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A insuficiência respiratória aguda (IRPa), é definida como a incapacidade dos pulmões de exercerem suas funções básicas de ventilação e oxigenação resultando em prejuízo das trocas gasosas, que leva à hipoxemia e/ ou hipercapnia. Entre os sinais e sintomas observados, não se destacam:
Aumento da Frequência Respiratória (> 24 rpm) e alterações do padrão respiratório
Uso da musculatura acessória, retração intercostal e da fúrcula, batimento da asa do nariz
Cianose (labial e de extremidades)
Diarreia de coloração clara
Alterações relacionadas ao sistema nervoso central como: ansiedade, agitação, inquietação, confusão ou rebaixamento do nível de consciência
A insuficiência respiratória aguda no adulto caracteriza-se pela dificuldade respiratória ou pela alteração de ritmo e/ou pela frequência ventilatória de início súbito e de gravidade variável.
Nesse caso, comumente são sinais e sintomas de gravidade, entre outros:
alteração na fala (logorreia ou verborreia); alteração na frequência cardíaca (taquicardia com FC >140 bpm) e hipoxemia (SatO2 < 90%).
alteração do nível de consciência (agitação, confusão, sonolência, inconsciência); uso de musculatura acessória, retrações subcostais e/ou de fúrcula e cianose.
alteração na fala (logorreia ou verborreia); uso de musculatura acessória, retrações subcostais e/ou de fúrcula e hipoxemia (SatO2 > 90%).
alteração do nível de consciência (agitação, cefaleia, sinais de liberação esfincteriana); uso de musculatura diafragmática e/ou bradpneia e cianose.
Os sinais que estão presentes em quase a totalidade de crianças menores de 5 anos de idade, com Infecção Respiratória Aguda (IRA), que servem de critério para suspeitar de pneumonia, são:
tosse ou dificuldade para respirar.
febre ou diminuição do apetite.
intensa secreção nasal ou aumento da frequência respiratória.
choro ou vômitos intermitentes.
febre ou obstrução nasal.
O medicamento aminofilina é indicado principalmente em casos de:
Insuficiência respiratória, bronquite e asma brônquica.
Otite, faringite e sinusite.
Convulsão e epilepsia.
Ansiedade.
Pneumonia.
As principais características da síndrome de angústia respiratória aguda são:
edema pulmonar súbito e hipoxemia que não responde à suplementação de oxigênio.
pressão arterial direita elevada e hipoxemia responsiva à suplementação de oxigênio.
infiltrado unilateral crescente na radiografia e complacência pulmonar reduzida.
infiltrados bilaterais crescentes na radiografia e complacência pulmonar mantida.
edema pulmonar súbito e pressão arterial esquerda elevada.
Cabe ao enfermeiro, juntamente com o médico, na cena de incidente com múltiplas vítimas, EXCETO:
Determinar o início da triagem das vítimas.
Estimar o número de vítimas e a gravidade dos ferimentos.
Avaliar riscos potenciais e magnitude do evento.
Avaliar a necessidade de recursos adicionais e especializados.
Grande parte das doenças que afetam a respiração ou os pulmões pode causar insuficiência respiratória. Associe a causa relacionada e o motivo subjacente descritos na tabela e assinale a alternativa que traz a sequência correta:
1. Obstrução de via aérea
2. Alteração do tecido pulmonar
3. Dificuldade respiratória
X. Apneia do sono, obesidade, intoxicação por substâncias tóxicas ou medicamentos.
Y. Reação a fármacos, tumores, queimaduras, radiação, fibrose pulmonar, doença pulmonar de origem ocupacional.
Z. Obstrução por corpo estranho, broncoaspiração, asma, bronquiolite, bronquite crônica, enfisema, bronquiectasia, fibrose cística.
1 – Z; 2 – X; 3 – Y.
1 – Z; 2 – Y; 3 – X.
1 – X; 2 – Y; 3 – Z.
1 – X; 2 – Z; 3 – Y.
Os efeitos da hipoxemia podem ser observados quanto a dois aspectos. Com relação a esses aspectos, assinale a alternativa que apresenta efeitos de ação direta, depressora nos tecidos e órgãos.
Alteração do padrão respiratório: taquipneia e polipneia.
Alteração da frequência cardíaca: taquicardia, com aumento da velocidade de circulação e do débito cardíaco, em razão da ação sobre os centros vegetativos cardiocirculatórios.
Hipertensão pulmonar: pode condicionar sobrecarga do coração direito por vasoconstrição da artéria pulmonar e dos seus ramos.
Poliglobulia: por estimulação da medula óssea.
Uremia, anúria e insuficiência renal: por ação da hipoxemia sobre as estruturas nobres do rim.
A maioria das causas de insuficiência respiratória hipoxêmica aguda ocorre como resultado de acúmulo anormal de líquido no parênquima pulmonar e nos alvéolos. O Edema Agudo Pulmonar (EAP) hidrostático é uma manifestação grave de insuficiência cardíaca. Dentre as causas mais comuns, apresentadas abaixo, a que NÃO corresponde ao EAP é a:
Exacerbação da insuficiência cardíaca congestiva.
Insuficiência ventricular direita.
Toxicidade cardíaca.
Valvulopatias cardíacas.
Insuficiência renal.
As manifestaçoÞçoÞes cliìnicas da Insuficiência Respiratória (IR) dependem dos efeitos da hipoxemia, da hipercapnia e da açaÞ o sineìrgica sobre os tecidos nobres do organismo.
Identifique as afirmativas corretas sobre o assunto.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
ão corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Pacientes portadores de Insuficiência Respiratória Aguda quando possuem secreções pulmonares e são incapazes de eliminálas pela tosse, necessitam da aspiração das vias áreas. Marque a opção que não corresponde aos procedimentos que compõem técnica de aspiração de vias aéreas.
Para introduzir o cateter nasotraqueal o sistema de aspiração não deve ser bloqueado. Durante a aspiração o paciente não pode ser estimulado a tossir.
Para realizar a aspiração é indicada a monitorização da saturação do paciente e utulização de solução fisiológica estéril para realizar a lavagem do cateter.
Na aspiração nasotraqueal o profissional deve utilizar luva estéril, a lateralização da cabeça do paciente permite a aspiração mais eficiente.
A cada introdução do cateter, o tempo da aspiração não deve exceder 15 segundos.
Não realizar a passagem do cateter mais que duas vezes para evitar traumas no trajeto.
Em relação às manifestações clínicas de um paciente crítico com insuficiência respiratória por hipercapnia ou por hipoxemia, associe a segunda coluna de acordo com a primeira e, a seguir, assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Hipercapnia
2. Hipoxemia
Manifestações Clínicas
( ) Hipertensão
( ) Letargia
( ) Taquicardia
( ) Cefaléia
2 – 1 – 2– 1
1 – 2 – 2– 1
2 – 1 – 1– 2
1 – 1 – 2– 2
2 – 2 – 1– 1
Assinale a alternativa que corresponde à assistência de enfermagem aos pacientes com distúrbios da função respiratória, quando em atendimento no pronto-socorro.
A extensão da cabeça é a maneira mais simples de aliviar a obstrução da via aérea superior, causada pela queda da língua.
Na ausculta do tórax, os ruídos estertores indicam ausência de infecção ou inflamação.
Na avaliação dos volumes pulmonares, entende-se que o paciente está ventilando adequadamente devendo verificar a frequência cardíaca.
A inspiração causa a retração do externo, dos arcos costais e da mandíbula.
A função respiratória independe da posição da cabeça ou da traqueia.
A insuficiência respiratória aguda pode ser definida como a incapacidade do sistema respiratório de manter a ventilação e/ou a oxigenação do paciente. Sobre a etiologia, classificação, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento da insuficiência respiratória aguda, marque nas assertivas abaixo, “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas. Em seguida, marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA, na ordem de cima para baixo.
( ) A Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) e a broncopneumonia grave são exemplos da insuficiência respiratória TIPO II.
( ) Uma PaO2 diminuída está presente em todos os casos de insuficiência respiratória.
( ) A tradução gasométrica da insuficiência respiratória aguda será representada por PaO2 < 60 mmHg e/ou PaCO2> 50mmHg (com pH > 7,35).
( ) Sonolência ou agitação de início recente podem ser manifestações de hipoxemia.
( ) A presença de acidose de origem respiratória (pH < 7,35) é fundamental para caracterizar uma insuficiência respiratória crônica agudizada.
( ) Trauma cranioencefálico, trauma cervical, miastenia gravis, escoliose e trauma torácico são causas da insuficiência respiratória TIPO I.
V, V, F, V, F, V.
V, F, V, V, V, V.
F, V, V, V, F, F.
F, V, F, V, V, F.
O paciente com insuficiência respiratória aguda possui uma lesão estrutural irreversível e apresenta maior tolerância a hipercapnia, a qual resulta de uma adaptação rápida do organismo a sua condição anormal.
Como a ventilação por pressão positiva contínua aumenta a produção de secreções nas vias respiratórias, é necessário aspirar a paciente a cada hora, usando técnicas assépticas.