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Quais são as vacinas contraindicadas durante a gestação?
Caxumba e varicela.
Caxumba e hepatite B.
Dengue e influenza.
Dengue e hepatite B.
Luciana, 29 anos, gestante de seu primeiro filho, encontra-se no quinto mês de gestação e compareceu à consulta de pré-natal. Durante a consulta, ela expressa sua preocupação sobre as vacinas recomendadas para o período gestacional. Influenciada por várias informações veiculadas nas redes sociais, Luciana tem receio de que as vacinas possam ser prejudiciais ao seu bebê e menciona teorias que encontrou na internet sobre possíveis efeitos adversos graves, incluindo a ideia infundada de que vacinas poderiam conter substâncias nocivas não declaradas. Ela está indecisa se deve seguir o calendário de vacinação recomendado para gestantes. Considerando esse cenário, assinale a alternativa que apresenta a abordagem correta da enfermeira ao responder às preocupações de Luciana, enfatizando a importância da vacinação na gestação e contrapondo as informações infundadas.
A enfermeira deve esclarecer as dúvidas de Luciana, fornecendo informações atualizadas e baseadas em evidências científicas sobre a segurança e eficácia das vacinas recomendadas para gestantes. Deve-se enfatizar o papel essencial da vacinação na proteção da saúde tanto da mãe quanto do bebê contra doenças infecciosas graves, desmistificando as teorias infundadas sobre substâncias nocivas nas vacinas.
Diante das preocupações de Luciana, a enfermeira deve desencorajar o uso de qualquer vacina durante a gestação, sugerindo que os riscos potenciais, mesmo que não comprovados cientificamente, superam os benefícios da imunização.
A enfermeira deve recomendar que Luciana evite todas as fontes de informação, especialmente as redes sociais, sem fornecer nenhuma orientação específica sobre a vacinação, considerando que a ansiedade da gestante poderia ser exacerbada por informações contraditórias.
A enfermeira deve instruir Luciana a basear sua decisão exclusivamente em relatos pessoais de conhecidos e em fóruns on-line de gestantes, evitando referências a estudos científicos ou recomendações de saúde pública, já que estes podem ser percebidos como menos confiáveis.
A enfermeira deve focar apenas as rotinas do pré-natal, evitando tocar no assunto da vacinação para não aumentar o estresse de Luciana, supondo que a discussão sobre vacinas pode ser mais prejudicial do que benéfica para a gestante.
A gravidez múltipla é considerada uma gestação de risco devido às diversas complicações potenciais que podem surgir. No que diz respeito à assistência pré-natal de gestações múltiplas, assinale a alternativa correta.
O encaminhamento para o pré-natal de alto risco é obrigatório a partir da 12ª semana de gestação em todas as gestações múltiplas.
O pré-natal de gestação múltipla pode ser conduzido em unidades de saúde básicas, desde que o profissional esteja ciente dos riscos e tenha facilidade de encaminhamento ao alto risco.
A gestante com gestação múltipla deve realizar consultas com a mesma frequência de uma gestação única, se não houver complicações.
O acompanhamento pré-natal de gestações gemelares deve ser feito exclusivamente em unidades de saúde de alta complexidade.
A realização de ultrassonografia mensal é obrigatória em todas as gestações gemelares.
A toxoplasmose é uma zoonose causada pelo Toxoplasma gondii e adquire especial relevância quando atinge a gestante, visto o elevado risco de acometimento fetal. O objetivo principal do rastreamento é a identificação de gestantes suscetíveis para seguimento posterior. Na sorologia do primeiro trimestre da gestação com resultado de IgG positiva e IgM negativa, a interpretação e a conduta são
imunidade remota: gestante com doença antiga ou toxoplasmose crônica – novas sorologias são desnecessárias.
suscetibilidade - estabelecer programa de prevenção primária.
possibilidade de infecção durante a gestação – solicitar automaticamente o teste de avidez de IgG na mesma amostra e comunicar ao paciente e/ou ao médico imediatamente.
infecção muito recente ou IgM falso positivo – iniciar espiramicina imediatamente e repetir a sorologia em três semanas; em caso de IgG positiva – confirma-se a infecção.
De acordo com o Guia de Vigilância à saúde, uma das formas de diagnosticar as anomalias congênitas, é através da triagem neonatal, que estão disponíveis na rede de atendimento à saúde. Fazem parte da triagem neonatal, exceto:
Teste do Pezinho: realizado entre o 3° e o 5° dia de vida para o diagnóstico de seis doenças;
Teste da Orelhinha: realizado preferencialmente entre 24 e 48 horas após o nascimento;
Teste do Coraçãozinho: realizado preferencialmente entre 24 e 48 horas após o nascimento para medir a oxigenação do sangue do recém-nascido;
Teste do Olhinho: também chamado de teste do reflexo vermelho, detecta obstruções no eixo visual;
Teste do Soro Materno – dosagem de marcadores bioquímicos e proteicos que ajuda a identificar a presença de anomalias congênitas, como, por exemplo, a dosagem de alfafetoproteína e o risco de defeitos de tubo neural.
A Vacinação Antitetânica em gestantes deve ser iniciada em qual fase da gravidez?
Em qualquer fase da gestação.
A partir do 2º trimestre de gestação.
A partir do 3º trimestre de gestação.
20 dias antes da data provável do parto.
Assinale a alternativa que corresponda a vacina a ser tomada na 20ª semana de gravidez e pelas puérperas até 45 dias:
Tetraviral.
Difteria, Tétano, Pertussis (dTpa - acelular).
Pneumocócica 10-valente (Conjugada) - (Pneumo 10).
Rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) - (VRH).
Sobre a vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – VIP, assinale a alternativa correta.
A vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) pode ser usada como dose para pessoas que não foram vacinadas previamente com a vacina via intravenosa.
Esquema vacinal a partir dos 6 meses, com a 1ª dose aos 4 meses.
VIP 1º reforço: aos 24 meses – VOPb 2º reforço: aos 6 anos de idade – VOPb.
O esquema é administrar 3 (três) doses, aos 2 (dois), 4 (quatro) e 6 (seis) meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses. O intervalo mínimo é de 30 dias entre as doses.
Crianças até 6 (seis) anos, 11 meses e 29 dias, sem comprovação vacinal deve-se administrar 3 (três) doses da VIP, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias.
A primeira consulta do Recém-Nascido (RN) na Unidade Básica de Saúde (UBS) é um momento propício para o estímulo ao aleitamento materno, passar orientações referentes às imunizações, cuidados com o RN e puérpera, verificação da realização da triagem neonatal, entre outras. A primeira consulta do RN deverá ocorrer:
Na primeira semana de vida.
Assim que completar trinta dias de vida.
Assim que completar dois meses de vida.
Logo após os primeiros quinze dias de vida.
O Programa Nacional de Imunização (PNI) tem avançado para proporcionar melhor qualidade de vida à população com a prevenção de doenças. A gestante necessita de vários cuidados, dentre eles, a atualização do cartão vacinal. Mas, durante a gestação, é contraindicado tomar a vacina de
hepatite B.
influenza.
tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).
duplo adulto (difteria e tétano).
No que se refere ao esquema vacinal para gestantes, é fundamental considerar a proteção tanto da mãe quanto do recém-nascido. Com base nas recomendações vigentes, assinale a alternativa correspondente às vacinas indicadas durante o período gestacional.
A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) deve ser evitada durante a gestação em razão do risco de complicações fetais.
A vacina contra a influenza (gripe) não é recomendada para gestantes, pois elas não compõem o grupo de risco prioritário.
A vacina contra hepatite B não é necessária ao longo da gestação, visto que a transmissão vertical é rara e ocorre principalmente durante o parto.
A vacina contra a difteria, tétano e coqueluche (dTpa) é indicada apenas após o parto, não sendo necessária no decorrer da gestação.
A imunização contra o papilomavírus humano (HPV) é indicada durante a gestação e deve ser tomada em dose única no primeiro trimestre.
A Caderneta da Gestante contém várias informações que futura mamãe deve conhecer sobre os seus direitos antes e depois do parto, controle das consultas e exames a serem realizados, dicas para a gravidez saudável, dentre outras. Em relação à vacinação contra a Covid-19, recomenda-se administrar tal vacina na gestante:
Em qualquer idade gestacional.
No primeiro trimestre gestacional, apenas.
No segundo trimestre gestacional, apenas.
Nos primeiro e terceiro trimestres gestacionais, apenas.
A toxoplasmose é causada pelo Toxoplasma gondii e durante a gestação deve ser acompanhada com cautela pelo risco para o feto. Com relação a toxoplasmose, assinale a alternativa correta.
O diagnóstico de toxoplasmose é realizado pelo isolamento por PRC do agente etiológico através do sangue materno.
O Toxoplasma gondii é uma bactéria transmitida pelo contato com felinos.
Prevenção primária da toxoplasmose inclui a orientação sobre alimentação como evitar a ingestão de carnes cruas, malcozidas ou malpassadas, incluindo embutidos.
A toxoplasmose é uma zoonose comum, assim ao ser identificado um caso a gestante deve continuar o acompanhamento do pré-natal de risco habitual, apenas com a monitorização do quadro clínico pela equipe.
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), as ações de atenção à mulher são prioridades e se expressam por meio da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM). As vacinas de rotina para a gestante devem ser instruídas durante o pré-natal. Para gestantes vacinadas com 2 doses de dT (difteria e tétano), recomenda-se
administrar uma dose de dT e uma dose de dTpa, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias.
administrar duas doses de dT, em seguida, uma dose de dTpa, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 45 dias.
administrar uma dose de dT e uma dose de dTpa, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 45 dias.
administrar uma dose de dTpa, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias.
Durante o pré-natal, as gestantes são orientadas sobre diversos cuidados, entre eles a vacinação. É recomendado que todas as gestantes façam a vacina contra o/a:
Febre amarela.
Toxoplasmose.
Tétano.
Poliomielite.
Uma paciente gestante se apresentou na unidade de saúde solicitando a aplicação de vacina febre amarela, referindo estar prestes a viajar e se deslocar para o interior do Estado de Minas Gerais, área com recomendação de vacinação (ACRV). Quanto às indicações e contraindicações, é CORRETO:
Para os viajantes com deslocamento para as ACRV, a vacina febre amarela deve ser administrada com antecedência mínima de 1 dia da data da viagem.
A vacina febre amarela não está indicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando, devendo a vacinação ser adiada até a criança completar 6 meses de idade. Na impossibilidade de se adiar a vacinação, deve-se avaliar o benefício pelo risco.
A vacina febre amarela é contraindicada a viagens nacionais, sendo consideradas ACRV somente países estrangeiros com risco para a doença.
Nenhuma das alternativas.
De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação (2022), são orientações relacionadas a vacinas para gestantes, EXCETO:
Gestantes sem histórico vacinal da vacina dT devem receber duas doses dessa vacina e uma dose da vacina dTpa a partir da 20ª semana de gestação.
Gestantes sem histórico vacinal da vacina hepatite B devem receber o esquema básico de três doses, utilizando-se o intervalo mínimo (dois meses) entre as doses.
Iniciar ou completar o esquema da vacina hepatite B, de acordo com a situação vacinal, independentemente da idade gestacional.
As gestantes fazem parte da população-alvo da campanha nacional de vacinação contra a influenza.
Gestantes que perderam a oportunidade de receber a vacina dTpa podem receber a dose dessa vacina no puerpério, até 45 dias.
As vacinas para as gestantes são de essenciais para prevenir doenças na mãe e no bebê, uma vez que os anticorpos são transferidos para o bebê por meio de placenta e do aleitamento materno. De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante, a vacina dTpa é recomendada:
1 dose, a partir do início da gravidez e puérperas até 45 dias.
1 dose, a partir da 12ª semana de gravidez e puérperas até 45 dias.
3 doses, a partir da 12ª semana de gravidez e puérperas até 45 dias.
1 dose, a partir da 20ª semana de gravidez e puérperas até 45 dias.
3 doses, a partir da 20ª semana de gravidez e puérperas até 45 dias.
Das alternativas a seguir, a que apresenta contraindicação absoluta à vacinação é:
Hipercolesterolemia.
Uso de AINES.
Gravidez.
Infecção do trato urinário baixa.
Uma das estratégias utilizadas na prevenção da coqueluche é a vacinação de todas as gestantes com a vacina do tipo adulto – dTpa. Essa vacina deverá ser administrada a cada gestação, a partir da 12a semana. Em gestantes que não foram vacinadas durante a gestação, é necessário aplicar uma dose de dTpa no puerpério o mais precocemente possível.
Certo
Errado