Questões de Concurso sobre Períodos Clínicos do Parto - Página 8 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Períodos Clínicos do Parto

 
 
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A parturiente encontra-se no segundo estágio do trabalho de parto, também chamado de período de dilatação.


C
Certo

E
Errado

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal.


( ) Todas as gestantes devem ser informadas que a assistência ao parto no domicílio faz parte das políticas atuais de saúde no país.

( ) No primeiro período do trabalho de parto recomenda-se monitorar a frequência das contrações uterinas de 1 em 1 hora, pulso de 1 em 1 hora; temperatura e pressão arterial de 4 em 4 horas.

( ) A solicitação materna por analgesia de parto não é indicação suficiente para sua realização, independentemente da fase do parto e do grau de dilatação em que ela se encontra.

( ) Em Mulheres com gestação a termo, com ruptura precoce de membranas, a indução do trabalho de parto é apropriada dentro das 24 horas após a ruptura.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.


A

F • V • F • V


B

V • V • F • V


C

F • V • F • F


D

V • V • F • F


E

F • F • V • V

Assinale a alternativa CORRETA sobre as boas práticas na falha de progresso no primeiro período clínico do parto:


A

Realizar a amniotomia se as membranas estiverem íntegras, na justificativa de diminuir o tempo do trabalho de parto por cerca de 1 hora e aumentar a intensidade e dor das contrações.


B

Realizar o exame de amnioscopia e repetir o exame vaginal com intervalo de duas horas após, independente do estado das membranas.


C

Administrar ocitocina, na justificativa de aumentar a frequência e intensidade das contrações e manter a monitorização continua.


D

Oferecer analgesia peridural e a inclusão do acompanhante no parto.


E

Administrar um comprimido de prostaglandina E1 via vaginal.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação ao trabalho de parto (TP).


( ) Nas primíparas, a duração do TP ativo dura em média 12 horas e nas multíparas dura em média 8 horas.

( ) A tricotomia (pubiana e perineal) e o enema não devem ser realizados de forma rotineira nas parturientes.

( ) As parturientes devem ser encorajadas a se movimentarem e adotarem posições confortáveis no trabalho de parto.

( ) A manobra de Kristeller não deve ser realizada no segundo período do TP.

( ) Todas as parturientes devem permanecer em jejum durante o TP.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.


A

F • V • V • V • F


B

V • V • F • V • F


C

F • V • F • F • V


D

V • V • V • F • V


E

F • F • V • V • F

Uma parturiente de 30 anos de idade, com idade gestacional de 38 semanas, pariu por via vaginal, sem presença de líquido meconial, um recém-nascido (RN) do sexo masculino pesando 3.100g. A avaliação de vitalidade fetal realizada por pediatra constatou valor de apgar 9, no primeiro minuto de vida, e 9, no quinto minuto de vida. Considerando o que preconiza o guia para os profissionais de saúde do Ministério da saúde (2014), a sequência indicada para os cuidados imediatos a serem prestados na assistência a esse RN é:


A

seccionar o cordão umbilical tão logo o bebê tenha nascido, para dar segurança ao profissional e, em seguida, o RN deve ser secado e posicionado sobre o abdome da mãe.


B

o RN deve ser secado e posicionado sobre o abdome da mãe até o cordão umbilical parar de pulsar, para só então realizar-se o clampeamento.


C

o RN deve ser mensurado para ser posicionado sobre o abdome da mãe até o cordão umbilical parar de pulsar, para, só então, realizar-se o clampeamento.


D

realizar o clampeamento do cordão umbilical tão logo ele pare de pulsar e, na sequência, secar o RN e posicioná-lo sobre o abdome da mãe.

Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. Entende-se o pós-parto imediato como o período que abrange:


A

10 dias após o parto, salvo intercorrências, a critério médico.


B

15 dias após o parto, salvo intercorrências, a critério médico.


C

20 dias após o parto, salvo intercorrências, a critério médico.


D

30 dias após o parto, salvo intercorrências, a critério médico.

A retirada da placenta pela tração do cordão umbilical é recomendada como medida de prevenção e controle da infecção puerperal em momento intraoperatório.

C
Certo

E
Errado

O terceiro período do parto refere-se ao momento desde o nascimento da criança até a expulsão da placenta e membranas.


Em relação à assistência nesse período do parto, a conduta ativa no terceiro período envolve um conjunto de intervenções com os seguintes componentes, exceto:


A

Uso rotineiro de substâncias uterotônicas.


B

Clampeamento do cordão após parar a pulsação.


C

Secção precoce do cordão umbilical.


D

Tração controlada do cordão após sinais de separação placentária.

Uma secundigesta de 32 anos, com idade gestacional de 38 semanas e 4 dias pela DUM e 39 semanas pela ultrassonografia do primeiro trimestre de gravidez, deu entrada no serviço obstétrico referindo dor em baixo ventre. Ao exame, constatou-se que ela apresentava pressão arterial 120X70 mmHg, batimentos cardíacos fetais presentes (148bpm), AU=35cm, dinâmica uterina=3/30´´/10´. Ao toque vaginal, apresentou o colo fino, centralizado, pérvio para 5 cm, com formação da bolsa das águas e com perda do tampão mucoso. Tendo como base o caso apresentado e a avaliação obstétrica realizada na gestante, o diagnóstico obstétrico é de


A

fase ativa do trabalho de parto.


B

fase de Braxton Hicks.


C

fase de latência do trabalho de parto.


D

fase dos pródromos do trabalho de parto.

As fases clínicas do parto são divididas em quatro períodos. O primeiro período compreende:


A

O período de tempo entre a expulsão do feto e a saída da placenta e das membranas ovulares.


B

O período entre dilatação completa e o desprendimento do concepto.


C

As fases latente e ativa de trabalho de parto.


D

A primeira hora após a expulsão da placenta.


E

O clampeamento precoce e a tração controlada do cordão umbilical.

Quais intervenções abaixo devem ser adotadas como rotina na assistência humanizada a parturiente de risco habitual, no período de dilatação?


A

Enema e punção venosa.


B

Tricotomia perineal e jejum.


C

Amniotomia precoce e infusão de ocitocina sintética.


D

Ausculta fetal intermitente e livre movimentação materna.


E

Analgesia peridural e episiotomia.

Os sinais característicos de trabalho de parto são: perda de tampão mucoso, sensação dolorosa nas costas e mudança progressiva no ritmo e na intensidade das contrações uterinas.

C
Certo

E
Errado

Durante a evolução clínica do parto, a fase da expulsão ou segundo período do trabalho de parto fisiológico


A

ocorre a partir de uma sucessão de contrações uterinas com intervalos progressivamente maiores.


B

inicia-se quando a dilatação está completa e se encerra com a saída do feto.


C

caracteriza-se por contrações involuntárias da prensa abdominal, que comprimem as paredes vaginais provocadas pelo polo inferior do feto, por via reflexa.


D

inicia-se quando a bolsa passa a ter contato cada vez mais direto com a cérvice.

Em relação à assistência no período expulsivo do trabalho de parto, assinale a alternativa correta.


A

A posição de cócoras geralmente é a preferida pelas mulheres quando lhes oferecem a liberdade de escolha e mesmo para a mulher ocidental, não acostumada a adotar tal posição em suas atividades cotidianas, o risco de trauma perineal é menor.


B

A episiotomia é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados no mundo inteiro, com a alegação de redução da probabilidade de lacerações perineais do quarto grau, preservação da musculatura perineal e função sexual, além da redução de incontinência fecal e urinária.


C

Posições verticais no parto sempre foram utilizadas, ocorrendo uma drástica mudança a partir do momento em que o parto passou a ser assistido por médicos e, principalmente, no ambiente hospitalar.


D

Mesmo sendo considerado seguro, o parto na água requer alguns cuidados para minimizar os riscos em caso de circular de cordão ou cordão curto. São elas: evitar que a água esteja muito funda, trazer a criança gentilmente para a superfície, ter em mãos pinças para clampeamento, deixar a criança nascer completamente dentro da água antes de trazê-la à superfície e otimizar o início da respiração neonatal deixando-o dentro da água por cinco minutos após o nascimento.


E

Ouso de qualquer posição vertical ou lateral comparado com a posição supina no segundo estágio do parto, esteve associado à redução da duração e do relato de dor grave nesse estágio e na taxa de episiotomia, pequena redução no número de partos assistidos instrumentalmente, e menos anormalidades nos padrões de frequência cardíaca fetal, embora tenha sido encontrado pequeno aumento na incidência de lacerações perineais de segundo grau e aumento no risco estimado de perda sanguínea maior que 600 ml.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos períodos clínicos do parto:


A

Transição, dequitação, expulsão e ativa.


B

Dilatação, dequitação, descida e expulsão.


C

Dilatação, expulsão, dequitação e período de Greenberg.


D

Expulsão, dequitação, dilatação e insinuação.


E

Insinuação, rotação externa, período de Greenberg e dequitação.

No primeiro período clínico do parto, segundo as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto, a assistência de enfermagem a parturiente de risco habitual em trabalho de parto de evolução fisiológica envolve:


A

A avaliação da dinâmica uterina e dos sinais vitais maternos a cada 1 hora, exame vaginal a cada 4 horas, ausculta intermitente da frequência cardíaca fetal e preenchimento do partograma a partir da fase ativa.


B

Amniotomia precoce, infusão de ocitocina sintética, dinâmica uterina e exame vaginal a cada 1 hora, monitorização contínua da frequência cardíaca fetal e preenchimento do partograma a partir da fase ativa.


C

Jejum materno a partir da fase ativa, amniotomia precoce, infusão de ocitocina sintética, ausculta intermitente da frequência cardíaca fetal e preenchimento do partograma a partir da fase latente.


D

A avaliação da dinâmica uterina e dos sinais vitais maternos a cada 1 hora, exame vaginal a cada 4 horas, ausculta intermitente da frequência cardíaca fetal e preenchimento do partograma a partir da fase latente.


E

Avaliação da dinâmica uterina e exame vaginal a cada 1 hora, jejum materno a partir da fase ativa, ausculta intermitente da frequência cardíaca fetal e preenchimento do partograma a partir da fase ativa.

Quanto aos estágios do trabalho de parto, assinale a alternativa correta.


A

O primeiro estágio do trabalho de parto compreende todo o período de dilatação, que vai do início da dilatação cervical até 10 cm e consiste em 3 fases: fase latente, fase ativa e fase de transição.


B

O primeiro estágio do trabalho de parto compreende todo o período de dilatação, que vai de 0 cm até 10 cm e consiste em 2 fases: fase latente e fase ativa.


C

O segundo estágio do trabalho de parto compreende a fase de transição, iniciando com a dilatação total e terminando com a expulsão do feto/bebê.


D

O terceiro estágio do trabalho de parto compreende a fase de transição, iniciando com a expulsão do feto/bebê e terminando com a separação e saída da placenta.


E

O terceiro estágio do trabalho de parto compreende a fase de transição, iniciando com a expulsão do feto/bebê e terminando com a separação da placenta, sendo também conhecido como puerpério.

Em 1996, a Organização Mundial da Saúde estabeleceu o que se entende, desde então, como boas práticas de atenção ao parto e nascimento. A concepção da OMS a esse respeito fundamenta-se em evidências científicas, bem como na classificação de condutas obstétricas no parto normal, segundo critérios de utilidade, eficácia e risco. Com base nesse ideário, uma prática demonstradamente útil no processo do parto (categoria A) é


A

o contato cutâneo direto precoce entre mãe e filho e o apoio ao início da amamentação na primeira hora após o parto.


B

o método não farmacológico de alívio da dor durante o trabalho de parto, com o uso de ervas, imersão em águas e estimulação dos nervos.


C

o estímulo para o puxo quando se diagnostica dilatação cervical completa ou quase completa, antes que a mulher sinta o puxo involuntário.


D

a estimulação do mamilo para promover a contratilidade uterina durante o terceiro estágio do trabalho de parto.

No mundo ocidental, ainda é comum que a mulher permaneça deitada no leito durante o trabalho de parto, o que facilita o exame físico e as intervenções do profissional de saúde (MONTENEGRO; REZENDE FILHO, 2017). No entanto, há muito se sabe que a posição supina não é recomendada. Essa orientação tem como justificativa o fato de que a posição supina


A

leva a aorta a ser comprimida e, assim, o débito cardíaco aumenta de maneira expressiva, resultando em acréscimo da perfusão uterina e placentária.


B

leva o útero grávido a comprimir os vasos abdominais, o que compromete a circulação uteroplacentária, podendo ocasionar risco ao feto.


C

leva o útero grávido, que está aumentado, a comprimir a veia cava inferior, aumentando, de maneira expressiva, o retorno venoso ao coração e o débito cardíaco.


D

leva a parturiente a querer ficar deitada, mesmo que ela não tenha diagnóstico para permanência no leito, aumentando a demanda das atribuições dos profissionais de enfermagem.

O trabalho de parto está dividido em quatro estágios. Cada estágio tem suas próprias mudanças e necessidade de avaliações específicas (LEIFER, 2013). Assim, ao avaliar uma paciente que iniciou o quarto estágio do trabalho de parto, a avaliação prioritária que o enfermeiro deve realizar durante esse estágio é do(a):


A
Tônus uterino.

B
Dilatação cervical.

C
Padrão respiratório.

D
Batimentos cardíacos fetais.
 
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