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Lesão por pressão é um dano localizado na pele sobre uma proeminência óssea podendo também estar relacionada ao uso de dispositivo médico.
Classifica-se como lesão de estágio 3 a lesão por pressão caracterizada por
pele intacta ou não, com presença de bolha com exsudato sanguinolento.
perda da pele em sua espessura total e perda tissular.
pele íntegra com área localizada de eritema que não embranquece
perda da pele em sua espessura total, com visibilidade do tecido adiposo.
É competência do Enfermeiro, ao realizar curativos, coordenar e supervisionar a equipe de enfermagem na prevenção e cuidado às feridas. A avaliação da lesão é fundamental para a escolha da conduta correta. Em 2016, o National Pressure Ulcer Advisory Panel (NPUAP) anunciou a atualização da nomenclatura dos estágios do sistema de classificação de lesão por pressão (LPP). A definição abaixo representa uma classificação de LPP:
“Pele intacta ou não, com área localizada e persistente de descoloração vermelha escura, marrom ou púrpura que não embranquece ou separação epidérmica que mostra lesão com leito escurecido ou bolha com exsudato sanguinolento”.
Fonte: Associação Brasileira de Estomaterapia, 2016.
A descrição da classificação refere-se à lesão por pressão
não classificável.
tissular profunda.
estágio 1.
estágio 2.
LPP estágio 3 e LPP estágio 4 são considerados never events e devem ser notificados em até 72 horas após a ocorrência.
A escala de Braden é um recurso utilizado nas Unidades de Terapia Intensiva e pode ser utilizada no domicílio para medir o risco dos pacientes críticos (ou dependentes) de desenvolverem lesões por pressão. A partir desse registro, enfermeiros conseguem aplicar medidas preventivas e promover um tratamento mais eficaz. Assinale a seguir a alternativa que corresponde aos itens avaliados na Escala de Braden.
Abertura ocular, resposta verbal, resposta motora.
Paciente acordado, ansioso, agitado, colaborativo.
Percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição e fricção e cisalhamento.
Condição física, condição mental, atividade, mobilidade, continência.
Atualmente existem inúmeras escalas de predição para o desenvolvimento de lesão por pressão. Sobre a escala de avaliação de Braden, é correto afirmar que possui seis variáveis, a saber:
percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição, fricção e cisalhamento; quanto maior a pontuação, maior é o risco para desenvolver lesão por pressão
percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição, fricção e cisalhamento; quanto menor a pontuação, maior é o risco para desenvolver lesão por pressão
gravidade clínica, umidade, inatividade, imobilidade, hidratação, fricção e cisalhamento; quanto maior a pontuação, maior é o risco para desenvolver lesão por pressão
uso de dispositivo invasivo, umidade, drogas vasoativas, imobilidade, hidratação, fricção e cisalhamento; quanto maior a pontuação, maior é o risco para desenvolver lesão por pressão
A ocorrência de lesão por pressão causa impacto tanto para os pacientes e seus familiares, quanto para o próprio sistema de saúde, com o prolongamento de internações, riscos de infecção e outros agravos evitáveis.
Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo:
I. A escala de Morse é a ferramenta mais amplamente utilizada dentre as várias disponíveis para avaliação do risco de desenvolvimento de lesão por pressão.
II. A avaliação e a prescrição de cuidados com a pele é uma atribuição do enfermeiro, sendo que a participação da equipe multiprofissional na prevenção das alterações é fundamental na contribuição para a prescrição e no planejamento dos cuidados com o paciente em risco.
III. A inspeção da pele deve ocorrer em intervalos pré-definidos, cuja periodicidade é proporcional ao risco identificado. É necessário o registro apropriado e pontual das alterações encontradas.
Estão corretas as afirmativas:
apenas II.
apenas I e III.
apenas II e III.
I, II e III.
Um dos cuidados básicos utilizados na prevenção das úlceras de pressão nos pacientes acamados é a mudança de decúbito. Para tanto, precisa-se ter o conhecimento das posições. Quando um paciente encontra-se deitado sobre o leito com o tórax e o abdome voltados para cima, esta posição denomina-se:
Decúbito dorsal.
Decúbito ventral.
Posição de Fowler
Posição de Sims.
Após avaliar um paciente em cuidado domiciliar, continente e restrito ao leito, o enfermeiro observa uma lesão por pressão em quadril direito, lado sobre o qual o paciente refere preferir deitar-se. O enfermeiro realiza orientações ao paciente e ao cuidador e aplica um curativo transparente sobre a lesão. Corresponde à categoria ou ao estágio da lesão por pressão identificada e que embasou o uso da cobertura:
Grau I.
Grau II.
Grau III.
Grau IV.
Grau V.
Caracteriza um cuidado preventivo para a prevenção do desenvolvimento de lesão por pressão e que deve ser dispensado ao paciente internado:
Utilizar almofadas, travesseiros ou coxins para reduzir a pressão nas proeminências ósseas (calcâneos, joelhos).
Massagear as proeminências ósseas.
Posicionar o paciente sobre o trocânter do fêmur em ângulo de 90º.
Deixar a pele em contato com umidade de urina, fezes ou secreções.
A escala de Braden é a ferramenta mais amplamente utilizada para avaliação do risco de desenvolvimento de lesão por pressão.
Em relação à esta escala, não é possível afirmar que:
A avaliação do risco para desenvolvimento de lesão por pressão deverá ser executada através da Escala de Braden Q para crianças de 1 a 5 anos e Escala de Braden para pacientes com mais de 5 anos.
A classificação do risco dá-se de maneira diretamente proporcional à pontuação, ou seja, quanto maior o número de pontos, maior é a classificação de risco para a ocorrência dessa lesão.
A escala caracterizará o paciente em: sem risco, com risco baixo, moderado, alto ou muito alto para desenvolver lesão por pressão.
A Escala de Braden tem fácil aplicação e custo quase inexistente, sendo capaz de alterar a forma como se presta o cuidado, além de respaldar cientificamente as intervenções de Enfermagem e orientar a assistência multiprofissional.
A manutenção da integridade da pele dos pacientes restritos ao leito tem por base o conhecimento e a aplicação de medidas de cuidado relativamente simples. A maioria das recomendações para avaliação da pele e as medidas preventivas podem ser utilizadas de maneira universal, ou seja, tem validade tanto para a prevenção de úlcera por pressão (UPP) como para quaisquer outras lesões da pele. (Anvisa, 2014)
Sobre o assunto, não é possível afirmar que:
O reposicionamento de pacientes de risco alterna ou alivia a pressão sobre áreas suscetíveis, reduzindo o risco de desenvolvimento de úlcera por pressão. Travesseiros e coxins são materiais facilmente disponíveis e que podem ser utilizados para auxiliar a redistribuição da pressão.
A escala de Morse é a ferramenta mais amplamente utilizada para avaliação do risco de desenvolvimento de lesão por pressão.
Em zonas com tecido adiposo abundante podem desenvolver-se úlceras por pressão de estágio III extremamente profundas.
Uma úlcera de estágio IV pode atingir o músculo e/ou estruturas de suporte (i.e. fáscia, tendão ou cápsula articular), tornando a osteomielite e a osteíte prováveis de acontecer.
Embora as orientações para as práticas seguras para a prevenção e manejo precoce da lesão por pressão existam há mais de três décadas, a implementação das recomendações nas instituições de saúde dependem de uma forte liderança e do trabalho em equipe e precisam integrar os aspectos clínicos, educacionais e gerenciais. (Caliri e Bernardes, 2017)
Sobre o assunto, é incorreto afirmar que:
Edema e menor fluxo sanguíneo cutâneo geralmente acompanham os déficits nutricionais e hídricos, resultando em lesões isquêmicas que contribuem para as lesões na pele.
A ocorrência de Lesão por Pressão Estágio 2 é considerada como um “never events”.
Pacientes cirúrgicos submetidos à anestesia por período prolongado geralmente apresentam risco aumentado de desenvolvimento de lesão por pressão, portanto, todos estes pacientes (no momento pré, intra e pós-operatório) devem receber avaliação de risco da pele.
Deve-se proteger a pele da exposição à umidade excessiva através do uso de produtos de barreira, de forma a reduzir o risco de lesão por pressão.
Segundo os dados da National Pressure Ulcer Advisory Panei (NPUAP) nos EUA, a prevalência de lesão por pressão em hospitais é de 15% e a incidência é de 7%. Segundo o NPUAP, em abril/2016, a lesão por pressão tissular profunda é definida como:
Uma pele com lesão pressão que não leva a um dano à pele e/ou tecido mole subjacente geralmente sobre uma proeminência óssea ou relacionada com um dispositivo médico ou outro. A lesão pode apresentar pele intacta ou uma úlcera aberta e pode ser dolorosa.
Uma pele com lesão por pressão nesse aspecto geralmente está em conformidade com o padrão ou forma do dispositivo e deverá ser aplicada ao sistema de estadiamento com a escala de Braden. Essa lesão resulta de pressão intensa e/ou prolongada e de cisalhamento na interface osso-músculo
Uma pele intacta ou não, com área localizada e persistente apresentando área vermelha escura, marrom ou púrpura que não embra nquece ou separação epidérmica que mostra lesão com leito escurecido ou bolha com exsudato sanguinolento. Essa lesão resulta de pressão intensa e/ou prolongada e de cisalhamento na interface osso-músculo.
Uma pele com lesão que apresenta um formato diferenciado (pera, ferradura ou borboleta), com margens irregulares; tem inicio súbito, normalmente como abrasão, bolha ou área escurecida e cuja piora é drástica e progressiva em 48 horas. Essa ferida é muito comum em pacientes que estão se aproximando do fim de vida
Assinale a alternativa que não apresenta um fator predisponente extrínseco para desenvolvimento de lesões por pressão:
Deficiência nutricional proteica.
Umidade.
Calor.
Força de cisalhamento.
Fricção.
Uma úlcera por pressão é uma lesão localizada da pele e/ou tecido subjacente, normalmente sobre uma proeminência óssea, em resultado da pressão ou de uma combinação entre esta e forças de torção. Assinale a alternativa correta em relação à classificação das feridas.
Grau I: Perda parcial da espessura da derme que se apresenta como uma ferida superficial (rasa) com leito vermelho-rosa sem tecido desvitalizado.
Grau II: Apresenta-se como uma úlcera brilhante ou seca, sem tecido desvitalizado ou equimose.
Grau III: Perda total da espessura dos tecidos com exposição óssea, dos tendões ou dos músculos.
Grau IV: Pele intacta com rubor não branqueável numa área localizada, normalmente sobre uma proeminência óssea.
Grau IV: Perda total da espessura dos tecidos. O tecido adiposo subcutâneo pode ser visível, mas os ossos, tendões ou músculos não estão expostos.
Em relação ao Estadiamento de Lesões Por Pressão, leia os itens abaixo.
I- Estágio I – a pele está intacta, com rubor não branqueável, numa área localizada, normalmente sobre uma proeminência óssea.
II- Estágio II – é caracterizado pela perda total da espessura da pele, o tecido adiposo subcutâneo pode ser visível, mas não estão expostos os ossos, tendões ou músculos.
III- Estágio III – é caracterizado pela perda parcial da espessura da pele que se apresenta como uma ferida superficial (rasa) com leito vermelho – rosa sem esfacelo, apresentando flictena fechada ou aberta.
IV- São citados de acordo com Protocolo para UPP três tipos de estadiamento para as úlceras e um deles discorre sobre o cisalhamento e confinamento do indivíduo ao leito.
Marque a alternativa CORRETA que cita a(s) proposição(ões) acerca do Estadiamento de Lesões por Pressão, de acordo com protocolos do Ministério da Saúde (2016).
Em 2013, o Ministério da Saúde publicou protocolo para promover a prevenção da ocorrência de úlcera por pressão (UPP) e outras lesões da pele. Em relação à Mudança de decúbito ou reposicionamento, algumas das recomendações foram apresentadas. Analise-as e, diante de cada uma, escreva V, se for verdadeira, e F, se for falsa:
( ) A mudança de decúbito deve ser executada para reduzir a duração e a magnitude da pressão exercida sobre áreas vulneráveis do corpo.
( ) A frequência da mudança de decúbito será influenciada por variáveis relacionadas ao indivíduo (tolerância tecidual, nível de atividade e mobilidade, condição clínica global, objetivo do tratamento, condição individual da pele, dor e pelas superfícies de redistribuição de pressão em uso).
( ) Avaliar a pele e o conforto individuais. Se o indivíduo não responde ao regime de posicionamentos conforme o esperado, reconsiderar a frequência e método dos posicionamentos.
( ) A mudança de decúbito mantém o conforto, a dignidade e a capacitação funcional do indivíduo.
( ) Se o paciente estiver sentado na cama, manter a cabeceira em ângulo de 50º, evitando a centralização e o aumento da pressão no sacro e no cóccix.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
F – F – V – F – F.
V – V – V – V – V.
V – V – F – V – F.
F – V – F – V – V
F – V – F – V – F.
A lesão por pressão é um dano localizado na pele e/ou tecidos moles subjacentes, geralmente sobre uma proeminência óssea ou relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato, e divide-se em estágios, a saber:
Lesão por Pressão Estágio 2: Pele íntegra com eritema que não embranquece
Lesão por Pressão Estágio 1: Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme
Lesão por pressão Estágio 4: Perda da pele em sua espessura total e perda tissular não visível.
Lesão por Pressão Estágio 3: Perda da pele em sua espessura total
Considerando a classificação da pressão arterial para adultos, as pessoas que apresentarem pressão arterial sistólica maior que 160 mmHg e pressão arterial diastólica maior que 100 mmHg são consideradas
pré-hipertensas
hipertensas estágio I.
hipertensas estágio II.
hipertensas estágio III.
Leia a assertiva a seguir.
A diminuição da mobilidade física contribui para a inaptidão/incapacidade do doente mudar de posição ativamente, tendo como consequência a imobilidade. Essa, por sua vez, pode ter complicações graves, nomeadamente _______. Sua ausência é considerada um indicador de qualidade dos cuidados de enfermagem.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
dor
atelectasia
pneumonia por estase
cálculo renal
ulcera por pressão