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Assinale a alternativa que apresenta um fator de risco que pode indicar encaminhamento ao pré-natal de alto risco.
Situação conjugal insegura
Dependência de drogas lícitas ou ilícitas
Baixa escolaridade (menor do que cinco anos de estudo regular)
Condições ambientais desfavoráveis
Índice de Massa Corporal (IMC) que evidencie baixo peso, sobrepeso ou obesidade
Em uma determinada maternidade, deu entrada na urgência obstétrica uma paciente referindo ter histórico de hipertensão, porém não realizou acompanhamento/tratamento. Contudo refere dor abdominal súbita, com intensidade variável, perda sanguínea de cor vermelho-escura, com coágulos e em quantidade, às vezes, pequena. Relata ainda momentos de hipotensão, porém no momento cessou o sangramento, mantendo-se apenas a dor intensa. Na avaliação obstétrica, BCF:100 bpm, AU:30cm; durante a palpação do útero, este se mantém hipertônico, doloroso e sensível. Dessa forma, o enfermeiro considera que ela está apresentando sinais de
placenta prévia.
migração do hematoma retroplacentário.
descolamento prematuro de placenta.
descolamento cório-amniótico.
amniorrexe prematura.
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de situação hemorrágica gestacional importante, que pode ocorrer na primeira metade da gestação.
Rotura uterina
Placenta prévia
Descolamento prematuro da placenta
Gravidez ectópica
Vasa prévia
Sobre os cuidados de enfermagem nas suspeitas de casos de síndromes hipertensivas da gestação (Protocolos de Intervenção para o SAMU 192, BRASIL,2016) é CORRETO:
Inspecionar a vulva quanto à presença de hemorragias, perdas líquidas e partes fetais.
Higienizar períneo com soro fisiológico 0,9%, gazes e compressas estéreis se disponíveis.
Posicionar a paciente em decúbito lateral direito.
Oferecer oxigênio suplementar sob máscara não reinalante se SatO2 < 86%.
Desconsiderar a provisão de material para intubação orotraqueal.
Uma das intercorrências mais comuns na gestação, a hiperêmese gravídica (HG), o quadro grave de vômitos proveniente da complicação da êmese gravídica habitual, podendo levar a distúrbios hidroeletrolíticos, alterações nutricionais e metabólicas.
Diante do tema abordado, avalie as assertivas a seguir.
I. A hiperêmese gravídica pode estar associada a questões como gestação múltipla, mola hidatiforme, pré-eclâmpsia, diabetes e isoimunização Rh.
II. Em casos de hiperêmese descompensada, avaliar a questão da suspensão da ingestão oral por 48 horas;
III. Aspectos emocionais e adaptações hormonais são apontados como causadores do citado transtorno.
IV. Deve-se orientar o uso de bebidas geladas para a melhoria dos sintomas, assim como se deve evitar o uso de bebidas com gás e que contenham cafeína.
Marque a opção CORRETA.
II, III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.
Uma paciente de 26 anos de idade, na sétima semana de gestação, comparece ao pronto atendimento com queixa de dor forte no baixo ventre há duas horas, seguida de sangramento genital intenso. Na situação descrita, o volume aproximado de perda sanguínea corresponde a
um absorvente normal em duas horas.
um absorvente noturno em uma hora.
um absorvente noturno em meia hora.
mais de dois absorventes noturnos em 20 minutos.
um lençol encharcado abruptamente.
A complexidade da administração de medicamentos em uma unidade de terapia intensiva ode ser avaliada pela alta quantidade de drogas que são administradas em um só paciente. E sabe-se que esses medicamentos são acompanhados por diversos efeitos que podem ser benéficos ou maléficos a ele. Desse modo, a cooperação efetiva do enfermeiro no preparo, no controle e na administração desses medicamentos é de extrema importância para evitar erros resultantes da administração indevida. Para que haja um controle eficiente desses medicamentos é necessário que o enfermeiro busque sempre estar cromado e atualizado a respeito dos efeitos e interações medicamentosas que possam surgir, e também a incompatibilidade de interações medicamentosas devido às associações.
O sulfato de magnésio (MgSO4) é uma droga familiar aos obstetras. Na prática, o uso quando bem avaliado traz aumento da duração do trabalho de parto devido ao efeito do MgSO4 na contratilidade uterina, estimulando a sua utilização na prevenção ou no adiamento do parto pré-termo.
Assinale a opção CORRETA sobre o MgSO4, administrado em caso de eclâmpsia,
Administrada EV em bomba de infusão. O Sulfato de Magnésio é uma droga Anticonvulsivante, de escolha na eclâmpsia e sua administração deve ser seguida por monitorização da frequência respiratória e do reflexo patelar. Em casos de efeitos colaterais o antídoto usado é o Gluconato de cálcio a 10%.
Administrada IM O Sulfato de Magnésio é uma droga Anti-hipertensivo, de escolha na eclâmpsia e sua administração deve ser seguida por monitorização da frequência cardíaca e do reflexo das pupilas. Em casos de efeitos colaterais o antídoto usado é o Gluconato de Sódio a 19,1%.
Administrada EV em bomba de infusão. O Sulfato de Magnésio é uma droga Anticonvulsivante, de escolha na eclampsia e sua administração deve ser seguida por monitorização da frequência respiratória e do reflexo patelar. Em casos de efeitos colaterais O antídoto usado é o Gluconato de Calcio 19,1%.
Administrada IM. Sulfato de Magnésio é uma droga Anticonvulsivante, de escolha na eclâmpsia e sua administração deve ser seguida por monitorização da frequência cardíaca e do reflexo das pupilas. Em casos de efeitos colaterais o antídoto usado é o Gluconato de Sódio a 10%.
Administrada EV. O Sulfato de Magnésio é uma droga Anti-hipertensivo, de escolha na eclâmpsia e sua administração deve ser seguida por monitorização da frequência respiratória e do reflexo patelar. Em casos de efeitos colaterais o antídoto usado é o Gluconato de Cálcio a 10%.
Assinale o tratamento de 1ª escolha da emergência hipertensiva em gestantes.
Hidralazina 15 mg EV (em bolo). Repetir a cada 20 minutos. Dose máxima 30 mg.
Hidralazina 5 mg EV (em bolo). Repetir a cada 20 minutos. Dose máxima 20 mg.
Gluconato de cálcio: 10 ml a 10%: 1 g EV.
Gluconato de cálcio: 5 ml a 10%: 1 g EV.
A terapia anticonvulsivante é indicada para prevenir convulsões recorrentes em mulheres com eclâmpsia, assim como o aparecimento de convulsões naquelas com pré-eclâmpsia. O sulfato de magnésio é a droga de eleição para tal.
Assinale a opção INCORRETA sobre essa medicação.
O sulfato de magnésio pode ser utilizado durante o trabalho de parto, parto e puerpério, devendo ser mantido por 24 horas após o parto se iniciado antes do mesmo.
O gluconato de cálcio a 10% atua como antídoto é indispensável manter sempre à mão uma ampola de 10mL, para aplicação imediata no caso de eventual parada respiratória.
Deve-se utilizar agulha longa e técnica em Zigue-zague para a administração intramuscular.
A administração da dose de manutenção deverá ser suspensa caso a frequência respiratória tenha menos de 12 incursões por minuto, os reflexos patelares estejam diminuídos ou a diurese seja inferior a 50mL durante as 2 horas precedentes.
Uma das indicações para seu uso é em gestantes com pré-eclâmpsia grave admitidas para conduta expectante nas primeiras 24 horas.
Paciente, 28 anos, gestante, casada, IG: 33 semanas, compareceu à Unidade de Saúde com queixa de náuseas. Ao ser avaliada pela equipe de enfermagem apresentou os seguintes sinais vitais: Pressão Arterial: 180X120mmHg, Pulso: 90 bpm, Temperatura axilar: 36,5ºC e Respiração: 20 rpm. Os exames evidenciaram proteinúria. De acordo com o quadro apresentado, esses são sinais/sintomas característicos de:
síndrome HELLP.
hipertensão grave.
eclâmpsia.
pré-eclâmpsia.
As informações sobre sinais de complicações puerperais e outras que se refiram ao autocuidado e ao cuidado com o recém-nascido devem
ser fornecidas durante o pré-natal.
abordar a necessidade de buscar rapidamente os serviços de saúde.
orientar que a dor na ferida operatória, em caso de cesariana, e a presença de secreção são situações fisiologicamente normais.
orientar a interrupção do aleitamento materno em caso de contrações uterinas durante a amamentação, a fim de evitar o aumento dos sangramentos.
orientar que o quadro de tristeza no puerpério está sempre relacionado à queda brusca dos hormônios.
Sobre a Mola hidatiforme (neoplasia trofoblástica gestacional benigna), analise as afirmativas a seguir e marque a opção CORRETA.
À anticoncepção deve ser iniciada no máximo 30 dias após o esvaziamento uterino. Recomenda-se a prescrição de anovulatório hormonal de alta dosagem estrogênica, com menos de 35μg de etinilestradiol.
O esvaziamento uterino, preferencialmente por meio de dilatação e aspiração manual intrauterina (AMIU), é o método mais apropriado para o tratamento inicial da mola hidatiforme. Deve-se evitar nova gravidez por pelo menos seis após o esvaziamento uterino.
A dosagem de gonadotrofina coriônica (βHCG) deve ser realizada mensalmente após o esvaziamento uterino até que seus valores se mostrem declinantes e os resultados sejam negativos por duas dosagens consecutivas.
O exame físico pode revelar um tamanho uterino maior do que esperado para a idade gestacional, colo e útero amolecidos e aumento do volume ovariano devido à presença de cistos tecaluteínicos.
O método mais preciso para diferenciar gestação normal da molar é através da dosagem do hormônio A gonadotrófico coriônico (βHCG).
A convulsão ou coma caracteriza a diferença entre um quadro de pré-eclâmpsia e um quadro de eclâmpsia.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que contenha exemplo de forma de exposição materna ao sangue fetal do tipo traumática.
Momento do parto
Cordocentese
Abortamento espontâneo
Mola hidatiforme
Gestação ectópica
Considera-se a placenta retida quando sua expulsão não ocorre até 30 minutos após o nascimento, apesar do manejo ativo do 3º período (tração controlada do cordão, massagem uterina, administração de drogas uterotônicas). Esse mecanismo pode ser comprometido em decorrência de anomalias placentárias.
Quando acontece das vilosidades coriônicas invadirem toda a espessura do miométrio até a serosa, chegando a órgãos adjacentes, pode-se afirmar que ocorreu a anomalia denominada:
placenta increta.
placenta previa.
placenta acreta.
placenta creta.
placenta percreta.
As alterações no volume do líquido amniótico podem ter causalidade relacionada a fatores maternos, fetais e anexiais (BRASIL, 2012). Sobre as causalidades fetais e as alterações no volume do líquido amniótico, é correto afirmar:
O oligo-hidrâmnio é a redução patológica do volume de líquido amniótico na gestação. Esta condição é resultante de fatores maternos e anexiais, não tendo relação com fatores fetais.
No oligo-hidrâmnio, a amniorrexe prematura e a ingestão de fármacos são causalidades fetais que reduzem o volume de líquido amniótico.
O poli-hidrâmnio é o aumento excessivo do volume do líquido amniótico, superior a 2.000ml, em gestações acima de 30 semanas. Entre as causas fetais, encontra-se a ocorrência de anomalias congênitas de sistema nervoso central.
Entre as anomalias congênitas de sistema nervoso central que não têm repercussão sobre aumento no volume do líquido amniótico, pode-se citar a microcefalia e os defeitos de tubo neural.
Nos fatores relacionados à ocorrência do oligo-hidrâmnio e poli-hidrâmnio, as causas maternas e anexiais predominam na relação de causalidade, em detrimento das causas fetais, que são menos frequentes.
Segundo o Ministério da Saúde, o profissional de saúde dos hospitais deve avaliar as gestantes e encaminhar e confirmar, ou não, o diagnóstico inicial, assim como estabelecer a conduta necessária para cada caso: internação hospitalar, referência ao pré-natal de alto risco ou contrarreferência para acompanhamento pela atenção básica. São fatores de risco que indicam encaminhamento à urgência/ emergência obstétrica:
Nefropatias graves (como insuficiência renal crônica e em casos de transplantados).
Suspeita de pré-eclâmpsia: pressão arterial > 140/90, medida após um mínimo de 5 minutos de repouso, na posição sentada e dor epigástrica.
Situação familiar insegura e não aceitação da gravidez, principalmente em se tratando de adolescente, e doenças psiquiátricas que necessitam de acompanhamento.
Doenças hematológicas (inclusive doença falciforme e talassemia).
Portadoras de doenças infecciosas como hepatites, toxoplasmose, infecção pelo HIV, sífilis terciária (USG com malformação fetal) e outras DSTs (condiloma).
Observe o quadro a seguir.
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM | |
I | Aspirar secreção oral e inserir protetor bucal. |
II | Puncionar veia periférica e instalar solução de Ringer |
III | Medir a saturação de oxigênio e administrar O2 com fluxo de 8 a 10 L/min. |
IV | Inserir um cateter vesical de demora. |
V | Manter a paciente em posição de Trendelenburg reverso, se pressão arterial sistólica (PAS) > 160 mmHg. |
Para uma gestante com idade gestacional = 325/7 semanas, apresentando convulsão eclâmptica, entre outras ações, o enfermeiro deve realizar apenas as intervenções apresentadas em
I, III, IV.
I, II, III.
II, IV, V.
III, IV, V.
II, III.
A diabetes mellitus gestacional associa-se a vários resultados adversos, tanto para a mãe quanto para o feto. NÃO é um desses possíveis resultados:
Microcefalia fetal.
Macrossomia.
Mortalidade perinatal.
Organomegalia fetal.
Polidrâmnio.
Sobre as terminologias utilizadas, na assistência de enfermagem, Cloasma é conceituado como:
manchas escuras na pele, principalmente, na face da gestante.
introdução de pequena quantidade de água, medicamento ou alimento no intestino.
perda exagerada de liquido no organismo.
ligeira perda dos sentidos.
estiramento de alguma fibra muscular, intumescimento ou expansão.