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Um paciente adulto, com pneumonia, apresenta ventilação normal, alteração na relação ventilação/perfusão (V/Q), shunt, PaO2 = 58 mmHg e PaCO2 normal, é classificado com Insuficiência Respiratória Aguda
tipo I.
tipo II.
tipo III.
tipo IV.
tipo V.
Assinale a alternativa CORRETA quanto aos cuidados de enfermagem no atendimento de suspeita de insuficiência respiratória no adulto, em que o paciente apresenta dificuldade respiratória ou alteração de ritmo e/ou frequência ventilatória de início súbito e de gravidade variável, alteração do nível de consciência, cianose, uso de musculatura acessória, retrações subcostais e/ou de fúrcula, dificuldade na fala, alteração na frequência cardíaca e hipoxemia (Protocolos de Intervenção para o SAMU 192, BRASIL,2016):
Manter o paciente em decúbito dorsal a 45 graus, em todos os casos, para melhorar o desconforto respiratório.
Oferecer O2 suplementar por máscara não reinalante 10 a 15 l/min se SatO2 < 86%.
Desconsiderar a avaliação do nível de consciência.
Manter o paciente em decúbito elevado, em graus variáveis, de acordo com a intensidade do desconforto respiratório.
Avaliar a oximetria se SatO2 < 86%.
Na Insuficiência respiratória aguda no adulto, uma da condutas é oferecer O2 suplementar por máscara não reinalante 10 a 15 l/min se SatO2 < X %.
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao valor de X.
100.
98.
96.
94.
A insuficiência respiratória é definida como a incapacidade do sistema respiratório em manter oxigenação sanguínea adequada, sendo a causa mais comum de parada cardiopulmonar em crianças. São consideradas intervenções precoces em pediatria, para evitar uma parada cardiopulmonar em decorrência de insuficiência respiratória, em ambiente hospitalar:
Administração de oxigênio suplementar, aspiração de vias aéreas e intubação precoce.
Intubação precoce, realização de compressões torácicas e sedação contínua.
Respiração boca a boca, realização de compressões torácicas e providenciar acesso venoso periférico.
Administração de oxigênio suplementar, providência de acesso venoso central e início da expansão com SF 0,9%.
Realização de compressões torácicas, aspiração de vias aéreas e reposicionamento do paciente.
Em relação a insuficiência respiratória, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nos itens abaixo.
(__)A insuficiência respiratória hipercápnica (tipo II) caracteriza-se por nível de PaCO2 superior a 50 mmHg. A hipoxemia pode ocorrer em respiração em ar ambiente. O pH depende dos níveis de bicarbonato presentes no sangue, que, por sua vez, independe da duração e do grau de hipercapnia.
(__)A insuficiência respiratória aguda se caracteriza por distúrbio que traz risco à vida, evidenciado em valores alterados de gasometria arterial e alteração no equilíbrio acidobásico, enquanto as anormalidades crônicas podem ser menos graves e mais insidiosas.
(__)A insuficiência ventilatória com ausência de doença pulmonar e caracterizada por redução na PaO2 proporcional ao aumento da PaCO2 e aumento do pH.
(__)A insuficiência respiratória hipoxêmica e caracterizada pela diminuição na PaO2, com PaCO2 normal ou diminuída.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, F, F.
F, F, V, V.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
Assinale a alternativa que corresponde somente ao material essencial para reanimação em caso de insuficiência respiratória aguda:
Adrenalina, respirador, oxigênio e bisturi.
Oxigênio, laringoscópio, cânulas, sistema bolsa-máscara e tubos endotraqueais.
Aspirador, aminofilina, cateter nasal e bisturi.
Cateter nasal, cardiotônicos, cânulas endotraqueais e foco luminoso.
Nebulizador, digitálicos e bisturi.
Com o advento da pandemia de Covid-19, os diagnósticos de insuficiência respiratória se apresentaram em maior frequência nos serviços de saúde. São sinais de insuficiência respiratória:
I. Taquipneia
II. Convulsão
III. Prostração
IV. Batimento de aletas nasais
Estão corretas as afirmativas
l e II, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
l e IV, apenas.
Insuficiência respiratória é a incapacidade do sistema respiratório em atender às necessidades de oxigênio dos tecidos, causando hipoxemia, e de excretar o CO2 produzido pela respiração, provocando retenção de CO2. Relacionada à insuficiência respiratória, está correto afirmar que:
insuficiência respiratória hipoxêmica é caracterizada por PaO2 na gasometria abaixo de 50 mmHg com paciente respirando ar ambiente.
insuficiência respiratória hipercápnica é caracterizada por PaCO2 maior de 60 mmHg e acidose respiratória pH menor de 7,15.
são causas de insuficiência respiratória aguda: obstrução alta, choque e fibrose cística.
são causas de insuficiência respiratória aguda: derrame pleural, hemotórax e choque.
são causas de insuficiência respiratória crônica: tumores de vias aéreas, fibrose cística e crise asmática.
A dificuldade respiratória, popularmente chamada de falta de ar, tem diferentes causas e provoca transtornos orgânicos de níveis variáveis de gravidade. Um dos principais tipos de alterações respiratórias é a ortopneia, que pode ser definida como
incapacidade de respirar facilmente, exceto na posição ereta.
respiração rápida, acima dos valores da normalidade.
inspiração profunda seguida de apneia e expiração suspirante.
movimentação inspiratória anárquica quanto ao ritmo.
Em relação a insuficiência respiratória aguda, é INCORRETO afirmar que:
A ausência de sintomas agudos e a presença de acidose respiratória sugere a cronicidade da insuficiência respiratória.
É definida como uma diminuição na pressão arterial de oxigênio (PaO2) a menos de 60 mmHg (hipoxemia) e uma elevação na pressão arterial de gás carbônico para valores superiores a 50 mm Hg (hipercapnia), com um pH inferior a 7.35.
A detecção de cianose labial e de extremidades só ocorre com níveis de PaO2<30mmHg (ou até mesmo <10mmHg, dependendo do observador), não sendo, portanto, um achado precoce.
A insuficiência respiratória crônica é definida como a deterioração da função da troca gasosa do pulmão que se desenvolveu insidiosamente ou que tem persistido por um longo período após um episódio de insuficiência respiratória aguda.
Pode ser definida como a incapacidade do sistema respiratório em desempenhar sua principal função, ou seja, promover adequadamente a oxigenação do sangue arterial e a eliminação do gás carbônico.
A insuficiência respiratória aguda é a incapacidade do aparelho respiratório promover oxigenação adequada do sangue arterial e a eliminação do gás carbônico. No atendimento pré-hospitalar a um indivíduo com tal situação, deve-se
realizar ventilação boca a boca e utilizar o oxímetro de pulso para verificar a saturação de oxigênio.
iniciar a sequência “ver, ouvir e sentir” para identificar a frequência respiratória e realizar a ventilação de resgate.
verificar sinais de diminuição do nível de consciência, sudorese, cianose de extremidades e palidez.
verificar pulso carotídeo bilateral e providenciar oxigenoterapia.
De acordo com a Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR, 2021), até 67% dos pacientes de Covid-19 internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) desenvolvem síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), e a pronação é utilizada para tratar a SDRA quando a ventilação em posição supina não é suficiente. Em relação aos procedimentos a serem realizados pela equipe de saúde aos pacientes adultos com Covid-19 internados na UTI, durante a fase pré-manobra, manobra e pós-manobra da pronação, considere as afirmativas abaixo.
I | Na fase pós-manobra, é necessário avaliar a resposta do paciente à pronação pela coleta de gasometria arterial 10 minutos após a manobr |
II | Na fase pré-manobra, deve-se preparar coxins para serem utilizados na fase de manobra e pós-manobra |
III | Na fase pré-manobra, deve-se pausar a alimentação enteral para os pacientes com dieta por sonda nasoenteral e abrir sonda 15 minutos antes da pronação |
IV | Na fase de manobra, é necessário realizar o giro, em 3 momentos, ao comando do médico ou do profissional que estiver posicionado na cabeça do paciente. |
Das afirmativas, estão corretas
III e IV.
II e IV.
I e II.
I e III.
A relação PaO2/
Assinale a opção que indica essa relação em SDRA leves.
<50mmHg.
<100 mmHg.
> 200mmHg e <300mmHg.
entre 50mmHg e 100mmHg.
entre 100mmHg e 200mmHg.
Os cuidados de Enfermagem junto ao paciente com insuficiência respiratória devem considerar, entre outros:
fazer aspiração de secreção de vias aéreas.
colocar à disposição os materiais para instituir a ventilação mecânica que que ocorre sempre por alterações metabólicas (desequilíbrio dos níveis de oxigênio/dióxido de carbono).
incentivar a tosse.
manter o paciente no mesmo decúbito, evitando mudanças bruscas.
evitar a fluidificação das vias aéreas.
Considerando a presença constante do enfermeiro, na assistência aos pacientes, frequentemente ele é o primeiro profissional a constatar os sinais e sintomas de Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA). Entre os sinais e sintomas observados na IRpA, destacam-se:
I - aumento da FR (> 24 rpm) e alterações do padrão respiratório;
II - alterações cardiocirculatórias: bradicardia, hipotensão arterial, dor torácica e lombar, e arritmia;
III - diminuição da saturação de oxigênio avaliada pela oximetria de pulso (< 91%);
IV - alterações relacionadas ao sistema nervoso central, como ansiedade, agitação, inquietude e confusão.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:
II e IV.
I, II e III.
III e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
É um procedimentos incorreto a ser observado no caso de ocorrência de insuficiência respiratória aguda:
Aspirar vias aéreas superiores, se necessário.
Observar sinais de piora da hipoxemia precocemente, como diminuição do nível de consciência, diminuição da saturação de oxigênio e cianose.
Abrir as vias aéreas e posicionar o paciente em decúbito dorsal horizontal.
Elevar em decúbito, se houver risco de trauma raquimedular.
Hiperextender o pescoço, salvo em suspeita de trauma cervical.
A insuficiência respiratória em menores de 2 meses é uma resposta clínica de diferentes patologias, que podem apresentar-se nos primeiros dias pós-natal e colocar em perigo a vida e a integridade neurológica da criança. O diagnóstico clínico se estabelece com a presença de um ou mais dos seguintes sinais:
I. Frequência respiratória igual ou maior que 60 por minuto em condições basais (sem febre, choro ou estimulação).
II. Tórax petequeado e convulsões.
III. Esforço respiratório débil ou irregular.
IV. Apneia recorrente maior que 20 segundos acompanhada de frequência cardíaca menor que 100bpm e/ou cianose central generalizada (lábios, mucosa oral, língua, tórax).
V. Febre alta > 39°C.
Assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas
Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas
Apenas as afirmativas I, III e V estão corretas
Apenas as afirmativas II, III e V estão corretas
Apenas as afirmativas II, IV e V estão corretas
As causas de Insuficiência Respiratória Aguda podem ser divididas conforme o acometimento dos diferentes componentes do sistema respiratório, necessários para a ventilação.
Sobre o Sistema respiratório, analise os itens:
I. Sistema nervoso central: lesões estruturais do SNC (neoplasia, infarto, hemorragia, infecção); drogas depressoras do SNC; doenças da medula: trauma raqui-medular, neoplasia, infecção, infarto, Síndrome de Guillain-Barré, poliomielite.
II. Sistema nervoso periférico: doenças causadas por neurotoxinas: tétano, botulismo, difteria; Miastenia gravis; Paralisia diafragmática bilateral; Intoxicação por organofosforado.
III. Disfunção da musculatura respiratória: distúrbios eletrolíticos (hipofosfatemia, hipomagnesemia, hipocalemia, hipocalcemia); distrofias musculares.
IV. Disfunção da parede torácica e pleura: cifoescoliose; obesidade; tórax instável (múltiplas fraturas de costelas).
V. Obstrução das vias aéreas superiores: edema de laringe (traumático, anafilático); aspiração de corpo estranho; paralisia de cordas vocais bilateralmente; estenose de traqueia, traqueomalácia; tumores nas vias aéreas superiores; apneia do sono obstrutiva.
Estão CORRETAS:
I, II e III apenas.
II, III e IV apenas.
III, IV e V apenas.
I, IV e V apenas.
I, II, III, IV e V.
Os escorpiões têm ampla distribuição no país. Nos últimos anos, os registros de acidentes têm apresentado aumento significativo. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA.
O gênero Tityus é considerado o principal causador de acidentes de importância em saúde e a espécie Tityusserrulatus (escorpião amarelo) está associada a casos graves em crianças.
O veneno escorpiônico ativa canais de sódio, promovendo despolarização das terminações nervosas sensitivas, motoras e do sistema nervoso autônomo, com liberação maciça de neurotransmissores adrenérgicos e colinérgicos.
O tratamento, na maioria das vezes, é voltado para o controle da dor. Para os casos moderados e graves, o antiveneno está indicado, podendo ser utilizado o soro antiaracnídico (Loxosceles, PhoneutriaeTityus) ou o soro antiescorpiônico.
A dor é a principal manifestação e ocorre imediatamente após a picada. Sua intensidade é variável, sendo, às vezes, insuportável.
As manifestações sistêmicas, quando ocorrem, são mais frequentes em mulheres em idade fértil e surgem precocemente
Existem Diretrizes que devem ser de conhecimento dos profissionais de enfermagem para a realização adequada de atendimentos de urgência e emergência. Segundo as orientações da American Heart Association, para Suporte Básico de Vida, julgue as afirmativas a seguir:
I – o socorrista pode administrar 1 ventilação a cada 10 segundos (6 ventilações por minuto), enquanto são aplicadas compressões torácicas contínuas.
II – antes da colocação de uma via aérea avançada, é aceitável que a equipe do SME aplique RCP com ciclos de 30 compressões e 2 ventilações.
III – sempre que uma via aérea avançada (tubo ou dispositivo supraglótico) for inserida durante a PCR, pode ser oportuno, para os profissionais, executar as compressões contínuas com ventilação com pressão positiva entregue sem pausar compressões torácicas.
IV – compressões torácicas com ventilações de resgate devem ser fornecidas para bebês e crianças em PCR.
Estão corretas apenas:
II e IV.
II, III e IV.
I, II e III.
I, II e IV.
I, III e IV.