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Em relação ao trabalho de parto, é INCORRETO afirmar que:
As contrações são irregulares no início, mas se tornam progressivamente mais fortes e mais ritmadas.
O colo do útero começa a afinar e abrir até aproximadamente quatro centímetros.
A fase inicial dura aproximadamente cinco horas (geralmente não mais do que 12 horas) nas primeira gestação, e oito horas (geralmente não mais do que 20 horas) nas gestações subsequentes.
O desconforto é mínimo.
Ao avaliar uma puérpera em pós-parto imediato, observam-se as seguintes características: febre, lóquios de sangue fétido, dor e hiperemia na incisão cirúrgica. Que conduta imediata deve-se tomar nesse caso?
Realizar compressa para aliviar a dor.
Trocar o curativo na incisão cirúrgica.
Orientar à puérpera sobre os cuidados com a incisão cirúrgica.
Comunicar à(ao) enfermeira(o), pois ela apresenta características de infecção puerperal.
Realizar a higiene íntima, pois ela apresenta perda de lóquios de sangue fétido.
Os primeiros dias após o parto são fundamentais para o sucesso da amamentação. É um período de intenso aprendizado para a mãe e o bebê. Em relação a amamentação, assinale a alternativa CORRETA.
Em geral, um bebê em aleitamento materno exclusivo mama de duas a seis vezes ao dia.
O melhor momento de não interagir com a criança é quando ela se encontra no estado quietoalerta.
O tempo de permanência na mama em cada mamada deve ser fixado.
Além de interferir no aleitamento materno, o uso de chupeta está associado à maior ocorrência de candidíase oral (sapinho), de otite média e de alterações do palato.
O trabalho de parto é considerado ativo quando há
contrações uterinas dolorosas em qualquer frequência.
dilatação progressiva na velocidade ≥ 2 cm por hora.
dilatação cervical progressiva a partir dos 4 cm.
frequência cardíaca fetal (FCF) < 110 ou > 160 bpm.
ruptura de membrana, seguida da perda de tampão.
Desde o início do século passado, apresentam-se produções sobre as práticas de clampeamento do cordão umbilical. Sobre o clampeamento do cordão umbilical, é correto afirmar:
O momento ideal para se realizar o clampeamento do cordão umbilical em recém-nascidos de baixo risco é durante o primeiro minuto de vida, evitando complicações como o aumento da hiperbilirrubinemia e/ou policitemia no recém-nascido.
Estudos demonstram que ao se colocar o recém-nascido 50 cm abaixo ou acima do nível do útero materno, logo após o nascimento, ainda ligado ao cordão umbilical, a quantidade e a velocidade de transfusão sanguínea serão aproximadamente idênticas.
As contrações uterinas maternas que acontecem após o nascimento podem desacelerar a velocidade da transfusão placentária ao recém-nascido, motivo pelo qual o momento ideal para o clampeamento do cordão é o segundo minuto de vida.
O clampeamento tardio do cordão não tem demostrado benefícios clínicos nos recém-nascidos, assim essa prática tem-se tornado cada vez menos utilizada.
O momento ideal para o clampeamento do cordão umbilical de todos os recém-nascidos, ativos e reativos, independentemente da sua idade gestacional, é quando a circulação do cordão umbilical cessou, o cordão está achatado e sem pulso, aproximadamente três minutos ou mais após o nascimento.
O termo trabalho de parto se refere ao processo de movimentação do feto, placenta e membranas, para fora do útero e através do canal do parto.
(LOWDERMILK, 2012.)
“Considerando que são quatro os períodos clínicos do parto, o momento que dura após a expulsão fetal até a expulsão da placenta pela vagina corresponde ao _____ período do parto.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
1º
2º
3º
4º
Os cuidados de enfermagem para a mulher no quarto período do parto normal, sem intercorrências, compreendem, entre outras ações,
controlar sangramento vaginal e os sinais vitais a cada 15 minutos.
orientar e ajudar a parturiente a deambular para facilitar a dilatação.
puncionar veia periférica.
dar apoio emocional e estimular a paciente a fazer força durante as contrações uterinas.
auxiliar no posicionamento da parturiente para realização da anestesia peridural.
Segundo Araújo (2012), a respeito dos períodos clínicos do parto, é INCORRETO afirmar que:
o quarto período clínico do parto ocorre após a expulsão fetal e placentária, iniciam-se vigorosas contrações na musculatura uterina na tentativa de controlar a perda de sangue.
Baudelocque - Schultze é uma forma de dequitação que ocorre em 25% dos casos e caracteriza-se pela saída do hematoma retroplacentário e pela saída da placenta. Acontece em placentas de inserção lateral.
manobra de Jacob-Dubin é um procedimento que favorece o descolamento das membranas ovulares e pode ser realizado pelo profissional quando realiza a apreensão bimanual da placenta e segue com movimento rotatório da placenta que já está fora da cavidade uterina.
o segundo período clínico do parto caracteriza-se pela dilatação completa da cérvice até a completa expulsão do feto.
em aproximadamente 85% dos casos a placenta é expulsa espontaneamente cerca de 5 a 10 minutos após a expulsão fetal. O tempo de expulsão placentária torna-se prolongado quando esta ocorre entre 10 a 30 minutos.
São cuidados de enfermagem, à gestante no primeiro período (estágio) do parto:
Incentivar a respiração eficaz. Manter no leito e elevar grades laterais.
Estabelecer uma relação com a parturiente e seus familiares. Fornecer líquidos leves conforme prescrição médica.
Higienizar a área perineal. Preparar a mesa de parto usando técnica asséptica.
Avaliar os sinais vitais em busca de sinais de hemorragia. Puncionar veia calibrosa. Realizar a coleta do sangue do cordão para obter amostra de sangue.
Em relação ao terceiro período do parto, assinale a alternativa correta:
Segundo o Ministério da Saúde, a conduta fisiológica é sempre a primeira escolha, visto que está associada a menor risco de hemorragia
A OMS recomenda tração controlada do cordão e massagem uterina contínua
As formas de dequitação da placenta são: Baudelocque-Schultze, na qual a face materna se exterioriza primeiro e Duncan na qual a face fetal se exterioriza primeiro
A OMS recomenda tração controlada do cordão e uso de ocitocina 10UI IM em todas as puérperas
Considera-se terceiro período prolongado acima de 20 minutos
No pós-parto imediato é importante a avaliação do períneo da mulher quanto à possibilidade de trauma perineal. Antes dessa avaliação o enfermeiro obstétrico deve informar a mulher sobre o que será realizado e porque, além de posicioná-la de maneira confortável e com boa exposição das estruturas genitais e de oferecer analgesia adequada, assegurando boa iluminação. O trauma perineal em que ocorre lesão dos músculos perineais sem atingir o esfíncter anal é classificado como de:
1º grau
2º grau
3º grau
4º grau
Sobre conceitos e práticas assistenciais durante o período de trabalho de parto, parto e pós-parto, é correto afirmar:
O período expulsivo é considerado quando a dilatação está completa e se encerra com a saída do feto, momento em que o profissional de saúde deverá solicitar à parturiente que realize forças longas sem soltar o ar – técnica conhecida como manobra de Valsalva.
A fase latente é considerada como o fim do pré-parto, dando início ao trabalho de parto quando as contrações uterinas, embora rítmicas, não determinam ainda a dilatação progressiva do colo, sendo essa a fase em que se orienta o internamento da parturiente para conduta ativa do profissional de saúde.
O secundamento ou terceiro período do parto se caracteriza pela dequitação, descida e expulsão da placenta e de seus anexos para fora das vias genitais.
A fase de expulsão ou segundo período do parto tem início com as contrações uterinas rítmicas, que começam por modificar ativamente a cérvice, e terminam quando a sua ampliação está completa.
Estudos recentes, como o de Zhang et al. (2010) e a publicação da ACOG em 2014, recomendam que o momento adequado para abertura do partograma será com 4 cm de dilatação com a necessidade de avaliação cervical a cada duas horas.
A gestante se encontra na fase passiva do período expulsivo do trabalho de parto.
Certo
Errado
No primeiro período clínico do parto, mais precisamente na sua fase de transição, Araujo e Reis (2012) recomendam que a dinâmica uterina seja realizada a cada:
15 minutos.
1 hora.
30 minutos.
2 horas.
10 minutos.
Considerando que o período imediatamente após o nascimento é um período bastante sensível, quando a mulher e seus acompanhantes vão finalmente conhecer a criança, deve-se assegurar que a assistência e qualquer intervenção que for realizada levem isso em consideração, no sentido de minimizar a separação entre mãe e filho. De acordo com o Conitec, a assistência do enfermeiro obstétrico ao 3ª período do trabalho de parto, caso a puérpera não tenha fatores de risco para hemorragia e não externe qualquer tipo de preferência, deve ser:
manejo fisiológico
manejo passivo
manejo misto
manejo ativo
A mulher em trabalho de parto muitas vezes demanda a utilização de algum método de alívio da dor. Essa necessidade pode ser influenciada por muitos fatores, incluindo suas expectativas, a complexidade do seu trabalho de parto e a intensidade da sua dor. Para muitas, alguma forma de alívio pode ser necessária. Nesses casos, é correto afirmar que:
a deambulação ativa e a utilização das bolas de nascimento são medidas de suporte e alívio da dor e devem ser utilizadas para todas as mulheres em trabalho de parto
a analgesia peridural ou raquidiana e peridural combinada
devem ser os métodos farmacológicos de alívio da dor de escolha
quando for constatada a necessidade ou houver solicitação da mulher, métodos farmacológicos de alívio da dor devem ser utilizados
as massagens corporais e banhos auxiliam muito pouco no alívio da dor
Gestante Menor, 14 anos deu entrada em uma maternidade pública em Mãe do Rio-PA com quadro clínico de: dor pélvica intermitente, (Contração Uterina) 3C/10’/45”, eliminação de líquido com presença de lanugo por via vaginal, diminuição dos movimentos fetais, colo uterino pérvio para 3cm, Tax:38,6ºC há 2dias, episódios de calafrios, (Data da última menstruação) DUM: 05.04.20. Em relação ao caso descrito é correto afirmar que:
está em franco trabalho de parto à termo, ID: vaginose, conduta correta seria: internação + parto cesareano, prognóstico fetal: bom.
está em pródomos de trabalho de parto, ID: Amniorrex prematura, conduta correta seria: medicá-la, após orientá-la e liberá-la para casa, prognóstico fetal: bom.
está em processo de trabalho de parto prematuro, ID: Amniorrex prematura + corioamnionite, conduta correta seria: internação, infusão líquida venosa, corticoide, antibióticos e indução ao parto vaginal, prognóstico fetal: sombrio.
está em processo de trabalho de parto prematuro, ID: Vaginose + ITU, conduta correta seria: internação, infusão líquida venosa, corticoide, antibióticos, prognóstico fetal: regular.
está em franco trabalho de parto pós termo, ID: Amniorrex prematura + infecção uterina + sofrimento fetal, conduta correta seria: solicitar USG Obstétrico, internar para observar, prognóstico fetal: regular.
É uma intervenção que o profissional deve realizar no primeiro período do trabalho de parto:
Enema de forma rotineira.
Tricotomia pubiana e perineal de forma rotineira.
Amniotomia precoce quando o trabalho de parto esteja progredindo bem.
Encorajar banho de imersão.
Encorajar a mulher a adotar posições que lhe sejam mais confortáveis.
As contrações uterinas são as forças musculares vigorosas que provocam o nascimento do bebê, e o profissional identifica seu início por meio da dinâmica uterina, quando colocou a sua mão sobre o fundo uterino e avalia
duração, intensidade e relaxamento.
frequência, duração e relaxamento.
intensidade, frequência e duração.
intensidade, força e duração.
Considere a imagem a seguir:

Na 3ª fase do processo de parturição ocorre a separação e a expulsão da placenta. Este estágio constituise em período de grande risco materno e exige do profissional manter a vigilância dos sinais clínicos, em função da possível ocorrência de hemorragias no pós-parto, uma das grandes causas de mortalidade materna. Na imagem acima podemos identificar a placenta pelo número:
1.
2.
3.
4.