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Segundo Brunner e Suddarth (2009), são intervenções de enfermagem no pós-operatório imediato:
avaliar nível de consciência e treinar o paciente para o cuidado domiciliar.
monitorar sinais vitais e encaminhar o paciente para redes de apoio comunitário.
monitorar sinais vitais, avaliar nível de consciência e características da dor e do curativo.
observar características da dor e marcar o retorno do paciente.
avaliar nível de consciência e encaminhar o paciente para redes de apoio comunitário.
A enfermagem perioperatória incorpora os cuidados de enfermagem nas três fases da experiência cirúrgica: pré-operatória, intra-operatória e pós-operatória. Sobre essas fases, analise as assertivas abaixo:
I - A fase pré-operatória inicia-se quando a decisão pela intervenção cirúrgica é feita e termina com a transferência do paciente para a mesa cirúrgica.
II - A posição que o paciente é colocado na mesa cirúrgica depende do procedimento operatório a ser realizado e, como também, da sua condição física. Um exemplo é a posição de trendelemburg em que o paciente está deitado de costas com as pernas e coxas fletidas em ângulos agudos.
III - A principal função da enfermagem na unidade de recuperação pós-anestésica é monitorar os sinais vitais do estado geral do paciente, avaliando, no mínimo, a cada 15 minutos.
IV - O objetivo primário na sala de recuperação pós-anestésica é manter a respiração pulmonar e assim prevenir a hipoxemia e a hipercapnia.
V - O choque é uma das mais sérias complicações pós-operatória. Os sinais clássicos do choque são: palidez, pele fria e úmida, respiração rápida, cianose de lábios, pulso rápido e fino, diminuição da pressão do pulso, baixa pressão sanguínea e urina concretada.
Estão CORRETAS:
I, II, III, IV.
II, III, IV, V.
I, III, IV, V.
I, II, IV, V.
Todas as alternativas.
A alternativa que NÃO caracteriza complicação gastrointestinal no pós-operatório.
Deiscência.
Náuseas.
Vômito.
Sede.
Constipação intestinal.
Paciente com 6 anos de idade foi submetido à tonsilectomia. No período pós-operatório, até que esteja totalmente acordado, deve ser mantido
em decúbito ventral ou lateral.
na posição de Trendelenburg reverso.
na posição de Jackknife.
na posição de Trendelenburg.
na posição litotômica.
Utilizado como subsídio para julgamento de alta da unidade de recuperação pós-anestésica (RPA), para pacientes internados e submetidos a procedimento anestésico-cirúrgico, o Índice de Aldrete e Kroulik utiliza como parâmetros: circulação (pressão arterial), respiração,
atividade muscular, consciência e saturação de oxigênio (O2 ).
saturação de oxigênio (O2 ), débito urinário e temperatura corporal.
curativo, dor e diurese.
débito urinário, temperatura corporal e capacidade de deglutir.
temperatura corporal, dor e consciência.
Segundo Brunner (2005, p, 466), as complicações respiratórias representam um risco relativamente comum no pós-operatório imediato de cirurgias de grande porte. São intervenções de enfermagem necessárias a serem adotadas na admissão do paciente na Unidade de recuperação pós anestésica, para evitar e monitorar a ocorrência de tais complicações:
Elevar cabeceira do leito, avaliar nível de consciência, oferecer altas concentrações de oxigênio por cateter nasal, avaliar gasometria arterial.
Elevar a cabeceira do leito, lateralizar a cabeça do paciente, retirar a cânula de Guedel ou tubo endotraqueal, verificar cianose de extremidades.
Elevar cabeceira do leito, administrar anti-eméticos, hipereextender o pescoço do paciente e aspirar vias aéreas de 2 em 2 horas e avaliar saturação de oxigênio.
Elevar cabeceira do leito, manter cânula de Guedel até o retorno dos reflexos de proteção de vias aéreas, ofertar oxigênio suplementar e avaliar saturação de oxigênio.
Elevar cabeceira do leito, administrar antieméticos, lateralizar o paciente, estimular respiração profunda e tosse, ofertar oxigênio a 100% e avaliar gasometria arterial.
O pós-operatório corresponde ao período que se inicia a partir da saída do paciente da sala de cirurgia e perdura até a sua total recuperação.
São intervenções de enfermagem que devem ser tomadas neste período, EXCETO:
Avaliar o nível de consciência e monitorar os sinais vitais.
Avaliar a função cardiovascular.
Orientar o paciente com relação ao esvaziamento da bexiga.
Descrever as limitações físicas do paciente.
Reestabelecer o equilíbrio fisiológico do paciente.
Um paciente idoso no pós operatório de gastrectomia total, apresenta o traçado abaixo ao eletrocardiograma. O ritmo cardíaco apresentado é:

Taquicardia Paroxística Supraventricular.
Fibrilação Ventricular.
Taquicardia Sinusal.
Flutter Atrial.
O período pós-operatória para o paciente que faz uma cirurgia cardíaca apresenta muitos desafios para a equipe de saúde. Além de todas as alterações fisiológicas que o paciente sofreu, ele e sua família estão enfrentando uma crise importante na vida. As principais metas para o paciente em pós-operatório de cirurgia cardíaca envolve a restauração do débito cardíaco, a troca gasosa adequada, a manutenção do débito hidro-eletrolítico, a redução dos sintomas de sobrecarga sensorial, o alivio da dor, entre outros cuidados. Em relação aos cuidados de enfermagem ao paciente em pós-operatório de uma cirurgia cardíaca, assinale a alternativa INCORRETA:
A função renal está relacionada à função cardíaca, já que a pressão arterial e a frequência cardíaca direcionam a filtração glomerular. Portanto, o débito urinário é medido e registrado. O débito urinário inferior a 120 ml/h pode indicar uma diminuição no débito cardíaco.
Para garantir a troca gasosa adequada, a enfermeira avalia e mantém a permeabilidade do tubo endotraqueal. O paciente é aspirado quando sibilos, estertores ou roncos estão presentes. As frequentes mudanças de posição do paciente auxiliam na expansão pulmonar.
Toda ingestão hídrica é registrada, incluindo líquidos intravenosos, soluções de lavagem usadas nos cateteres arteriais e venosos, na sonda nasogástrica e líquidos orais. Além disso, todo débito é registrado na urina, drenagem nasogástrica e na drenagem torácica.
A higienização das mãos é um cuidado necessários antes e após tocar o paciente, para evitar que o mesmo desenvolva uma infecção. A técnica asséptica é empregada quando se trocam curativos de cateteres e drenos e quando se realizam os cuidados como aspiração endotraqueal e infusão de medicações endovenosas.
A dor é um fenômeno frequente no pós-operatório, podendo resultar em sofrimento e riscos desnecessários ao paciente. Sobre a conduta do enfermeiro, no alívio da dor no pós-operatório, analise as seguintes afirmativas e assinale a alternativa CORRETA.
I. A dor aguda deve ser avaliada pelo enfermeiro no momento da chegada do paciente na sala de recuperação pós-anestésica - SRPA - e na unidade de internação. Seu controle eficaz inibe os reflexos nociceptivos, permitindo uma mobilização ativa, deambulação precoce e nutrição oral eficaz.
II. A mensuração da dor, apesar de ser importante para o tratamento, quer seja através de autorrelato, quer seja através da observação do comportamento, quer seja, ainda, através da avaliação de variáveis biológicas, não é importante no pós-operatório, uma vez que tal quadro é inerente a qualquer intervenção cirúrgica e a terapêutica medicamentosa estará sempre presente.
III. O controle da dor, no pós-operatório, deve ser instituído antes da cirurgia com analgesia preemptiva ou preventiva, independente do tipo e porte da cirurgia, somente através de fármacos, visando diminuir a sensibilização central e a intensidade da dor no pósoperatório.
IV. No que se refere às intervenções farmacológicas para o controle da dor pós-operatória, a Organização Mundial da Saúde - OMS - recomenda a utilização da escada de analgesia, onde se incluem anti-inflamatórios não hormonais - AINHs -, opióides, medicações adjuvantes e analgesia controlada pelo paciente - ACP -.
V. As intervenções não farmacológicas visam reduzir a ansiedade, o estresse emocional e promovem conforto, incluindo: utilização de práticas complementares, como a calatonia, aplicação de calor e frio e minimização de ruídos.
Estão CORRETAS apenas
II, III e V.
I, II e IV.
I, IV e V.
II, IV e V.
III, IV e V.
Considerando que o paciente submetido a uma cirurgia de grande porte fica sujeito a diversas complicações e eventos adversos devido à anestesia e à cirurgia, é fundamental que permaneçam na Sala de Recuperação Pós Anestésica (SRPA), imediatamente após o procedimento. Qual das complicações pós-anestésicas abaixo é a mais frequente de ocorrer?
Náuseas e vômitos
Embolismo pulmonar
Trombose
Estenose
Pneumotórax
Sobre cuidados gerais no pós-operatório a clientes pediátricos, analise as afirmativas a seguir:
I. Não se deve auscultar os sons intestinais, pois pela sensibilidade da criança, poderá provocar mobilização de gases e gerar dor.
II. Manter o manguito no braço e desinsuflá-lo para provocar o mínimo de distúrbio para a criança.
III. Reforçar, mas não remover um curativo solto.
Assinale a alternativa correta:
apenas as afirmativas II e III estão corretas.
apenas as afirmativas I e II estão corretas.
apenas as afirmativas I e III estão corretas.
as afirmativas I, II e III estão corretas.
Antes do paciente ser transferido da sala operatória para a sala de recuperação pós-anestésica (SRPA), o enfermeiro da SRPA deve receber informações antecipadamente quanto às condições clínicas do paciente. Na SRPA, deve ser aplicada a escala de Aldrete e Kroulik. Sobre essa escala, é correto afirmar que:
deve ser aplicada para adultos a cada 30 minutos na primeira hora e após a cada hora até a alta da SRPA, de acordo com a gravidade do paciente.
envolve a avaliação da respiração, circulação, saturação de oxigênio, atividade muscular e temperatura.
cada item da escala recebe uma pontuação que varia de zero (0) a dois (2). Um paciente está apto a receber alta da SRPA quando atingir pontuação (escore total) igual ou superior a 8.
deve ser aplicada somente após a aplicação da escala de Ramsay.
Um paciente que tenha sido submetido a cirurgia renal com diagnóstico de alto risco de trocas gasosas ineficazes relacionadas a dor na incisão, desconforto abdominal e imobilidade deve ser incentivado pela enfermagem a realizar deambulação precoce para se estimular a retomada dos exercícios musculares com o objetivo de promover trocas gasosas adequadas.
Certo
Errado
A escala de Aldrete e Kloulik é um sistema de pontuação utilizado para a avaliação do paciente em pós-operatório imediato. Por meio dela, cinco parâmetros são avaliados, são eles:
atividade muscular, saturação de O2, circulação, nível de consciência e respiração.
atividade muscular, sensibilidade motora, sensibilidade dolorosa, nível de consciência e respiração.
respiração, circulação, tosse eficaz, nível de consciência e temperatura.
nível de consciência, circulação, dor, saturação de O2 e pressão arterial.