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Associe as colunas a seguir:
COLUNA I
1 - Estágio 1
2 - Estágio 2
3 - Estágio 3
COLUNA II
( ) Perda parcial da espessura da pele.
( ) Pele íntegra com eritema não branqueável.
( ) Perda total da espessura da pele.
Assinale a alternativa com a sequência correta.
2 – 1 – 3
1 – 2 – 3
3 – 1 – 2
2 – 3 – 1
1 – 3 – 2
Leia o caso a seguir.
P.A., sexo feminino, acamada, apresentou uma lesão por pressão na região sacral com perda parcial da espessura da derme, com exposição do leito da ferida que apresenta coloração vermelha, úmida, sem presença de esfacelo ou tecido necrótico.
Considerando o sistema de classificação de Lesões por Pressão (LPP) da National Pressure Ulcer Advisory Panel (NPUAP)/ National Pressure Injury Advisory Panel (NPIAP), qual é o estágio da lesão por pressão apresentada pela paciente descrita?
Estágio 1.
Estágio 2.
Estágio 3.
Estágio 4.
Na ronda diária de avaliação da pele de uma unidade de clínica médica, a enfermeira examina quatro pacientes restritos ao leito, todos com escore elevado de risco para lesão por pressão, e precisa registrar a classificação de
cada achado para definir a cobertura, o manejo do leito da ferida e o plano de reposicionamento, segundo o consenso internacional de classificação de 2016 adaptado culturalmente para o Brasil. Acerca desses achados, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Uma bolha intacta com exsudato seroso na região sacral, com leito viável e sem tecido adiposo visível, é classificada como lesão por pressão estágio 2.
( ) Uma lesão com perda da pele em espessura total, gordura visível, epíbole e túneis, sem exposição de fáscia ou de músculo, é classificada como estágio 4.
( ) Uma escara estável, seca, aderente e sem eritema ou flutuação no calcâneo requer desbridamento para que a profundidade da lesão possa ser estadiada.
( ) Uma área de pele intacta no sacro com descoloração púrpura persistente, que não embranquece, é classificada como lesão por pressão tissular profunda.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
V, F, V, F.
V, V, F, F.
F, V, V, F.
F, V, F, V.
V, F, F, V.
Na realização de um curativo em uma lesão por pressão estágio 3, cavitária e com moderada quantidade de exsudato (secreção) serossanguinolento, o técnico deve selecionar uma cobertura primária que promova a absorção do fluido e a hemostasia, preenchendo o espaço morto. A cobertura indicada com essas propriedades, derivada de algas marinhas, é:
filme transparente de poliuretano.
tela de Rayon com petrolato.
hidrocoloide em placa.
alginato de Cálcio.
papaína a 10%.
Paciente acamado com imobilidade e baixa perfusão tecidual, com lesões em região glútea e trocanter, em avaliação, observou que a lesão glútea apresenta tecido adiposo aparente e a lesão do trocanter com exposição de tecido ósseo. De acordo com as nomenclaturas e classificações das lesões por pressão, segundo o Consenso 2016, podemos classificar as lesões citadas como:
Lesão glútea – Lesão por pressão estágio 3; lesão trocanter – lesão por pressão estágio 4.
Lesão glútea – Lesão por pressão estágio 4; lesão trocanter – lesão por pressão estágio 3.
Lesão glútea – Lesão por pressão estágio 3; lesão trocanter – lesão por pressão estágio 3.
Lesão glútea – Lesão por pressão estágio 2; lesão trocanter – lesão por pressão estágio 4.
Paciente do sexo masculino, 78 anos, acamado, com mobilidade reduzida, apresenta lesão por pressão estágio II na região sacral, com leito da ferida úmido e bordas íntegras. O Técnico de Enfermagem é orientado pelo Enfermeiro a realizar a troca do curativo. Considerando as boas práticas de enfermagem, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A limpeza da lesão deve ser feita com soro fisiológico 0,9% em temperatura ambiente ou aquecido, utilizando técnica de irrigação para evitar trauma no leito da ferida.
II. O curativo oclusivo úmido é contraindicado em lesões por pressão estágio II, devendo-se manter o leito da ferida sempre seco para favorecer a cicatrização.
III. O reposicionamento do paciente e o uso de superfícies de redistribuição de pressão são medidas complementares ao curativo e integram os cuidados preventivos para evitar progressão da lesão.
Todas as afirmativas são corretas.
Nenhuma afirmativa está correta.
Somente as afirmativas II e III são corretas.
Somente as afirmativas I e II são corretas.
Somente as afirmativas I e III são corretas.
Durante visita domiciliar para um paciente idoso com diagnóstico de câncer gástrico e em cuidados paliativos, ao realizar o exame físico, o enfermeiro da equipe de saúde da família constatou a presença de lesão de cor rosa, em formato de borboleta, com estrias lineares na região sacral e pés.
O aparecimento dessa alteração na pele, denominada Lesão de Trombley-Brennan, ocorre
devido à multiplicação de metásteses para o sistema linfático.
na presença de sepse.
na presença de choque séptico.
horas a dias antes da morte do paciente.
como resultado da interrupção da circulação sanguínea na pele e tecidos moles devido à pressão contínua, fricção ou cisalhamento.
A lesão por pressão em estágio 2 envolve perda parcial da pele, com exposição da derme, podendo apresentar‑se como bolha intacta ou rompida, sem a presença de tecido necrótico.
Certo
Errado
A lesão por pressão em estágio 3 tem como característica a exposição visível do(a):
osso
derme
cartilagem
tecido adiposo
Em relação a utilização de compressas quentes durante o tratamento de um paciente com lesão tecidual superficial, assinale a alternativa que indica a finalidade fisiológica dessa intervenção.
Impedir o crescimento bacteriano no tecido lesionado
Acelerar a coagulação sanguínea no local da lesão.
Diminuir a circulação no tecido afetado através da vasoconstrição.
Estimular a vasodilatação, aumentando a oferta de nutrientes para o local
Sobre o conceito de lesão por fricção (LF), é correto afirmar que:
É uma ferida profunda que atinge estruturas internas como músculos e tendões.
Caracteriza-se pela ausência de retalho de pele em qualquer estágio de sua evolução.
Pode resultar na separação parcial ou total das camadas externas da pele devido à força de cisalhamento, atrito ou trauma sem corte.
Refere-se exclusivamente a feridas causadas por cortes profundos na pele.
Um paciente idoso, acamado há duas semanas devido a uma fratura de fêmur, desenvolveu uma lesão por pressão estágio II na região sacral. A lesão apresenta-se como uma perda parcial da espessura da derme, com leito vermelho-róseo, sem esfacelo, e bordas definidas. Ao planejar o cuidado de enfermagem para essa ferida, a conduta mais apropriada para promover a cicatrização e prevenir a progressão da lesão é:
realizar limpeza com solução de clorexidina alcoólica vigorosamente para garantir a desinfecção, seguida da aplicação de uma cobertura oclusiva espessa para proteger contra contaminação externa
aplicar papaína a 10% para promover o desbridamento químico do tecido necrótico presente, cobrindo com gaze seca para absorver o exsudato
deixar a ferida exposta ao ar para acelerar a secagem e formação de crosta, orientando o paciente a evitar qualquer contato com a região afetada
limpar a lesão suavemente com solução salina isotônica (0,9%), aplicar um curativo que mantenha o leito da ferida úmido (como hidrocoloide fino ou filme transparente) e implementar rigoroso esquema de mudança de decúbito
Para avaliação específica da dor, deve ser considerada a seguinte escala:
RASS
Glasgow
CAM-ICU
visual analógica
As úlceras por pressão representam um desafio significativo para a equipe de enfermagem, exigindo atenção a fatores clínicos, nutricionais, sociais e ambientais. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A classificação das úlceras por pressão compreende quatro estágios principais, sendo possível também identificar úlceras não estagiáveis devido à presença de necrose ou escara que impede a visualização das camadas da pele.
(__)Fatores como pressão, cisalhamento, fricção, umidade, idade avançada, déficits nutricionais e doenças crônicas aumentam o risco de desenvolvimento de úlceras por pressão.
(__)O cuidado com pacientes em risco de úlcera por pressão deve considerar apenas a mobilização e reposicionamento frequente do paciente, sendo desnecessária a avaliação nutricional ou de condições clínicas associadas.
(__)O manejo das úlceras por pressão deve adotar a perspectiva da clínica ampliada, considerando o sujeito como um todo, suas condições sociais, culturais e emocionais, promovendo humanização, vínculo e autonomia do paciente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, V, V.
V, F, F, F.
F, F, V, V.
V, V, F, V.
Um paciente apresenta uma lesão por pressão em região sacral, com tecido de granulação vermelho e úmido. Durante o curativo, o enfermeiro realiza limpeza suave com solução fisiológica estéril e cobre a lesão com curativo úmido, mantendo ambiente levemente hidratado.
Essa conduta tem como finalidade principal
ressecar o leito da ferida para impedir a proliferação bacteriana.
estimular a necrose tecidual como etapa necessária à cicatrização.
favorecer a cicatrização por segunda intenção, preservando o tecido de granulação.
evitar a oxigenação tecidual, reduzindo a vascularização local.
substituir a necessidade de desbridamento em qualquer estágio da lesão.
Qual a opção que corresponde ao nome das feridas que surgem na pele de uma pessoa que permanece muito tempo em uma mesma posição, causadas pela diminuição da circulação do sangue nas áreas do corpo que ficam em contato com a cama ou com a cadeira, por exemplo?
Nódulos.
Máculas.
Vesículas.
Escaras.
Bolhas.
Paciente de 79 anos, acamado, com lesão por pressão sacral estágio 3 (4×3×1 cm), exsudato moderado seroso, pele perilesional macerada, dor 4/10 e episódios de incontinência. Sem sinais sistêmicos de infecção. No escopo da enfermagem qual sequência imediata é mais adequada?
Irrigar com SF 0,9%, aplicar camada espessa de hidrogel, ocluir com filme transparente por 5 dias e manter decúbito dorsal com coxins distribuídos na cabeceira.
Limpar com SF 0,9%, proteger a borda com barreira polimérica, usar espuma com carvão ativado por 72 horas e realizar mudanças de decúbito a cada 4 horas.
Irrigar com SF 0,9% sob pressão suave, secar a pele, aplicar barreira na periferia, preencher com alginato de cálcio e cobrir com espuma de silicone; programar trocas em 24–48 h conforme saturação, instituir mudança de decúbito a cada 2 horas e registrar medidas e aspecto.
Higienizar com PVPI degermante, aplicar gaze seca fixada com fita em toda a periferia, reforçar quando saturar e manter fralda comum para conter a umidade local.
A lesão por pressão (LP) e a sua prevenção são consideradas metas de segurança do paciente e responsabilidade da equipe multidisciplinar em todos os níveis de atenção do sistema de saúde.
Acerca do tema associe a coluna 1 (Classificação) com a coluna1 (Definição).
Coluna 1 Classificação
1. LP em membranas mucosas
2. LP relacionadas a dispositivos médicos
3. LP tissular profunda
4. LP não classificável
Coluna 2 Definição
( ) Perda da pele em sua espessura total e perda tissular na qual a extensão do dano não pode ser confirmada porque está encoberta pelo esfacelo ou escara.
( ) Coloração vermelho escura, marrom ou púrpura, persistente e que não embranquece.
( ) Resulta do uso de dispositivos criados e aplicados para fins diagnósticos e terapêuticos. A LP resultante geralmente apresenta o padrão ou forma do dispositivo.
( ) Encontrada quando há histórico de uso de dispositivos médicos no local do dano.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1 • 2 • 4 • 3
2 • 1 • 3 • 4
3 • 4 • 2 • 1
4 • 3 • 1 • 2
4 • 3 • 2 • 1
A ferida cutânea pode ser compreendida como qualquer interrupção na continuidade da pele, envolvendo alterações nas funções normais dos tecidos afetados. Diversos fatores podem estar envolvidos na origem dessas lesões, sendo os mais frequentes: a pressão prolongada sobre determinadas áreas corporais, limitações na mobilidade, temporárias ou permanentes, disfunções no sistema vascular, traumas físicos e complicações decorrentes de neuropatias, como as associadas ao diabetes. Entre os diferentes tipos de feridas, aquelas classificadas como crônicas demandam maior atenção da equipe de enfermagem, uma vez que apresentam dificuldades de cicatrização. Isso se deve ao fato de que o processo de reparo não ocorre de maneira contínua, coordenada e eficaz, o que compromete a restauração da integridade tecidual e prolonga o tempo de tratamento (Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (Coren MG), 2023, adaptado).
Para a avaliação de uma ferida cutânea, existem quatro componentes na observação do leito da ferida e cada um deles enfoca uma diferente anomalia fisiopatológica que compromete a cicatrização e eles formam um esquema que oferece aos enfermeiros uma abordagem global do tratamento das lesões, amparada nos termos do acrônimo TIME – T: tissue (tecido inviável); I: infection (infecção/inflamação); M: moisture (manutenção do meio úmido); E: edge (não avanço das bordas da ferida).
Caso: Durante avaliação de rotina em unidade de internação, o enfermeiro identifica em um paciente, restrito ao leito, uma lesão por pressão em região trocantérica direita, com presença de esfacelos, bordas irregulares sem sinais de epitelização, exsudato purulento em grande quantidade, acompanhado de odor fétido e áreas de fibrina por ressecamento. O curativo havia sido trocado, entretanto, não havia registro de avaliação prévia ou prescrição profissional.
Considerando a Resolução Cofen n.º 567/2018 e os princípios do modelo TIME para avaliação sistemática de feridas, assinale a alternativa que apresenta a conduta tecnicamente CORRETA e legalmente respaldada, para o caso:
A aplicação do modelo TIME pelo técnico de enfermagem é permitida apenas em feridas complexas, desde que haja prescrição registrada pelo enfermeiro, visto que os componentes tissue, infection, moisture e edge são critérios clínicos objetivos.
A aplicação do modelo de avaliação TIME pelo enfermeiro deve ser feita exclusivamente em feridas agudas, uma vez que o modelo não contempla cronicidade associada ao tecido desvitalizado e à borda em epíbole, cuja abordagem é via cirurgia plástica.
A abordagem TIME deve ser aplicada pelo enfermeiro para avaliar os parâmetros da ferida, elaborar o diagnóstico de enfermagem e prescrever cuidados apropriados, assegurando que a necrose, a infecção, a área desidratada e as bordas comprometidas sejam devidamente tratadas.
O modelo TIME, quando aplicado pelo técnico de enfermagem, deve focar apenas no controle da umidade, cabendo ao enfermeiro a gestão dos componentes tecido, infecção e bordas da lesão, desde que autorizado por protocolo institucional.
O técnico de enfermagem pode aplicar parcialmente o modelo TIME em feridas necróticas, desde que sejam identificados apenas os componentes tissue, moisture e edge, encaminhando ao enfermeiro apenas quando houver infecção evidente.
O estadiamento de uma Lesão por Pressão caracteriza-se por um sistema de classificação que auxilia na determinação da profundidade e tipo de tecido afetado pela lesão, é crucial para a avaliação, tratamento e prevenção das lesões. Para nomenclatura dos estágios são empregados:
Algarismos romanos.
Algarismos arábicos.
Letras maiúsculas.
Letras minúsculas.
Símbolos aleatórios.