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Todo paciente portador de doença renal crônica deve ser classificado de acordo com o estágio da doença para a estruturação do seu tratamento, bem como para a organização do seu atendimento integral. De acordo com o protocolo adotado pelo Ministério da Saúde, apenas devem receber tratamento conservador e o acompanhamento ser realizado pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) os portadores de doença renal crônica classificados no(s) estágio(s):
1.
1 e 2.
1 a 3.
1 a 4.
São complicações potenciais da insuficiência renal crônica que preocupam a enfermagem e exigem uma conduta interdependente para o cuidado, EXCETO:
Doenças ósseas, calcificações metásticas e vasculares.
Hipercalemia.
Pericardite.
Anemia.
Hipotensão.
Dentre as manifestações mais precoces na evolução da insuficiência renal crônica, DESTACA-SE:
Insuficiência cardíaca.
Desnutrição proteica.
Intolerância glicídica.
Anemia.
Osteodistrofia.
Paciente do sexo feminino, 47 anos de idadem, com diagnóstico médico de insuficiência renal crônica, está hospitalizada há três dias, em razão de anasarca, náuseas e confusão mental. Sabe-se que, durante a terapia de substituição renal, utilizam-se anticoagulantes no circuito extracorpóreo.
Considerando esse caso hipotético, qual deve ser a prescrição de enfermagem a ser adotada?
Acerca da insuficiência renal, assinale a opção correta.
Os níveis séricos de ureia e creatinina de pacientes que tomam medicamentos nefrotóxicos, como aminoglicosídios, gentamicina, amicacina e polimixina B devem ser monitorados a partir da sexta hora após o início do tratamento medicamentoso.
A hiperpotassemia, distúrbio potencialmente fatal relacionado à insuficiência renal aguda, devendo o paciente com esse tipo de insuficiência ser submetido a balanço hídrico rigoroso e pesagem diária.
Em pacientes com insuficiência renal, as substâncias normalmente eliminadas pela urina acumulam-se nos líquidos corporais, afetando o equilíbrio hidroeletrolítico, porém sem provocar alterações nas funções endócrinas.
A insuficiência renal crônica tende a progredir mais rapidamente em pacientes que apresentem hipertensão que naqueles que excretem quantidades significativas de proteínas.
A insuficiência renal aguda provoca elevação da creatinina sérica a um valor acima de seu valor basal e está sempre acompanhada de oligúria e anúria.
São cuidados de enfermagem com o paciente que apresenta insuficiência renal, EXCETO:
avaliar peso diário e balanço hídrico.
identificar as fontes de líquidos potenciais, como medicamentos e alimentos.
avaliar estado nutricional, como contagem de calorias.
incentivar lanches hipocalóricos, hiperproteicos, normossódicos e ricos em potássio, entre as refeições.
ajudar o paciente a identificar as maneiras de incorporar as alterações relacionadas com a doença e seu tratamento no estilo de vida.
Sobre insuficiência renal, assinale a alternativa correta.
Na fase pré-renal da insuficiência renal aguda, as situações clínicas comuns são os estados de depleção de volume, desempenho cardíaco prejudicado e vasodilatação (sepse ou anafilaxia).
As causas da insuficiência pós-renal são especificamente processos infecciosos, como pielonefrite aguda e glomerulonefrite aguda.
Na fase intra-renal da insuficiência renal aguda, a densidade urinária está aumentada.
Uma das medidas de prevenção da insuficiência renal aguda é manter o paciente em hipotensão, protegendo, desta forma, o rim.
Na insuficiência renal aguda, o período da diurese é marcado por aumento na concentração sérica de substâncias comumente excretadas pelos rins, como ureia, ácido úrico etc.
Entre os principais grupos de risco para desenvolver doença renal crônica estão pessoas com diagnósticos de
doença vascular periférica, hipertensão arterial, glomerulonefrite, infecção urinária de repetição e neoplasias.
diabete melito, hipertensão arterial, doenças autoimunes, infecção urinária de repetição, litíase urinária e neoplasias.
doença renal policística, uropatias obstrutivas, história familiar de doença renal e Clearence de creatinina igual a 60 ml/minuto/1,73 m2.
doença renal policística, diabete melito, proteinúria, microalbuminúria, Clearence de creatinina menor que 15 ml/minuto/1,73 m2.
A uremia é o termo usado para designar as manifestações de disfunção renal crônica que levam a um acúmulo no sangue de substâncias normalmente excretadas na urina. Uma das alterações importantes ocorridas neste evento é o/a
distúrbio do metabolismo do cálcio.
diminuição da creatinina sérica.
aumento da excreção de fosfatos e ácidos orgânicos.
hipotensão secundária associada à insuficiência renal crônica.
A nictúria consiste em micção excessiva à noite, que interrompe o sono. Sua ocorrência está relacionada a situações de insuficiência cardíaca e esvaziamento deficiente da bexiga, mas ainda não se demonstrou relação com a diabetes melito.