreos e avaliação da presença de dor e distensão abdominal, visto que a cetoacidose pode simular um abdômen agudo.
Avaliação e registro da frequência e profundidade da respiração e a presença de respiração kussmaul.
Verificação da glicemia capilar e cetonúria a cada hora inicialmente e após a cada 4-6 horas para avaliar a eficácia das intervenções implementadas.
Notificação do médico quando a glicose reduzir para 80 a 90 mg/dl.