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Mulher, 33 anos, 33 semanas de gestação; trabalho de parto em período expulsivo. O parto ocorreu na Unidade de Pronto Atendimento. RN vivo, pesando 1.255g; encaminhado para UTI Neonatal de hospital referência. Puérpera estável; encaminhada para hospital maternidade referência. Diante desse caso, o recém nascido é considerado:
A termo.
Pré-termo.
Pós-termo.
Natimorto.
Lóquio.
Conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, todas as mulheres com Rh-negativo não sensibilizadas (Coombs indireto negativo) e que deram à luz um recém-nascido com Rh-positivo e Coombs direto negativo, devem receber
100 mcg de imunoglobulina anti-D nas primeiras 36 horas após o parto.
150 mcg de imunoglobulina anti-D nas primeiras 24 horas após o parto.
200 mcg de imunoglobulina anti-D nas primeiras 12 horas após o parto.
300 mcg de imunoglobulina anti-D nas primeiras 72 horas após o parto.
400 mcg de imunoglobulina anti-D nas primeiras 96 horas após o parto.
Amarílis teve parto vaginal no Centro de Parto Normal, o qual transcorreu sem intercorrências. O recém-nascido foi colocado em contato pele a pele, e a enfermeira realizou a avaliação do Apgar de primeiro minuto, momento em que o RN se encontrava chorando, com FC > 100 bpm, com cianose em extremidades e membros flácidos. Após estímulo tátil, o RN evoluiu com movimento corporal ativo e coloração rosada em corpo e extremidades. Sobre o parto de Amarílis e a avaliação do Apgar, julgue as afirmativas a seguir:
I. O RN apresenta Apgar maior ou igual a sete no primeiro minuto e dez no quinto minuto após o nascimento;
II. O recomendado seria a enfermeira avaliar o Apgar de primeiro e quinto minuto e, então, colocar o RN em contato pele a pele;
III. O índice de Apgar tem como base quatro parâmetros: frequência cardíaca, cor, tônus e esforço respiratório.
Assinale a opção CORRETA:
Somente a afirmativa I está correta.
Somente as afirmativas I e II estão corretas.
Somente as afirmativas I e III estão corretas.
Somente a afirmativa III está correta.
Todas as afirmativas estão corretas.
Os exames complementares de rotina da gravidez devem ser solicitados logo na primeira avaliação e no segundo e terceiro trimestre. Sendo assim, assinale a alternativa que compreenda um exame de rotina no pré-natal solicitado no terceiro trimestre.
Eletroforese de hemoglobina.
Coombs indireto.
Tipagem sanguínea.
Teste oral de tolerância para glicose.
Hemograma.
Gardênia, 19 anos, recebeu a visita da equipe de saúde no 7º dia de pós-parto normal sem episiotomia. A jovem se queixava de mal-estar e sensação de fraqueza. A Enfermeira ao realizar o exame físico, verificou mamas ingurgitadas. À palpação, o útero se apresentava à altura da cicatriz umbilical, amolecido. A jovem referiu dor à palpação. Os lóquios apresentavam odor fétido. Sinais vitais: Pulso = 92 bpm, frequência respiratória = 20 irpm, temperatura axilar = 38,8 ºC, PA = 90 x 60 mmHg. O quadro clínico de Gardênia é sugestivo de:
Abcesso mamário.
Infecção puerperal.
Mastite aguda.
Trombose venosa profunda.
Pielonefrite.
A respeito da estratificação de risco gestacional, NÃO é correto afirmar que se trata de uma metodologia
realizada para eleger e direcionar o acesso da gestante aos serviços de saúde no tempo, lugar e custo certos.
realizada na primeira consulta de pré-natal e em todo o período gravídico-puerperal, sendo necessário reestratificar o risco em todas as consultas.
baseada na identificação de fatores de risco, segunda a qual é necessário pelo menos a presença de três critérios para a definição do estrato de risco gestacional.
utilizada para identificar precocemente os fatores de risco e para oferecer intervenções e serviços especializados de forma efetiva e eficiente às gestantes de alto risco.
definida por fatores de risco como condições individuais e socioeconômicas e familiares, história reprodutiva anterior, condições e intercorrências, clínicas ou obstétricas, na gestação atual e morbidades crônicas e ou agudas presentes.
Assinale a alternativa correspondente ao quadro clínico do recém-nascido que pode ser assintomático ou sintomático, apresentando letargia, sucção débil, choro anormal, hipotonia, apneia, convulsão, irritabilidade, tremores, taquicardia, taquipneia, palidez, cianose e hipotermia.
Hipertermia.
Hiperglicemia.
Hipoglicemia.
Síndrome de Guillain Barré.
Acerca dos cuidados no ciclo gravídico puerperal, assinale a alternativa CORRETA.
Deve-se instituir ações de profilaxia e de identificação das síndromes hipertensivas apenas na admissão do trabalho de parto.
Deve-se realizar triagem oportuna de infecções do trato geniturinário.
Deve-se manter as taxas de cesarianas desnecessárias.
Deve-se garantir a vigilância e a assistência apenas no puerpério imediato.
Preencha a lacuna com a alternativa correta:
A Hipertensão Gestacional caracteriza-se pela hipertensão arterial que aparece apenas após a 20ª semana de ___________.
Amenorreia.
Puerpério.
Abortamento.
Gestação.
Pré-eclâmpsia.
Um dos sinais de avaliação do terceiro estágio do trabalho de parto no que diz respeito ao monitoramento da dequitação placentária consiste
na saída discreta de sangue escuro pela vagina.
na contração frouxa do útero.
na mudança do formato do útero para discoide.
no estiramento do cordão umbilical que se projeta da vagina.
Os eventos-sentinela ou incidentes deverão ser notificados, investigados e analisados profundamente em busca das suas causas e determinantes, ou análise de causa-raiz. Dentre esses eventos, são absolutamente prioritárias as mortes maternas, fetais e neonatais, assim como os casos graves de asfixia neonatal que produzem sequelas permanentes. Todos os eventos a seguir também podem fazer parte do processo de notificação e análise de incidentes nessa clientela, exceto:
recém-nascido com má-formação diagnosticada no pré-natal.
apresentação pélvica não diagnosticada antes do período expulsivo.
transferência de um recém-nascido para uma UTI neonatal em outra instituição.
hemorragia materna necessitando transfusão.
O boletim de Apgar não deve ser utilizado para determinar o início da reanimação nem as manobras a serem instituídas no decorrer do procedimento. No entanto, sua aferição longitudinal permite avaliar a resposta do recém-nascido às manobras realizadas e sua eficácia. Os parâmetros verificados nesse boletim são, além da frequência cardíaca, os seguintes:
Esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor.
Esforço respiratório, saturação de oxigênio, irritabilidade reflexa e cor.
Pressão sistólica, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor.
Esforço respiratório, saturação de oxigênio, irritabilidade reflexa e cor.
A enfermeira obstétrica explica para a gestante e seu acompanhante, durante as consultas de pré-natal, a diferença entre o falso e o verdadeiro trabalho de parto, afirmando que, dentre eles, uma das principais diferenças é
o nível de desconforto que, no trabalho de parto falso, é maior.
a presença de alterações cervicais progressivas no trabalho de parto verdadeiro.
a ocorrência de sensação de náuseas e a presença de episódios eméticos no trabalho de parto falso.
uma maior movimentação fetal no trabalho de parto verdadeiro.
Caso a enfermeira observe a ocorrência de acelerações transitórias fetais na derivação do monitoramento fetal, a conduta mais adequada a ser tomada é
começar a administrar oxigênio a 100% via máscara facial.
chamar o médico imediatamente.
registrar em prontuário.
manter realização de exame cardiotocográfico.
Dentre os determinantes dos indicadores de saúde relacionados à mãe e ao bebê que têm o potencial de diminuir as principais causas de mortalidade materna e neonatal, descarta-se
o direito à acompanhante de livre escolha da gestante.
o acolhimento com classificação de risco.
a ultrassonografia morfológica fetal.
o plano de vinculação da gestante à maternidade.
A Rotura Prematura de Membranas (RPM) é definida pela saída espontânea de líquido amniótico pela vagina, após a perda da integridade das membranas ovulares na ausência de sinais de trabalho de parto, em gestações acima de 20 a 22 semanas. A principal complicação da RPM é a infecção da cavidade amniótica, indicando conduta ativa imediata independentemente da idade gestacional. São sinais sugestivos de infecção intrauterina:
Bradicardia materna.
Febre materna.
Leucócitos >10.000/mm³ ou com desvio significativo à esquerda.
Sangramento vaginal.
Disúria.
O pré-natal é o momento de acompanhamento do desenvolvimento fetal e, durante a consulta clínica, se faz extremamente necessária a anamnese, exame físico e avaliação dos exames complementares. Durante o exame físico obstétrico, é essencial a realização da manobra de Leopold, na qual o examinador realiza palpação e identifica o feto. Em relação ao assunto, observe a imagem seguinte.

A imagem acima refere-se ao
primeiro tempo.
segundo tempo.
terceiro tempo.
quarto tempo.
quinto tempo.
Sobre o contato pele a pele entre mãe e recém-nascido, é correto afirmar:
Após o nascimento, colocar o recém-nascido, se estiver ativo e reativo, diretamente sobre o abdome ou tórax da mãe, de bruços, com a pele do recém-nascido em contato com a pele da mãe. Se possível, manter o bebê e a mãe nesta posição pelo menos durante a primeira hora de vida.
A evidência sobre prática do contato pele a pele entre mãe e recém-nascido baseia-se no auxílio da regulação da temperatura (prevenção da hipotermia) na primeira hora de vida para o bebê, não apresentando evidências associadas à mãe.
O contato pele a pele entre mãe e recém-nascido não é recomendado caso o recém-nascido apresente baixo peso. Não há evidências de benefícios sobre esse grupo.
Quando o recém-nascido apresentar idade gestacional menor que 37 semanas, não se recomenda o contato pele a pele pela imaturidade na termorregulação do neonato. Indica-se o uso da incubadora para aquecer o bebê.
As evidências disponíveis mostram que a capacidade de transmissão vertical do SARS-CoV-2 entre mãe e bebê existe, e está bem estabelecida, inclusive pela prática do contato pele a pele, não sendo recomendado ao binômio em caso de mãe positiva.
Primigesta, idade gestacional 36 semanas e 4 dias, nenhum histórico de abortamento anterior, busca atendimento por sentir mal-estar, dor em hipocôndrio direito, cefaleia intensa e pontos brilhantes na visão. Entre as condutas a serem priorizadas, estão:
hidratação e ocitocina seriada, mantendo a gestante em decúbito lateral direito, para indução do parto.
coleta de hemograma, enzimas, ureia, creatinina, repouso absoluto em casa com retorno após colher proteinúria de 24 horas.
monitorar sinais vitais e aguardar proteinúria de 24 horas, para manejo conforme protocolo para síndrome HELLP.
monitorar mãe e bebê, mantendo a mãe em decúbito lateral esquerdo, tratando-a conforme protocolo para pré-eclâmpsia.
administrar gluconato de cálcio e anticonvulsivantes para evitar eclâmpsia.
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa correta:
I - Gravidez ectópica.
II - Descolamento ovular.
III - Descolamento da placenta.
IV - Placenta prévia.
V - Aborto espontâneo.
VI - Infecção uterina.
Todos os itens apresentam situações que podem levar ao sangramento durante a gravidez.
Apenas III, IV e V apresentam situações que podem levar ao sangramento durante a gravidez.
I e IV não apresentam relação com possíveis sangramentos durante a gravidez.
I, IV e VI não apresentam relação com possíveis sangramentos durante a gravidez.
Os itens não apresentam relação com possíveis sangramentos durante a gravidez.