

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As síndromes hipertensivas na gestação estão entre as principais causas de morbidade materna grave e mortalidade materna. São responsáveis por cerca de 25% das mortes maternas na América Latina. A implementação de protocolos clínicos para condução adequada de casos é particularmente necessário como estratégia para a diminuição das mortes decorrentes da eclampsia, por exemplo. Analise as afirmações abaixo e opte pela assertiva correta:
O sulfato de magnésio é o fármaco de escolha tanto para a prevenção quanto para o tratamento das crises convulsivas da eclampsia.
A iminência de eclampsia, condição associada a sinais e sintomas que podem predizer agravamento do quadro clínico das gestantes, não representa uma indicação para o uso do sulfato de magnésio.
O sulfato de magnésio é fármaco reservado ao uso em ambiente intra-hospitalar, exclusivamente.
Para o controle pressórico de grávidas com iminência de eclampsia, apenas o uso do sulfato de magnésio endovenoso, é suficiente, não sendo necessário o emprego de outras drogas com ação anti-hipertensiva.
A ocorrência de eclampsia não infere na interrupção da gestação, a conduta expetante pode ser adotada com segurança.
A história clínica objetiva identificar situações de saúde que podem complicar a gravidez, como:
Diabetes gestacional, a hipertensão, as cardiopatias, os distúrbios da tireoide e os processos infecciosos, incluindo as doenças sexualmente transmissíveis (DST).
Diabetes pré-gestacional, a hipertensão, as cardiopatias, os distúrbios da tireoide e os processos infecciosos, incluindo as doenças sexualmente transmissíveis (DST).
Diabetes pré-gestacional, a hipotensão, as cardiopatias, os distúrbios da tireoide e os processos infecciosos, incluindo as doenças sexualmente transmissíveis (DST).
Diabetes pré-gestacional, a hipertensão, as cardiopatias, os distúrbios da tireoide e os processos inflamatórios, incluindo as doenças sexualmente transmissíveis (DST).
A DHEG, antes denominada Toxemia Gravídica, é um acometimento patológico que, juntamente com as condições hemorrágicas e infecciosas, forma a tríade responsável pelo aumento da mortalidade materna. Assinale a alternativa que indica em geral quando essa doença se instala.
No início da gestação.
Na segunda metade da gestação.
Durante o trabalho de parto prematuro.
No primeiro trimestre da gestação em adolescentes.
Em um centro obstétrico, podemos atender uma gestante que apresenta uma aderência anormal da placenta ao útero em consequência da ausência total ou parcial da decídua basal. Sua principal manifestação clinica é a hemorragia profusa, que pode ocorrer após a tentativa de dequitação da placenta. Como é chamada essa condição?
Descolamento prematuro de placenta.
Acretismo placentário.
Rotura uterina.
Síndrome de HELLP.
Hemorragia puerperal.
Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, sobre as características do descolamento de placenta, a sequência correta das proposições acima é, respectivamente:
(__)- O sangramento pode estar oculto, hemorragia externa de cor escura ou líquido amniótico sanguinolento;
(__)- Os batimentos cardíacos fetais são comumente normais;
(__)- Ausência de dor e presença de útero amolecido.
V–V–F.
V–F–F.
F–V–V.
F–F–V.
Após o desprendimento da criança, preferencialmente antes do clampeamento e corte do cordão umbilical, deve-se administrar 10 UI de ocitocina intramuscular na parturiente, com o objetivo de
ajudar na produção de leite.
prevenir hemorragia puerperal.
acelerar a expulsão da placenta.
evitar a involução uterina.
prevenir hipotensão arterial.
Gestante, 20 anos, primigesta, IG: 32s4d compareceu a consulta pré-natal referindo náuseas, escotomas cintilantes, cefaleia típica occipital, epigastralgia ou dor intensa no hipocôndrio direito. Ao exame obstétrico, o(a) Enfermeiro(a) constatou ausência de sangramento vaginal, ausência de dinâmica uterina, feto único, cefálico, ausculta fetal com 150 batimentos por minuto. Ao avaliar os sinais vitais da gestante, observou temperatura: 37,2 ºC, pulso: 92 batimentos por minuto, respiração: 20 respirações por minuto, pressão arterial: 150 x 95 mmHg. Apresentou teste rápido para proteinúria positivo (acima de 300mg/24h).
Diante desses sinais e sintomas, o(a) Enfermeiro(a) encaminhou a gestante para acompanhamento no pré-natal de alto risco, considerando tratar-se de:
Eclâmpsia.
Pré-eclâmpsia.
Síndrome HELLP.
Hipertensão arterial crônica.
Uma das intercorrências que podem ocorrer durante o pré-natal é a pré-eclâmpsia, caracterizada por
convulsões em pacientes que não possuem epilepsia, descritas como as primeiras crises da vida e não atribuídas a outras causas anteriores.
sangramento vaginal súbito, de cor vermelho púrpura, de quantidade variável e indolor; episódica, recorrente e progressiva, se não for tratada.
pressão arterial sistólica atingindo valor < 100 mmhg e/ou a pressão arterial diastólica atingindo valor ≥ 200 mmhg, em duas medidas.
presença de sangramento vaginal, de intensidade variável, indolor e, por vezes, acompanhado da eliminação de vesículas.
aparecimento de hipertensão arterial sistêmica e proteinúria após a 20.ª semana de gestação, em mulheres previamente normotensas.
Qual é um sinal de alerta para um quadro de náuseas e vômitos em gestantes?
Obesidade.
Dores abdominais.
Sinais de desidratação.
Edema em membros inferiores.
Enjôos.
Com base na verificação da presença de edema nos membros inferiores em gestantes, é CORRETO afirmar que se deve:
Posicionar a gestante em decúbito dorsal ou sentada, sem meias.
Pressionar a pele, por alguns segundos, na região sacra, com o dedo polegar. O edema fica evidenciado mediante presença de depressão duradoura no local pressionado.
Posicionar a gestante em decúbito lateral ou sentada.
Identificar a presença de edema pela inspeção.
Com base nos critérios considerados para o diagnóstico e a classificação da pré-eclâmpsia, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A pré-eclâmpsia é caracterizada pela presença de hipertensão arterial de qualquer etiologia que tenha se iniciado antes da 20ª semana de gestação.
( ) As convulsões que não estejam relacionadas a outras causas são sintomas diferencias da pré-eclâmpsia grave.
( ) O edema de membros inferiores é um dos principais sinais característicos da pré-eclâmpsia.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
F – V – F.
V – V – V.
F – V – V.
F – F – F.
V – F – F.
Mulher com 39 semanas de gestação chega à maternidade com relato de contrações uterinas dolorosas, é acolhida pela enfermeira, que constata 5 cm de dilatação cervical, sem perda de líquido amniótico. Nessa situação, a gestante deverá ser
orientada a voltar para casa até que a bolsa se rompa espontaneamente.
admitida para assistência, por estar em trabalho de parto estabelecido.
encaminhada diretamente ao centro obstétrico, por estar no período expulsivo.
admitida para assistência no pré-parto para procedimentos de rotina, como tricotomia e enema.
admitida para assistência, por estar no período de dequitação, que precede a fase ativa do parto.
As Síndromes Hipertensivas na gestação são as principais causas de morbimortalidade materna e perinatal. Sobre o assunto, é CORRETO afirmar.
Considera-se Hipertensão Gestacional o estado hipertensivo registrado antes do início da gestação, no período que precede a 20ª semana de gravidez, ou além de doze semanas após o parto.
Na pré-eclâmpsia superposta à Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) crônica ocorre elevação aguda da pressão arterial, além de proteinúria, trombocitopenia ou anormalidades da função hepática, em gestantes portadoras de HAS crônica, com idade gestacional superior a 20 semanas.
A eclâmpsia corresponde ao aparecimento de hipertensão e proteinúria (300 mg ou mais de proteína em urina de 24h), após 20 semanas de gestação, em gestante previamente normotensa.
A pré-eclâmpsia é caracterizada pelo aumento da pressão arterial após a 20ª semana de gestação, mais frequentemente no final da gestação ou no puerpério imediato, sem proteinúria.
Eclâmpsia é definida pela presença de convulsões tônico-clônicas generalizadas e/ou coma como manifestação do envolvimento cerebral na pré-eclâmpsia grave não relacionada a qualquer outra condição patológica. Para que tal complicação oriunda da eclampsia não ocorra qual anticonvulsivante deve ser administrado na gestante?
Noradrenalina.
Nifedipino.
Nitroprussiato de sódio.
Sulfato de magnésio.
Amiodarona.
Entre as síndromes hipertensivas na gestação, o quadro que caracteriza a hipertensão gestacional é:
o aumento da pressão arterial que ocorre após a 20ª semana de gestação, mais frequentemente perto do parto ou no puerpério imediato, sem proteinúria.
o aparecimento de hipertensão e proteinúria (300mg ou mais de proteína em urina de 24h), após 20 semanas de gestação, em gestante previamente normotensa.
o registro de estado hipertensivo anterior ao início da gestação no período que precede a 20ª semana de gravidez ou além de doze semanas após o parto.
elevação aguda da PA, à qual se agregam proteinúria, trombocitopenia ou anormalidades da função hepática em gestantes com idade gestacional acima de 20 semanas.
Maria, 20 anos, negra, natural e procedente do município de Salvador Bahia, chegou à emergência obstétrica referindo dor súbita com perda sanguínea em pequena quantidade e cor vermelho-escura. Encontra-se na 30ª semana gestacional, sendo sua primeira gravidez. Refere ter realizado seis consultas de pré-natal sem intercorrências, (evidenciado no cartão da gestante), tendo realizado exames laboratoriais e ultrassonográficos sem alterações. Nega alergias e comorbidades. Ao exame físico, apresenta: útero hipertônico, doloroso à palpação. À ausculta fetal, batimentos cardiofetais inaudíveis.
Considerando esse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é
Descolamento prematuro da placenta (DPP).
Hemorragia pós-parto.
Gravidez ectópica.
Placenta prévia.
Abortamento.
Gestação de Alto Risco é “aquela na qual a vida ou a saúde da mãe e/ou do feto e/ou do recém-nascido têm maiores chances de serem atingidas que as da média da população considerada”. De acordo com o Manual Técnico para Gestação de Alto Risco, do Ministério da Saúde – versão 2012, a classificação das síndromes hipertensivas da gravidez, a pré-eclâmpsia/eclâmpsia é definida como
hipertensão que ocorre após 20 semanas de gestação (ou antes, em casos de doença trofoblástica gestacional ou hidrópsia fetal) acompanhada de proteinúria, com desaparecimento até 9 semanas pós-parto.
hipertensão que ocorre após 15 semanas de gestação (ou antes, em casos de doença trofoblástica gestacional ou hidrópsia fetal) acompanhada de proteinúria, com desaparecimento até 9 semanas pós-parto.
hipertensão que ocorre após 20 semanas de gestação (ou antes, em casos de doença trofoblástica gestacional ou hidrópsia fetal) acompanhada de proteinúria, com desaparecimento até 12 semanas pós-parto.
hipertensão que ocorre após 15 semanas de gestação (ou antes, em casos de doença trofoblástica gestacional ou hidrópsia fetal) acompanhada de proteinúria, com desaparecimento até 12 semanas pós-parto.
Muitas mulheres grávidas experimentam o acúmulo normal de líquidos em suas pernas e tornozelos, no final do dia, o que é mais comum, no terceiro trimestre, sendo referido como:
Cacifo.
Ascite.
Edema fisiológico.
Pré-eclâmpsia.
A hemorragia puerperal é uma preocupação mundial, portanto, ao identificar uma, devemos iniciar alguns procedimentos imediatos com o intuito de tratar e sessar o sangramento, EXCETO:
Massagem de fundo uterino.
Transfusão de hemoderivados.
Acesso venoso calibroso.
Administração de drogas uterotônicas.
Histerectomia.
A monitorização da pressão arterial durante a gestação e o trabalho de parto é um dos cuidados de enfermagem mais importantes na avaliação gestacional, pois o profissional poderá, por meio de parâmetros pressórios, evitar a pré-eclâmpsia e a eclâmpsia grave, de acordo com os seguintes valores:
PA diastólica entre 100 mmHg e 120 mmHg.
PA sistólica entre 200 mmHg e a diastólica acima de 95 mmHg.
PA diastólica entre 150 mmHg e a sistólica abaixo de 100 mmHg.
PA sistólica entre 120 mmHg e a diastólica acima de 95 mmHg
PA sistólica maior ou igual a 160 mmHg ou diastólica maior ou igual a 100 mmHg.