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A cetoacidose é uma emergência endocrinológica decorrente da deficiência absoluta ou relativa de insulina, potencialmente letal, com mortalidade em torno de 5%. Julgue as seguintes afirmativas sobre a cetoacidose:
I- a cetoacidose ocorre principalmente em pacientes com DM 1, sendo, diversas vezes, a primeira manifestação da doença
II- os principais fatores precipitantes são infecção, má aderência ao tratamento, uso de medicações hiperglicemiantes entre outros
III- os principais sintomas são: polidipsia, poliúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, dor abdominal, alteração do estado mental
IV- a cetoacidose pode se agravar levando a complicações como choque, distúrbio hidroeletrolítico, insuficiência renal
São corretas:
apenas uma alternativa está correta
duas alternativas estão corretas
três alternativas estão corretas
todas alternativas estão corretas
A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação aguda e grave do Diabetes Mellitus tipo 1 e 2, sendo caracterizada por hiperglicemia, desidratação e acidose metabólica. São sinais clínicos da cetoacidose diabética todas as alternativas abaixo, EXCETO:
Anasarca e melena.
Enurese e letargia.
Dor abdominal e hipotensão.
Hiperventilação e rubor facial.
Conforme SMELTZER e BARE, sobre cetoacidose diabética, é CORRETO afirmar:
As três características principais da cetoacidose diabética são a hiperglicemia, desidratação ou perda de eletrólitos e acidose.
Os lipídios são ácidos e seu acúmulo na corrente sanguínea causa a cetoacidose.
A hiperglicemia da cetoacidose diabética leva à oligúria e polidipsia.
Nos períodos de doença, os diabéticos devem testar a glicemia e cetonas 2 vezes ao dia.
A cetoacidose diabética é uma emergência clínica que ameaça a vida e exige intervenção imediata, a fim de que a terapia apropriada seja iniciada rapidamente. Essa situação clínica é caracterizada por:
hiperglicemia, desidratação, cetose e acidose metabólica, ocorrendo principalmente em indivíduos diabéticos tipo I.
hiperglicemia, hidratação, cetose e acidose metabólica, ocorrendo principalmente em indivíduos diabéticos tipo II.
hiperglicemia, desidratação, cetose e alcalose metabólica, ocorrendo principalmente em indivíduos diabéticos tipo II.
hipoglicemia, desidratação, cetose e acidose metabólica, ocorrendo principalmente em indivíduos diabéticos tipo I.
hipoglicemia, desidratação, cetose e alcalose metabólica, ocorrendo principalmente em indivíduos diabéticos tipo II.
Uma das complicações do paciente com Diabetes Mellitus é a cetoacidose diabética que apresenta algumas características específicas. Em relação às características da cetoacidose diabética, marque a assertiva CORRETA.
hiperglicemia, desidratação com perda de eletrólitos e acidose metabólica.
hipoglicemia, produção de corpos cetônicos e edema.
hiperglicemia, anasarca e acidose respiratória.
hipoglicemia, acidose pirúvica, desidratação com perda de eletrólitos.
hiperinsulinismo, produção de corpos cetônicos e desidratação.
Não se observa na cetoacidose diabética:
Hipoglicemia.
Diurese osmótica.
Perda de eletrólitos.
Respiração de Kussmaul.
A cetoacidose diabética (CAD) caracteriza-se por uma deficiência de insulina, com acúmulo de corpos cetônicos e acidose metabólica. Em relação à cetoacidose diabética (CAD), marque a alternativa INCORRETA:
Padrões respiratórios tipo Kussmaul indicam acidose metabólica, porém só ocorre quando o pH sistêmico está entre 7,0 e 7,2.
A correção da acidose com bicarbonato de sódio é utilizada nas seguintes situações: hiperpotassemia severa, hipotensão refratária, disfunção de ventrículo direito, pH inferior a 7,0 e coma profundo.
Níveis elevados de amilase podem levar à suspeição de CAD e não necessariamente indicar pancreatite.
A CAD pode ser precipitada nos pacientes idosos com infarto agudo do miocárdio sem dor e nos casos de hiperemese gravídica.
O hálito cetônico é uma manifestação clínica característica de
hipoglicemia.
retinopatia diabética.
cetoacidose diabética.
síndrome de baixa osmolaridade não cetótica.
glicação de proteína na presença de hipoglicemia.
Os três principais aspectos clínicos da Cetoacidose Diabética, de acordo com Brunner & Suddarth (2009), são:
Acidose; desidratação e perda de eletrólitos; hálito cetônico.
Hiperglicemia; desidratação e perda de eletrólitos; acidose.
Acidose; hiperglicemia; neuropatia.
Hiperglicemia; polidipsia; acidose.
Dentre os sinais que indicam gravidade na detecção precoce da cetoacidose diabética em indivíduos portadores de diabetes tipo I, incluem-se:
hiperinsulinemia e cefaleia.
sensação de apreensão e oliguria.
desidratação e dor abdominal.
neuropatia e lipodistrofia.
palpitação e nefropatia.
A cetoacidose diabética é um desequilíbrio metabólico grave causada por
deficiência de hormônios contrarreguladores (catecolaminas e cortisol).
ausência ou quantidade acentuadamente inadequada de insulina.
hiperglicemia associada a alcalose metabólica.
altas taxas de aldosterona.
clivagem do glucagon em ácidos graxos livres e glicerol.
A cetoacidose é uma complicação potencialmente letal, ocorre particularmente em pacientes com Diabetes tipo I, sendo algumas vezes a primeira manifestação da doença. O diabetes tipo II, que mantém uma reserva pancreática de insulina, raramente desenvolve essa complicação, mas isso pode ocorrer em intercorrências em que há elevada produção de hormônios contra-reguladores. Sobre a Cetoacidose podemos afirmar, exceto:
Os principais fatores precipitantes são: infecção, omissão da aplicação de insulina, abuso alimentar, uso de medicações hiperglicemiantes, entre outros
O quadro clínico consiste em polidipsia, poliúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, visão turva, náuseas e dor abdominal, além de vômitos, desidratação, hiperventilação e alterações do estado mental
Intercorrências graves como: Acidente Vascular Cerebral, Infarto Agudo do Miocárdio ou traumas não interferem no aparecimento desta complicação
Complicações como: Choque, Distúrbio Hidroeletrolítico, Insuficiência renal, Pneumonia de aspiração, Síndrome de Angústia Respiratória e Edema Cerebral em crianças, ocorrem quando o seu quadro se agrava
São fatores precipitantes da cetoacidose diabética, EXCETO:
Infecção;
Hiper-hidratação;
Omissão da aplicação de insulina;
Abuso alimentar;
Uso de medicações hiperglicemiantes.
O quadro clínico consiste em polidipsia, poliúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, visão turva, náuseas e dor abdominal, além de vômitos, desidratação,hiperventilação e alterações do estado mental.
Este quadro clínico refere-se a qual agravo?
Síndrome Hiperosmolar Não-Cetótica
Cetoacidose
Hipoglicemia
Hipertensão Arterial Sistêmica
De acordo com a definição de Cetoacidose Diabética pela Sociedade Brasileira de Diabetes, este desequilíbrio metabólico grave caracteriza-se por meio de três anormalidades principais, como acidose
metabólica com anion gap diminuído, hipoglicemia e cetonúria.
respiratória com ausência de ácido lático, hiperglicemia e anasarca.
respiratória com aumento do pH sanguíneo, hipoglicemia e ausência de glucagon.
metabólica com anion gap elevado, hiperglicemia e cetonemia.
respiratória, distensão da veia jugular por sobrecarga hídrica e hiperglicemia.