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Durante a avaliação da fala, identifica-se linguagem quantitativamente diminuída quando
o paciente restringe sua fala ao mínimo necessário, com respostas monossilábicas ou muito sucintas, sem sentenças ou comentários adicionais.
são notadas longas pausas entre as palavras e (ou) latência para iniciar uma resposta.
o paciente fala muito, discorrendo longamente acerca de todos os tópicos, porém ainda dentro dos limites de uma conversação normal.
o paciente fala continuamente e com velocidade aumentada. O examinador, em geral, encontra dificuldade ou não consegue interromper o discurso do paciente.
São consideradas causas de Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA), EXCETO
miastenia gravis.
síndrome de Gullain-Barré.
poliomielite.
tétano.
obstrução renal.
Quais sinais e sintomas devem ser identificados na suspeita de insuficiência respiratória?
Frequência respiratória equivalente a 20 (vinte) respirações por minuto, nível normal de oxigênio no sangue, pele corada, desconforto e presença de tosse ocasional.
Frequência respiratória equivalente a 10 (dez) respirações por minuto, nível baixo de oxigênio no sangue, pele pálida, sudorese e confusão mental.
Frequência respiratória equivalente a 16 (dezesseis) respirações por minuto, nível elevado de oxigênio no sangue, pele quente ao toque, faringite e falta de apetite.
Frequência respiratória equivalente a 24 (vinte e quatro) respirações por minuto, nível normal de oxigênio no sangue, sinais de exaustão, pele rosada e estado de alerta.
A Insuficiência Respiratória Aguda (IRA) é um episódio bastante frequente em pediatria e corresponde a ______ das internações em UTIP (Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica), sendo uma das principais causas de morbimortalidade nesta população. Aproximadamente cerca de 2/3 ocorrem em crianças menores de um ano.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
35%
80%
50%
40%
A síndrome do desconforto respiratório agudo é uma doença grave, que afeta crianças em terapia intensiva e relaciona-se à elevada mortalidade. É caracterizada como uma inflamação da membrana alveolocapilar em resposta a fatores de risco. Assinale a alternativa que NÃO é um fator de risco extrapulmonar.
Pancreatite.
Lesão inalatória.
Afogamento.
Contusão pulmonar.
Pneumonia.
O quadro clínico da insuficiência respiratória pode variar de acordo com a etiologia e a faixa etária da criança. No lactente, os sinais e sintomas são mais exuberantes do que no adolescente, cabendo ao enfermeiro reconhecer precocemente esses sinais de alerta.
Os sinais e sintomas mais comuns nas etiologias respiratórias em crianças são:
bradipneia, sono, murmúrios vesiculares.
polidipsia, polifagia, poliúria e perda de peso.
dispneia, tiragens intercostais e subdiafragmáticas, diarreia e vômitos.
cefaleia, tontura, visão embaçada, ganho de peso.
dispneia, tiragens intercostais e subdiafragmáticas, tiragens de fúrcula, batimento de asa de nariz.
A síndrome do desconforto respiratório (SDR) é uma afecção respiratória comum nos recém-nascidos, que apresenta como manifestação o aumento do trabalho respiratório logo após o nascimento e intensifica-se progressivamente nas primeiras 24 horas. Os fatores que contribuem para sua ocorrência são:
Mãe com síndrome hipertensiva específica da gravidez.
Recém-nascido a termo ou próximo de 37 semanas de idade gestacional.
Recém-nascido prematuro com deficiência de surfactante alveolar.
Recém-nascido com idade gestacional maior que 40 semanas.
Recém-nascido banhado em líquido amniótico meconial.
Astenia é o termo técnico de enfermagem definido como:
Cansaço ou enfraquecimento dos olhos causado pela fadiga dos músculos ciliares.
Estéril, sem nenhum micróbio.
Ausência de saliva.
Crises noturnas de dispneia.
Falta de vitalidade e perda de energia em consequência de um estado de fraqueza geral. Fadiga.
No acolhimento de uma criança de três anos de idade, trazida pela mãe à Unidade Básica de Saúde com queixa respiratória e febre, o enfermeiro deve estar atento aos sinais de gravidade, identificando a presença de esforço respiratório caracterizado, entre outros sinais, por:
creptações.
taquicardia.
tiragens intercostais.
cianose periférica.
respiração bucal.
As crianças são frequentemente acometidas por doenças respiratórias e gastrointestinais. Sendo assim, o profissional de saúde deve conseguir identificar sinais de maior gravidade dessas doenças. Para a criança com tosse ou dificuldade para respirar, é importante verificar se a frequência respiratória está intensificada (Ministério da Saúde, 2012). Julgue as alternativas a seguir e marque a que apresente frequência respiratória normal, segundo a faixa etária.
De 6 a 8 anos até 40 movimentos respiratórios por minuto.
De 12 meses a 5 anos até 50 movimentos respiratórios por minuto.
Acima de 8 anos até 30 movimentos respiratórios por minuto.
De 0 a 2 meses até 60 movimentos respiratórios por minuto.
Um recém-nascido prematuro, filho de mãe diabética, apresentou, algumas horas após o parto, sinais e sintomas característicos da Síndrome do Desconforto Respiratório.
Assinale a opção que indica sinais característicos dessa síndrome.
Gemidos expiratórios e retração esternal.
Murmúrios broncovesiculares e sonolência.
Sibilos contínuos durante a expiração.
Taquicardia, murmúrio vesicular e febre.
Estertores finos no final da inspiração.
Assinale a opção que apresenta a principal causa da Síndrome do Desconforto Respiratório em neonatos.
Estenose traqueal e brônquica.
Debilidade do parênquima pulmonar.
Dificuldade na metabolização do ferro.
Disfunção muscular diafragmática.
Deficiência de surfactante pulmonar.
No que se refere ao atendimento de crianças, a identificação precoce de sinais de alerta são fundamentais para uma rápida conduta e melhor prognóstico.
São sinais que podem indicar desconforto respiratório em crianças:
Icterícia, tremores e perda esfincteriana.
Sudorese, pele pálida e fria e sonolência.
Falta de apetite, prostração e alteração glicêmica.
Batimento de asa de narinas, retração intercostal e diafragmática, cianose perioral.
Batimento de asa de narina, baqueteamento digital e hiperemia facial.
É um procedimentos incorreto a ser observado no caso de ocorrência de insuficiência respiratória aguda:
Aspirar vias aéreas superiores, se necessário.
Observar sinais de piora da hipoxemia precocemente, como diminuição do nível de consciência, diminuição da saturação de oxigênio e cianose.
Abrir as vias aéreas e posicionar o paciente em decúbito dorsal horizontal.
Elevar em decúbito, se houver risco de trauma raquimedular.
Hiperextender o pescoço, salvo em suspeita de trauma cervical.
Paciente J.R., 8 anos de idade, com quadro de insuficiência respiratória aguda, apresenta a seguinte gasometria arterial:
PH: 7,12
PaCO2: 63
HCO3: 28
BE: + 2
O distúrbio ácido-básico apresentado é a:
acidose metabólica
alcalose metabólica
acidose respiratória
alcalose respiratória
A insuficiência respiratória em menores de 2 meses é uma resposta clínica de diferentes patologias, que podem apresentar-se nos primeiros dias pós-natal e colocar em perigo a vida e a integridade neurológica da criança. O diagnóstico clínico se estabelece com a presença de um ou mais dos seguintes sinais:
I. Frequência respiratória igual ou maior que 60 por minuto em condições basais (sem febre, choro ou estimulação).
II. Tórax petequeado e convulsões.
III. Esforço respiratório débil ou irregular.
IV. Apneia recorrente maior que 20 segundos acompanhada de frequência cardíaca menor que 100bpm e/ou cianose central generalizada (lábios, mucosa oral, língua, tórax).
V. Febre alta > 39°C.
Assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas
Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas
Apenas as afirmativas I, III e V estão corretas
Apenas as afirmativas II, III e V estão corretas
Apenas as afirmativas II, IV e V estão corretas
Em relação à insuficiência respiratória em crianças, é correto afirmar que:
a insuficiência respiratória é a quinta causa mais comum de parada cardiopulmonar em crianças.
a apneia é a cessação de movimentos respiratórios por mais de um minuto, quando associada à hipoxemia ou bradicardia.
são sinais de hipóxia mais grave: hipotensão ou hipertensão, turvação da visão, sonolência, estupor, coma, dispneia, depressão das respirações, bradicardia, cianose periférica ou central.
a asfixia e a insuficiência respiratória são emergências respiratórias que necessitam de intervenção planejada.
a principal causa de bronquiolite é o vírus adenovírus, que afeta as células epiteliais do trato respiratório.
O uso de barreiras protetoras da umidade excessiva é considerado medida de prevenção de LPP. São exemplos dessas barreiras: creme barreira, película semipermeável, espuma de poliuretano, sacos retais e (ou) substâncias oleosas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem destacando, ao longo dos últimos anos, o aumento da mortalidade por insuficiência respiratória aguda entre crianças menores de 5 anos. O enfermeiro deve reconhecer o quadro clínico das principais afecções respiratórias agudas na criança. Representam manifestações clínicas associadas à Pneumonia no recém-nascido, EXCETO:
Bradicardia.
Instabilidade térmica.
Diminuição dos ruídos respiratórios à ausculte pulmonar.
Aumento da necessidade de oxigênio.
Taquipneia.
Apesar dos progressos nas tecnologias aplicadas à saúde nas últimas décadas, as afecções do aparelho respiratório constituem-se, ainda, uma causa importante de morbimortalidade neonatal. Considere a assistência integral, o cuidado multiprofissional e as medidas mais efetivas para o controle da insuficiência respiratória ao recém-nascido e assinale a alternativa correta.
No sistema de pressão positiva contínua de vias aéreas (CPAP) nasal o tamanho da peça deve ser adequado para as narinas, de modo a preencher o espaço nasal
A CPAP nasal é um recurso aplicado de forma invasiva para minimizar a lesão pulmonar
A CPAP com cânula traqueal é recomendado, principalmente, no RN de muito baixo peso
Trocar o circuito da CPAP uma vez ao mês